Área de Comando Ocidental da RAAF

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Área de Comando Ocidental
RAAFAreaCommands1942.png
Áreas de Comando da RAAF em Novembro de 1942
País  Austrália
Corporação Real Força Aérea Australiana
Missão Defesa aérea
Reconhecimento aéreo
Protecção das rotas marítimas
Período de atividade 1942–1956
História
Guerras/batalhas Segunda Guerra Mundial
Comando
Comandantes
notáveis
Hippolyte De La Rue (1941–42)
Raymond Brownell (1942–45)
Colin Hannah (1945, 1946)
Douglas Wilson (1945)
Bill Garing (1946–48)
William Hely (1951–53)
Sede
Quartel-general Perth

A Área de Comando Ocidental foi um de vários comandos geográficos criados pela Real Força Aérea Australiana (RAAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Foi formada em Janeiro de 1941 e controlava as unidades da RAAF localizadas na Austrália Ocidental. Com quartel-general em Perth, era responsável pela defesa aérea, reconhecimento aéreo e pela protecção das rotas marítimas adjacentes. As suas aeronaves realizaram operações anti-submarino durante a guerra e atacaram alvos nas Índias Orientais Holandesas durante a campanha de Bornéu em 1945.

A área de comando continuou a operar após a guerra, contudo os seus activos materiais e humanos foram muito reduzidos. Em Fevereiro de 1954 as suas responsabilidades foram incorporadas pelos novos comandos funcionais da RAAF: o Home Command, o Comando de Treino e o Comando de Manutenção. O quartel-general da Área de Comando Ocidental foi dissolvido em Novembro de 1956.

História[editar | editar código-fonte]

Segunda Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

Two columns of men, some in military uniforms with peaked caps, some in civilian clothes, walking between two rows of troops with forage caps standing to attention with rifles and fixed bayonets, and further rows of troops behind them
Comodoro De La Rue (primeiro oficial à direita), o comandante inaugural da Área de Comando Ocidental, a inspeccionar pilotos instruendos, c. 1941

Antes da Segunda Guerra Mundial a Real Força Aérea Australiana era pequena o suficiente para que todos os seus elementos fossem controlados directamente pelo quartel-general da RAAF, em Melbourne. Depois de a guerra iniciar em Setembro de 1939 a força aérea começou a descentralizar a sua estrutura de comando, de acordo com os aumentos esperados em termos humanos, materiais e de unidades.[1][2] Entre Março de 1940 e Maio de 1941 a RAAF dividiu a Austrália e a Nova Guiné em quatro zonas de comando-e-controlo baseadas na geografia: a Área de Comando Central, a Área de Comando do Sul, a Área de Comando Ocidental e a Área de Comando do Norte.[3] As funções destas áreas de comando eram a defesa aérea, a protecção de rotas marítimas adjacentes e reconhecimento aéreo. Cada uma era liderada por um Air Officer Commanding (AOC) responsável pela administração e operações de todas as bases e unidades aéreas dentro da sua área de comando.[2][3]

A Área de Comando Ocidental, com quartel-general em Perth, foi formada no dia 9 de Janeiro de 1941 para controlar todas as unidades da RAAF na Austrália Ocidental.[4] Estas incluíam os esquadrões n.º 14 e 25 e a Escola de Treino Inicial N.º 5 na Base aérea de Pearce; a Escola Treino de Voo Elementar N.º 9 em Cunderdin; e a quase inaugurada Escola de Treino de Voo de Serviço N.º 4 em Geraldton.[5] O quartel-general da RAAF manteve o controlo das unidades da Austrália Ocidental até à formação da área.[6] O AOC inaugural da Área de Comando Ocidental foi o capitão de grupo (comodoro em funções) Hippolyte "Kanga" De La Rue.[5][7] O seu oficial sénior do estado-maior era o capitão de grupo Alan Charlesworth. O pessoal do quartel-general era composto por quarenta e um elementos, incluindo quinze oficiais.[8] O Esquadrão N.º 14, que operava aviões Lockheed Hudson, e o Esquadrão N.º 25, com aviões CAC Wirraways, ficaram responsáveis pela escolta de comboios e patrulha anti-submarino.[9][10] Pouco depois de assumir o comando, De La Rue pressionou o quartel-general da RAAF por uma força de hidroaviões Catalina de longo alcance para reforçar o Esquadrão N.º 14, contudo não lhe foi disponibilizada uma única aeronave.[11]

Em meados de 1941 o quartel-general da RAAF decidiu formar unidades de treino nos estados do sul e do leste em grupos semi-geográficos e semi-funcionais separados das áreas de comando. Isso levou ao estabelecimento, em Agosto, do Grupo de Treino N.º 1 em Melbourne, cobrindo Victoria, Tasmânia e Austrália do Sul, e do Grupo de Treino N.º 2 em Sydney, cobrindo Nova Gales do Sul e Queensland. Ao mesmo tempo, a Área de Comando Central foi dissolvida e as suas responsabilidades divididas entre as áreas de comando Sul e Norte, e o Grupo de Treino N.º 2.[12][13] A Área de Comando Ocidental, única entre os pares, manteve a responsabilidade pelo treino na sua área, bem como pelas operações e manutenção.[13] Em Novembro de 1941 todas as aeronaves disponíveis dos esquadrões n.º 14 e 25, bem como oito aeronaves Avro Ansons da Escola de Treino de Voo de Serviço N.º 4, participaram da busca do HMAS Sydney depois deste ter sido afundado pelo navio mercante armado alemão Kormoran; um Hudson e um Anson localizaram cada um botes salva-vidas com a tripulação de Kormoran.[14][15]

Map of Australia showing state borders, with RAAF area command boundaries superimposed
As áreas de comando da RAAF em Novembro de 1942; os limites da Área de Comando Ocidental permaneceram em vigor até à transição para um sistema de comando funcional que começou em 1953

Em Janeiro de 1942 a Área de Comando do Norte foi dividida na Área de Comando Noroeste e na Área de Comando Nordeste, com o objectivo de melhor combater a ameaça japonesa no norte da Austrália e na Nova Guiné, respectivamente, após a eclosão da Guerra do Pacífico.[1][16] Em Maio uma nova área de comando, a oriental, foi criada para controlar as unidades em Nova Gales do Sul e no sul de Queensland.[17] Por necessidade geográfica, as responsabilidades operacionais das áreas do sul da RAAF concentravam-se na patrulha marítima e na guerra anti-submarina, enquanto as áreas do norte concentravam-se na defesa aérea e no bombardeio ofensivo.[18] As aeronaves da Área de Comando Ocidental fizeram o seu primeiro ataque submarino no dia 2 de Março, contudo rapidamente souberam que estavam a atacar o USS Sargo, que não se identificou antes do ataque; o submarino americano ficou danificado, mas conseguiu continuar a viagem para Fremantle.[19][20] A identificação de navios amigos era um problema contínuo; as patrulhas da RAAF frequentemente tinham que partir sem os últimos relatórios de inteligência naval sobre o transporte aliado, e os navios podiam, em qualquer caso, desviar-se das suas rotas planeadas. Muitas vezes, era difícil para os observadores em aeronaves em movimento rápido distinguir as bandeiras aliadas num navio, e as tripulações dos navios nem sempre reconheciam imediatamente as aeronaves da RAAF, mesmo quando estas empregavam os faróis de identificação de modo a serem identificadas.[21]

O Esquadrão N.º 35, com aeronaves de Havilland Fox Moth e DH.84 Dragon, foi formado sob o controlo da Área de Comando Ocidental em Pearce no dia 4 de Março de 1942.[22][23] Pouco tempo depois, a 16 de Março e também em Pearce, foi formado o Esquadrão N.º 77, equipado com caças P-40 Kittyhawk; no momento da sua criação, era o único esquadrão de caças disponível para defender Perth e Fremantle, e De La Rue trabalhou arduamente para prepará-lo para as futuras operações.[24] A 2 de Maio o quartel-general do Sector de Caça N.º 6 tornou-se operacional.[25][26] No mesmo mês, o Comando Aéreo propôs a criação do Grupo N.º 3 e do Grupo N.º 8 para controlarem, respectivamente, as unidades de treino e manutenção na Austrália Ocidental, contudo, embora o projecto tenha sido aprovado pelo governo federal não chegou a concretizar-se.[27] Por volta de 31 de Maio os efectivos do quartel-general da Área de Comando Ocidental totalizavam 247 elementos, incluindo 76 oficiais.[28]

A partir de 20 de Abril de 1942 a autoridade operacional sobre a infraestrutura de combate da RAAF, incluindo as áreas de comando, foi investida no recém-criado Quartel-General das Forças Aéreas Aliadas sob o Comando da Área do Sudoeste do Pacífico (SWPA).[29][30] Alguns ajustes dos limites da Área de Comando Ocidental ocorreram em Agosto: a Área de Comando Noroeste, além de controlar o Território do Norte, recebeu a responsabilidade pela porção da Austrália Ocidental ao norte de uma linha traçada a sudeste de Yampi Sound até à fronteira do Território do Norte.[31] Mais tarde, no mês de Setembro de 1942, deu-se a formação do Comando da RAAF, liderado pelo vice-marechal do ar Bill Bostock, com o objectivo de supervisionar a maioria das unidades aéreas australianas no SWPA.[32][33] Bostock exerceu o controlo das operações aéreas através das áreas de comando, embora o quartel-general da RAAF continuasse a deter autoridade administrativa sobre todas as unidades australianas.[18] Em Novembro, começou a construção de um aeródromo sob o controlo da Área de Comando Ocidental em Corunna Downs, perto de Port Hedland. Sendo a base aérea da Austrália mais próxima de Surabaia, serviria como ponto de partida para bombardeiros aliados com destino a alvos nas Índias Orientais Holandesas, permitindo-lhes evitar zonas onde poderiam encontrar caças japoneses entre o Território do Norte e Java.[34][35] De la Rue entregou o comando da área ao comodoro Raymond Brownell em Dezembro de 1942; no final deste mês, o quartel-general contava com um efectivo de 488 elementos, incluindo 95 oficiais.[36][37]

Four men in summer military uniforms in front of a map of northern Australia
O comodoro Brownell (segundo à direita), o tenente-general Bennett (primeiro à direita) e oficiais navais aliados a discutir sobre um mapa de situação da SWPA, em Fevereiro de 1943

Em Abril de 1943, a Área de Comando Ocidental controlava quatro unidades de combate: o Esquadrão N.º 14, com bombardeiros de reconhecimento Bristol Beaufort a partir de Pearce, o Esquadrão N.º 25, dedicado a missões de bombardeamento de mergulho com aviões Wirraway, também a partir de Pearce, o Esquadrão N.º 76, equipado com caças P-40 Kittyhawk em Potshot (Golfo de Exmouth), e o Esquadrão N.º 85, que operava caças CAC Boomerang de Pearce. a Área de Comando Ocidental foi também capaz de empenhar as aeronaves Catalina da Asa de Patrulha N.º 10 da Marinha dos EUA, com base em Crawley, para missões de reconhecimento e anti-submarino.[38] Os Beaufort e Catalina voaram várias centenas de patrulhas marítimas durante 1943.[39] Em Março de 1944 a Área de Comando Ocidental entrou em alerta máximo em resposta às preocupações de que uma força naval japonesa invadiria a Austrália Ocidental. Perth foi reforçada com os esquadrões n.º 452 e 457, e o Golfo de Exmouth com os esquadrões n.º 18, 31 e 120, contudo não se deu nenhum ataque japonês e as unidades foram orientadas a regressar às suas bases.[40] A meio do ano a Marinha dos EUA retirou a Asa de Patrulha N.º 10, reduzindo a capacidade da Área de Comando Ocidental de realizar reconhecimento marítimo de longo alcance; assim, os quinze aviões Beaufort ainda operacionais do Esquadrão N.º 14 tiveram que fazer patrulhas de até 22 horas de duração para procurar submarinos alemães reportados na área.[41][42] A partir de 31 de Maio de 1944, o efectivo do quartel-general da Área de Comando Ocidental era de 686 elementos, incluindo 118 oficiais.[43]

Depois de ser reequipado com bombardeiros de mergulho Vultee Vengeance em Agosto de 1943, o Esquadrão N.º 25 mudou-se de Pearce para Cunderdin em Janeiro de 1945 e passou a operar bombardeiros pesados B-24 Liberator.[44] Estes bombardeiros foram empregues na patrulha anti-submarina do Cabo Leeuwin no final daquele mês, devido às aeronaves do Esquadrão N.º 14 estarem totalmente comprometidas em outras missões.[45] Entre Abril e Julho o Esquadrão N.º 25 representou a contribuição da Área de Comando Ocidental para a Campanha de Bornéu, apoiando as invasões aliadas de Tarakan, Labuan-Brunei e Balikpapan.[46] Atravessando Corunna Downs, os bombardeiros atacaram aeródromos japoneses nas Índias Orientais Holandesas que estavam dentro do alcance de Tarakan até ao dia dos desembarques, a 1 de Maio.[47] Eles bombardearam Malang, perto de Surabaia, na noite anterior ao desembarque em Labuan e realizaram ataques diurnos contra Java no período que antecedeu a operação Balikpapan que começou no dia 1 de Julho.[48] O Esquadrão N.º 14 havia cessado as suas patrulhas anti-submarino regulares a 23 de Maio após o fim das hostilidades na Europa, mas permaneceu em estado de prontidão caso algum submarino ainda estivesse activo.[49] Em Julho de 1945 Brownell foi nomeado para comandar o recém-formado Grupo N.º 11 em Morotai; ele entregou a liderança da Área de Comando Ocidental ao seu oficial superior do estado-maior, o capitão de grupo Colin Hannah, que se manteve nesta função temporariamente até ao final da guerra.[50][51]

Actividade pós-guerra e dissolução[editar | editar código-fonte]

A 2 de Setembro de 1945, após o fim da Guerra do Pacífico, a Área do Sudoeste do Pacífico foi dissolvida e o Comando Aéreo assumiu novamente o controlo total de todos os seus elementos operacionais.[52] Em Outubro, Hannah entregou o comando ao capitão de grupo Douglas Wilson.[53] A força aérea encolheu drasticamente com a desmobilização; muitas unidades de guerra viram o estabelecimento de prazos para a sua dissolução em vários estágios, incluindo esquadrões de bombardeiros de reconhecimento até ao final de 1945, e outras unidades de bombardeiros até Setembro de 1946.[54] Em Dezembro de 1945 o Esquadrão N.º 14 foi dissolvido em Pearce.[55] Já o Esquadrão N.º 25 repatriou ex-prisioneiros de guerra das Índias Orientais Holandesas para a Austrália, uma missão que decorreu até Janeiro de 1946; a unidade foi então dissolvida em Julho daquele ano.[56] Wilson foi colocado na lista de aposentamentos em Fevereiro de 1946, e Hannah assumiu novamente o comando temporário da Área de Comando Ocidental até ser enviado para a Grã-Bretanha em Outubro daquele ano.[57][58] O capitão de grupo Bill Garing assumiu o cargo de comandante no mês seguinte, altura pela qual o efectivo do quartel-general era composto por 117 elementos, incluindo 31 oficiais.[59]

Relief map of Australia, focussing on Western Australia and the Monte Bello Islands
O comodoro Hely coordenou o apoio da RAAF para o teste atómico britânico realizado em Montebello, na Austrália Ocidental, em Outubro de 1952

Em Setembro de 1946 o Chefe do Estado-Maior Aéreo, o vice-marechal do ar George Jones, propôs reduzir os cinco comandos existentes da área continental (Noroeste, Nordeste, Oriental, Sul e Ocidental) para três: um a norte, cobrindo Queensland e Território do Norte; um oriental, cobrindo Nova Gales do Sul; e outro a sul, cobrindo a Austrália Ocidental, Austrália do Sul, Victoria e Tasmânia. O governo australiano rejeitou o plano e os limites das áreas de comando da guerra permaneceram essencialmente no seu lugar.[60][61] Em Abril de 1948 o Esquadrão N.º 25 foi reformado como uma unidade da reserva em Pearce, ficando a operar caças P-51 Mustang e, mais tarde, caças de Havilland Vampire.[62] Além de treinar reservas, o esquadrão era responsável pela defesa aérea da Austrália Ocidental.[63] Garing entregou o comando em Novembro de 1948 e, até ao final do mês, o efectivo do quartel-general da Área de Comando Ocidental contava com 14 elementos, incluindo 7 oficiais.[64]

Em Outubro de 1951 o capitão de grupo Bill Hely assumiu o comando da área.[65][66] Durante a Operação Hurricane, o teste atómico britânico nas Ilhas Montebello em Outubro de 1952, Hely coordenou o apoio aéreo, incluindo voos de abastecimento e observação com aviões Dakota da Asa N.º 86.[67] Ele completou o seu mandato como AOC em Setembro de 1953, quando o efectivo do quartel-general era de 31 elementos, incluindo 15 oficiais.[68][69]

A partir de Outubro de 1953 a RAAF foi reorganizada de um sistema de comando-e-controlo com base na geografia para um baseado em função. Em Fevereiro de 1954 as organizações funcionais recém-constituídas — o Home Command, o Comando de Treino e o Comando de Manutenção — assumiram o controlo de todas as operações, treino e manutenção, respectivamente, da Área de Comando Ocidental.[2][70] Esta continuou a existir mas apenas, de acordo com o Melbourne Argus, como um dos "pontos de controlo remoto" do Home Command.[71] O quartel-general da área foi dissolvido no dia 30 de Novembro de 1956.[72]

Ordem de batalha[editar | editar código-fonte]

No dia 30 de Abril de 1942, a ordem de batalha da Área de Comando Ocidental compreendia:[25]

Referências

  1. a b Stephens, The Royal Australian Air Force, pp. 111–112
  2. a b c «Organising for war: The RAAF air campaigns in the Pacific» (PDF). Pathfinder (121). Air Power Development Centre  Arquivado 2017-08-22 no Wayback Machine
  3. a b Gillison, Royal Australian Air Force, pp. 91–92
  4. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 92
  5. a b Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 1
  6. Ashworth, How Not to Run an Air Force, pp. 28–29
  7. Ashworth, How Not to Run an Air Force, p. 294
  8. Western Area Headquarters, Operations Record Book, pp. 1–2
  9. RAAF Historical Section, Bomber Units, p. 43
  10. «No. 25 (City of Perth) Squadron». Units. Royal Australian Air Force. Consultado em 22 de julho de 2016. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2012 
  11. Wilson, The Eagle and the Albatross, pp. 72–73
  12. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 112
  13. a b Ashworth, How Not to Run an Air Force, pp. xx, 38
  14. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 134
  15. RAAF Historical Section, Training Units, pp. 105–106
  16. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 311
  17. Ashworth, How Not to Run an Air Force, pp. xxi, 134–135
  18. a b Stephens, The Royal Australian Air Force, pp. 144–145
  19. Stevens, A Critical Vulnerability, p. 186
  20. «Sargo I (SS-188)». Dictionary of American Naval Fighting Ships. Naval History and Heritage Command. Consultado em 16 de março de 2019 
  21. Wilson, The Eagle and the Albatross, pp. 95–101
  22. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 481
  23. Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 36
  24. Odgers, Mr Double Seven, p. 19
  25. a b Ashworth, How Not to Run an Air Force, p. 299
  26. Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 68
  27. Ashworth, How Not to Run an Air Force, pp. 134–135
  28. Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 89
  29. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 473
  30. Odgers, Air War Against Japan, pp. 15–16
  31. Gillison, Royal Australian Air Force, p. 588
  32. Gillison, Royal Australian Air Force, pp. 585–588
  33. Odgers, Air War Against Japan, pp. 4–6
  34. RAAF Historical Section, Introduction, Bases, Supporting Organisations, p. 62
  35. Odgers, Air War Against Japan, p. 66
  36. Ashworth, How Not to Run an Air Force, pp. 302–304
  37. Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 187
  38. Odgers, Air War Against Japan, pp. 140–141
  39. Odgers, Air War Against Japan, p. 154
  40. Odgers, Air War Against Japan, pp. 136–139
  41. Odgers, Air War Against Japan, pp. 349–350
  42. Stevens, A Critical Vulnerability, pp. 264–265
  43. Western Area Headquarters, Operations Record Book, pp. 359–360
  44. Eather, Flying Squadrons of the Australian Defence Force, p. 63
  45. Stevens, A Critical Vulnerability, p. 279
  46. Waters, Oboe, pp. 18, 78, 135
  47. Odgers, Air War Against Japan, pp. 454–455
  48. Odgers, Air War Against Japan, pp. 475–476
  49. Odgers, Air War Against Japan, p. 353
  50. Ashworth, How Not to Run an Air Force, pp. 261, 304
  51. Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 478
  52. Ashworth, How Not to Run an Air Force, p. 262
  53. Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 496
  54. Stephens, Going Solo, pp. 11–12
  55. RAAF Historical Section, Bomber Units, p. 45
  56. RAAF Historical Section, Bomber Units, p. 83
  57. Western Area Headquarters, Operations Record Book, pp. 523, 531
  58. «For staff school». The West Australian. Perth: National Library of Australia. 25 de outubro de 1946. p. 8. Consultado em 18 de junho de 2016 
  59. Western Area Headquarters, Operations Record Book, pp. 587, 593
  60. Helson, The Private Air Marshal, pp. 321–325
  61. Stephens, Going Solo, pp. 68, 462
  62. RAAF Historical Section, Bomber Units, pp. 82–83
  63. Eather, Flying Squadrons of the Australian Defence Force, pp. 63–64
  64. Western Area Headquarters, Operations Record Book, pp. 668–670
  65. «New air chief on citizen training». The West Australian. Perth: National Library of Australia. 24 de setembro de 1951. p. 2. Consultado em 18 de junho de 2016 
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  67. «Atomic Weapon Tested». Benalla Ensign. Benalla, Victoria: National Library of Australia. 27 de novembro de 1952. p. 11. Consultado em 18 de junho de 2016 
  68. «Changes in RAAF commands». The Sydney Morning Herald. Sydney: National Library of Australia. 2 de setembro de 1953. p. 2. Consultado em 18 de junho de 2016 
  69. Western Area Headquarters, Operations Record Book, p. 774
  70. Stephens, Going Solo, pp. 73–76, 462–463
  71. «Battle 'nerve-centre' goes north: RAAF fighting control shifted from here». The Argus. Melbourne: National Library of Australia. 21 de maio de 1954. p. 5. Consultado em 18 de junho de 2016 
  72. «Headquarters». Order of Battle – Air Force. Department of Veterans' Affairs. Consultado em 16 de março de 2019 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]