Éric Zemmour

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Éric Zemmour é um escritor ensaísta[1], jornalista e comentador político[2] da direita francesa.

Autointitula-se como gaullista e bonapartista, enquanto defensor de um Estado francês centralizador e liderado por um poder executivo conservador e unificador de todos os franceses. Igualmente coincide com as posições políticas do movimento identitário europeu: critica o primado do liberalismo, enquanto ideologia que destrói as estruturas sociais e reduz o indivíduo à condição de consumidor; opõe-se à ideologia de género; e crê na teoria do "grand remplacement" que vaticina a submissão e substituição da população autóctone francesa por imigrantes, nomeadamente muçulmanos[3].

Biografia[editar | editar código-fonte]

É filho de judeus berberes retornados da Guerra da Argélia e nasceu e cresceu em Paris[4].

Na década de 2000, ao ser processado por difamação e incitação ao ódio racial, determinou que não devia usar uma linguagem politicamente correcta por considerar que esta ser apenas um limitador da liberdade de expressão desenvolvido pela Esquerda política[5].

Tem ganho seguidores e capital político através da sua presença em vários formatos nos media, desde o Le Figaro, passando pela rádio até vários programas na televisão francesa. Adicionalmente, é um dos autores mais vendidos em França; a capa do seu último livro, La France n'a pas dit son dernier mot[6].

Referências

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