Prémio Bordalo

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O Prémio Bordalo da Casa da Imprensa é um prémio instituído pela Casa da Imprensa atribuído, com interrupções, desde 1962. Inicialmente denominado de "Óscares" da Imprensa, logo no segundo ano passaram a denominar-se Prémios da Imprensa até 1991.[1][2]

Os Prémios da Imprensa mantiveram-se com regularidade até 1976, com pausas nos anos 1964 e 1973, voltando para uma última edição com esta denominação em 1981.[1] Após a pausa de 1964, no ano seguinte, foram instituídos com um regulamento próprio, apenas os Prémios da Imprensa para Literatura, Jornalismo e Artes Plásticas.[1]

Regressam em 1991, já rebaptizados Prémio Bordalo, tendo como patronos os "Bordalo" Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) e Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929).[1]

Inicialmente a escolha dos candidatos aos Prémios é da responsabilidade aos directores dos órgãos de comunicação social (Imprensa, Rádio e Televisão) de circulação nacional e regional. A votação final é confiada dos presidentes das associações de classe. No entanto, o sistema de eleição seria modificado, mantendo-se uma primeira nomeação por parte de jornalistas especializados em cada categoria, e, com a partir destes nomeados, um júri de personalidades convidado pela Casa da Imprensa, que pode propor outros candidatos, procede à votação premiados.[1]

Categorias[editar | editar código-fonte]

Com o ressurgimento dos prémios em 1991, surgiram novas categorias como "Consagração Carreira", "Empresariado", "Política", etc., reintroduziram-se as apresentadas apenas em 1965 (Artes Plásticas, Literatura e Jornalismo) e desapareceram outras como "Teatro de revista" ou "Fado" que, se pode dizer, foi "absorvida" por "Música Ligeira" ao serem atribuídos prémios a António Chaínho (1998) ou Camané (2000) nesta categoria.[1][3]

1962 1963 1964 1965 1967 1968 1969 1970 1971 1972 1974 1981 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000
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Bailado
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Empresariado
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Referências

  1. a b c d e f «Prémios Bordalo». Sindicato dos Jornalistas. 22 de janeiro de 2002. Consultado em 22 de setembro de 2017 
  2. DIAS, Patrícia Costa (2011). A Vida com um Sorriso - Histórias, experiências, gargalhadas, reflexões de Isabel Wolmar. Lisboa: Ésquilo. p. 103. ISBN 978-989-8092-97-7 
  3. «Director do "DE" Ganha Bordalo». Público. 21 de Abril de 2001. Consultado em 22 de setembro de 2017. Arquivado do original em 10 de maio de 2001  |wayb= e |arquivodata= redundantes (ajuda); |wayb= e |arquivourl= redundantes (ajuda); |urlmorta= e |datali= redundantes (ajuda)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]