Dr. No

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No Brasil 007 contra o Satânico Dr. No
Em Portugal O Agente Secreto 007
007 - Agente Secreto

1962 •  cor •  105 min 
Direção Terence Young
Produção Harry Saltzman
Albert R. Broccoli
Roteiro Richard Maibaum
Johanna Harwood
Berkely Mather
Elenco Sean Connery
Ursula Andress
Joseph Wiseman
Jack Lord
Bernard Lee
Género
Música Monty Norman
Direção de fotografia Ted Moore
Direção de arte Ken Adam
Edição Peter R. Hunt
Companhia(s) produtora(s) EON Productions
Distribuição Metro-Goldwyn-Mayer
United Artists
Idioma inglês
Cronologia
From Russia with Love (1963)
Página no IMDb (em inglês)

Dr. No (bra: 007 contra o Satânico Dr. No[1][2][3]; prt: O Agente Secreto 007[4], ou 007 - Agente Secreto[5]) é um filme americano-britânico de 1962, dos gêneros espionagem e ação, realizado por Terence Young, com roteiro de Richard Maibaum, Johanna Harwood e Berkely Mather baseado no romance Dr. No, de Ian Fleming.[6]

Esta é a primeira longa-metragem da franquia James Bond e apresenta o ator escocês Sean Connery como protagonista.[3]

Quando lançado nos cinemas do Brasil, ainda não trazia no título o código do personagem ("007"), até então desconhecido: era apenas O Satânico Dr. No.[3][7][8]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmio Categoria Recipiente Resultado
Globo de Ouro 1964 Revelação feminina Ursula Andress Venceu[9]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

James Bond, um espião ao serviço de Sua Majestade, é enviado à Jamaica para investigar o desaparecimento misterioso de um agente britânico. As investigações de Bond vão levá-lo ao Dr. Julius No, um estranho cientista com um plano maléfico de destruir o programa espacial dos Estados Unidos.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

O filme foi lançado nos Estados Unidos em maio de 1963,[10] e, no Brasil, em 7 de setembro daquele ano.[11]

Legado[editar | editar código-fonte]

De orçamento modesto, teve um êxito inesperado nas bilheterias, tornando conhecidos mundialmente o personagem e o gênero, além dos atores Sean Connery, ainda jovem, e Ursula Andress — sua cena vestindo biquíni branco e saindo do mar se tornaria icônica por gerações.[3] Outro marco do filme é a apresentação "Eu sou Bond... James Bond", que se repetiria em todos os filmes da franquia.[3]

Referências

  1. «007 contra o Satânico Dr. No». Brasil: AdoroCinema. Consultado em 13 de março de 2020 
  2. «007 contra o Satânico Dr. No». Brasil: CinePlayers. Consultado em 13 de março de 2020 
  3. a b c d e EWALD FILHO, Rubens (2001). Guia de filmes DVD News. São Paulo (Brasil): NBO Editora. p. 389. 418 páginas. ISBN 8588772019 
  4. «O Agente Secreto 007». Portugal: CineCartaz. Consultado em 13 de março de 2020 
  5. «007 - Agente Secreto». Portugal: SapoMag. Consultado em 13 de março de 2020 
  6. «Dr. No (1963)». American Film Institute. Consultado em 13 de março de 2020 
  7. «Cine Capitólio (publicidade)». Tribuna da Imprensa. Rio de Janeiro. 30 de dezembro de 1963. p. 10. Consultado em 13 de março de 2020 
  8. José Carlos Avelar (5 de janeiro de 1964). «O Satânico Dr. No». caderno B. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. p. 5. Consultado em 13 de março de 2020 
  9. «21.º Globo de Ouro - 1964». CinePlayers. Consultado em 13 de março de 2020 
  10. United Artists: the company that changed the film industry
  11. Folha de S. Paulo - 7\9\1963 (pgs. 42-43)
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