12E CCFL

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Martim Moniz
(Circulação Castelo)
Paragens:  11
Extensão:  9 km
Inauguração:  1 de Janeiro de 1915
Funcionamento:  Dias Úteis: 8h00–20h45
Sábado: 9h00–20h15
Domingo: 9h00–20h15
Feriados: 9h00–20h15
Horário:  Martim Moniz (Circulação Castelo)
Frota:  Elétricos clássicos
 12E  Martim Moniz (Circulação Castelo) Logo ccfl.png
 
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Rua dos Lagares 
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 São Tomé
Largo do Terreirinho 
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 Largo das Portas do Sol
Socorro 
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  28E 
Pictograms-nps-hospital-2.svg Martim Moniz 
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 Miradouro de Santa Luzia
 734   708   208   28E  
Urban straight track Urban straight track
  28E   737 
Martim MonizMetroLisboa-linha-verde.svg  760  
Urban straight track Unknown route-map component "uHST(R)"
 Limoeiro
Praça da Figueira 
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 714   208   25E   15E  
Urban straight track Urban straight track
  28E   737 
RossioMetroLisboa-linha-verde.svg  760   737  
Urban straight track Unknown route-map component "uHST(R)"
 
Rua da Conceição / Rua dos Fanqueiros
 
Urban straight track Urban straight track
  28E   737 
 
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A 12E é uma carreira eletroviária da Carris, transportadora coletiva urbana da cidade de Lisboa, Portugal. Funciona em regime de circulação no Bairro da Mouraria e, enquanto carreira que serve a zona central da cidade, é simbolizada com a cor laranja. Tem o seu terminal na Praça do Martim Moniz, passando por São Tomé, Castelo, , e Praça da Figueira.

Características[editar | editar código-fonte]

O “doze” para São Tomé (carro CCFL 701, atual carro CCFL 582) subindo a Calçada da Graça, em 1977.

É uma carreira de carácter local na zona mais central da cidade de Lisboa, ligando a Baixa (área comercial) aos bairros da Mouraria, Alfama e Castelo. Circulando por São Tomé, permite a ligação rápida entre o Martim Moniz e o Largo das Portas do Sol quando comparado com a carreira 28E que circula pela Graça. Funciona, diariamente, entre as 08:00 e as 20:00, aproximadamente.

O precurso do 12E é circular e conta com um único circuito, no sentido horário, com paragens apenas na face interna. É a única carreira de “circulação” de elétricos da Carris, sendo-o curiosamente apenas desde 1997, data em que todas as outras carreiras ciculares haviam sido já eliminadas.

História[editar | editar código-fonte]

Mapa da carreira (a roxo) em 2011 (antes da eliminação do terminal da 25E e da 18E no Campo das Cebolas), integrada com as restantes e comparada com a 28E (a vermelho).

Esta carreira foi inaugurada a 1 de Janeiro de 1915, parte do traçado desta carreira/linha resulta da aquisição pela Carris, em 1909, do Elevador da Graça.[1] Após prolongada a São Tomé, manteve-se sem grandes alterações no seu percurso dusrante quase todo o século XX.[2] Por volta de 1994, era identificada com a cor vermelha (quase indistinta da 18) em folhetos informativos da Carris, numa altura em que esta era incomparavelmente a mais curta carreira eletroviária de Lisboa.[3]

A configuração circular data do final de 1997, substituindo o percurso anterior, restrito a Martim Moniz ⇆ São Tomé; a circulação inaugural, a 20 de novembro, contou com a presença de dirigentes camarários e da Carris.[4] Os trabalhos de adaptação da via ao novo trajeto orçaram em mais de 50 milhões de escudos.[4] No segundo dia de circulação da carreira modificada, a nova agulha na esquina da Rua da Conceição com a Rua da Prata causou o descarrilamento de um carro da carreira 28.[5]

Percurso[editar | editar código-fonte]

Abandonado o terminal, o eléctrico segue pelo Poço do Borratém até chegar à Praça do Martim Moniz. A partir daí começa a subir por ruas estreitas até alcançar São Tomé. Do Miradouro de Santa Luzia facilmente se consegue alcançar o Castelo de São Jorge e é a partir deste ponto que se começa a descer até alcançar a Rua da Prata, passando ainda junto da Sé de Lisboa.

O percurso final desta carreira de circulação faz-se pela Rua da Prata em direcção à Praça da Figueira onde se encontra o terminal.

Descendo junto à , sentido único, em 2012.
A 12E cruzando-se com a 28E nas Portas do Sol, em 2008.

Equipamentos servidos[editar | editar código-fonte]

  • Largo das Portas do Sol: Miradouro das Portas do Sol, Museu de Artes Decorativas
  • Miradouro Santa Luzia: Miradouro de Santa Luzia, Castelo de São Jorge
  • Sé:

Referências

  1. Ernst KERS: “Graça cable tram}}”
  2. Luís Cruz-Filipe (2016): Do Dafundo ao Poço do Bispo: Uma História Sobre Carris
  3. De acordo com diagrama cartográfico em folheto informativo oficial Rede de Eléctricos CARRIS, ed. C.C.F.L. 1994:
  4. a b “Eléctrico volta ao Castelo” Correio da Manhã (1997.11.21): p.7
  5. “Descarrilamento na Baixa” Correio da Manhã (1997.11.21): p.7
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