A Droga da Obediência

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A Droga da Obediência
Autor(es) Pedro Bandeira
Idioma Português
País  Brasil
Assunto O mistério do desaparecimento de estudantes de diferentes colégios pela cidade de São Paulo
Género Literatura Juvenil
Série Os Karas
Editora Moderna
Lançamento 1984
Páginas 119

A Droga da Obediência é um livro de Pedro Bandeira, da coleção Os Karas, voltado para o público adolescente.[1]

Foi publicado em sua primeira edição em 1984 pela Editora Moderna, e teve novas edições em 1992, 2003, 2009 e a edição mais recente publicada em 2014.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Miguel é o líder de um grupo dos "Karas" , que desvendam crimes e mistérios. Além dele, o grupo é composto por Crânio, o mais esperto, Magrí, a melhor atleta da escola e Calu, o melhor ator. Além de líder do grupo altamente secreto, Miguel é também presidente do Grêmio do Colégio Elite, um colégio democrático com um sistema de decisões em um conselho formado por alunos e professores. Miguel reúne o grupo no esconderijo (localizado abaixo de um alçapão, que fica dentro de um armário de produtos de limpezas) para falar sobre a onda de desaparecimentos que ocorria em vários colégios, seguidamente, onde ao todo 27 estudantes desapareceram. Em meio a discussão, descobriram um padrão: 3 alunos de cada colégio foram raptados, sendo um deles, Bronca, o aluno mais rebelde do Elite, que até então, fora o primeiro a desaparecer naquela escola. Logo depois, o alçapão se abre, e revela a figura de Chumbinho, que dizia ser o maior "fã" do grupo, complementando ainda, dizendo saber todos os códigos. Chocados, "Os Karas" (nome dado ao grupo) decidem ficar com ele para si por um tempo, pois ele seria útil (já que foi uma das últimas pessoas que viu Bronca, que segundo ele, andava meio esquisito, lesado) e depois mandá-lo embora. Miguel vai para a sala do professor Cardoso, o então diretor da escola, para falar sobre o desaparecimento de Bronca. O diretor diz para não se preocupar, e para manter o caso em sigilo e os estudantes calmos, pois caso contrário estragaria a reputação da escola. Entram logo em seguida, os detetives Andrade e Rubens, acompanhados de Chumbinho. Andrade começou a interrogá-lo, pressionando a falar o que ele queria, porém Rubens tentava confortá-lo. Chumbinho fingia-se de desavisado pois Miguel havia cruzado os braços (sinal que para os Karas significava "silêncio") revelando poucas detalhes.

Descobriram então que Bronca poderia estar sobre efeito de alguma droga, e que o oferecedor, passava de escola em escola, oferecendo a 3 garotos de cada. Até agora foram 9 escolas, e o Elite seria a décima.

Chumbinho cansado de esperar as ordens de Miguel, resolveu começar a investigar por si só.Quando de repente o oferecem a "droga da obediência", ele ficou por um momento paralisado e indeciso. Mas por fim decidiu fingir tomar a pilula, dizendo: -Tá certo.Só que aqui vai dar na vista.É melhor lá no banheiro. Eles foram para o vestiário.Chumbinho entrou na cabine, fechou a porta.E lembrou que teria de deixar um sinal para os Karas, para isso precisaria de uma caneta ou algo do tipo, mas a única coisa parecida com isso era uma porcaria que alguém esquecerá de dar descarga, que normalmente ele n ficaria nada feliz em ver,mas que naquela hora parecia ser muito útil.Com um tanto de nojo colocou a mão e escreveu nos azulejos um código morse. Logo em seguida o oferecedor da droga o apressava.Chumbinho rapidamente jogou a pílula no cesto de lixo e fingindo estar meio bobo, idiotizado,disse: - desculpe é que me deu um pouco de tontura. - Tudo bem,é normal Chumbinho foi seguindo as ordens e foi levado até os outros estudantes que estavam servindo de cobaias. No mesmo dia os Karas solucionaram o código morse e depois de muitas investigações eles acabaram descobrindo algo surpreendente: O Diretor do Colégio Elite estava envolvido!


Referências

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Resumo: Paola Paiva