A Fábrica

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A Fábrica
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 50 min, aproximadamente
Criador(es) Geraldo Vietri
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Geraldo Vietri
Elenco Juca de Oliveira
Aracy Balabanian
Lima Duarte
Lúcia Mello
José Parisi
Geórgia Gomide
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Tema de abertura "Tema da Sinfonia Nº 40 Em Sol Menor de Mozart" - Arranjo e Regência de Léo Peracchi
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Tupi
Transmissão original 1 de março de 1971 - 11 de março de 1972
N.º de episódios 288
Cronologia
Simplesmente Maria
Na Idade do Lobo

A Fábrica foi uma telenovela brasileira que foi produzida pela extinta Rede Tupi e exibida no horário das 19 horas, de 1 de março de 1971 a 11 de março de 1972, teve 288 capítulos[1].

Foi escrita e dirigida por Geraldo Vietri.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

quatorze anos, a fábrica de tecelagem Santa Isabel sofreu um incêndio, que resultou na morte do antigo dono da fábrica e deixando apenas dois teares e uma parede, de pé. Isabel, filha do falecido dono da fábrica, irá reconstrui-la e fazer prosperar novamente. E quando as atividades na fábrica parecem está voltando ao normal, o gerente Pádua começa a enfrentar difíceis problemas.

Augusto Barros, antigo operário, é demitido por uma falta que, parece, ter sido cometida pelo seu genro César, para lhe roubar sua função na fábrica. César se mostra de imediato um “mau caráter” ao se oferecer para ocupar a vaga do sogro, após um pedido dele a Pádua. E o pretexto que faltava, para os operários iniciarem uma greve e, Pádua não se compadece com as reivindicações e despede a todos, os envolvidos na greve. Instalada a crise, Isabel tentara contorná-la, prometendo indenizar a todos os operários.

Isabel contara com a ajuda de Fábio, o líder dos operários, com quem sentira um forte envolvimento emocional. Até que Fernando, seu então marido – dado como morto no incêndio da fábrica, há 14 anos –, reaparece para ocupar seu lugar na direção da fábrica.

Na história, ainda temos, a bonita história de amor entre Pepê e Nina. Ele é um operário baiano, de 40 anos, pobre e feio, rústico, mas de bom coração, que estudava por correspondência. Já ela, também pobre e feia, mas com um envolvimento cultural, pois ela é prima de Isabel, e haviam sido criadas juntas.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Aracy Balabanian foi Isabel.
Juca de Oliveira foi Fábio.
Lima Duarte foi "Pepê".

Trilha sonora[2][editar | editar código-fonte]

  1. "Canção da Alegria" - Arranjo e Regência de Portinho / Arranjo do Coral de Léo Peracchi
  2. "Tema da Sinfonia Nº 40 Em Sol Menor de Mozart" - Arranjo e Regência de Léo Peracchi (tema de abertura)
  3. "Concert For a Lover's Ending" - Francis Lai
  4. "Cinismo" - Argonauta e Aarão Bernardo
  5. "Tema de Isabel" - Elizabeth
  6. "Nosso Primeiro Amor" - Milton Rodrigues
  7. "Opus Nº 3" - Omar Fontana
  8. "Opus Nº 4" - Omar Fontana
  9. "A Força do Amor" - Uccio Gaeta
  10. "Or-nan" - Yohann Zarai
  11. "A Canção Anti-Tóxico" - Dom & Ravel

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. «A Fábrica». Teledramaturgia. 15 de setembro de 2015. Consultado em 24 de abril de 2016 
  2. «A Fábrica - Trilha Sonora». Teledramaturgia. 15 de setembro de 2015. Consultado em 24 de abril de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]