A Good Year

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Disambig grey.svg Nota: "Um Bom Ano" redireciona para este artigo. Para a comédia com Whoopi Goldberg, veja Kingdom Come (filme).
A Good Year
Um Bom Ano[1][2] (BR)
 Reino Unido
 Estados Unidos

2006 •  cor •  118 min 
Direção Ridley Scott
Produção Ridley Scott
Roteiro Marc Klein
baseado em A Good Year de Peter Mayle
Elenco Russell Crowe
Albert Finney
Marion Cotillard
Didier Bourdon
Abbie Cornish
Tom Hollander
Freddie Highmore
Gênero comédia romântica
Música Marc Streitenfeld
Cinematografia Philippe Le Sourd
Edição Dody Dorn
Distribuição 20th Century Fox
Lançamento Canadá 9 de setembro de 2006 (Festival de Toronto)
Brasil 30 de setembro de 2006 (Festival do Rio)
Reino Unido 27 de outubro de 2006
Portugal 16 de outubro de 2006
Estados Unidos 10 de novembro de 2006
Idioma inglês
Orçamento US$ 35 milhões
Receita US$ 42 064 105[3]
Página no IMDb (em inglês)

A Good Year é um filme de comédia romântica britânico-estadunidense de 2006, dirigido e produzido por Ridley Scott baseado no livro homônimo escrito por Peter Mayle.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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O jovem Max Skinner passa suas férias no vinhedo de seu tio Henry, no sudeste da França, aprendendo sobre a vida. Vinte e cinco anos se passaram e agora, no presente, Skinner é um atirado investidor de negócios extremamente radical, cuja ética ficou para trás há tempos. Recebe então uma correspondência vinda da França, informando sobre a morte de seu tio e - na falta de descendentes - sua vontade de que Max herdasse a propriedade francesa.

Mais interessado nos louros que colhe com seu trabalho e na inveja que causa nos demais, Max viaja à França sem qualquer apego ao passado, decidido em vender a propriedade o mais rápido possível. Lá acaba envolvendo-se num imprevisto e não consegue voltar à tempo para Londres, onde tinha uma reunião marcada com Sir Nigel, o diretor-executivo da companhia para qual Skinner trabalha. Nigel não aceita a falta ao compromisso e suspende Max por uma semana dos negócios, forçando-o a ficar na França para resolver os assuntos relativos à venda. Então ele aproxima-se dos criados da propriedade, Francis e Ludivine Duflot, que cuidam da produção de vinho e da manutenção geral da casa e do vinhedo. Também encontra tempo para ir atrás de Fanny Chenal, uma misteriosa moça bonita que ele quase atropelou no caminho para a casa de seu tio e que não o ajudou a sair de uma piscina vazia - já na propriedade - causando seu atraso no retorno à Inglaterra.

Skinner vai, aos poucos, redescobrindo os encantos do lugar e tomando lições de ética e caráter no convívio diário com os Duflot e outros personagens. No fim retorna à Londres para a reunião com Sir Nigel que - ciente de seu potencial - lhe oferece sociedade na companhia ou uma bela soma para deixar os negócios e não se afiliar com ninguém; inclusive os concorrentes. Skinner, ciente da paixão de Nigel por artes, pergunta-lhe sobre um quadro de Van Gogh, que Nigel diz ser uma cópia, pois o original fica guardado num cofre. Então Skinner questiona se Nigel faz visitas noturnas ao cofre para ver o original ou se apenas aprecia a cópia, numa clara alusão sobre aproveitar a vida, de fato. Max declina a oferta e vai viver na França, tendo reencontrado os verdadeiros valores sobre si próprio.[4]

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Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

Filmado em Londres, Inglaterra e Bonnieux, Cucuron, Gordes, Marselha e Avignon; na França.

Recepção[editar | editar código-fonte]

A Good Year teve recepção mista por parte da crítica especializada. Tomando como base 33 avaliações profissionais, alcançou uma pontuação de 47% no Metacritic.

Em avaliações mistas do Variety, Todd McCarthy disse: "Uma refeição simples que consiste de comédia tapada às vezes tensa, um doce romance e uma lição de vida aprendida, este pequeno piquenique não representa muito, mas vai para baixo com bastante facilidade".

Da Time, Richard Corliss: "Crowe, apesar de seu representante palhaço, está sempre surpreendendo os espectadores por escorregar confortavelmente nos personagens díspares que ele atua. Desta vez, ele surpreende ao não fazer. Oh, ele pode fazer-se envolvente de forma tão inteligente como ele faz com valentes ou torturados, mas ele é sabotado pelo script enjoativo".

The A.V. Clube, Scott Tobias: "Embora ele invista cada grama de seu carisma considerável no papel principal, Russell Crowe ainda aparece como um homem indigno do paraíso oferecido a ele".

Los Angeles Times, Kenneth Turan: "Russell Crowe é invariavelmente envolvido na tela, e Ridley Scott é um diretor maravilhoso quando o material é certo. No filme eles colaboram no que fica desprovido de interesse, mas A Good Year quase chega lá".

Chicago Reader, J. R. Jones: "Há muita conversa auto-consciente sobre a importância do tempo, mas o sentido tonal do direito tende a amortecer qualquer riso. As funções do filme é melhor como um Euro-postal de classe média ao longo das linhas de "Chocolat" ou "Under The Reporter Tuscan".

The Hollywood, Kirk Honeycutt: "Percebe-se em cada quadro a estirpe de ser alegre. Consequentemente, A Good Year é por vezes desajeitado. Você sabe que os cineastas estão tentando alcançar e ver o trabalho de irem para a tentativa, mas para eles caírem tão rápido é inquietante".

Austin Chronicle, Marc Savlov: "Se nada mais, esta adaptação da ode enésima de Peter Mayle para vida por via em Provence, vai fazer você se perguntar sobre Ridley Scott e o diretor estarem passando por um processo de envelhecimento" [5].

Com um índice de 25%, o Rotten Tomatoes publicou um consenso: “A Good Year é um excelente exemplo de um diretor de alto nível e ator de seus elementos, em uma comédia romântica sentimental falta de charme e humor”.[6]

Trilha Sonora[editar | editar código-fonte]

Utiliza contribuições de Marc Streitenfeld e Hans Zimmer[7], além de canções de diversos nomes famosos, com destaque para Alizée, Jean Sablon, Tino Rossi, Charles Trenet e Edmundo Ros.

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Referências

  1. Um Bom Ano no AdoroCinema (Brasil)
  2. Um Bom Ano no InterFilmes (Brasil)
  3. "A Good Year (2006)" Box Office Mojo
  4. «A Good Year». Filmow. Consultado em 31 de março de 2015. 
  5. «A Good Year» (em inglês). Metacritic. Consultado em 25 de julho de 2014. 
  6. «A Good Year» (em inglês). Rotten Tomatoes. Consultado em 30 de março de 2014. 
  7. «Interview Marc Streitenfeld» (em inglês). underscores.fr. Consultado em 30 de março de 2014.. Arquivado do original em 26 de março de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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