A Ilha Perdida

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A Ilha Perdida
Autor (es) Maria José Dupré
Idioma (erro: código de língua 'Português' não reconhecido!)
País  Brasil
Assunto Literatura infanto-juvenil
Género Aventura
Série Vaga-lume (8ª edição)
Ilustrador Edmundo Rodrigues
Arte de capa Ary Almeida Normanha
Editora Editora Brasiliense (1ª edição)
Editora Ática (8ª edição)
Lançamento 1944
Páginas 127

A Ilha Perdida é um livro escrito por Maria José Dupré e publicado em 1944 pela editora Brasiliense e, depois, pela editora Ática, na Série Vaga-Lume Júnior.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Era época de férias, justamente no final de novembro, chegaram à fazenda Henrique e Eduardo, eram dois meninos de doze e quatorze anos. Montavam muito bem, sabiam remar e sabiam nadar. Henrique era o mais corajoso Logo nos primeiros dias percorreram grande parte da fazenda, andaram por toda à parte e ao verem um rio, apelidaram-no de “filhote do Paraíba”. Os dois meninos contemplavam da fazenda na qual estavam passando as férias, uma ilha que se localizava do outro lado do rio.

Os irmãos foram a ilha mas, não pediram autorização para sua madrinha e nem ao padrinho.

Henrique e Eduardo enfrentaram muitos desafios no rio, mas conseguiram chegar até lá. Quando eles chegaram, logo começaram a andar pela mata e se perderam. Quando começaram a se cansar, almoçaram e voltaram a andar mais, porque queriam encontrar a canoa que eles vieram.

Como estava anoitecendo, resolveram andar só mais um pouco. Ao chegaram finalmente as margens do Rio Paraíba não encontraram a canoa mas, estavam tão cansados que resolveram ficar ali mesmo. Quando acordaram, viram que o rio tinha subido muito e começaram a andar pela margem do rio até que avistaram a canoa, que estava presa só por um fio. Tentaram puxar a canoa para a terra mas, não conseguiram. De repente a maré começou a trazer tanta coisa que trouxe um tronco enorme que a levou rio abaixo.

Henrique ficou na prainha, enquanto Eduardo fora buscar, do outro lado da ilha, uma corda e quatro ovos de codorna que tinham achado lá. Ainda sentado, Henrique viu uma sombra que se aproximava; voltou-se para trás e, pensando que era o irmão, já ia perguntar: “Já voltou?”. Mas viu era um homem barbudo, que tinha cabelos pelos ombros e estava quase nu, o qual o nome era Simão. Simão; junto ao melhor amigo, o papagaio: o levou para uma caverna onde havia vários bichos, e disse para o garoto descansar.

Depois que fizeram uma refeição, foram dormir, pois Henrique ainda sentia cansado. Henrique achou que estava sonhando e sendo assim dormiu logo, pois tudo seria diferente ao acordar.

Simão era um homem muito bom e não gostava de viver na cidade, preferia viver na floresta, gostava do jeito como vivia e sempre estava rodeado de animais e Henrique também estava gostando. Henrique começou a ficar

dos bichos, principalmente dos micos: Um-Dois-Três-Quatro-Cinco. Ele brincava durante horas com os micos e já estava aprendendo a pular de um galho a outro com a maior facilidade, era bem tratado e não tinha do que se queixar, mas sempre pensava em fugir.

De repente os macacos convidaram Henrique para um passeio na floresta, Simão logo disse que ele podia ir. Ele pensou na fuga, era uma ótima ocasião, e resolveu acompanhar os macacos. Pularam durante horas nos galhos e de repente eles chegaram. O garoto viu uma porção de macacos sentados, alguns entre os galhos, outros de pé em atitude zangada, outros em atitude humilde. Os companheiros convidaram Henrique a subir numa árvore ao lado, como se fossem assistir a um espetáculo.

Logo Henrique percebeu que era uma espécie de júri, aonde quatro macaquinhos seriam julgados por terem roubado algumas frutas de outros macacos. Henrique estava tão entretido que esqueceu da possibilidade de fuga. 

Simão e Henrique foram pescar num lago próximo a caverna, e Simão disse ao menino que seu anzol havia quebrado e pediu-lhe para buscar outro. Henrique se aproveitou da situação para fugir, mas Simão o estava espiando. Até que, ao homem perguntar o motivo da tristeza do garoto, ouviu que ele queria voltar para sua família, pois tinha muita saudade. Simão gostou da franqueza do menino e deixou que ele se fosse impondo apenas a regra de não levar nada. Henrique lhe perguntou se poderia contar a seu irmão sobre suas aventuras, e Simão disse que sim, já que ninguém iria acreditar.

Simão no dia seguinte acompanhou Henrique até aonde havia o encontrado, e logo encontraram na prainha Eduardo, que estava esperando Henrique. Conversaram um pouco sobre como cada um tinha vivido sozinho, mas quando Henrique falou sobre Simão, Eduardo o disse que ninguém morava na ilha.

Eduardo mostrou para Henrique a jangada que tinha feito, e com certeza os paus estavam bem firmes subiram na jangada e começaram. De repente, ao virem uma embarcação com três homens, os meninos ficaram de pé na jangada, mudos de espanto e alegria: estavam salvos. A jangada quase virou e as cordas se partiram, mas logo se sentaram e começaram a gritar por socorro. As pessoas do barco, que já haviam avistado a jangada chegaram mais perto e pegaram os meninos. Bento estava junto e falou que todos estavam preocupados.

Depois das aventuras, os meninos contaram tudo que viveram para seus tios, que só não acreditaram na historia de Simão. A família ficou muito curiosa e resolveram fazer uma excursão para a Ilha Perdida, chamaram todos e foram, mas não conseguiram encontrar Simão, pois ele sabia se esconder muito bem.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.


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