A Próxima Atração
A Próxima Atração
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| Informações gerais | ||||
| Formato | Telenovela | |||
| Gênero | Comédia | |||
| Criação | Walther Negrão | |||
| Direção | Régis Cardoso | |||
| Elenco | Lista | |||
| Tema de abertura | "A Próxima Atração", Ivan Lins | |||
| País de origem | Brasil | |||
| Idioma original | Português | |||
| Episódios | 150 | |||
| Produção | ||||
| Duração | 45 minutos | |||
| Empresa produtora | TV Globo | |||
| Formato | ||||
| Formato de imagem | Preto e branco | |||
| Exibição original | ||||
| Emissora | TV Globo | |||
| Transmissão | 26 de outubro de 1970 – 17 de abril de 1971 | |||
| Cronologia | ||||
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| Programas relacionados | ||||
| Editora Mayo, Bom Dia | ||||
A Próxima Atração é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela TV Globo de 26 de outubro de 1970 a 17 de abril de 1971, em 150 capítulos. Substituiu Pigmalião 70 e foi substituída por Minha Doce Namorada, sendo a 8.ª "novela das sete" exibida pela emissora.
Escrita por Walther Negrão, foi dirigida por Régis Cardoso e produzida em preto-e-branco.[1][2][2][3]
Assim como grande parte das tramas anteriores ao ano de 1975, foi totalmente perdida no incêndio que atingiu o acervo da TV Globo em 1976. Restando apenas chamadas de estreia e fotos de bastidores.
Enredo
[editar | editar código]Rafael Borges (Sérgio Cardoso) ou Rodrigo é um gaúcho rico e solitário, filho do velho sr. Borges (Paulo Gracindo), que foge do Sul e se instala numa mansão em São Paulo, no bairro do Jardim América.[4][5]
Lá, Rodrigo se encontra rodeado de sete belas mulheres: a falida Dulce (Célia Biar), as aeromoças Regina (Susana Vieira) e Cláudia (Irene Singery), a chacrete Ciça (Betty Faria), a manicure Suzete (Jacyra Silva), a jovem Madalena (Renata Sorrah) e a socialite Dinorá (Eloísa Mafalda). Todas ambiciosas, dispostas a conquistá-lo e dar o golpe do baú.[5]
Outros personagens de destaque na trama são o agitado publicitário Pardal (Armando Bogus), filho da carinhosa dona Saudade (Carmem Silva) e apaixonado por Madalena, o tintureiro japonês Yamashita (Edney Giovenazzi) e a desajeitada Glória (Tônia Carrero), o grande amor de Rodrigo.[6]
Elenco
[editar | editar código]| Interprete | Personagem[7] |
|---|---|
| Sérgio Cardoso | Rodrigo |
| Tônia Carrero | Glória |
| Marcos Paulo | Téo |
| Renata Sorrah | Madalena |
| Betty Faria | Cecília (Ciça) |
| Armando Bógus | Pardal |
| Susana Vieira | Regina |
| Paulo Gracindo | Sr. Borges |
| Célia Biar | Dulce |
| Carmem Silva | Dona Saudade |
| Edney Giovenazzi | Mário Yamashita |
| Eloísa Mafalda | Dinorá |
| Gracindo Júnior | Clóvis |
| Paulo Goulart | Tomás |
| Norah Fontes | Júlia |
| Rachel Martins | Lurdes |
| Reinaldo Gonzaga | Tibério |
| Irene Singery | Cláudia |
| Tânia Scher | Laura |
| Sílvio de Abreu | Subdelegado Damasceno Righi Salomão |
| Nélson Caruso | Alaor |
| Felipe Carone | Jarbas |
| Jardel Mello | Alberto |
| Ida Gomes | Zilda |
| Juan Daniel | Seu Eugênio |
| Lúcia Marina | Lolita |
| Álvaro Aguiar | Álvaro (Animador) |
| Paulo Resende | Secretário de Tomás |
| Louise Macedo | Viúva |
Participações especiais
[editar | editar código]| Interprete | Personagem |
|---|---|
| Jacyra Silva | Suzete |
| Ênio Carvalho | Sílvio |
| Maria Cristina Nunes | Nara |
Produção
[editar | editar código]Walther Negrão, em sua primeira telenovela na Rede Globo, foi acusado de plágio por Pedro Bloch, que alegava que a trama usava ingredientes da sua peça teatral A Úlcera de Ouro, em especial a respeito da história em quadrinhos que se apresentava ao leitor no desenrolar de um rolo de papel higiênico na trama. Pedro Bloch ganhou o processo e comenta-se que recebeu uma considerável indenização.[2][8]
Silvio de Abreu, futuro autor de novelas da emissora, participou como ator da história, interpretando o subdelegado Damasceno Righi Salomão. Ele voltaria a viver o mesmo personagem na novela Editora Mayo, Bom Dia, de Walther Negrão, que foi exibida pela TV Record em 1971. O próprio Sílvio usaria desse recurso nas suas novelas anos mais tarde.[2][4][8]
Exibição
[editar | editar código]A novela começou a ser reprisada na faixa da tarde enquanto estava no ar entre 02 de dezembro de 1970 a 29 de junho de 1971 substituindo Pigmalião 70.
Música
[editar | editar código]| A Próxima Atração | |
|---|---|
| Trilha sonora de Vários intérpretes | |
| Lançamento | 1970 |
| Gênero(s) | Vários |
| Formato(s) | LP |
| Gravadora(s) | Polydor Records[3] |
| Produção | Nelson Motta[3] |
Capa: Logotipo da novela[3]
- Ciça Cecília – Erasmo Carlos
- A Próxima Atração – Ivan Lins
- Regina – Ronnie Von
- Zip – Briamonte Orquestra
- Panorama Segundo Rodrigo – Marcus Pitter
- Quem Vem de Lá – MPB4
- Madalena – Elis Regina
- Dia do Grilo – A Charanga
- Sucesso, Aqui Vou Eu – Rita Lee
- Sol Nascente – Roberto Menescal
- Verdes Campos da América – Antônio Cláudio Versiani
- Atmosfera – Briamonte Orquestra
Referências
- ↑ «Memória Globo: Trabalhos na TV Globo - Walther Negrão». Memória Globo. Consultado em 21 de fevereiro de 2013
- ↑ a b c d «A Próxima Atração - Curiosidades». Memória Globo. Consultado em 21 de fevereiro de 2013
- ↑ a b c d «A Próxima Atração - Trilha Sonora». Teledramaturgia. Consultado em 21 de fevereiro de 2013
- ↑ a b Paulo Senna. «A Próxima Atração - Rede Globo». Nostalgia: O Globo. Consultado em 21 de fevereiro de 2013
- ↑ a b «A Próxima Atração - Trama Principal». Memória Globo. Consultado em 21 de fevereiro de 2013
- ↑ «A Próxima Atração - Tramas Paralelas». Memória Globo. Consultado em 21 de fevereiro de 2013
- ↑ «A Próxima Atração - Elenco». Teledramaturgia. Consultado em 21 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 25 de fevereiro de 2014
- ↑ a b «A Próxima Atração - Bastidores». Teledramaturgia. Consultado em 21 de fevereiro de 2013

