A Rainha Louca

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A rainha louca
Informação geral
Formato Telenovela
Criador(es) Glória Magadan
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Ziembinski
Daniel Filho
Elenco Nathalia Timberg
Rubens de Falco
Amilton Fernandes
Cláudio Marzo
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Exibição
Transmissão original 20 de fevereiro de 1967 - 16 de dezembro de 1967
N.º de episódios 215
Cronologia
Último
O Sheik de Agadir
O homem Proibido
Próximo

A Rainha Louca é uma telenovela brasileira que foi produzida e exibida pela Rede Globo entre 20 de fevereiro e 16 de dezembro de 1967.[1] Foi a "novela das dez" exibida pela emissora.

Foi escrita por Glória Magadan, baseada no romance Memórias de um médico de Alexandre Dumas, e dirigida por Ziembinski e Daniel Filho.

Trama[editar | editar código-fonte]

Relata a história do imperador francês no México, Maximiliano de Habsburgo, no momento das guerras de anexação de Napoleão III e de Charlotte, esposa de Maximiliano e filha do rei da Bélgica. Ela enlouquece por ser incapaz de resolver a contento os seus ideais.

Nos porões do palácio, vivia a Marquesa, uma simpática mendiga que protegia o romance secreto entre o nobre Xavier Montenegro, a quem chamava de "Bonitão", e uma camponesa. Enquanto isso, o plebeu Robledo cortejava Maria de las Mercês.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Mais do que qualquer romance de Alexandre Dumas, Glória Magadan se inspirou mesmo no filme mexicano "Juárez y Maximiliano", de grande sucesso em 1934. Tanto que teve duas versões norte-americanas: "Juarez", com Bette Davis interpretando a rainha louca, e "The Mad Empress", ambos de 1939.
  • Também foi produzida uma telenovela no México, "Maximiliano y Carlota", em 1965.
  • A atriz Maria Rivas que viveu a rainha em "Maximiliano y Carlota", também foi Maria Helena na primeira versão mexicana de "El derecho de nacer", em 1966, assim como Nathália Timberg, no Brasil, fez os mesmos personagens em "A Rainha Louca" e em O Direito de Nascer.
  • Pela primeira vez, elenco, direção e produção foram para o México, com o objetivo de obter imagens que dessem maior veracidade à história.
  • Por sugestão de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, a história, originalmente ambientada no século XIX, foi adaptada para o século XVIII, o que obrigou a autora a fazer algumas alterações. Na versão original, o imperador Maximiliano seria o rei Luís XVI de França, e Charlotte, Maria Antonieta.
  • O título da telenovela é atribuído à Borjalo. Quando questionado sobre qual nome deveria ser dado a uma novela sobre uma rainha louca, respondeu: A rainha louca!
  • O título contém um erro, já que a personagem não era rainha, mas imperatriz.
  • Foi a estreia de Daniel Filho na Globo, como diretor. Em sua autobiografia "O circo eletrônico", ele relata sobre esse fato.
  • Destaque para a interpretação de Paulo Gracindo em seu trabalho de estreia na TV Globo, interpretando o Conde Demétrius, uma espécie de Drácula. Devido ao mistério e fascínio do personagem, conseguiu permanecer na trama apesar de alguns problemas com a autora.
  • Também foi a estreia de Zilka Salaberry na Globo.
  • Em São Paulo a novela foi exibida pela TV Paulista.
  • Em março de 2008, foi exibido um documentário no canal pago Globo News sobre a vida e obra de Ziembinski, que dirigiu a novela. No programa, apareceu cenas do cinerjornal que a Rede Globo produziu em 1967. Apareceu cenas de Natália Thimberg e Rubens de Falco atuando, bem como as cenas dos atores embarcando rumo ao México, para gravar as cenas no castelo de Chapultepec. Ao todo, foi exibido 1 minuto de cenas de A Rainha Louca.

Referências

  1. A Rainha Louca Teledramaturgia. Visitado em 16 de dezembro de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]