A tirania de organizações sem estrutura

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

"A tirania de organizações sem estrutura" (do inglês "The Tirany of Structurelessness") é um ensaio influente escrito pela feminista Jo Freeman, inspirado pelas suas experiências em um grupo de liberação das mulheres na década de 1960 que diz respeito às relações de poder dentro de coletivos feministas radicais.[1][2]

O ensaio refletiu sobre experimentos do movimento feminista ao resistir à ideia de líderes e até mesmo descartando qualquer tipo de estrutura ou divisão do trabalho. No entanto, como Hilary Wainwrite escreveu na Zmag, Freeman descreveu como "esta aparente falta de estrutura muito frequentemente disfarçou uma liderança informal, não reconhecida e irresponsável que era tudo o mais pernicioso porque a sua própria existência foi negada."[3]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Alice Echols, Ellen Willis, Daring to be Bad: Radical Feminism in America, 1967-1975, University of Minnesota Press, 67, 1989 ISBN 0-8166-1787-2, ISBN 978-0-8166-1787-6
  2. Rebick, Judy (22 de setembro de 2002). «Lip service: the anti-globalization movement on gender politics». Herizons 
  3. Wainwright, Hilary (9 de outubro de 2006). «Imagine there's no leaders». Transnational Institute. Consultado em 17 de fevereiro de 2009 [ligação inativa]