Aaliyah (álbum)

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Aaliyah
Álbum de estúdio de Aaliyah
Lançamento 07 de julho de 2001
Gravação 1998 - Março de 2001
Gênero(s) R&B, Soul, Pop
Duração 61:10
Gravadora(s) Blackground Records/Virgin Records
Produção Aaliyah Barry Hankerson (executivos)
Cronologia de Aaliyah
One In A Million
(1996)
I Care 4 U
(2002)

Aaliyah (estilizado como ΛΛLIYΛH) é o terceiro, auto-intitulado e último álbum de estúdio da cantora de R&B Aaliyah, lançado pela Blackground e Virgin Records em 07 de julho de 2001. O álbum foi apelidado de The Red Album (O Álbum Vermelho), em referência à sua icônica capa avermelhada. O título do trabalho foi decidido no final de abril de 2001, pois segundo a cantora, esse álbum refletia muito sobre a mesma, como musicista e como performer. Foi produzido por Keybeats, Timbaland, Bud'da, Jeffrey "J-Dub" Walker e Static Major, com letras de Static Major, Missy Elliott, Stephen Garrett, Benjamin Bush e Durrel Babbs.

Aaliyah é um álbum de R&B e neo-soul, com ligações ao funk, hip hop, rock alternativo, eletrônica, e entre outros gêneros. Os produtores incorporaram melodias com sintetizadores, batidas fragmentadas, guitarras distorcidas, vocais excentricamente manipulados e estruturas musicais. Muito de Aaliyah, à escolha da própria artista, aborda as complexidades de um amor romântico e os diferentes estágios de um relacionamento. Muitas das músicas foram escrita pelo artista Static Major, que compartilhava uma forte amizade e conexão com Aaliyah. Ela viu o álbum como uma reflexão dela como uma jovem adulta e vocalista.

Aaliyah recebeu muito aclamação positiva das críticas, e debutou na segunda posição da parada de álbuns estadunidense, Billboard 200. Quando as vendas começaram a cair, Blackground e Virgin Records solicitaram o lançamento de um novo single para divulgação do álbum. Ao entrarem num acordo, foi decidido que um dos singles seria a faixa "Rock the Boat", portanto a cantora e sua equipe viajaram à Miami, para as gravações do clipe. No dia 23 de agosto, Aaliyah viajou para as Bahamas para a concluir as gravações do clipe, porém, no dia 25 de agosto, ao retornar para cassa, Aaliyah e mais oito pessoas morreram numa queda de avião, ocasionada pelo sobrecarregamento do mesmo. Após a sua morte, as vendas do álbum dispararam, fazendo com que o álbum alcançasse o topo das paradas estadunidenses.

Aaliyah foi lançado num período de pico do R&B contemporâneo e, desde sua recepção inicial, é citado até os dias de hoje, pelos críticos e pelo público, com um dos melhores, mais revolucionários e mais influentes álbuns de R&B, de todos os tempos.

Atualmente, o álbum já vendeu mais de 13 milhões de cópias mundialmente, fazendo de Aaliyah, seu álbum mais vendido ao redor do mundo. Foi também indicado ao Grammy Awards, na categoria de Melhor Álbum R&B, assim como seus icônicos singles "More Than a Woman" e "Rock the Boat", foram indicados às categorias de Melhor Performance Vocal Feminina.

Aaliyah foi o primeiro álbum a cantora a ser produzido e comercializado no Brasil, tendo em vista o estrondoso sucesso de seu hit "Try Again", lançado um ano antes para a trilha sonora do filme Romeu tem que Morrer.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Após o lançamento de seu aclamado segundo álbum, One in a Million (1996) , e a conclusão de seu ensino médio, Aaliyah decidiu dar uma significativa pausa na carreira musical, voltando à preparação e estudo para se tornar uma atriz. A sua maior meta era se tornar uma enterteiner completa, algo que a mesma definitivamente conseguiu conquistar. Mesmo focando em seus estudos para atuação, Aaliyah nunca se afastou totalmente da música, lançado no período de 1997-2000, várias músicas para trilhas sonoras, destacando-se "Journey to the Past" (Anastasia, 1997), um de seus grandes clássicos revolucionários "Are You That Somebody?" (Dr. Dolittle, 1998). Após muito esforço, Aaliyah conseguiu seu primeiro papel, e ao lado de Jet Li, estrelou o clássico Romeu tem que Morrer (2000). Além de atuar, Aaliyah também produziu a trilha sonora do filme, que vendeu mais de 3 milhões de cópias mundialmente, e gerou seu maior hit internacionalmente, "Try Again". Quando decidiu focar em trabalhar e finalizar seu terceiro álbum, outros projetos foram oferecidos à Aaliyah, os filmes A Rainha dos Condenados e as sequências de Matrix. Portanto, Aaliyah conseguiu fazer tudo simultaneamente, conseguindo lidar com as filmagens dos filmes e a gravação do álbum.

Gravação e produção[editar | editar código-fonte]

Aaliyah começou as gravações do em 1998. Ela gravou algumas músicas, incluindo duas com seu produtor e parceiro de longa data, Timbaland, antes de trabalhar em Romeu tem que Morrer. Em 1999, enquanto trabalhava no álbum, em Nova York, Aaliyah ligou e pediu à Trent Reznor, um de seus ídolos musicais, para produzir uma música, porém não conseguiram marcar uma sessão de gravação, tendo em vista o cronograma de ambos. Ela planejou terminar o álbum em 2000, e retomou as gravações enquanto filmava A Rainha dos Condenados (2002), na Austrália. Ela filmava pela manhã, e pela noite ela gravava as músicas. Ela contou em entrevista à Billboard, "tinha noites que eu não ia para o estúdio. Eu ficava muito cansada. Nos finais de semana, eu sempre conseguia." Jomo Henkerson, presidente da Blackground e primo de Aaliyah, disse que ele teve que "subornar o produtores", que não queriam "viajar para o outro lado do mundo". Ele adicionou, portanto, que eles tiveram "um momento mágico... fazendo músicas iradas."

Manhattan Center, um dos vários estúdios onde o álbum foi gravado.
O álbum é representado pela logo "/•\".

A maioria das músicas do álbum foram gravadas no Sony Studios na cidade de Nova York ou no Sing Sing Studios em Melbourne, como por exemplo, a faixa "Loose Rap", feita em ambos os estúdios. Aaliyah gravou "More Than a Woman" no Manhattan Center Studios, "U Got Nerve" no Soundtrack Studios em Nova York e "We Need a Resolution" no Westlake Studios. A faixa "I Care 4 U", foi a primeira faixa gravada entre todas as presentes no álbum. A canção foi escrita pela amiga e parceira de trabalho de longa data, Missy Elliott, e foi gravada primeiramente em 1996, para o álbum One in a Million, porém, foi descartada com a conclusão do mesmo. Aaliyah trabalhou com a equipe de musicistas, produtores e compositores da Blackground Records, incluindo os novatos Bud'da, Rapture e Eric Seats. O empresário musical Jimmy Henchman, amigo do empresário e tio de Aaliyah, Barry Henkerson, ajudou a coordenar a produção do álbum, conseguindo, também, produtores e escritores para trabalhar com a cantora.

Grande parte das letras do álbum foram escritas por Static Major, da banda de R&B, Playa. Enquanto os integrantes da banda seguiam seus próprios caminhos, ele foi convidado, pela Blackground, para ser o principal compositor do álbum, após ter escrito "Are You That Somebody?" e "Try Again". Static era parte do grupo de amigos próximos de Aaliyah, que incluía Missy Elliott e Timbaland, e compartilhava um grande afeto com a cantora. Ele achava Aaliyah ideal para seu estilo de compor, assim como ela acreditava que ele podia descrever seus sentimentos com precisão. Um compositor sexual sútil, ele escreveu "Rock the Boat" para ela em 1999, mas a Blackground Records sentiu que ela ainda não estava pronta para a música. Barry Henkerson falou sobre suas composições, "Nós éramos bem superprotetores quanto às letras[...] Mas ele fazia coisas pelas quais você nunca se ofenderia. Você sentia que tinha ouvido seus pensamentos[...] ele era esperto[...] Aaliyah dependia dele e ele dependia dela." Elliott disse que ele era "um pilar essencial no amadurecimento e crescimento lírico de Aaliyah." Enquanto ela debatia as letras com Static, a cantora consultava Bud´da sobre o direcionamento musical e sonoro do álbum. Ela estava interessada em saber sobre o gênero UK garage, na época.

Em março de 2001, Aaliyah terminou de gravar o álbum após terminar de gravar suas partes em A Rainha dos Condenados por quatro meses, fator que atrasou o lançamento do álbum. Na Austrália, ela também participou de ensaios fotográficos para Aaliyah com os fotógrafos Jeff Dunas, Jonathan Mannion, David LaChapelle e Albert Watson. A cantora lidou com cinco pítons no ensaio e desenvolveu uma afinidade por cobras, achando-as "perigosas, mas interessantemente bonitas" e representantes dela no álbum. Ela revisitou a temática de cobra em seu clipe para a música "We Need a Resolution", em abril, e disse à MTV, "Elas moram na solidão, e há alguns momentos em minha vida que eu quero simplesmente ficar sozinha. Há momentos que eu nem consigo entender a mim mesma. Eu sinto que elas são criaturas bem complexas, mas ao mesmo tempo, também são sexy. Por isso elas representam Aaliyah tão bem." Ele descreveu o álbum como "uma boa reflexão de mim mesma e da pessoa que eu sou hoje", dizendo em uma entrevista à revista Jet, "Eu sou uma jovem adulta agora, e eu acho que esse álbum mostra meu crescimento vocalmente." Aaliyah foi masterizado por Bernie Grundman em seu estúdio, em Los Angeles.

Música e letras[editar | editar código-fonte]

Um álbum R&B e neo soul, Aaliyah contém faixas funks midtempo, faixas uptempo com elementos hip hop e faixas lentas inspiradas pelo soul antigo. Em conjunto com os sons urbanos, as músicas do álbum incorporam influências do Oriente Médio, rock alternativo e timbres latinos. "Never No More" mescla o soul antigo com sons do hip hop moderno, com arranjos de instrumentos de cordas pelo produtor Bud´da, enquanto "Read Between the Lines" é uma samba digital, rítmico com percussão latina. Aaliyah incorporara melodias com sintetizadores, batidas fragmentadas, guitarras distorcidas, vocais excentricamente manipulados e estruturas musicais.

As batidas de Aaliyah foram produzidas de maneira que soassem fragmentadas, exibindo texturas techno e electro. Faixas como "Loose Rap", "Extra Smooth" e "What If" apresentam estruturas sonoras incomuns experimentadas com resolução. "I Can Be" e "What If" incorporam elementos do 2-step e do rock, ressaltando a influência particular do techno de Detroit e do rock industrial na faixa "What If". Em "More Than a Woman", Aaliyah canta sobre sintetizadores e sons de guitarra, enquanto em "Loose Rap" há a presença de barulhos em baixo d´água, eletrônica no estilo dos The Neptunes, e vocais harmonicamente suaves, declarando que isso "não é só rhythm e blues."

Em uma entrevista em 2001, Aaliyah, explica o gênero e estilo do álbum:[1]

"Ele ainda tem o meu estilo, mas dei mais um toque de pop e rock para ele. Eu sinto que cada música tem algo que você normalmente não ouve atualmente."

"Basta pensar sobre o amor. A maioria das canções são sobre amor. Tenho canções de amor felizes e tristes juntas."

"Agora que estou mais velha, quero dizer que eu sou uma adulta, e eu quero mostrar isso através do álbum. Então meus compositores e eu conversamos, você sabe, eles me perguntam como eu estou sentindo, apenas como uma pessoa, você sabe que este momento da minha vida, as coisas que eu quero falar, e eles incorporam o que eu disse a eles nas letras."

Apesar de Aaliyah apenas co-escrever as músicas neste projeto, o produtor executivo acrescentou que ela foi mais participativa do que nos projetos anteriores. O álbum tornou-se um cruzamento entre batidas de vários ritmos, enquanto ainda mantém grande popularidade de Aaliyah na música urbana. Aaliyah trabalhou no álbum, ao mesmo tempo que filmou A Rainha dos Condenados, em Melbourne (Austrália), e isso influenciou muito o som em algumas músicas. O álbum é composto principalmente de baladas soul, e batidas de R&B mas com influências egípcias, latinas entre outras. "What If" contém batidas de rock.[2]

Capa[editar | editar código-fonte]

Na capa, Aaliyah está com uma blusa dourada, esta foi escolhida por ela mesma e fotografada em Miami, por Albert Watson.

Na versão original o símbolo "Λ" representa a letra "A", enquanto na versão limitada esta é representada por "/.\".

A cor foi definida em vermelho no dia em que a fotografia foi tirada, mas nos relançamentos a partir de 2004 ela aparece em laranja ou branco.[3]

Desempenho[editar | editar código-fonte]

EUA[editar | editar código-fonte]

Aaliyah estreou em número 2 na Billboard 200 e no R&B/Hip-Hop Albums, com 190.000 cópias vendidas na semana de lançamento. Na segunda semana o álbum caiu para o número 5 na Billboard 200 e continuou na mesma posição no R&B/Hip-Hop Albums, com 102.000 cópias vendidas. Na terceira semana, o álbum caiu para número 17 na Billboard 200 e 7 no R&B/Hip-Hop Albums com 56.000 cópias vendidas. Na quarta semana o álbum caiu para número 25 na Billboard 200 e 8 no R&B/Hip-Hop Albums com 37.483 cópias vendidas (e 385.483 cópias vendidas no primeiro mês). Na quinta semana, o álbum caiu para o número 27 na Billboard 200 e continuou na mesma posição no R&B/Hip-Hop Albums. Na sexta semana o álbum subiu para o número 19 na Billboard 200 e 7 no R&B/Hip-Hop Albums com 62.000 cópias vendidas.[4][5][6][7][8][9]

Em 14 de agosto de 2001 o álbum foi certificado ouro, para mais de 500.000 cópias enviadas às lojas.[10]

Uma semana após sua morte (sétima semana), o álbum subiu para o número 1 na Billboard 200 e 2 com 337.073 cópias vendidas e mais de 1.000.000 de cópias enviadas às lojas. Com o aumento percentual das vendas em 800%, este se tornou o maior e único a chegar em 800% na história.[9][11]

Em 30 de agosto de 2001, o álbum foi certificado platina, para mais de 1.000.000 cópias enviadas às lojas.[10]

Na semana de 11 de setembro, o álbum continuou com o sucesso nas paradas (2º na Billboard 200 e 5º no R&B/Hip-Hop Albums) com mais 146 mil cópias vendidas nessa semana.[12][13]

Em 27 de fevereiro de 2002 o álbum foi certificado 2x Platina, para mais de 2.000.000 cópias enviadas às lojas. Na época foi o terceiro álbum de Aaliyah que recebeu o prêmio de multi-platina.[10]

Até o lançamento de I Care 4 U (dezembro de 2002), o álbum havia vendido mais 2,5 milhões de cópias no país.[14]

Uma semana antes o lançamento de I Care 4 U, o álbum subiu da posição 110 na Billboard 200 e 22 no R&B/Hip-Hop Albums para 3 na Billboard 200 e 2 no R&B/Hip-Hop Albums, vendendo 132.000 cópias. Por isso o álbum voltou a ganhar notoriedade, por subir 107 posições na Billboard 200 71 semanas após seu lançamento.[9][15]

O álbum ficou 188 semanas na Billboard 200, fazendo assim um recorde feminino. Aaliyah também conseguiu um recorde feminino com dois álbuns, porque quando este deixou a parada, seu álbum de 2003 I Care 4 U já havia deixado a Billboard 200 a mais de um ano, acumulando no total 282 semanas. Mas o recorde foi passado por Taylor Swift em 2010, porque seu álbum auto-intitulado alcançou 189 semanas na Billboard 200.[16]

Até hoje o álbum vendeu mais de 2.950.000 de cópias nesse país, sendo o terceiro mais vendido dela (no país).[17][18][19][20]

Mundo[editar | editar código-fonte]

Aaliyah estreou em número 2 na parada mundial, com mais de 330.000 cópias vendidas. Uma semana após sua morte, o álbum subiu da posição 25 para a posição 1, com 888.000 cópias vendidas.[21]

Até o lançamento de I Care 4 U (dezembro-2002), o álbum havia vendido mais 9 milhões de cópias no mundo.[21]

Até hoje o álbum vendeu mais de 13 milhões de cópias no mundo (12 milhões de cópias físicas e 1 milhão via downloads por Internet, sendo o mais vendido dela no mundo.[18][20][22][23]

Sucesso em países onde Aaliyah não era conhecida[editar | editar código-fonte]

  • No Brasil, o single "Try Again" foi um grande sucesso (1) e, portanto, Aaliyah começou a ser conhecida. Aaliyah estreou na parada brasileira em 3 (com 1.000 exemplares vendidos), mas na semana de sua morte, o álbum subiu de 13 para 1 e foi certificado Ouro. Os singles "We Need A Resolution", "Rock the Boat" e "More Than a Woman" atingiram o pico 1, 2 e 89. Até à data, Aaliyah vendeu mais de 50.000 cópias no país.[24][25][26]
  • Na Suécia, Aaliyah foi seu segundo álbum a entrar na parada (Primeiro: One in a Million - 41), com estreia em 30 e pico de número 23 (na semana de sua morte). O álbum vendeu 17.390 cópias na Suécia (2006).[27][28]
  • No Japão, Aaliyah foi seu segundo álbum a entrar na parada (Primeiro: One in a Million - 11), com estreia em 17 (com 22 mil cópias vendidas), mas subiu do número 25 para o número 2 (na semana de sua morte), com 49.633 cópias vendidas. Aaliyah foi certificado Ouro em 17 de agosto de 2001, Platina em 31 de agosto de 2001 e 2xPlatina em 28 de novembro de 2008, com 500.000 cópias vendidas nesse país.[29]

Tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Tabelas (paradas) (2001-2003) Posição
 Austrália 2[30][31]
 Áustria 21[32]
 Argentina 1[32]
 Bélgica 1[33]
 Brasil 1[32]
 Canadá 6[32]
 Dinamarca 34[34]
União Europeia Europa 1[31]
Flag of Spain.svg Espanha 2[32]
 Finlândia 33[32]
 França 9[32]
 Alemanha 9[32]
 Itália 1[32]
 Japão 2[32]
 Países Baixos 9[32]
 Nova Zelândia 25[32]
 Noruega 3[35]
 Suécia 23[32]
Portugal Portugal 9[32]
Suíça 6[32]
 Reino Unido 5[36]
Estados Unidos EUA - Billboard 200 1[16]
Estados Unidos EUA - Billboard Top R&B/Hip-Hop Albums 2[16]
Estados Unidos EUA - Billboard Top Internet Albums 1[37]
Mundial Mundo 1[32]

Tabelas musicais de final de ano[editar | editar código-fonte]

Posições (2001-2003) Posição
 Austrália (2001)[38] 10
Estados Unidos EUA - Billboard 200 (2001)[39] 4
Estados Unidos EUA - Billboard R&B/Hip-Hop Albums (2001)[40] 2
Estados Unidos EUA - Billboard 200 (2002)[41] 57
Estados Unidos EUA - Billboard R&B/Hip-Hop Albums (2002)[41] 15
Estados Unidos EUA - Billboard 200 (2003)[42] 175
Estados Unidos EUA - Billboard R&B/Hip-Hop Albums (2003)[42] 45
 Canadá - Top 25(2001)[43] 18
 Canadá - Top 25(2002)[44] 22
 Argentina - Top 5 (Internacional) (2001)[45] 4
 Brasil - Top 10 (Internacional) (2001)[46] 6

Tabelas musicais do fim da década[editar | editar código-fonte]

Posições (2000-2009) Posição
Estados Unidos EUA - Billboard 200 181[47]
Estados Unidos EUA - Billboard R&B/Hip-Hop Albums 15[47]
Suíça - Top 100 14[48]
 Bélgica - Top 100 100[49]
 França - Top 150 76[50]
 Reino Unido - Top 200 98[51]
Mundial Mundo - Top 100 17[52]
Mundial Mundo - Top 10 álbuns femininos de R&B 1[20]

Certificações[editar | editar código-fonte]

Território Certificação
Austrália 3× Platina[53]
Bélgica 2× Platina[54]
Brasil Ouro[55]
Canadá Platina[56]
Dinamarca 2× Platina[57]
Europa 2× Platina[57][58]
Finlândia Platina[59]
França 3× Platina[60]
Alemanha 2× Platina
Japão 2× Platina[61][61]
Nova Zelândia Ouro[62]
Suíça 9× Platina[63]
Estados Unidos 2× Platina[10]
Reino Unido Platina[64]

Singles[editar | editar código-fonte]

  • "We Need a Resolution" (com Timbaland), o primeiro single, foi lançado durante o final de abril nos Estados Unidos. "We Need a Resolution" atingiu o número 59 na Billboard Hot e 15 na Billboard R&B/Hip-Hop Songs na semana de 30 de junho de 2001 e permaneceu em ambas as paradas por 20 semanas. Internacionalmente "We Need a Resolution" também obteve moderado sucesso, atingindo o número 20 no Reino Unido e 30 no Canadá. O clipe estreou em 26 de abril de 2001 no 106&Park (BET) e no TRL (MTV).[36][65]
  • "Rock The Boat", o segundo single (EUA), foi lançado no início de agosto. Aaliyah começou a promoção para o esperado segundo single "More Than a Woman", mas o single foi adiado, pois sua gravadora sentiu que "Rock the Boat" era um single para o verão, e que precisava ser liberado. "Rock the Boat" serviu como o segundo single nos Estados Unidos, enquanto serviu como terceiro single internacionalmente. No Hot 100 da Billboard, a canção entrou na parada em 8 de setembro de 2001 no número cinquenta e sete, mas atingiu o pico 14 em sua décima segunda semana; já na Billboard R&B/Hip-Hop Songs, esse debutou em 6 e atingiu o número 2 (também em sua em sua décima segunda semana). O single ficou na parada por 25 semanas. Aaliyah começou a gravar o clipe do single em um estúdio na Cidade do México, no dia 22 de agosto de 2001; viajou às Bahamas para terminar o clipe na noite de 23 de agosto 2001, mas quando voltava, na noite de 25 de agosto de 2001, o avião em que estava caiu, matando Aaliyah e outras 8 pessoas de sua equipe.[66][67][68][69]
  • "More Than a Woman", o terceiro single (EUA), foi lançado em Novembro de 2001. A promoção para o single começou em Julho de 2001, mas acabou sendo adiada. No Hot 100 da Billboard, onde ficou por 24 semanas, a canção atingiu o número 25. Internacionalmente, a canção liderou a Hot 100 da Europa por duas semanas; também liderou no Reino Unido, vendendo 347.563 cópias na semana de lançamento.[36][70][71][72][73]
  • "I Refuse", o quarto single (apenas na França), foi lançado junto com "More Than a Woman", foi um sucesso moderado, com pico no Top 25.[74]
  • "I Care 4 U", o quinto single (apenas nos EUA), foi lançado no Dia das Mães de 2002, em honra a mãe de Aaliyah. Conseguiu atingir o número 16 na Billboard Hot 100 e o número três na Billboard R&B/Hip-Hop Songs. Embora o single só foi lançado nos EUA, a canção alcançou boas posições na Europa, sem lançamento.[75]

Outras canções nas paradas[editar | editar código-fonte]

Com o sucesso do álbum, outras canções entraram nas paradas sem lançamento e promoção.[76]

Crítica[editar | editar código-fonte]

No geral, o álbum recebeu críticas positivas. No Metacritic após 100 resenhas, 76 foram favoráveis, com quatorze comentários adicionais. Rolling Stone descreveu como "uma declaração quase perfeita de força e independência" e observou Janet Jackson e Alanis Morissette como influências musicais do álbum. O Chicago Tribune chamou de "fresco e brilhante" e destacou: a perfeição na música neo-soul, a atitude, harmonia, e toda a perfeição da música urbana. The Independent elogiou a produção de Timbaland e afirmou: "De muitas maneiras, este álbum é o verdadeiro sucessor de "The Writing's on the Wall" (ao invés de Survivor) do grupo Destiny's Child". O álbum também recebeu elogios de vários meios de comunicação, como: Jam!, The A.V. Club, Spin, Slant, Entertainment Weekly, Los Angeles Times, Yahoo!, The Village Voice entre outros.[2][77][78][79][80][81][82][83][84][85][86]

Canções[editar | editar código-fonte]

TítuloCompositor(es) Duração
1. "We Need a Resolution" (participação de Timbaland)Timbaland/Static Major 4:02
2. "Loose Rap" (participação de Static Major)Static Major/Eric Seats/Rapture Stewart 3:52
3. "Rock the Boat"  Static Major/Eric Seats/Rapture Stewart 4:35
4. "More Than a Woman"  Timbaland/Stephen Garret 3:49
5. "Never No More"  Static Major/Stephen "Bud'da" Anderson 3:58
6. "I Care 4 U"  Missy Elliott/Timbaland 4:43
7. "Extra Smooth"  Static Major/Eric Seats/Rapture Stewart 3:55
8. "Read Between the Lines"  Static Major/Stephen "Bud'da" Anderson 4:20
9. "U Got Nerve"  Rapture Stewart/Stephen "Bud'da" Anderson/ Ben Bush 3:43
10. "I Refuse"  Static Major/Jeffrey "J-Dub" Walker 5:52
11. "It's Whatever"  Static Major/Eric Seats/Rapture Stewart 4:08
12. "I Can Be"  Tank/Stephen "Bud'da" Anderson 2:59
13. "Those Were the Days"  Static Major/Eric Seats/Rapture Stewart 3:24
14. "What If"  Tank/Jeffrey "J-Dub" Walker 4:24

Referências

  1. http://www.mtv.com/bands/a/aaliyah/news_feature_082501/index.jhtml
  2. a b http://www.metacritic.com/music/aaliyah
  3. [1]
  4. [2]
  5. [3]
  6. [4]
  7. [5]
  8. [6]
  9. a b c Aaliyah Posthumously Tops Albums Chart
  10. a b c d «RIAA – Gold & Platinum». RIAA. 6 de dezembro de 2010 
  11. «Cópia arquivada». Consultado em 30 de setembro de 2010. Arquivado do original em 4 de junho de 2012 
  12. [7]
  13. [8]
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  15. «HITS Daily Double: Previous Album Sales Chart». Consultado em 30 de setembro de 2010. Arquivado do original em 4 de junho de 2012 
  16. a b c http://www.billboard.com/#/artist/aaliyah/chart-history/36610?f=305&g=Albums
  17. [10]
  18. a b http://www.billboard.com/features/news/the-decade-in-music-top-50-moments-1004055326.story#/news/the-decade-in-music-top-50-moments-page-1004055327.story
  19. «Aaliyah's Profile». SS Music. Consultado em 6 de julho de 2010. Arquivado do original em 6 de setembro de 2007 
  20. a b c http://gossiponthis.com/2009/02/03/new-aaliyah-biopic-starring-keisha-chante-coming-soon-filming-begins-march-2009/#
  21. a b «Holiday Sales Keep Shania 'Up' On Top». Bilboard.com 
  22. [11]
  23. «Cópia arquivada». Consultado em 6 de julho de 2010. Arquivado do original em 6 de setembro de 2007 
  24. a b c d http://www.mariah-charts.com/chartdata/PAaliyah.htm
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  32. a b c d e f g h i j k l m n o p «Album performance». AustrianCharts. Consultado em 9 de maio de 2007. Arquivado do original em 27 de setembro de 2007 
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