Abolição (minissérie)

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Abolição
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 45 minutos aprox.
Criador(es) Wilson Aguiar Filho (escritor)
Walter Avancini (roteiro)
Joel Rufino dos Santos (colaborador)
País de origem Brasil Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Walter Avancini
Elenco ver elenco
Exibição
Emissora de televisão original Brasil Rede Globo
Transmissão original 22 de novembro de 1988 - 25 de novembro de 1988

Abolição foi uma minissérie brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de 22 a 25 de novembro de 1988, com quatro capítulos[1].

Escrita por Wilson Aguiar Filho, com roteiro de Walter Avancini e colaboração de Joel Rufino dos Santos, foi dirigida por Walter Avancini.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

A minissérie relata a vida da escrava Iná Inerã e do negro alforriado Lucas Tavares, tendo como cenário principal a fazenda do Coronel Macedo Tavares. Ali, desenrolam-se os fatos que culminaram com a assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel, em 13 de maio de 1888.

O sonho de liberdade de Iná, uma escrava rebelde e de comportamento guerreiro, tendo como contratempo o ideal pacifista de Lucas, que pretendia o fim da escravatura através da lei.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Os escravos
Família Macedo Tavares
Família Imperial
Militares
Deputados, ministros e senadores
Abolicionistas, misteriosos, perigosos e republicanos
Ambiciosos, justiceiros e poderosos

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Constituiu-se na primeira parceria da Rede Globo com produtos independentes, a Avan e a Cininvest Produção de Vídeo Cinematográfica, com produção geral de Paulo César Ferreira.
  • Teve quatro capítulos e foi lançada para comemoração do centenário da Abolição da escravatura.
  • O projeto estendia-se com outra minissérie, República, exibida exatamente um ano depois, em novembro de 1989, e que comemorava o centenário da Proclamação da República.
  • O desencanto do público atingiu os dois trabalhos. A preocupação em não ser didático do diretor Walter Avancini significou o principal tropeço.
  • A minissérie teve mais de cem atores e três mil figurantes.
  • A atualização de pequenos trechos em iorubá-a, a linguagem dos negros, e em português com sotaque francês ou italiano, mostra o cuidado da produção na reconstituição dos tipos que circulavam na Corte e na zona rural da época.

Referências

  1. «Abolição». Teledramaturgia. Consultado em 9 de maio de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]