Acajutiba

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Acajutiba
  Município do Brasil  
Praça Aquinoel Borges, praça do centro de Acajutiba.
Praça Aquinoel Borges, praça do centro de Acajutiba.
Símbolos
Bandeira de Acajutiba
Bandeira
Brasão de armas de Acajutiba
Brasão de armas
Hino
Gentílico acajutibense
Localização
Localização de Acajutiba na Bahia
Localização de Acajutiba na Bahia
Acajutiba está localizado em: Brasil
Acajutiba
Localização de Acajutiba no Brasil
Mapa de Acajutiba
Coordenadas 11° 39' 43" S 38° 01' 01" O
País Brasil
Unidade federativa Bahia
Municípios limítrofes Esplanada, Aporá, Rio Real, Crisópolis
Distância até a capital 182 km
História
Fundação 28 de novembro de 1952 (69 anos)
Administração
Distritos
Prefeito(a) Alexsandro Menezes de Freitas (MDB, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 267,662 km²
População total (estimativa IBGE/2018[2]) 15 129 hab.
Densidade 56,5 hab./km²
Clima tropical
Altitude 179 m
Fuso horário UTC−3 (UTC−3)
CEP 48360-000
Indicadores
IDH (PNUD/2010[3]) 0,582 baixo
PIB (IBGE/2008[4]) R$ 52 312,618 mil
PIB per capita (IBGE/2008[4]) R$ 3 459,14
Sítio http://acajutiba.ba.gov.br/ (Prefeitura)

Acajutiba é um município que fica no leste do estado da Bahia, no Brasil. Sua população em 2018 era de 15129 habitantes e sua área é de 229 km² (55,08 habitantes por quilômetro quadrado).

Povoados, distritos e subdistritos: Canatubiá, Cumbe de Cima, Gameleira, Limoeiro, Lagoa Seca, Lagoeta, Saco do Rocha, Cabeça da Pedra, Bonina, Volta da Linha, Retiro, Baixa da Areia, Pau de Candeia, Pajeú, Marambaia, Benedito e Caruara. Faz divisa, ao norte com os municípios de Crisópolis e Rio Real; ao sul, com o município de Esplanada; a leste, com o município de Rio Real e a oeste, com os municípios de Aporá e Esplanada. É a terra natal dos ex-ministros Waldir Pires e Raimundo Brito.

Commons
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Toponímia[editar | editar código-fonte]

"Acajutiba" é um vocábulo de origem tupi que significa "ajuntamento de cajueiros", através da junção dos termos akaîu (cajueiro) e tyba (ajuntamento)[5].

História[editar | editar código-fonte]

Em 1905, surgiram os primeiros trilhos da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, ligando o povoado à capital do estado, acontecimento que marcou época, trazendo consigo expressivo surto de progresso, principalmente para o comércio local. Com isso, nos arredores próximos à estação surgiu uma pequena feira à sombra de cajueiro, daí a referência: Feira do Cajueiro. Essa pequena feira servia como ponto de encontro entre viajantes e garimpeiros que ali se dirigiam para compra, venda e troca de seus produtos. O garimpo no Rio Itapicuru já se fazia, por esta ocasião. Alguma coisa de diamantes e ouro de aluvião que se achava no leito daquele rio, servia como base de troca, para o que se comerciava na feira. Animais de carga, galinhas, porcos, perus, carne, feijão, farinha de mandioca, coco seco, etc., sendo o sal, o querosene, aguardente e o fumo as mercadorias mais procuradas. Em 1912, já o lugar contava com mais de 25 casas e casebres. Em 1918, pela Lei Estadual nº 1.236, de 14 de maio de 1918, assinada pelo então governador Antonio Ferrão Muniz de Aragão, o lugar deixou de ser povoação e foi elevada à categoria de vila. O lugar que antes se chamava Dona Bela, passa a se chamar Cajueiro, nome emprestado do velho pé de caju sob o qual se deram as primeiras feiras, portanto Vila do Cajueiro, município do Conde.

As décadas de 1920 e 1930 não trouxeram grandes transformações ao lugar além da construção da estação ferroviária. Neste tempo, já a Companhia Leste Brasileiro era a detentora do ramal. Inaugurada em 1932, a estação marcou o Centro da cidade, o ponto de encontro, o lugar das cargas e descargas agora de toda a produção agropecuária tanto para as feiras de Alagoinhas e Salvador como para Sergipe. Em 1937, o distrito de Cajueiro passou ao domínio do município de Esplanada, sendo o seu nome em virtude do Decreto Estadual nº 12.978, de 1 de junho de 1944, mudado para Acajutiba. Ainda em 1950, quando distrito de Esplanada, o Cajueiro tinha uma população de 5 642 habitantes, sendo 2.790 homens e 2.852 mulheres; de acordo com o recenseamento de 1950, 32,40 por cento das pessoas em idade ativa (dez anos e mais) estavam ocupadas no ramo do trabalho autônomo. Nessa época, a atividade econômica era a produção agrícola, fruticultura, industrial, além do rebanho. Na agricultura, figurava, em primeiro lugar, o feijão, com 1 200 000 cruzeiros, seguindo-se a produção de fava, milho, mandioca e amendoim. A fruticultura também tinha grande influência econômica para o município, através da produção de laranja e coco, que atingia 225 000 cruzeiros, seguindo-se a produção de limão, com 200 000 cruzeiros e de banana, com 45 000 cruzeiros. A produção industrial, em 1955, atingiu a cifra de 2 035 000 cruzeiros, destacando-se a produção de farinha de mandioca, com 1 000 000 de cruzeiros, seguindo-se produtos alimentares, aguardente e cerâmica (telhas e tijolos). O rebanho pecuário era representado estimativamente pelos seguintes números: bovinos – 5 000, equinos – 2 000, asininos – 3 000, muares – quinhentos, suínos – 2 000, ovinos – 2 500 e caprinos – 1 500.

A emancipação de fato ocorreu em 28 de novembro de 1952, com a promulgação da Lei 505, assinada pelo então governador Regis Pacheco, - após manifestações de populares encabeçados pelo Ex-tenente do exército, Ostílio Freire de Novais - , que criava o município de Acajutiba, constituído de distrito único, com sede na vila de mesmo nome e desmembrado do município de Esplanada. Com área de 229 quilômetros quadrados, faz divisa, ao norte, com os municípios de Crisópolis e Rio Real; ao sul, com o município de Esplanada; a leste, com o município de Rio Real e a oeste, com os municípios de Aporá e Esplanada.

Cronologia da formação do município[editar | editar código-fonte]

Em 1918, a sede do Município de Vila Rica foi transferida para o arraial de Cajueiro, extinguindo-se o município, em 1931, sendo seu território anexado a Esplanada. Restaurou-se o município, ainda com o nome de Vila Rica, em 1933, porém, extinto novamente, em 1935, anexando-se seu território ao Município de Conde. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Distrito de Cajueiro figura no Município de Vila Rica. Pelo Decreto Estadual nº 9673, de 13-08-1935, o município de Vila Rica foi extinto passando o Distrito de Cajueiro a pertencer ao Município de Esplanada. Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o Distrito de Cajueiro figura no Município de Esplanada. Em 1937, o Distrito de Cajueiro passou ao domínio do Município de Esplanada, sendo o seu nome, em virtude do Decreto Estadual nº 12.978, de 1º de junho de 1944, mudado para Acajutiba. Em 28 de novembro de 1952, pela Lei Estadual nº 505 foi criado o Município de Acajutiba, constituído de distrito único, com sede na vila de mesmo nome e desmembrado do Município de Esplanada. Pelo Decreto-Lei Estadual nº 11.089, de 30-11-1938, o Distrito de Cajueiro adquiriu território do extinto Distrito de Dona Bela do mesmo Município de Esplanada. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o Distrito de Cajueiro figura no Município de Esplanada. Pelo Decreto-Lei Estadual nº 141, de 31-12-1943, o Distrito de Cajueiro passou a denominar-se Acajutiba, confirmado pelo Decreto Estadual nº 12978, de 01-06-1944. No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o Distrito de Acajutiba (ex-Cajueiro) figura no Município de Esplanada. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950. Elevado à categoria de município com a denominação de Acajutiba, pela Lei nº 505, de 28-11-1952, desmembrado de Esplanada. Sede no antigo Distrito de Acajutiba. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-04-1955. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.[6]

Festas e Comemorações[editar | editar código-fonte]

Fotografia antiga da Estação enquanto ela funcionava como estação ferroviária da Viação Ferroviária do Leste Brasileiro.

Um aspecto importante é a cultura festiva, enraizadas através das manifestações religiosas e folclóricas; dentre os festejos realizados no município no passado, sobreleva a festa de Nossa Senhora das Candeias, padroeira local, que tem lugar no dia 2 de fevereiro, quando a cidade amanhece festiva, nesta ocasião a mocidade católica reúne-se para entre cânticos de louvores, prestar homenagem à santa, que em um andor é levada às ruas através de uma procissão, atraindo milhares de fiéis todos os anos. A população logo cedo é acordada com alvorada saudando o dia festivo. O lado positivo dessa história cultural é que, apesar do passar dos anos, essa tradição mantêm-se viva; a cidade conserva essa comemoração até os dias de hoje. Fora a festa religiosa, se tem destaque o desfile dos blocos locais embalados pelos trios elétricos na festa da padroeira da cidade. Também merece destaque: Festa de Reis em 6 de Janeiro, São João, Desfile cívico do 7 Setembro, Emancipação da cidade em 28 de novembro e jogos esportivos de futebol e gincanas escolares também enriquecem o calendário municipal. Os domingos de verão também são animados pelos falados "passeios ao Rio Itapicuru". A Igreja Matriz começou a ser construída na década de 1930 e terminou com a sua forma atual em 1958, com a liderança do frei Afonso de Aporá. Segundo contam alguns moradores mais antigos da localidade. O transepto e a ábside que hoje dá forma ao prédio foram construídos no início dos anos 1990 sob a liderança do padre Jorge Duschl. Localiza-se na parte central da cidade, na Praça Ruy Barbosa bem próxima à estação. Além disso, a padroeira foi contemplada com uma bela praça que enobrece a região da Igreja Matriz. Como o progresso é um fator evidente por toda cidade, para completar essa paisagem cultural a cidade foi presenteada com uma rodoviária nessas mediações, ampliando o desenvolvimento social do município. Segundo as entrevistas, no passado, os meios de transportes que ligavam as cidades vizinhas eram: no sentido à capital Federal – ferrovia, e rodovia; às cidades vizinhas de Esplanada – rodovia, 21 km, e ferrovia, 30 km; Aporá - rodovia - 5 km; Inhambupe – rodovia, 49 km, Itapicuru – rodovia 50 km e Rio Real – ferrovia, 34 km. No passado estes percursos eram muito lentos por que não existia pavimentação adequada. Hoje com os asfaltamento das duas principais rodovia de acesso - Esplanada, Aporá e Crisópolis - as viagens se fazem mais rápidas e cômodas.

Política[editar | editar código-fonte]

Antiga Estação Ferroviária de Acajutiba que hoje funciona como sede de algumas repartições públicas vinculadas à administração municipal. Foto de 2017.

Executivo[editar | editar código-fonte]

1. Euvaldo Ferreira Lima (1954-1954) - Abandonou o cargo após 6 meses de mandato; 2. Hostílio Freire de Novaes (1954-1956) - Presidente da Câmara. Assumiu por abandono do titular; 3. Altino Calazans de Souza (1956-1958) - Presidente da Câmara. Assumiu por titularidade na Câmara; 4. Ulisses Ramos da Silva (1958-1962); 5. Adauto Motta Brito (1962-1966); 6. Pedro Almeida Guimarães (1966-1970); 7. Adauto Motta Brito (1970-1972); 8. Alcides Pereira de Aguiar (1972-1975); 9. José Antonio de Souza Santos (1976-1982) Vice: Raimundo Vitório; 10. José Gustavo de Oliveira (1982-31.12.1988) Vice: Nelson Falheiro Frois; 11. José Antonio de Souza Santos (01.01.1989-31.12.1992) Vice: Raimundo Vitório; 12. José Gustavo de Oliveira (01.01.1993-31.12.1996) Vice: Maria Menezes de Aguiar; 13. José Luiz Mendes de Brito (01.01.1997-31.12.2000) Vice: José Nilton Andrade; 14. José Luiz Mendes de Brito (01.01.2001-27.10.2004) Vice: Jacó Lins Dantas; 15.Jacó Lins Dantas (28.10.2004-31.12.2004) - Assumiu por impedimento do titular; 16. Antonio Carlos Mendes de Brito Filho (PFL) (01.01.2005-31.12.2008) Vice: Luiz Carlos Alves Nascimento (PFL); 17. Alexsandro Menezes de Freitas (PMDB) (01.01.2009-31.12.2012) Vice: José Milton Ferreira dos Santos (PT); 18. José Luiz Mendes Brito (PTC) (01.01.2013-31.12.2016) Vice: José Milton Ferreira dos Santos (PT); 19. Alexsandro Menezes de Freitas (PMDB) (01.01.2017-31.12.2020) Vice: Laurindo Batista (PPL).

Poder Executivo atual (01.01.2021-)[7] 19. Alexsandro Menezes de Freitas (MDB) Vice: Jadiel Souza Jesus (MDB).

Judiciário[editar | editar código-fonte]

Instalada em 10 de outubro de 1991, a Comarca de Acajutiba teve como seu primeiro Juiz Titular o Dr. Manoel Ricardo Calheiros D'Ávila Os sucessores foram, pela ordem: Dra. Eliene Simone Silva Oliveira. Dra. Elbia Rosane Souza Araújo de Oliveira. Dra. Bárbara Araújo Dr. Sami Storch Dr. Francisco Manoel da Costa Nascimento Dra. Marina Kummer de Andrade. Inicialmente Instalado em Casa alugada situada à Rua Luiz Viana com o nome Forum Des. Mario Albiani, foi transferido, posteriormente, para sede própria, hoje situado à praça Dr. Aquinoel Borges, no centro da cidade.

Em julho de 2017, a comarca da cidade, que englobava também os processos oriundos do município vizinho de Aporá, foi desativada após decisão do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia[8]. Desde então, os processos referentes à antiga comarca acajutibense estão atrelados à comarca de Esplanada.

Aspectos Gerais[editar | editar código-fonte]

Acajutiba têm por característica a tipicidade das pequenas cidades interioranas da Bahia. Topografia plana, clima agradável e um povo notadamente hospitaleiro. Hoje o comércio local, mantém transações principalmente com as praças de Salvador, Alagoinhas, Aracaju e Esplanada de onde importa a maioria das mercadorias de consumo local. Existem, no município, diversos estabelecimentos comerciais atacadistas e varejistas na faixa de duzentos e poucos. A administração tem levado em conta os setores da educação e de saúde. O município conta com dezesseis escolas de ensino fundamental e três creches. Maternidade e unidade de saúde aparelhada com oito leitos, transporte de emergência, coleta de lixo regular e iluminação pública. No âmbito estadual, o município conta com três unidades de ensino fundamental e médio, com 1656 alunos matriculados(novembro 2010);o suprimento de água potável é feita pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA); A EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola) e ADAB (Agencia Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia), têm prestado assistência técnica e fiscalizatória no setor rural e pecuário do município.

A feira mais importante é realizada aos sábados na sede municipal, e como no passado, expõe à população os produtos locais. O setor de comércio e serviços é relativamente satisfatório com estabelecimentos variados – Bares, farmácias, super e minimercados, loja da cesta do povo (Ebal), pequenas lojas de calçados e confecções, moveis e eletrodomésticos, insumos agrícolas, madeireiras e autopeças, oficinas mecânicas, serrarias, serralherias, clínicas médicas, agência bancária do Banco do Brasil e um posto do Bradesco, agência dos correios e do Desembahia, linhas de ônibus regulares interestadual, para a capital do estado e cidades vizinhas. A indústria é pequena, atendendo, porém, atendendo a demanda local: padarias, movelarias, olarias, beneficiamento de água de coco. O município é pobre em ocorrência mineral com atenção somente ao extrativo de areia para construção civil. A pecuária tem atendido, mesmo que com alguma carência, a demanda da população por carne e leite. A agricultura é a base econômica do município com destaque para a produção de coco verde e seco, laranja, mandioca e seus derivados.

Educação[editar | editar código-fonte]

Acajutiba conta com diversas escolas de ensino primário e secundário, públicas e privadas. O principal centro estudantil da cidade é o Colégio Estadual Antônio da Costa Brito, escola pública de ensino médio, inaugurada em 2006 pelo então governador da Bahia. Até 2015 contava com 471 alunos matriculados sendo alguns desses provenientes de municípios vizinhos que buscam uma melhor educação pública. É um centro estudantil que promove eventos como, palestras, apresentações e feiras que movimentam a vida cultural da cidade.

Referências

  1. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2018). «Estimativas da população residente nos municípios brasileiros com data referência em 1º de julho de 2018» (PDF). Consultado em 29 de agosto de 2018. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2018 
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 11 de outubro de 2013 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 541.
  6. «Histórico IBGE». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 18 de março de 2021 
  7. «Está se aproximando a data de comemoração a mais um aniversário da nossa querida Acajutiba». acajutibanews.com. Consultado em 20 de janeiro de 2017 
  8. «TJ-BA aprova desativação de 33 comarcas, e OAB tenta derrubar medida». Consultor Jurídico. Consultado em 11 de novembro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]