Achal Prabhala

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Achal Prabhala
Residência Bangalore
Nacionalidade  Índia
Ocupação pesquisador, ativista e escritor

Achal Prabhala é um pesquisador, ativista e escritor indiano residente em Bangalore, Karnataka. Ele trabalha com direitos de propriedade intelectual em relação à medicina e ao conhecimento. Prabhala é membro do Conselho Consultativo da Fundação Wikimedia[1] e também faz parte do conselho do Centre for Internet and Society ("Centro para Internet e Sociedade"), de Bangalore.[2]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Prabhala vive em Bangalore, Índia.[3] Ele estudou economia e gestão das políticas públicas no Middlebury College e depois na Universidade Yale,[4] onde contribuiu com articlos para o Yale Daily News, um jornal estudantil.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Escritos e pesquisas[editar | editar código-fonte]

Achal Prabhala pesquisa a propriedade intelectual em relação aos medicamentos e ao conhecimento. Em 2005, ele foi coautor de um relatório sobre questões de direitos autorais e accesso à aprendizagem na África do Sul para o ICTSD e UNCTAD[5] e entre 2004-05, supervisionou o projeto Access to learning materials in South Africa ("Acesso a materiais de aprendizagem na África do Sul").[6][7] Ele também participou de um workshop da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, realizada em março de 2007 em Adis Abeba.

Em 2007, em um articlo opinativo no Times of India, Prabhala alegou que a comissão Mashelkar, um comité de revisão de patentes instituído pelo governo indiano, havia copiado literalmente parte da apresentação feita por Shamnad Basheer, cuja pesquisa foi apoiada por um consórcio de empresas multinacionais.[8] O relatório foi posteriormente descartado pela comissão.[9]

Ele é o autor do ensaio "Yeoville confidential",[10] publicado em Johannesburg: Elusive Metropolis e um dos editores de Access to knowledge in Africa("Acesso ao conhecimento na África").[11]

A participação de Prabhala no movimento wikipedista[editar | editar código-fonte]

Além das suas atividades como escritor e pesquisador, Prabhala é conhecido dentro do movimento wikipedista por ser integrante, desde 2005, do Conselho de Administração da Wikimedia Foundation. Juntamente com Priya Sen e Zen Marie, Prabhala fez recentemente o filme "People are Knowledge".[12] A película, que foi financiada em grande parte por uma doação de US$ 20.000,00 da Fundação Wikimedia, foi realizada como parte de um projeto de pesquisa que buscava usar métodos alternativos de citação de fontes na Wikipédia.[13]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Access to knowledge in Africa (2010) com C. Armstrong, J. De Beer, D. Kawooya and T. Schonwetter.
  • The best of Quest (2011) com Laeeq Futehally and Arshia Sattar.
  • Civil Lines 6 (2011) com Mukul Kesavan and Kai Friese.

Referências

  1. «Advisory Board: Achal Prabhala». 
  2. «The Centre for Internet & Society». 
  3. «One among the clan of Wikipedians». 27 de janeiro de 2011. The Hindu. 
  4. of a Workshop on Developing Local Productive and Supply Capacity in the Pharmaceutical Sector, p. 18
  5. Digital decision making: back to the future por Ray Corrigan, p. 288
  6. Chris Armstrong, Jeremy De Beer, Dick Kawooya, Achal Prabhala, T. Schonwetter, : (2010). Access to knowledge in Africa: the role of copyright UCT Press [S.l.] pp. 9–. ISBN 978-1-919895-45-1. Consultado em 17 de novembro de 2011. 
  7. Ricardo Meléndez-Ortiz, Pedro Roffe, : (1° de janeiro de 2009). Intellectual property and sustainable development: development agendas in a changing world Edward Elgar Publishing [S.l.] pp. 10–. ISBN 978-1-84844-645-8. Consultado em 17 de novembro de 2011. 
  8. monopolies (em inglês)
  9. Technical inaccuracies (em inglês)
  10. Yeoville confidential (em inglês)
  11. Access to knowledge in Africa (em inglês)
  12. People are Knowledge (em inglês)
  13. Noam Cohen (7 de agosto de 2011). «When Knowledge Isn’t Written, Does It Still Count?». The New York Times [S.l.: s.n.] Consultado em 17 de agosto de 2011. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]