Adélia Josefina de Castro Fonseca

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Adélia Fonseca
Adélia Fonseca na década de 1890
Nome completo Adélia Josefina de Castro Fonseca
Nascimento 24 de novembro de 1827
Salvador
Morte 9 de dezembro de 1920 (93 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidade brasileira
Cônjuge Inácio Joaquim da Fonseca
Ocupação Poetisa

Adélia Josefina de Castro Fonseca (Salvador, 24 de novembro de 1827Rio de Janeiro 9 de dezembro de 1920) foi uma poetisa brasileira.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de Justiniano de Castro Rebello, inspetor do consulado da alfândega e de Adriana de Castro Rebello, foi casada com o oficial da marinha brasileira Inácio Joaquim da Fonseca, teve uma educação esmerada como era o padrão da época, sabia francês, declamar, tocar piano e pintura.[2]

Publicava seus poemas em periódicos e livros, sendo colaboradora constante do Almanaque de lembranças luso-brasileiro, Gazeta de Notícias, a Semana Ilustrada e O Domingo, do Rio de Janeiro; A Época Literária, de Salvador; e com o periódico Correio de Vitória, do Espirito Santo.[2][3] Gonçalves Dias que a conheceu ainda jovem, chamou-lhe, num verso, "Safo cristã, virgem formosa".[4]

No final de sua vida, ingressou no convento de Santa Tereza, no Rio de Janeiro, tomando o nome de Madre Maria José de Jesus.[2]

Obras[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Aloysio de Carvalho. Coletânea de poetas Bahianos. Editora Minverva; 1951. p. 25.
  2. a b c Schuma Schumaher; Erico Vital Brazil. Dicionário mulheres do Brasil: de 1500 até a atualidade : com 270 ilustrações. J. Zahar; 2000. ISBN 978-85-7110-573-7. p. 22.
  3. BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento (1883). Diccionario Bibliographico Brazileiro. 1. Rio de Janeiro: Typographia Nacional. pp. 5–6 
  4. Domingos Carvalho da Silva. Vozes femininas da poesia brasileira: ensaio histórico-literário. Conselho Estadual de Cultura, Comissão de Literatura; 1959.


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