Adílson Ramos

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Adilson Ramos
Adilson Ramos.
Adilson Ramos.
Informação geral
Nome completo Adilson Ramos de Ataíde
Nascimento 7 de abril de 1945 (70 anos)
Origem Rio de Janeiro
País  Brasil
Gênero(s) Romântico, MPB
Instrumento(s) Voz e Acordeon
Período em atividade 1960 até os dias atuais.
Outras ocupações compositor e empresario
Gravadora(s) Sideral, RCA Victor, Polydor, Continental, Copacabana, Movie Play, Polydisc/Sony, RCA(BMG), Som Livre, RGE, Sony, Warner, Polymusic, Paradox.
Afiliação(ões) Os Cometas.
Página oficial www.adilsonramos.com.br

Adilson Ramos de Ataíde (Rio de Janeiro, 7 de abril de 1945) é um cantor e compositor brasileiro.

De estilo romântico, sempre apresentou boa vendagem de discos, atuando em shows em todo o Brasil.

Iniciando sua carreira de cantor e compositor antes da Jovem Guarda, inspirou-se no rock de Paul Anka e Neil Sedaka e nos brasileiros Cauby Peixoto e Orlando Dias. Antes de seguir carreira solo, fez parte do grupo Os Cometas.

Sucessos[editar | editar código-fonte]

Outras composições[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

A discografia de Adilson Ramos é longa e diversa, com 16 LPs, mais de 20 CDs e 2 DVDs.[2]

  • Seu primeiro disco, Olga, foi gravado em 1960.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Após fazer os primeiros sucessos na MPB, afastou-se em 1967, retornando em 1972 para em 1977 gravar o disco que até hoje está no catálogo, com vários sucessos: Sonhar contigo, Sonhei com você, Duas flores, O relógio (versão de Nely B. Pinto da composição El reloj, de Roberto Cantoral), Tão somente uma vez (outra versão, de Solamente una viez), etc. Em 2015 grava um dvd em comemoração ao seus 55 anos de carreira no teatro boa vista em recife, no mesmo ano a Globo Nordeste transmite esse DVD em um especial de dezembro, homenagen a Adilson Ramos.

Em 1982, mudou-se para o Recife, onde reside até hoje.

Atualmente alterna sua atividade de cantor com a de industrial e comerciante.

Recordes de público[editar | editar código-fonte]

  • Em 1994 o show Anos dourados registrou um público de 45.000 pessoas.[3]
  • Em 1999, no Festival da Seresta, promovido pela Prefeitura do Recife, seu show foi visto por 52.000 pessoas.[4]
  • Em 2002, no Festival de inverno de Garanhuns, novamente arregimentou público de 52.000 pessoas.[carece de fontes?]
  • Em 2006 o Festival da Seresta", 12ª edição, foi visto por 45.000 pessoas Erro de citação: </ref> de fecho em falta, para o elemento <ref> e Cidadão Recifense.[5]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]