Adamantinoma
| Adamantinoma | |
|---|---|
| Microfotografia de um adamantinoma. | |
| Especialidade | oncologia, reumatologia |
| Classificação e recursos externos | |
| CID-CID-O | 9310/0 |
| OMIM | 102660 |
| DiseasesDB | 31676 |
| eMedicine | 385977 |
| MeSH | D050398 |
Adamantinoma ósseo é um tumor maligno de baixo grau, descrito por Fischer em 1913, acometendo pessoas da segunda e terceira décadas de vida, estando em 85% dos casos presente na tíbia. Cursa com metástase pulmonar de aparecimento tardio, da ordem de 15%.[1]
História
[editar | editar código]Sua etiologia é ainda interrogada; estudos corroboram provavelmente com origem epitelial. O adamantinoma da mandíbula (hoje ameloblastoma) é originário da dentina, e viu-se que, apesar de parecido na histologia, é um tumor totalmente diferente do adamantinoma da tíbia.
Diagnóstico
[editar | editar código]A clínica é de dor insidiosa e massa palpável, porém 20% abrem com quadro de fratura patológica. Diferencia-se da displasia osteofibrosa por esta incidir em menores de 10 anos, ser indolor e totalmente intracortical. Na radiologia, o adamantinoma apresenta-se como múltiplas lesões líticas excêntricas acometendo grande área em diáfise da tíbia com contornos bem definidos. Inicia-se na cortical, mas invade medular. Pode ainda invadir a fíbula por contiguidade.
Tratamento
[editar | editar código]Cirurgia ampla ou radical. Não responde bem a quimioterapia ou radioterapia. O Prognóstico é de 85% sobrevida em 10 anos.
Referências
- ↑ Smyth, Sarah Louise; Siddiqi, Ather; Athanasou, Nick; Whitwell, Duncan; Soleymani majd, Hooman (1 de agosto de 2023). «Adamantinoma: A review of the current literature». Journal of Bone Oncology. 100489 páginas. ISSN 2212-1374. doi:10.1016/j.jbo.2023.100489. Consultado em 22 de agosto de 2025
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