Adamantisaurus

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaAdamantisaurus
Ocorrência: Cretáceo Superior
Adamantisaurus mezzalirai
Adamantisaurus mezzalirai
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Clado: Dinosauria
Ordem: Saurischia
Subordem: Sauropodomorpha
Clado: Sauropoda
Clado: Titanosauria
Clado: Aeolosaurini
Género: Adamantisaurus
Espécie: A. mezzalirai
Espécie-tipo
Adamantisaurus mezzalirai
Santucci & Bertini, 2006

O Adamantisaurus (lagarto de Adamantina) é um género de dinossauro saurópode titanosauro do Período Cretáceo do que é hoje o Brasil, América do Sul. Sabe-se apenas de seis vértebras da cauda mas, como um saurópode, pode-se supor que este dinossauro era um animal muito grande, com um longo pescoço e cauda. Pode ter sido blindados, mas, até que mais material seja descoberto, a sua aparência exata permanecerá um mistério.

Embora este animal foram mencionadas pela primeira vez na imprensa em 1959, não foi reconhecido pela ciência até a devida descrição que foi feita pelos paleontólogos brasileiros Rodrigo Santucci e Reinaldo Bertini, em 2006. Foi o primeiro dinossauro chamado nesse ano. A única espécie ('A. mezzalirai') é nomeado em homenagem a Sergio Mezzalira, o geólogo brasileiro que originalmente encontrado o espécime e mencionado pela primeira vez em impressão. O gênero Adamantisaurus é referente a Formação Adamantina, no estado brasileiro de São Paulo, onde o fóssil foi encontrado e também incorpora a palavra grega 'sauros' que significa lagarto, o sufixo mais comum usado em nomes de dinossauros.

A Formação Adamantina é parte do Grupo Bauru de formações geológicas. A estratigrafia e idade exata do Grupo Bauru ainda é incerto, mas a Adamantina ocorre provavelmente entre o Turoniano e as fases iniciais do Maastrichtiano do Período Cretáceo Superior (93 a 70 milhões de anos). Partes do Adamantisaurus foram encontradas junto com outro titanosauro, o Gondwanatitan.

Como muitos titanosauros, a linhagem do Adamantisaurus é totalmente desconhecida, tornando as suas relações exata difícil de estabelecer. No entanto, as semelhanças têm sido observadas com o Aeolosaurus e o um outro titanosauro do Grupo Bauru anteriormente conhecido como o "titanossauro de Peirópolis", agora chamado Trigonosaurus (Santucci & Bertini, 2006).

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Mezzalira, S. 1959. Nota preliminar sobre as recentes descobertas paleontológicas no Estado de São Paulo, no período 1958–59. Notas Prévias do Instituto Geográfico e Geológico. 2: 1–7.
  • Powell, J.E. 1987. Morfológia del esqueleto axial de los dinossaurios titanosáuridos (Saurischia, Sauropoda) del Estado de Minas Gerais, Brasil. In Anais X Congresso Brasileiro de Paleontologia, Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Paleontologia. Pp. 155–171.
  • Powell, J.E. 2003. Revision of South American titanosaurid dinosaurs: palaeobiological, palaeobiogeographical and phylogenetic aspects. Records of the Queen Victoria Museum. 111: 1-173.
  • Santucci, R.A & Bertini, R.J. 2006. A new titanosaur from western São Paolo State, Upper Cretaceous Bauru Group, south-east Brazil. Palaeontology. 49(1): 171-185.
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