Adolfo Mesquita Nunes

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Adolfo Miguel Baptista Mesquita Nunes (Covilhã, 29 de Novembro de 1977) é um advogado e político português.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de José Miguel Rosa Mesquita Nunes, sobrinho paterno de Luís Filipe Mesquita Nunes, e de sua primeira mulher (1977) Maria Leonor dos Penedos Martins Baptista.

Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa, obteve em seguida um mestrado em Ciências Jurídico-Políticas, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Advogado e consultor jurídico[1][2], exerceu subsequentemente as funções de assessor do vereador da Câmara Municipal de Lisboa Pedro Feist, de junho de 2002 a agosto de 2003; adjunto da Secretária de Estado da Segurança Social do XV Governo Constitucional, Teresa Caeiro, desde agosto de 2003 a junho de 2004; chefe de gabinete do Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território do XVI Governo Constitucional, Luís Nobre Guedes, até fevereiro de 2005[2][3].

Militante do CDS - Partido Popular desde 1997, foi vogal da Comissão Executiva, vice-presidente da Comissão Política Concelhia de Lisboa, liderada por João Gonçalves Pereira[4] e, a partir de 2011, membro da Comissão Política Nacional do CDS-PP.

Foi membro da Assembleia Municipal de Lisboa, em 2002, e deputado à Assembleia da República na XII Legislatura, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa, coordenando o grupo parlamentar do CDS-PP na Comissão Eventual para Acompanhamento das Medidas do Programa de Assistência Financeira a Portugal[1][2]; nessa qualidade acompanhou no Parlamento as ligações à troika que prestou assistência financeira a Portugal, tendo sido uma das vozes críticas à direita do Orçamento de Estado de Vítor Gaspar de 2013 e signatário da carta que o CDS-PP enviou à mesma troika pedindo flexibilidade no empréstimo concedido ao país. Já em 2011 apresentou uma proposta dum pacote de 20 medidas urgentes para a Geração à Rasca, incluindo que as universidades informem os alunos da empregabilidade dos cursos que lecionam, uma maior flexibilidade do mercado de trabalho e a liberalização do mercado de arrendamento[5]. Em fevereiro de 2012, foi o único deputado do CDS a votar favoravelmente a proposta de lei para permitir a adoção por casais de pessoas do mesmo sexo.[6].

Em 1 de fevereiro de 2013 ingressou no XIX Governo Constitucional, como Secretário de Estado do Turismo[3], sendo Ministro da Economia António Pires de Lima; em 2015 foi reconduzido nestas funções no efémero XX Governo Constitucional.

Em 2007 participou, no programa da RTP1 Prós e Contras, num debate sobre a legalização da interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas, defendendo o "Sim" no referendo à despenalização do aborto em Portugal (2007) que teve lugar a 11 de fevereiro de 2007.

Referências

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