Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão

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Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
Galeão
Antonio Carlos Jobim
Consórcio Rio Galeao logo 2.png
Riodejaneiro aerea aeroportogaleao-131756(cut).jpg
IATA: GIG - ICAO: SBGL
Tipo Civil/Militar
Administração RIOgaleão
Serve Rio de Janeiro e Região Metropolitana
Localização Brasil Ilha do Governador, Rio de Janeiro, RJ
Inauguração 1 de fevereiro de 1952 (64 anos)
Coordenadas 22° 48' 44" S 43° 14' 54" O
Altitude 9 m (30 ft)
Movimento em 2015 16.942.229 passageiros[1]
141.549 aeronaves[2]
Capacidade anual 30 Mi de passageiros[3]
Website oficial Página oficial
Mapa
GIG está localizado em: Brasil
GIG
Localização do aeroporto no Brasil
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
10/28 4 000 m (13 123 ft) Concreto
15/33 3 180 m (10 433 ft) Asfalto

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim[4] (IATAGIGICAOSBGL), ou simplesmente Aeroporto do Galeão, é um aeroporto internacional na cidade do Rio de Janeiro, o segundo maior do Brasil em movimento internacional.[1] Considerando também o movimento de passageiros domésticos, é o quarto maior aeroporto do país em movimento.[1] Atualmente, 26 companhias aéreas operam no aeroporto Internacional do Galeão com rotas ligando o Rio à cidades dos continentes da Europa, África, Oriente Médio e América do Norte, Central e do Sul, além das rotas domésticas.[5]

O Galeão está localizado na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente na ilha do Ilha do Governador, distante 20km do centro da cidade.[6] Possui o maior sítio aeroportuário em área total dentre todos os aeroportos do Brasil, e é também o que tem a maior pista de pouso e decolagem comercial do Brasil, sendo a mais importante porta de entrada aérea para todo o estado do Rio de Janeiro.[1] Desde agosto de 2014 a administração do aeroporto está sob concessão privada da Concessionária Riogaleão, que é constituída pela Infraero, Odebrecht e ainda pela Changi Airport,[7] sendo esta última a reconhecida pela administração do Aeroporto Internacional de Cingapura, tido como o melhor do mundo em ranking da consultoria SkyTrax.[8]

Uma das operações mais memoráveis que ocorreu no aeroporto foi a do mítico avião supersônico Concorde.[6] O supersônico pousou pela primeira vez no Galeão em 1971, em um voo experimental.[9] A partir daí, a primeira rota comercial com o Concorde no Brasil foi inaugurada pela Air France, em 21 de janeiro de 1976, na rota Rio-Paris.[9] O avião levava cerca de 6 horas no trajeto, com uma escala em Dacar, no Senegal. Por causa de seu baixo nível de ocupação e somado ao alto custo operacional, a rota foi encerrada em 1982.[10] Outra visita de destaque ao Aeroporto Intenacional do Rio foi a do Airbus A380, o maior avião comercial do mundo, que pousou no Galeão no dia 22 de março de 2012, na segunda vez que este modelo veio ao Brasil.[11]O Aeroporto recebeu o A380 comercialmente pela primeira vez no dia 22 de Agosto de 2016,em um vôo da Air France.

História[editar | editar código-fonte]

Origens[editar | editar código-fonte]

Movimento de passageiros no Saguão do terminal 2.

O Aeroporto do Galeão tem suas origens na década de 1920 com advento das operações militares. Em 10 de maio de 1923, o Governo Federal desapropriou terrenos na Ilha do Governador para a contrução do Centro de Aviação Naval do Rio de Janeiro.[12] Já no ano seguinte a Escola de Aviação Naval, que funcionava desde 1916 no antigo Arsenal de Marinha, no Rio de Janeiro, foi transferida para a ponta do Galeão.[13] O local sediou a Base de Aviação naval até 1941, quando recebeu a denominação de Base Aérea do Galeão, que funciona até hoje no Galeão.[12] Ali ainda surgiram hangares, oficinas, quartéis, alojamentos, além da primeira Fábrica Nacional de Aviões, que produziu em série o primeiro modelo brasileiro, os Muniz 5, 7 e 9. Ainda no Galeão, outras indústrias aeronáuticas produziam, sob contrato com entidades estrangeiras como a Fokker holandesa e a Focke-Wulf alemã, aviões para aviação civil e militar.[14] Também do Galeão saíram os primeiros Correios Aéreos Navais, em 1935.[15]

Os antigos Hidroaviões de companhias como a Pan American e a Condor estavam sendo substituídos nas rotas internacionais por aviões maiores, dotados de rodas, que precisavam de pistas em terra para pouso e decolagem.[16] Com isso, em 1945, o Galeão recebeu oficialmente a categoria de aeroporto internacional, com o objetivo de atender os novos aviões.[16] Os antigos Sikorsky ou Junkers J-52, entre outros, cederam lugar aos Douglas DC-3 e DC –4 e L-1049 Constelations da Lockheed.[15]

Contudo, o aeroporto não possuía ainda sequer uma estação de passageiros, já que até então o local só tinha finalidade industrial e militar.[15] Então, naquela época o acesso ao aeroporto era feito através de lancha pela Baía de Guanabara, desde a estação de hidroaviões, que funcionava ao lado do Aeroporto Santos Dumont, até a ponte de desembarque do Galeão, de onde os passageiros seguiam até a aeronave em ônibus.[15]

Inauguração e administração[editar | editar código-fonte]

Torre de controle do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

Diante da precariedade do embarque e desembarque no aeroporto, em 1946, foi feita a escolha de um local para a instalação da estação de passageiros. Então, em 01 de fevereiro de 1952 foi oficialmente inaugurado o Aeroporto do Galeão com o início do funcionamento do terminal de passageiros, atual TPS-5, onde hoje funcionam escritórios de companhias cargueiras. Esse terminal passou por diversas ampliações ao longo dos anos até ser substituído pelo atual Terminal 1, que agregou o que de mais atual havia na época de sua inauguração, em 20 de Janeiro de 1977.[15]

Em virtude do crescimento da demanda de voos internacionais, em 1967 o Ministério da Aeronáutica criou a Comissão Coordenadora do Projeto do Aeroporto Internacional (CCPA), com a incumbência de coordenar o projeto e a construção do Aeroporto Internacional Principal do Brasil.[17] Este projeto teve o objetivo de desenvolver os aeroportos internacionais do Galeão, no Rio de Janeiro, e Guarulhos, em São Paulo.[16][18] Em 1970, foi instituída a Aeroportos do Rio de Janeiro S.A. (ARSA), uma sociedade de economia mista vinculada ao Ministério da Aeronáutica para administração do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, em conformidade com o CCPAI.[19] Já em 1972, foi criada a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária(INFRAERO), na forma de empresa pública, também vinculada ao Ministério da Aeronáutica, que veio a ser a nova administradora do aeroporto a partir de 1987 com a incorporação da ARSA.[20][16]

Em 1991, se preparando para a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco-92, na cidade do Rio de Janeiro, o Terminal 1 passou por reformas e teve sua capacidade ampliada para sete milhões de passageiros ao ano.[16] Já no ano seguinte, em 1992, foi iniciada a construção do Terminal 2. Esse novo terminal foi inaugurado em 20 de julho 1999 como um dos mais modernos da América Latina, com capacidade de atender a oito milhões de passageiros ao ano, mais que duplicando a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.[15]

Crescimento das operações[editar | editar código-fonte]

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Aviões da LAN e da Air France no pátio do Galeão, com o Corcovado ao fundo.

Em meados da década de 2000, o Aeroporto do Galeão operava com uma demanda deficitária de 10 milhões de passageiros por ano, enquanto o Aeroporto Santos Dumont, no centro da cidade do Rio de Janeiro, operava com excesso de passageiros, com 3 milhões de usuários além da sua capacidade.[21] Com isso, em 29 de agosto de 2004, foram transferidos todos os voos, com exceção da Ponte aérea Rio-São Paulo e voos regionais, do Aeroporto Santos-Dumont para o Galeão,[22] com o objetivo de proporcionar maior conforto aos passageiros. O Santos-Dumont, com capacidade para 2 milhões de passageiros por ano, atendia a aproximadamente 5,3 milhões, sendo que o Galeão, possuindo uma capacidade de até 15 milhões, atendia a uma demanda de apenas 5 milhões de passageiros por ano.[23]

Desde o fim de 2004 o Aeroporto do Rio de Janeiro vem recuperando gradualmente sua importância no cenário nacional com a volta dos voos domésticos e de alguns voos internacionais como o Rio-Atlanta (Delta), Rio-Porto (TAP), Rio-Santiago (LAN) e o incremento nas operações com o início de voos para o Panamá (Copa).[24][25][26] Além disso, atraiu uma nova companhia aérea, a Webjet, que vem crescendo pouco a pouco no mercado doméstico, mantendo como principal base o Galeão.[carece de fontes?]

Vista da plataforma de estacionamento de aeronaves do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.

Em 2007, o aeroporto ganhou mais voos internacionais para Madri (Air Europa, que apos um ano foi cancelado) e mais operações para Paris, com mais dois voos diários por parte da TAM e da Air France.[27] Por conta de um acidente ocorrido no Aeroporto de Congonhas com um jato Airbus A320 da empresa TAM, houve por parte do governo a aplicação de severas restrições naquele aeroporto, ocasionando entre outros o fim das conexões. Com isso, parte do movimento do Aeroporto Santos Dumont, que dependia de conexões em Congonhas, passou a ser atendido pelas companhias aéreas com mais voos diretos partindo do Galeão. Houve forte incremento no número de voos para cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Salvador e Recife, e a criação de voos para destinos até então não atendidos sem escala, como Manaus. Com isso, a movimentação mensal passou de 770 mil para 1 milhão de passageiros uma vez que o Galeão passou a ser uma melhor opção também para passageiros em conexão.[carece de fontes?]

Em 2008 foram inaugurados voos sem escalas da British Airways para Londres (LHR), da Taca para Lima, da TAM para as cidades de Nova Iorque (JFK) e Miami, e da Pluna rumo a Montevidéu, e em 2009 a US Airways começou a operar um voo diário para Charlotte, na Carolina do Norte, sendo o Aeroporto do Galeão o primeiro destino da empresa americana na América do Sul.[28]

Em 2010 o aeroporto ganha novos voos internacionais da TAM para Frankfurt, Paris e Londres inicialmente com 3 voos semanais cada, passaram a ser diários para a Alemanha e 6 vezes por semana para Inglaterra, além de uma frequência para Santiago.[29] A American Airlines começa a voar 3 vezes por semana para Dallas e diário direto para Nova Iorque.[30] Nos voos nacionais a Avianca Brasil começa operações no aeroporto para São Paulo e Brasília.[31]

Placa em homenagem ao músico brasileiro Antônio Carlos Jobim, situada no interior do aeroporto.

Em 2011, o aeroporto ganha diversas frequências e companhias, algumas rotas novas como o voo charter para a Rússia com a Transaero, alguns incrementos de frequências como a segunda frequência diária da Copa airlines e o aumento de 3 para 6 voos semanais da British Airways para Londres e uma frequência diária nonstop para Santiago pela LAN Airlines(Além da outra com escala em São Paulo), e o retorno de diversas companhias que no passado já operaram no galeão como a Avianca colombiana com 3 voos semanais para Bogotá voos para Roma com a Alitalia, que começou apenas com 3 semanais e já conta com 5 frequências semanais, o retorno da Lufhtansa com 5 voos semanais para Frankfurt, a holandesa KLM com 3 voos semanais para Amsterdam.[32][33] Algumas companhias aéreas brasileiras deram ainda mais importância para o aeroporto como a Azul linhas aéreas que começou as operações com voos para Campinas e já possui mais de 8 frequências diárias além de voos diretos para Belo Horizonte, Vitória e João Pessoa.[carece de fontes?] A antiga Webjet também iniciou diversas operações como Ribeirão Preto, Florianópolis e Recife.[carece de fontes?] A Passaredo Linhas Aéreas transferiu suas operações do Aeroporto Santos Dumont para o Galeão no dia 1 de Dezembro de 2011.[34]

Ainda em 2011, devido a crise europeia, a TAM reduziu sua malha para o continente saindo do aeroporto, colocando 4 voos semanais para Frankfurt 3 para Londres e 6 para Paris. A Taag reduziu de 4 para 3 e depois para 2 suas operações semanais no aeroporto e a American de 7 para 5 semanais a frequência para Nova Iorque.[carece de fontes?]

Em 2012 deu-se início dos voos para Buenos Aires e Dubai diários com a Emirates e a alemã Condor que surgirá como novidade para a rota Galeão - Frankfurt, a partir de 3 de novembro.[35] Nos voos nacionais, pode-se destacar o incremento de voos da Azul e da Avianca para novos destinos nacionais. Já no final de 2012, a Gol inicia seus voos para República Dominicana e com escala até Miami e Orlando. A TAM inicia seu voo direto do Rio de Janeiro para Orlando mas devido a redução do número de aeronaves pediu o cancelamento do voo.[36]

Vista externa do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão.

A saturação de outros importantes aeroportos do Brasil, associado ao crescimento do mercado de óleo e gás e grandes eventos internacionais como os jogos pan-americanos de 2007, a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, levou o aeroporto a saltar de quarta para segundo mais movimentado do país em apenas um ano. Entre 2011 e 2012 houve um importante incremento de rotas internacionais e, principalmente, redirecionamento de rotas domesticas, implicando num crescimento na casa dos 20% na movimentação de passageiros.[carece de fontes?]

Em janeiro de 2012 o aeroporto tornou-se o segundo aeroporto do Brasil em número de passageiros, ultrapassando o Aeroporto Internacional de Brasília (1.361.191 passageiros) e o Aeroporto de Congonhas (1.316.550 passageiros), registrando a marca de 1.629.690[37] passageiros, uma alta de 23% em relação ao mesmo período de 2011.

Em 2 de abril de 2014 marcou o início da transição da operação no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, da empresa pública Infraero para a concessionária RIOgaleão. Após a assinatura do contrato da concessão, aconteceu o estágio de preparação, entre os meses de maio a junho de 2014, ocorrendo a entrega e aprovação do plano de transferência operacional do Aeroporto à ANAC. A etapa seguinte da transição se deu em junho e julho, quando a Infraero continuou a executar todas as suas atividades, mas sendo assistida pelo RIOgaleão, que assumiu a operação em agosto de 2014. Em agosto de 2014 as atividades de operação, manutenção e ampliação foram transferidas da Infraero para o RIOgaleão, que investirá cerca de R$ 5 bilhões em obras de infraestrutura e melhorias nos serviços do Aeroporto ao longo dos 25 anos de concessão, dos quais R$ 2 bilhões estarão concentrados até os Jogos Olímpicos de 2016.[38]

Em 2015, ganhou duas frequências semanais da Condor para Frankfurt, além de uma nova empresa aérea sediada no Galeão: a Flyways. A Qatar Airways anunciou que num futuro próximo pode passar a operar voos para Doha.[39] Nesse mesmo ano o aeroporto foi o primeiro do país e da América latina a poder receber aeronaves Airbus A380, após o aeroporto cumprir todos os requisitos necessários para a recepção e operação segura dessas aeronaves, em conformidade com a legislação aplicável e com os procedimentos aceitos pela ANAC.[40]

Em 2016, passará a receber dois voos semanais da Edelweiss Air para Zurich, e quatro voos semanais da Royal Air Maroc para Casablanca com extensão para Guarulhos. Possivelmente a Alas Uruguay passará a operar voos entre Montevidéu e o Galeão em 2016.[41][42]

O dia 22 de agosto de 2016, um dia depois do encerramento dos Jogos Olímpicos Rio2016, foi o de maior movimento da história do aeroporto, com a visita do Boeing 747-400 da Qantas, British Airways e United, com o Boeing 777-300ER da Aeroflot, All Nippon Airways e Korean Air, com o Airbus A330-200 da Turkish e Aeroflot, com o Airbus A380 da Air France, e outras empresas do mundo inteiro, levando as delegações olímpicas.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]




Circle frame.svg

Composição das operações de pousos e decolagens no Geleão em 2015:[2]

  Aviação Militar: 6.301 operações (4%)
  Aviação Comercial: 126.799 operações (90%)
  Aviação Geral: 8.449 operações (6%)




Circle frame.svg

Maiores rotas do Galeão em 2014, pelo número de passageiros:[43]

  Guarulhos: 1.405.761 passageiros (8%)
  Salvador: 1.388.972 passageiros (8%)
  Porto Alegre: 1.047.299 passageiros (6%)
  Outras: 13.487.171 passageiros (78%)

Movimento operacional[editar | editar código-fonte]

Histórico Operacional
Ano Passageiros
2015 16.942.229 Baixa-2%[1]
2014 17.317.407 Aumento1%[1]
2013 17.109.987 Baixa-2%[44]
2012 17.491.744 Aumento17%[44]
2011 14.926.615 Aumento22%[45]
2010 12.229.513 Aumento3%[45]
2009 11.828.656 Aumento10%[45]
2008 10.754.689 Aumento4%[45]
2007 10.352.616 Aumento17%[45]
2006 8.856.527 Aumento2%[45]
2005 8.657.139 Aumento44%[45]
2004 6.024.930 Aumento30%[45]
2003 4.619.229 [45]
Movimento anual de passageiros
(em milhões)

Maiores rotas[editar | editar código-fonte]

Maiores rotas domésticas do Galeão em 2010[46]

(ultima divulgação detalhada)

Rank Origem/Destino Passageiros

(embarques e desembarques)

1
Bahia Salvador
1.102.831
2
São Paulo São Paulo–Guarulhos
1.008.022
3
Rio Grande do Sul Porto Alegre
817.537
4
Distrito Federal (Brasil) Brasília
710.296
5
Pernambuco Recife
705.108
6
São Paulo São Paulo–Congonhas
569.670
7
Paraná Curitiba
511.062
8
Ceará Fortaleza
507.676
9
Minas Gerais Belo Horizonte–Confins
393.009
10
Rio Grande do Norte Natal
386.037
Maiores rotas internacionais do Galeão em 2015

(voos diretos)

Rank País Passageiros

(embarques e desembarques)

1
Estados Unidos Estados Unidos 758.558[carece de fontes?]
2
Argentina Argentina 621.570[carece de fontes?]
3
França França 335.642[carece de fontes?]
4
Chile Chile 309.523[carece de fontes?]
5
Portugal Portugal 276.497[carece de fontes?]
6
Panamá Panamá 193.669[carece de fontes?]
7
Alemanha Alemanha 186.704[carece de fontes?]
8
Espanha Espanha 167.404[carece de fontes?]
9
Inglaterra Inglaterra 159.367[carece de fontes?]
10
Itália Itália 156.139[carece de fontes?]

Concessão à iniciativa privada[editar | editar código-fonte]

A fim de garantir melhorias no nível de serviço dos aeroportos brasileiros, o Governo Federal do Brasil decidiu por conceder alguns dos principais aeroportos do país à iniciativa privada, como forma de viabilizar e agilizar a realização de investimentos necessários para adequação da infraestrutura aeroportuária, bem como a modernização dos espaços e implantação de inovações tecnológicas.[47]

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, sendo um dos mais importantes do Brasil, entrou no terceiro lote de concessões promovido pelo Governo.[47] Em um leilão realizado em 22 de novembro de 2013, o Aeroporto do Galeão foi arrematado pelo consórcio Aeroportos do Futuro, formado pela Odebrecht e Transport, com participação de 60%, e a Operadora do Aeroporto de Cingapura Changi, com 40%. O lance mínimo foi estipulado em 4,8 bilhões, que foi superado com ágio de 293%, onde vencedor ganhou a disputa com o lance de 19 bilhões para operar o aeroporto por 25 anos.[47] Como a regra dessa concessão, a Infraero participa com 49% do capital social e o consórcio com os outros 51%, formando assim a atual Concessionária RIOgaleão, que então administra o aeroporto.[48]

Investimentos mandatórios[editar | editar código-fonte]

Interior no Pier Sul, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

Como parte das obrigações contratuais, a concessionária tem uma lista com investimentos na infraestrutura que são obrigatórios até o fim da concessão em 2038, cuja projeção de demanda é de 60 milhões de passageiros ao ano.[49] As obras, com vistas aos jogos Rio 2016, foram iniciadas ainda na época da gestão pública da Infraero e visava adequar o Terminal 1 e o Terminal 2 para uma capacidade planejada em 2014 de 44 milhões de passageiros por ano.[50][51] Contudo, em virtude dos inúmeros atrasos na conclusão das obras e insucessos na gestão aeroportuária a responsabilidade de término das reformas e ampliação passaram para a nova concessionária, que assumiu a gestão do aeroporto em 12 agosto de 2014. [52]

Para 31 de dezembro de 2015, o contrato definiu a entrega de novo estacionamento de veículos com capacidade mínima para 1.850 veículos.[53] Então em 25 de janeiro de 2016 foi inaugurado o edifício garagem no Terminal 2 em quatro andares com mais de 2.700 vagas.[54]

Até abril de 2016 deveriam ser entregues novas instalações de embarque em desembarque de passageiros conectadas ao terminal com pelo menos 26 pontes de embarque.[53] Após 12 meses de obra, esse novo espaço, chamado "Píer Sul", ligado ao Terminal 2, foi então inaugurado em 19 de maio de 2016 com uma área de mais de 100 mil m² e as 26 novas pontes de embarque.[55]

O contrato ainda determina prazos para a adequação das instalações para armazenamento de carga para jogos olímpicos de 2016; ampliação do pátio de aeronaves até abril de 2016, cuja área deve ser suficiente para atender ao menos 73 aeronaves; construção de uma nova pista de 3 mil metros independente independentes, antes de o aeroporto atingir a marca de 262.900 movimentos anuais.[53]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Vista aérea do Terminal 1, no Galeão.

O sítio aeroportuário de 18,8 milhões de metros quadrados[56] garante ao Galeão a posição de maior aeroporto do Brasil em área total.[1] Com todo esse espaço disponível, o aeroporto tornou-se um grande canteiro de obras depois que a concessionária Riogaleão assumiu a administração.[57] Em 2016, com a entrega de obras de ampliação pela concessionária, a capacidade anual dos terminais passou de 17 milhões para 30 milhões de passageiros por ano, e o número de vagas de estacionamentos de veículos chegou a 7 mil.[3] Hoje os dois terminais e o Píer Sul, uma extensão do terminal 2, somam uma área total de 280 mil m²,[1] onde estão distribuídas um total de 58 pontes de embarque.[58]

Terminal 1[editar | editar código-fonte]

O Terminal 1, inaugurado em 1977, é o mais antigo dos dois terminais de passageiros do Galeão em operação hoje.[15] O terminal fica de frente para a torre de controle do aeroporto. Nele se concentram principalmente as operações domésticas, estando presentes as companhias Azul, Flyways e GOL, além de companhias de aviação executiva, como a Líder Aviação e Seven Fly.[59] O TPS-1, está equipado com 102 posições de check-in, 4 esteiras de restituição de bagagem no desembarque internacional, outras 5 esteiras no desembarque doméstico, além de 12 canais de inspeção.[60] Sua capacidade estática no embarque e de 728 passageiros por hora na ala internacional e 1.924 na ala doméstica. No desembarque, o TPS-1 pode atender a 1.472 passageiros por hora na ala internacional e 2.156 passageiros domésticos.[60]

Terminal 2[editar | editar código-fonte]

Interior no Pier Sul.

O Terminal 2 foi inaugurado em 1999, portanto o mais novo dos dois terminais de passageiros do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.[15] Continua hoje sendo o terminal mais bem equipado do aeroporto onde mais recentemente foram inaugurados o edifício garagem, com 2700 vagas para veículos, e o Píer Sul, com 26 novas pontes de embarque. Nele operam a maioria das linhas internacionais e é onde fica também a grande maioria das companhias: Aerolíneas Argentinas, Air Canada, Air France, Alitalia, American Airlines, Avianca, British Airways, Condor Flugdienst, Copa Airlines, Delta Airlines, Edelweiss Air, Emirates Airlines, Ibéria, KLM, LATAM, Lufthansa, Passaredo, Royal Air Maroc, TAAG e United Airlines.[59]

O TPS-2 está equipado com 174 posições de check-in, 6 esteiras de restituição de bagagem no desembarque internacional e mais 6 esteiras para o desembarque doméstico, além de 24 canais de inspeção.[60] A capacidade estática do TPS-2 é de 2.480 passageiros por hora no embarque internacional e 3.602 passageiros por hora no embarque doméstico. No desembarque, o terminal pode atender a 2.679 passageiros de voos internacionais por hora e ainda 3.353 passageiros de voos domésticos por hora.[60]


Terminal de cargas[editar | editar código-fonte]

A construção do atual complexo do terminal de cargas (TECA) do Galeão teve início em 1992, ao mesmo tempo que o terminal de passageiros 2. O complexo do TECA foi inaugurado em março de 1998.[15] Hoje, o terminal de cargas do Galeão possui armazéns com área total de 44 mil m², preparados para armazenar desde produtos perecíveis até calçados. O terminal ainda pode receber cargas classificadas como perigosas, sem restrição de categoria, contando com uma área de 900 m² para essa finalidade. Além disso, há uma área de 520 m² exclusiva para acomodação de animais vivos, tanto oriundos do exterior, quanto em processo de exportação.[61] O pátio do TECA tem 9 posições dedicadas para aeronaves cargueiras, que podem operar 24 horas por dia, sem restrições de capacidade ou de horário para pousos.[62]

Aviões no pátio do Galeão.

Sistema de pistas[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro possui duas pistas: A maior delas, cujas cabeceiras são 10/28, possui 4 mil metros de comprimento por 45 metros de largura, com pavimento de concreto; a menor, de cabeceiras 15/33, tem 3.180 metros de comprimento e 47 de largura, com pavimento de asfalto.[60] As pistas estão equipadas com ILS de categoria 1 pelas cabeceiras 15 e 28, e ILS de categoria 2 pela cabeceira 10.[60] Além destes instrumentos de auxílio ao pouso, o aeroporto conta também com os sistemas de rádio-navegação VOR, DME e NDB.[63] Esse conjunto de pistas e instrumentos permitem até 44 operações de pousos ou decolagens por hora no aeroporto.[64]

Pátio de aeronaves[editar | editar código-fonte]

Os pátios de aeronaves do Galeão somam hoje uma área total de 760 mil m², onde há um total de 183 posições para aviões além de duas posições para helicópteros.[58] As posições para aviões comerciais somam 127, sendo 48 posições no terminal 1, 49 no terminal 2, e outras 30 posições no terminal de cargas. Há ainda outras 56 posições para a aviação geral.[65]


Companhias aéreas e destinos[editar | editar código-fonte]

Rotas Domésticas
Companhias Aeronaves Terminal Destinos Domésticos Regulares[5]
Brasil Avianca Focus Airbus A318

Airbus A320

T2

Brasil Azul Embraer 195 T1

Brasil FlyWays ATR 72-500 T1

Brasil Gol Hub Boeing 737-700

Boeing 737-800

T1

Brasil Passaredo ATR 72-600 T2

Brasil LATAM Hub Airbus A319

Airbus A320

Airbus A321

Boeing 767-300

T2
Rotas Internacionais
Companhias Aeronaves Terminal Destinos Internacionais Regulares[5]
Argentina Aerolíneas Boeing 737-800 T2

Canadá Air Canada Boeing 767-300 T2 Canadá Toronto–Pearson

França Air France Boeing 777-300

Airbus A330-200

T2 França Paris–Charles de Gaulle

Itália Alitalia Airbus A330-200 T2 Itália Roma–Fiumicino

Estados Unidos American Boeing 777-200

Boeing 767-300

T2

Colômbia Avianca Airbus A319 T2

Reino Unido British Boeing 777-200 T2 Reino Unido Londres–Heathrow

Alemanha Condor Boeing 767-300 T2 Alemanha Frankfurt

Panamá Copa Boeing 737-800 T2 Panamá Cidade do Panamá

Estados Unidos Delta Boeing 767-300 T2 Estados Unidos Atlanta

Suíça Edelweiss Airbus A330-300 T2 Suíça Zurique

=Emirados Árabes Unidos Emirates Boeing 777-300 T2

Brasil Gol Hub Boeing 737-700

Boeing 737-800

T1

Espanha Iberia Airbus A340-300 T2 Espanha Madri–Barajas

Países Baixos KLM Boeing 777-200 T2 Países Baixos Amsterdã

LATAM países.gif LATAM Hub Airbus A320

Boeing 767-300

T2

Alemanha Lufthansa Boeing 747-800 T2 Alemanha Frankfurt

Marrocos Royal Air Maroc Boeing 767-300

Boeing 787-8

T2

Angola TAAG Boeing 777-300 T2 Angola Luanda

Peru TACA Airbus A320 T1

Portugal TAP Airbus A330-200

Airbus A340-300

T2

Estados Unidos United Boeing 777-200 T2 Estados Unidos Houston–George Bush
Rotas Postais e de Carga
Companhias Aeronaves Destinos Cargueiros e Postais Regulares[5]
Luxemburgo Cargolux Boeing 747-400

Brasil Gol Hub Boeing 737-700

LATAM países.gif LATAM Hub Boeing 777-200

Boeing 767-300

Brasil Cabo Frio (operado por LAN Cargo-Chile)

Brasil Campinas (operado por LAN Cargo-Chile)

Brasil Curitiba (operado por TAM Cargo)

Brasil Porto Alegre (operado por LAN Cargo-Colômbia)

Equador Quito (operado por LAN Cargo-Colômbia)


Brasil Total Boeing 727-200

Acidentes e incidentes[editar | editar código-fonte]

O Airbus A330-200 da Air France, matrícula F-GZCP, a aeronave que caiu no Oceano Atlântico em 2009.

Voo Air France 447[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: voo Air France 447

Em 31 de maio de 2009 o voo Air France 447 com destino ao aeroporto de Paris (Charles de Gaulle), cumprido por um Airbus A330-200, prefixo F-GZCP, desapareceu após deixar uma mensagem instantânea de pane elétrica e despressurização. O acidente permaneceu um mistério até 2011, quando as caixas-pretas foram encontradas.[66] O avião caiu a nordeste do arquipélago de São Pedro e São Paulo, após enfrentar uma forte tempestade na travessia do oceano, na zona de convergência intertropical. Estavam no avião 228 pessoas; não houve sobreviventes. Restos da fuselagem foram encontradosm logo após o acidente em 2011 durante as buscas pela caixas-pretas.[67]

Voo Varig 797[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Voo Varig 797

No dia 3 de janeiro de 1987, um Boeing Boeing 707-379C, matrícula PP-VJK, da companhia Varig caiu na Costa do Marfim em 3 de janeiro de 1987, pouco de pois de decolar, enquanto fazia a rota de Costa do Marfim para o Rio de Janeiro. A aeronave perdeu a sustentação após um dos motores ter parado de funcionar. Dos 51 ocupantes, apenas 1 sobreviveu.[68]

Voo Varig RG-820[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Voo Varig RG-820

Em 11 de julho de 1973, um Boeing 707-345C, matrícula PP-VJZ, fazendo o voo Varig 820, partiu do Rio de Janeiro (GIG) às 03h03min para um voo com destino a Paris-Orly. Prestes a se preparar para o pouso, a tripulação fez contato com a torre de controle de Orly e relatou um "incêndio a bordo".[69] Uma descida de emergência foi solicitada, mas a aeronave veio a bater com algumas árvores e fez um pouso duro em um campo. Dos 134 ocupantes, 123 morreram.[70][71]

Voo Varig 810[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: voo Varig 810
O Boeing 707-320C da Varig que caiu na Costa do Marfim em 3 de janeiro de 1987, enquanto fazia o Voo Varig 797.

Em 27 de novembro de 1962, um Boeing 707-441, da Varig, matrícula PP-VJB, fazendo o voo Varig 810 partiu do Galeão-Rio de Janeiro com destino à Lima-Callao.[72] Já no destino final, durante execução de procedimentos de pouso, o avião veio a colidir o pico La Cruz, cerca de 8 milhas a leste do rumo de aproximação do sinal do ILS Morro Solar. Todos os 97 ocupantes morreram.[73]

Voo Panair 026[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Voo Panair do Brasil 026

Em 20 de agosto de 1962, um Douglas DC-8-33 da Panair do Brasil, matrícula PP-PDT, com destino Lisboa, ultrapassou os limites da pista, vindo a parar nas águas da baía de Guanabara. O acidente foi causado pelo fato do estabilizador vertical da aeronave ter sido alterado da sua configuração original para decolagem, e foi somado ao fato da tripulação ter tomado a decisão tardia de abortar a decolagem. 14 dos 105 ocupantes morreram.[74][75][76]

Voo Lufthansa 502[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Voo Lufthansa 502
  • Em 11 de janeiro de 1959, um Lockheed L-1049G Super Constellation da Lufthansa, matrícula D-ALAK, realizando o voo 502 procedente de Hamburgo com 39 pessoas a bordo, caiu próximo à pista durante o pouso. Durante uma aproximação chuvosa, a aeronave desceu abaixo da altitude prevista e o trem de pouso dianteiro chocou-se com a água. Os pilotos tentaram prosseguir a aproximação mas a aeronave acabou caindo próximo à Praia das Flecheiras, muito perto da pista. 36 dos 39 ocupantes morreram.[77][78]

Outros acidentes e incidentes[editar | editar código-fonte]

Década de 2000
Década de 1990
Década de 1980
Destroços do Boeing 707 acidentado no Voo Varig RG-820.
  • Em 2 de dezembro de 1985, um Boeing 747-228B da Air France, matrícula F-GCBC, procedente de Paris com 273 pessoas a bordo, saiu da pista ao pousar. Aparentemente o cabo da manete de aceleração de um dos motores rompeu-se, tornando impossível o controle de potência desse por parte da tripulação. O motor acelerou a um nível incomum, fazendo com que a aeronave saísse da pista, atravessasse uma vala e chocasse contra uma ladeira de concreto. Ninguém se feriu.[83][84]
Década de 1970
  • Em 26 de julho de 1979 às 18h21min, um Boeing 707-330C cargueiro da Lufthansa, matrícula D-ABUY, com destino a Dakar, cumprindo o voo LH527, chocou-se contra a Serra dos Órgãos, região serrana do estado do Rio de Janeiro. A aeronave decolou do Galeão 5 minutos antes, tendo a tripulação recebido instruções do controlador em solo quanto aos procedimentos iniciais após a decolagem. Porém, a torre de controle só identificou que o voo 527 voava em direção às montanhas quando já era tarde demais. A aeronave chocou-se contra as árvores na encosta da montanha, em uma altura de aproximadamente 800 metros. Todos os 3 ocupantes faleceram.[85][86]
  • Em 9 de junho de 1973, um Boeing 707-327C cargueiro da Varig, matrícula PP-VLJ, fazia uma aproximação por instrumentos para a cabeceira 14 (atual 15) com a manete dos speed brakes em 45° e os spoilers da seção interna da asa desativados, quando foi notado que a capa protetora dos spoilers estava aberta. O comandante ou o primeiro-oficial a fecharam e consequentemente ativaram os spoilers internos, fazendo com que a aeronave inclinasse para baixo. O Boeing desceu rapidamente de uma altura de 70m e chocou-se contra as luzes de aproximação e atolou. Dos 4 tripulantes, 2 morreram.[87][88]
Década de 1960
Douglas DC-8-33, mesmo modelo que caiu nas águas da Baía de Guanabara, em 1962.
Década de 1950
  • Em 22 de dezembro de 1959 ocorreu uma colisão aérea entre um Vickers Viscount 827 da Vasp (PP-SRG) e um avião de treinamento Fokker T-21 da Força Aérea Brasileira. Durante voo de treinamento, o T-21 da FAB colidiu com o avião da Vasp que se aproximava para o pouso no aeroporto do Galeão. No acidente morreram os 33 ocupantes do Viscount da Vasp mais 5 pessoas em terra, enquanto que o tripulante do T-21 sobreviveu após saltar de paraquedas.[97][98]
  • Em 27 de julho de 1952, às 11h46, um Boeing 377 Stratocruiser da Pan American World Airways, matrícula N1030V, com destino a Buenos Aires, teve problemas no fechamento da porta, e consequentemente, na pressurização da cabine de passageiros. A falha no reconhecimento do problema por parte da tripulação levou a uma descompressão explosiva, que arrancou parte da fuselagem e sugou uma mulher para fora do avião. A aeronave retornou ao Galeão e pousou às 12h13.[99][100]

Operadores históricos[editar | editar código-fonte]

Companhias aéreas que já operaram voos regulares no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro:[carece de fontes?]

Companhias que Cancelaram Escala no Galeão
Companhia Aeronaves Situação[carece de fontes?]
África do Sul South African Airways 707 e 747SP Cancelou a escala

Iraque Iraqi Airways 707-320 e 747-200 Operações suspensas; Posterior cancelamento

Cuba Cubana de Aviación Il-62 Cancelou a escala

Espanha Air Europa A330-200, 767-300 Cancelou a escala

Japão Japan Airlines DC-8, 747-200 Cancelou a escala

Nigéria Bellview Airlines A300 Cancelou a escala

Rússia Aeroflot IL-62, IL-86, IL-96 Cancelou a escala

Dinamarca Scandinavian Airlines System DC-8, DC-10 e 767-200 Cancelou a escala

Suíça Swiss International Air Lines MD-11 Cancelou a escala

EtiópiaEthiopian Airlines 787-8 Cancelou a escala

MéxicoAeroméxico Boeing 777 Cancelou a escala
Companhias Hoje Extintas que já Operaram no Galeão
Companhia Aeronaves Situação[carece de fontes?]
Brasil BRA Transportes Aéreos 737-300, 737-400 Faliu

Brasil Webjet 737-300, 737-800 Incorporada à Gol

Brasil Transbrasil BAC 1-11, 727-100, 707-320, 767-200, 767-300, 737-300, 737-400 Faliu

Brasil VASP BAC 1-11, 737-200, 737-300, 727-200, A300, DC-10, MD-11 Faliu

Brasil Panair do Brasil DC-7, DC-8, Caravelle Incorporada à Varig

Brasil Cruzeiro/Syndicato Condor Caravelle, 727-100, A300, 737-200 Incorporada à Varig

BrasilVarig Incorporada à Gol

Bolívia Lloyd Aéreo Boliviano 727-200 Faliu

Canadá Nationair Boeing 767 Faliu

Costa Rica Lacsa A320 Incorporada à TACA

Equador Ecuatoriana 707, 727 Faliu

Espanha Air Madrid A330-200 Faliu

Estados Unidos Braniff DC-8 e 747 Faliu; Substituída pela Eastern

Estados Unidos Eastern DC-10 Faliu; Substituída pela American Airlines

Estados Unidos Pan Am 747, 747SP, 707 e TriStar Faliu (foi comprada pela Delta), tendo sido substituída pela United Airlines.

Estados Unidos Continental Airlines DC-10, 767-200 e 767-400 Se fundiu com a United Airlines

Peru APSA Convair 990 Faliu

Peru Aeroperú DC-8, L-1011 e 757 Faliu

Suíça Swissair DC-8, DC-10, MD-11 Faliu; substituída pela Swiss International Air Lines

Venezuela Viasa DC-8 e DC-10 Faliu

Canadá Canadian Airlines DC-10 Incorporada à Air Canada

Chile Ladeco 737-200 e 727-100 Incorporada à LAN Chile

Paraguai Líneas Aéreas Paraguayas 707 e DC-8 Incorporada à TAM

Reino Unido BOAC Canadair Argounaut, De Havilland Comet Substituída pela British United

Reino Unido British United VC-10 Incorporada à British Caledonian

Reino Unido British Caledonian 707 e DC-10 substituída pela British Airways pelo governo britânico

Espanha Spanair 767-300 Faliu

Uruguai PLUNA 737-200, 767-300, DC-10, CRJ900 Faliu

Ver também[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia possui o
Portal da Aviação

Referências

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