Aeroporto de São Paulo-Congonhas

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Aeroporto de Congonhas
Logo Infraero.png
Aeroporto de Congonhas - Aeronaves.jpg
IATA: CGH - ICAO: SBSP
Tipo Público
Administração Infraero
Serve São Paulo e Região Metropolitana
Localização Brasil Campo Belo, São Paulo
Inauguração 12 de abril de 1936 (80 anos)
Coordenadas 23° 37' 34" S 46° 39' 23" O
Altitude 802 m (2 631 ft)
Movimento em 2015 Aumento 19.279.644
Baixa 39.758.826
Aumento 213.833
Capacidade anual 17,1 mi de passageiros
Website oficial Página oficial
Mapa
CGH está localizado em: Brasil
CGH
Localização do aeroporto no Brasil
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
17R/35L 1 940 m (6 365 ft) Asfalto
17L/35R 1 435 m (4 708 ft) Asfalto

O Aeroporto de São Paulo/Congonhas[nota 1], ou simplesmente Aeroporto de Congonhas, (IATA: CGHICAO: SBSP) é um aeroporto doméstico da cidade de São Paulo, o terceiro mais movimentado do Brasil. O aeródromo fica na zona sul da cidade, no bairro de Vila Congonhas, distrito do Campo Belo, e parte do distrito do Jabaquara. Esta distante 10,7 km do centro cidade e a 35 km do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos.[1] É um aeroporto marcado com cicatrizes de graves acidentes aéreos ocorridos ao longo de sua história;[2] É também considerado o aeroporto executivo do Brasil em função do grande número de seus passageiros que viajam a negócios entre São Paulo e outros grandes centros como Rio de Janeiro e Brasília.[3]

Inaugurado em meados dos anos 30 em área descampada, o aeroporto logo foi envolvido pela cidade e se tornou um aeroporto central, atualmente atendendo a grande São Paulo com voos domésticos nacionais e regionais para mais de 30 destinos no Brasil. Segundo estatísticas da ANAC de 2014, Congonhas atende 5 das 20 rotas mais movimentadas do Brasil, incluído a ponte aérea Rio-São Paulo, a mais movimentada do país.[4]

Congonhas já foi o aeroporto mais movimentado do país de 1990 até 2006,[3] quando o acidente com o Voo TAM 3054, em julho de 2007, fez com que muitos voos fossem transferidos para outros aeroportos. Atualmente é o terceiro aeroporto mais movimentado em número de passageiros e em número de aeronaves do Brasil e o primeiro da rede Infraero, após a privatização do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos e do Aeroporto Internacional de Brasília. Ainda hoje o aeroporto opera no limite da capacidade de suas pistas com 536 voos comerciais diariamente, o que equivale a um pouso ou uma decolagem a cada 2 minutos durante o horário de funcionamento do aeroporto - de 06:00 h às 23:00 h.[5]

O complexo aeroportuário de Congonhas abrange uma área de aproximadamente 1,6 milhão de metros quadrados, contando com duas pistas com capacidade para até 40 ou 41 operações pouso/decolagens por hora,[6] e um terminal de passageiros com capacidade para atender cerca de 6.500 passageiros por hora.[7] A pista principal do aeroporto é equipada com os sistemas de pouso por instrumentos ALS e ILS, que permitem o aeroporto operar em condições adversas com o mesmo nível de segurança operacional e ajuda a diminuir a quantidade e o tempo de fechamento do aeroporto por conta do clima ruim.[7]

A característica mais marcante do Aeroporto de Congonhas é o piso em forma de tabuleiro de xadrez, formado por quadrados em placa de granito preto e mármore branco. Esse piso, da década de 60, incorporou-se ao terminal de passageiros de Congonhas de tal forma que ficou na memória da população, tornando-se a identidade visual do aeroporto.[3]

História[editar | editar código-fonte]

Hall principal do Aeroporto de Congonhas
Setor de check-in do Aeroporto de Congonhas.

Desde 1920, o aeroporto que atendia a cidade de São Paulo era o Campo de Marte, localizado às margens do Rio Tiete, onde as chuvas frequentemente causavam alagamentos. Com isso, em 1935 foram feitos estudos pelo governo do estado com a intenção de prover a São Paulo um aeroporto que não estivesse sujeito às enchentes. A região de Congonhas então foi escolhida por suas condições naturais de visibilidade e de drenagem, longe das áreas de áreas alagadiças. Na época, quando a cidade de São Paulo tinha 1 milhão de habitantes,a escolha do local foi criticada pelo fato de ser uma região descampada e distante. O nome Congonhas é uma homenagem ao Visconde de Congonhas do Campo, Lucas Antônio Monteiro de Barros (1823-1851), primeiro governante da Província de São Paulo após a Independência do Brasil (1822). Congonhas também é o nome de um tipo de erva-mate muito comum em Minas Gerais, na região onde se situa Congonhas do Campo, cidade natal de Monteiro de Barros.[3][8]

Entre 1928 e 1932, a Cia. Auto-Estradas Incorporadora e construtora S.A construiu a estrada de ligação entre São Paulo e Santo Amaro (atual avenida Washington Luís). Essa companhia era proprietária de um grande terreno entre Santo Amaro e o Ibirapuera e vinha vendendo lotes na área deste 1930. Em 1936, a Auto-Estradas comprou um grande terreno de um bisneto do Visconde de Congonhas, que era proprietário das terras onde seria construído o aeroporto. Essa construtora planejava urbanizar a região, chamando-a de Vila Congonhas.[8] Com isso, a Auto-Estradas torna-se a maior interessada na instalação do aeroporto na região e como forma de pressionar o governo de São Paulo pela escolha do terreno, a companhia, por conta própria, construiu uma pista de terra para pousos e decolagens à margem da estrada de rodagem para santo Amaro.[8]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

1935 - O Governo de São Paulo realiza um estudo técnico para a escolha do sítio onde se localizaria o novo aeroporto.[3]

1936 - Em 12 de abril de 1936, pela primeira vez, o Campo de Aviação da Companhia Auto-Estradas foi utilizado publicamente em caráter experimental. Pilotos consagrados foram convidados para exibir-se e testar as condições de Congonhas para sediar o aeroporto. Em julho de 1936, com a construção de uma segunda pista de terra, companhias de aviação comercial passaram a utilizar o campo a pista de terra, que foi brevemente conhecido como Campo da VASP. Ainda no mesmo ano, no dia 15 de setembro, o governo de São Paulo finalmente adquiriu o terreno depois de chegar a um acordo com a Auto-Estradas quanto ao preço e o aeroporto passa então a ser denominado oficialmente como Aeroporto de São Paulo, sob a administração da Diretoria da viação da Secretaria da Viação e Obras Públicas do Estado de São Paulo.[8]

Lockheed Electra da Varig em Congonhas, avião usado na ponte-aérea de 1962 a 1992
SAAB Scandia da VASP no Aeroporto de Congonhas em 1965

1940 - A Secretaria de Estado dos Negócios e da Viação estabelece que o Aeroporto seria administrado por um representante do governo do estado de São Paulo. Assim, o estado investiu sistematicamente em Congonhas, em especial no primeiro período e ao lado da pista, foi construída uma pequena estação de passageiros em linhas art déco que funcionou até 1948.[8]

1942 - Início de estudos de melhorias do Aeroporto de São Paulo feitos a pedido da Diretoria da Viação.[8]

1947 - Início das obras da primeira grande reforma do aeroporto de São Paulo.[8]

1949 - Conclusão das obras de prolongamento da pista principal para 1.865 metros.[8]

1951 - Conclusão das obras da torre de controle.[9]

1954 - Inauguração do pavilhão das autoridades.[9]

1955 - inauguração do novo terminal de passageiros.[9]

1957 - O Aeroporto de Congonhas passa a ser o terceiro do mundo em movimento de carga aérea, depois de Londres e Paris.[9]

1959 - Inauguração da ala internacional.[9]

1959 - Inauguração da ponte aérea Rio-São Paulo: acordo firmado entre as companhias Varig, Vasp e Cruzeiro do Sul que operavam os Convair 240, Scandia e Convair 340, respectivamente, na ligação aérea entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.[10]

1960 - Inauguração do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, construído para receber os grandes aviões intercontinentais, bem como os voos cargueiros que eram todos atendidos por Congonhas.[8]

1962 - Implantação do primeiro serviço de RADAR.[8]

1968 - Criação da Comissão Coordenadora do Projeto Aeroporto Internacional (CCPAI) pelo Ministério da Aeronáutica brasileiro com finalidade de construir simultaneamente dois aeroportos de primeira classe internacional, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo, sendo que o eixo Rio-São Paulo concentrava 90% do tráfego internacional do Brasil. A importância desses novos aeroportos é oferecer uma nova infraestrutura aeroportuária de que demandavam os grandes aviões intercontinentais que vinham sendo lançados.[3]

Decolagem de Boeing 737 da Gol em Congonhas
Fotografia aérea do Aeroporto de Congonhas.

1968 - Início da expansão comercial e residencial na região próxima ao aeroporto, com surgimento de bairros populosos em seu entorno.[9]

1975 - Investimentos necessários para a modernização do Aeroporto de Congonhas começaram a ser feitos, começando pela reforma do terminal de passageiros.[8]

1976 - Por determinação do DAC, o aeroporto passa a funcionar somente das 06h00 às 23h00, atendendo reivindicação dos moradores da vizinhaça, que há anos reclamavam do barulho.[9]

1977 - Ano em que 4,5 milhões de passageiros passaram pelo Aeroporto de Congonhas. Foi inaugurado, em junho, o sistema de pouso por instrumento ILS (Instrument Landing System.[8]

1978 - O terminal de cargas (TECA) de Congonhas passou a ser administrado pela INFRAERO (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, criada em 1973) e vinculada ao Ministério da Aeronáutica.[8]

1979 - Conclusão da reforma do terminal de passageiros.[8]

1981 - A administração do Aeroporto de Congonhas passou para a INFRAERO,[9] que começou a fazer uma série de reformas visando elevar a eficiência operacional do aeroporto. A reforma incluiu a instalação do sistema de esteiras rolantes nas alas de desembarque, ampliação da pista principal para 1.934 metros de extensão, ampliação da cabeceira 16 da pista (hoje 17) a fim de agilizar as manobras das aeronaves maiores (como o Boeing 727), construção de armazéns no TECA, adaptação e construção de sala para a Ponte Aérea, marquises para pontos de táxis, entre outras melhorias.[8]

1985 - Transferência dos voos internacionais e domésticos para Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, ficando apenas voos regionais e os voos da ponte aérea Rio-São Paulo em Congonhas. A partir de então, o aeroporto passou por anos de ociosidade em seu terminal de passageiros.[8]

1990 - O Aeroporto de Congonhas volta a receber voos domésticos e passa a ser o aeroporto mais movimentado do país.[3]

1991 - Por determinação do Departamento de Aviação Civil (DAC) os aviões turboélices Lockheed Electra II foram substituídos por aviões turbo-jatos mais modernos na ponte aérea Rio-São Paulo.[8]

1992 - Publicação da portaria do Ministério da Aeronáutica que autorizou a reativação dos voos internacionais no Aeroporto de Congonhas (suspensos desde 1985) com aeronaves com porte do Boeing 737, com capacidade de 130 passageiros.[8]

1992 - Inauguração de nova sala de embarque para a ponte aérea Rio-São Paulo e anúncio de obras de reestruturação para atender o aumento dos voos regionais e a intensificação de movimento nas pontes para Brasília, Belo Horizonte e Curitiba, que incluíram a transferência dos balcões de deck in para a ala norte, com um design em combinação com o piso em forma de tabuleiro de xadrez.[8]

1995 - Em outubro de1995 foi feita a implantação do sistema X-4.000, um novo equipamento desenvolvido do Brasil, que permitia uma melhor visibilidade das aeronaves no espaço da cidade e um controle mais rigoroso de cada área.[8]

1995 - O aeroporto de Congonhas bateu seu recorde de pousos e decolagens (154.697) e superou Guarulhos no tráfego aéreo, sendo o aeroporto mais rentável para a Infraero.[8]

Aviões Boeing 737 da Gol e Airbus A320 da Tam em manobra de pouso entre os prédios de São Paulo

1996 - Primeiro grande acidente aéreo: No dia 31 de outubro de 1996, um avião Fokker 100 da TAM, com destino ao Rio de Janeiro, caiu sobre o bairro Jabaquara matando 3 pessoas em solo além de todos os 90 passageiros e 6 tripulantes a bordo.[8]

1996 - Com a saturação da capacidade operacional do aeroporto, foi adotado o sistema de "slots" em Congonhas.[8]

2003 - Em maio de 2003 o aeroporto inicia obras de ampliação e modernização.[11]

2007 - Segundo grande acidente aéreo: No dia 17 de julho de 2007, um avião Airbus A320 da TAM, procedente de Porto Alegre, ultrapassou o fim da pista 17R em alta velocidade e veio a se chocar com um prédio da própria TAM, na Avenida Washington Luiz. Morreram nesse acidente 12 pessoas em solo além de todos os 180 passageiros e 7 tripulantes a bordo. Em decorrência desse acidente vários voos foram transferidos para Guarulhos e outros aeroportos, reduzindo o movimento do aeroporto que deixa de ocupar a primeira posição dos aeroportos mais movimentados do país.[9]

2008 - Em 2008, por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o aeroporto deixa de operar voos internacionais da aviação executiva e passou a se chamar oficialmente Aeroporto de São Paulo/Congonhas.[3]

2013 - O Aeroporto de Congonhas ganhou dois prêmios "Boa Viagem", oferecidos pela SAC (Secretaria de Aviação Civil) e pela Embratur, nas categorias Melhor Check-in e Melhor Inspeção de Segurança durante os jogos da Copa das Confederações.[12]

2014 - Em 2014, o Aeroporto de Congonhas voltou a ultrapassar a marca de 18 milhões de passageiros (marca alcançada em 2006, e reduzida após o acidente da TAM em 2007), porém com um número menor de pousos e decolagens.[13][14]

2015 - A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) derrubou em dezembro uma restrição — em vigor desde 2007— que limitava a uma distância de 1.500 km em linha reta os voos a partir do aeroporto, o terceiro maior do país em número de passageiros. Segundo a Anac, não havia razão técnica ou econômica que justificasse manter a restrição. A intenção foi permitir ampliar a oferta. A modificação era um pedido constante das empresas. A regra havia sido criada pela Anac após o acidente com o Airbus da TAM em 2007, para reduzir o uso do aeroporto. Na ocasião, 199 pessoas morreram. Outras duas medidas foram adotadas, ambas em vigor: uma delas reduziu os pousos e decolagens — Congonhas chegou a ter 50 movimentos/hora; hoje são 34. A outra foi não usar a pista auxiliar para voos comerciais.[15]

Ampliação e modernização[editar | editar código-fonte]

Em 2002 A Infraero anunciou a uma série de obras em Congonhas para adequar o aeroporto ao tráfego de 12 milhões de passageiros por ano. As Obras tiveram início em maio de 2003 e foram divididas em duas etapas.

Primeira Fase

Obras iniciadas em Maio de 2003:[11]

Nova Torre de controle de Congonhas.
Antenas de Localizador de ILS do Aeroporto de Congonhas.
  • Reformulação da área de embarque e desembarque, com a construção de um conector com 8 pontes de embarque. Essa estrutura ficou pronta em 15 de agosto de 2004.
  • Construção do edifício garagem com o total de 3400 vagas. Obra foi concluída em dezembro de 2005 e o estacionamento inaugurado em janeiro de 2006. (Esta obra foi feita em parceria com a prefeitura de São Paulo).[16]
Segunda Fase

Obras iniciadas em Outubro de 2004:[17]

  • Ampliação do conector com o acréscimo de mais 4 pontes de embarque, totalizando as 12 pontes atuais;
  • Reforma do terminal de passageiros - TPS;
  • Readequação do sistema viário de embarque e desembarque de passageiros;
  • Readequação dos pátios de estacionamento de aeronaves;
  • Recapeamento da pista de pouso auxiliar.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Sítio Aeroportuário[18]
  • Área total: 1.647.000 m²


Pistas de pousos e decolagens[19]

Pista Principal (17R/35L):

  • 1940 x 45 metros

Pista Auxiliar (17L/35R):

  • 1435 x 45 metros

Instrumentos de pouso e rádionavegação:

Capacidade:

  • 40/41 movimentos/hora[6]
Terminal de Passageiros[7]

Área: 64.579 m²

78 posições de check-in – ala norte

57 totens de autoatendimento

Capacidade:

  • 3.156 embarques/hora
  • 3.375 desembarques/hora
  • 17,1 milhões de passageiros/ano

2 Salas de Embarque:

  • 1.º andar: 12 portões de 1 a 12 (alocação com finger)
  • Térreo: 10 portões de 13 a 22 (alocação remota)
  • Total de Portões: 22

Uma sala de desembarque:

  • 5 esteiras de restituição de bagagens – ala sul

Estacionamento de veículos:

  • 3.414 vagas
Pátio de aeronaves[7]

Área: 77.321 m²

Estacionamento de aeronaves para aviação comercial:

  • 12 posições de alocação com finger (Pontes de embarque)
  • 17 posições de alocação remota
  • Total: 29 posições

Estacionamento de aeronaves para aviação geral:

  • 22 posições para asa fixa
  • 2 posições para asa rotativa
  • Total: 24 posições

Estacionamento de aeronaves para autoridades:

  • 1 posição para asa fixa
  • 1 posição para asa rotativa

Coordenação de Slot[editar | editar código-fonte]

Dada a saturação do aeroporto de Congonhas, principalmente de suas pistas, desde 1996 o aeródromo funciona sob o sistema de Slots.[8] O slot de aeroporto é um intervalo de tempo estabelecido, durante o qual a operação de pouso ou decolagem deve ser realizado. Esse intervalo é quantificado de forma diferente em cada aeroporto. O Controle desse sistema é feito pela ANAC por meio da Coordenadoria de Slots vinculada à Superintendência de Regulação Econômica e Acompanhamento de Mercado (SER).[20]

Atualmente a distribuição de slots no aeroporto de Congonhas é regulamentada pela Resolução nº 336/2014, da ANAC e as condições para a operação das companhias aéreas no aeroporto são definidas pela Portaria nº327/2008 e pela Resolução nº 55/2008, da ANAC.[21] A definição do número de slots no aeroporto é feita com base na declaração de capacidade do terminal de passageiros e do pátio de aeronaves, elaborada pela Infraero, e também pela declaração de capacidade da pista, elaborada pelo DECEA/CGNA.[5]

A ANAC faz avaliações da pontualidade (referente a atrasos) e a regularidade (referente a cancelamentos) de todos os slots utilizados, conforme os padrões estabelecidos pelas normas. O descumprimento sistemático desses índices pode gerar aplicação de multas às companhias aéreas em função de atrasos e cancelamento de voos podendo até haver a redistribuição dos slots mal utilizados, com objetivo de obter o uso mais eficiente desses horários de partidas e chegadas.[5]

Parametrização
Congestionamento de aviões no pátio do Aeroporto de Congonhas

Os slots distribuídos em Congonhas só podem ser operados por aeronaves com, no mínimo, 90 (noventa) assentos.[22]

São elegíveis para constituição de série de slots apenas os serviços de transporte aéreo público regular de passageiros, sendo que série de slots é o conjunto de slots alocados para a mesma empresa de transporte aéreo em semanas consecutivas, no mesmo dia da semana, na mesma hora ou com variação de até quinze minutos entre os horários alocados.[22]

Na utilização das séries de slots deve ser observado mínimo de 90% de regularidade e 80% de pontualidade.[22]

Limitações

O aeroporto fica fechado para aeronaves civis após 23:00 h e antes das 06:00 h, horário local, resguardadas situações de urgência e emergência.[23]

A operação de aeronaves de asas fixas só é permitida com dois pilotos.[23]

É proibido a realização de voos de treinamento no aeroporto.[23]

Critérios para distribuição de Slots[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto de Congonhas é o aeroporto mais concorrido e saturado do país. Operar no aeroporto central da maior cidade do Brasil é o desejo de todas as companhias aéreas brasileiras. A disputa acirrada das companhias por slots no aeroporto se explica pela grande demanda pelo transporte aéreo regular para os principais destinos da malha aérea brasileira, o que faz das operações mais rentáveis para as companhias, uma vez que as tarifas tendem a ser mais altas exatamente pela procura.[24] Quando há novos slots a serem distribuídos em Congonhas, as companhias são submetidas a critérios definidos na Resolução nº 336/2014 da ANAC para então conseguirem novos horários para pousos e decolagens no aeroporto. Esses critérios são:




Circle frame.svg

Atual divisão dos slots de congonhas.[5]

  LATAM (44%)
  Gol (43.7%)
  Avianca (7.5%)
  Azul (4.9%)

I - percentual de participação de cada empresa de transporte aéreo regular de passageiros no mercado nacional, medida com base no critério de passageiro pago transportado por quilômetro (RPK), durante a temporada equivalente anterior;[22]

II - percentual de participação de cada empresa de transporte aéreo regular de passageiros no mercado de aviação regional do país, medida com base no critério de passageiro pago transportado por quilômetro, durante a temporada equivalente anterior;[22]

III - Eficiência Operacional Nacional durante a temporada equivalente anterior. Eficiência operacional nacional é a média entre a porcentagem de pontualidade e de regularidade dos voos regulares de uma empresa em uma determinada temporada.[22]

Redistribuição de Slots – 2014[editar | editar código-fonte]

Em 2014, o governo federal, por meio do Conselho de Aviação Civil (Conac), determinou que a ANAC redistribuísse os slots de Congonhas priorizando as empresas entrantes, sendo estas as que possuíam menos de 12 por cento dos slots no aeroporto. Com isso, no dia no dia 8 de outubro de 2014, a ANAC anunciou então uma nova distribuição de slots de acordo com as diretrizes da Resolução n°3/2014, do CONAC, e com as regras da Resolução nº 336/2014, da ANAC.[25] Nesse processo, o número de slots/hora no aeroporto passou de 30 para 32 ou 33, o que equivale a um acréscimo de 43 slots/dia em Congonhas. Esses novos slots foram provenientes do rearranjo da capacidade de pista para a aviação comercial somados a dois slots remanescentes do banco de slots (retirados de empresas que deixaram de operar no aeroporto).[25]

Os 43 novos slots foram então distribuídos entre as companhias entrantes, beneficiando assim as empresas Azul, com 26 slots e Avianca com 16 slots, sendo que a primeira não tinha nenhum slot e a segunda já possuía 24.[5][26] Com isso o Congonhas passou a ter 536 slots nos dia úteis, sendo 236 da LATAM, 234 da Gol, 40 da Avianca e 26 da Azul. Para essa nova alocação de slots às empresas entrantes, a ANAC usou os critérios de regularidade e pontualidade destas companhias, além da participação no de cada uma nos mercados nacional e regional com base no critério de “passageiro pago transportado por quilômetro”.[5]

Companhias Aéreas e Destinos[editar | editar código-fonte]

Companhias Aéreas e Destinos em Congonhas
Companhias Aeronaves Voos regulares vigentes[27]
Brasil Avianca Airbus A320

Airbus A319

Airbus A318


Brasil Azul Embraer 195

Brasil Gol (Hub) Boeing 737-700

Boeing 737-800


Brasil LATAM (Hub) Airbus A320

Airbus A319

Estatísticas[editar | editar código-fonte]




Circle frame.svg

Composição das operações no Aeroporto de Congonhas, em 2015:[6]

  Aviação Geral (21%)

Composição das operações[editar | editar código-fonte]

Existem três tipos tipos de operações aéreas no Aeroporto de Conganhas:[6]

  • A Aviação comercial, referente as companhias aéreas que comercializam passagens e mantém voos regulares em linhas aéreas partindo do aeroporto;
  • A Aviação geral, referente voos da aviação executiva, de pequenos aviões de propriedade particular, de helicópteros, voos de treinamento para pilotos iniciantes e outras atividades aéreas que não sejam voos regulares ou aeronaves militares;
  • E a Aviação militar, com a utilização de aviões para fins exclusivamente militares, incluindo o uso de outras aeronaves como helicópteros.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), em 2015 decolaram ou aterrissaram em Congonhas 221.534 aeronaves, sendo 78% da aviação comercial, 21% da aviação geral e 1% da aviação militar.[6]


Maiores Rotas[editar | editar código-fonte]



Circle frame.svg

Maiores rotas de Congonhas em 2014:[4]

  Santos Dumont (22%)
  Brasília (12%)
  Porto Alegre (8%)
  Confins (8%)
  Curitiba (8%)
  Outras (42%)

O Aeroporto de Congonhas atende 5 das 20 rotas mais movimentadas do País, conforme dados do anuário estatístico 2014 da ANAC. Essas 5 rotas ligam Congonhas a 5 grandes metrópoles da região centro-sul do Brasil, correspondendo a 58% de todo o movimento do aeroporto.[4]

Maiores rotas de Congonhas em 2014 em número de passageiros[4]

(dados mais recentes )

Rank Origem/Destino Embarques+Desembarques  %
1 Rio de Janeiro Rio de Janeiro (S. Dumont), Rio de Janeiro 4.000.844 22%
2 Distrito Federal (Brasil) Brasília, Distrito Federal 2.157.577 12%
3 Rio Grande do Sul Porto Alegre, Rio Grande do Sul 1.540.050 8%
4 Minas Gerais Belo Horizonte (Confins), Minas Gerais 1.516.447 8%
5 Paraná Curitiba, Paraná 1.354.519 8%
Demais rotas de Congonhas 7.564.634 42%
Total em 2014 18.134.071 100%

Movimento operacional[editar | editar código-fonte]

Histórico - Movimento Operacional[13][14]
Ano Passageiros Aeronaves
2015 19.279.644 Aumento6% 213.833 Aumento4%
2014 18.134.071 Aumento7% 205.410 Baixa-2%
2013 17.025.603 Aumento1% 209.555 Baixa-2%
2012 16.775.785 Aumento0,1% 213.419 Aumento2%
2011 16.753.567 Aumento8% 209.280 Aumento2%
2010 15.481.370 Aumento13% 204.943 Aumento6%
2009 13.699.657 Aumento0,2% 193.308 Aumento4%
2008 13.672.301 Baixa-10% 186.694 Baixa-9%
2007 15.265.433 Baixa-17% 205.564 Baixa-11%
2006 18.459.191 Aumento8% 230.995 Aumento1%
2005 17.147.628 Aumento26% 228.110 Aumento5%
2004 13.611.227 Aumento13% 217.872 Baixa-1%
2003 12.069.575 220.887
Nota: A Infraero não inclui na estatística as operações da Aviação Militar.
Movimento anual de passageiros
(em milhões)
Movimento anual de aeronaves
(em milhares)

Incidentes e acidentes[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto de Congonhas já foi local de três grandes acidentes aéreos do Brasil: O primeiro, em 1963, com a queda do Convair PP-CDW, depois , em 1996, a queda do Fokker 100 da TAM, e por ultimo, em 2007, o acidente com o Airbus A320 da TAM. As pistas relativamente curtas de Congonhas e sua localização em meio a área urbana são fatores que geram controvérsias quanto a segurança de suas operações.[28]

Praça Memorial 17 de Julho construída no local do acidente do voo TAM 3054.
Bombeiros resgatam corpos de vítimas do acidente com o Airbus A-320 da TAM.

Queda do Convair PP-CDW[editar | editar código-fonte]

Em 3 de maio de 1963, um Convair 340 da Cruzeiro do Sul decolou de Congonhas à noite com destino ao aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, quando foi detectado um incêndio em um dos motores do avião. Ao tentar retornar para o aeroporto, a aeronave perdeu sustentação, vindo a cair sobre uma casa na avenida Piassanguaba, bairro Planalto Paulista, se incendiando em seguida. Mais de 30 pessoas morreram neste acidente, que também deixou outras pessoas com ferimentos.[29]

Voo TAM 402[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Voo TAM 402

Em 31 de outubro de 1996, o Fokker 100 da TAM, matrícula PT-MRK, decolou do Aeroporto de Congonhas com destino ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Problemas técnicos fizeram com que o avião perdesse sustentação, levando a queda do aeronave que atingiu 8 casas no bairro Jabaquara, matando 3 pessoas em solo. Todos os 96 ocupantes do avião, passageiros e tripulantes, morreram no acidente.[30]

Voo TAM 3054[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Voo TAM 3054

No dia 17 de julho de 2007, ocorreu o maior acidente da história de Congonhas e do Brasil. Um Airbus A320 da TAM, vindo do Aeroporto Internacional de Porto Alegre, teve problemas de frenagem ao pousar na pista principal do aeroporto de Congonhas, fazendo com que o avião não conseguisse parar. No final da pista a aeronave fez uma curva, passando por cima da Avenida Washington Luís e colidindo com um prédio da própria TAM, do outro lado da avenida. Todos os 187 ocupantes do avião morreram, juntamente com outras 12 vítimas em solo. Outras 13 pessoas em solo ficaram feridas.[31]

O Aeroporto de Congonhas era o mais movimentado do país, recebendo no ano de 2006 18,8 milhões de passageiros, 50% acima de sua capacidade operacional.[32][33] O acidente fez com que o governo brasileiro limitasse o percurso dos voos que têm o aeroporto com destino ou origem a 1.000 km e proibisse que o aeroporto fosse usado para escalas e conexões, essa proibição vigorando até 6 de março de 2008.[34] As autoridades determinaram a redução do número de pousos e decolagens em Congonhas, levando as companhias a transferir parte de seu voos para outros aeroportos. [35]

Filas no aeroporto de Congonhas, dias após o acidente do voo 3054 da TAM.
Operários fazem ranhuras para facilitar a frenagem na pista principal.

Outros acidentes e incidentes[editar | editar código-fonte]

Tido como um Incidente grave, em 22 de março de 2006, um Boeing 737 da companhia BRA derrapou na pista 35L, e por pouco, não caiu na Avenida Washington Luíz. A empresa culpou o aeroporto pelo acumulo de borracha de pneu na pista.[36]

Em 3 de setembro de 2008, um bimotor com um passageiro, piloto e co-piloto tentou arremeter o pouso, mas derrapou na pista quase caindo na avenida Washington Luís. O nariz do avião bateu no muro que separa o aeroporto da avenida, ninguém se feriu, mas o aeroporto permaneceu algumas horas fechado para pousos e decolagens.[37]

Em 10 de agosto de 2012, um policial militar recentemente afastado do cargo por problemas psicológicos, subiu em uma das torres de sinalização de aproximação de aeronaves. O aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens durante horas. O incidente não só atrapalhou os aviões, como também o tráfego na capital paulista, causando um congestionamento de mais de 200 km. Pela noite, policiais convenceram o homem a descer da torre. Muitos voos foram desviados para os Aeroportos Internacional do Galeão Antônio Carlos Jobim no Rio de Janeiro, Internacional de Viracopos, em Campinas, e no Internacional de São Paulo Gov. André Franco Montoro em Guarulhos.[38]

Em 11 de novembro de 2012, um jato executivo Cessna 525B de prefixo PR-MRG, que vinha de Florianópolis (SC) e pousou na pista auxiliar, ainda que adequada, não conseguiu parar, ultrapassou a pista e caiu em um terreno entre o aeroporto e a Avenida dos Bandeirantes. Os passageiros sofreram ferimentos leves e foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros. O acidente trouxe de volta a dúvida sobre a segurança do Aeroporto de Congonhas, sobre a qualidade técnica dos pilotos que usam aquele aeroporto e sobre as instituições regulatórias como a ANAC e o DECEA.[39]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Notas

  1. A legislação brasileira estabelece que a denominação de aeroportos é feita por meio de Lei Específica, regulamentada pelo Poder Executivo, após projeto ter sido votado no Legislativo. Embora hoje não exista lei específica atribuindo oficialmente um nome ao aeroporto central de São Paulo, a denominação "Aeroporto de São Paulo/Congonhas" é usada pela Infraero na página oficial, bem como é frequentemente usada nos regulamentos da ANAC

Referências

  1. Infraero. «Contatos». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  2. Jornal Estadão (18/07/07). «A cronologia de acidentes em Congonhas». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  3. a b c d e f g h Infraero. «Aeroporto de São Paulo/Congonhas». Consultado em 25 de junho de 2015. 
  4. a b c d Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. «Anuário Estatístico do Transporte Aéreo 2014». Consultado em 2 de Junho de 2015. 
  5. a b c d e f ANAC (09/10/2014). «ANAC divulga o resultado da distribuição de slots em CGH». Consultado em 5 de julho de 2016. 
  6. a b c d e Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea. «Aeroporto de Congonhas - SP». Aeroportos. Consultado em 25 de junho de 2015. 
  7. a b c d Infraero. «Declaração de Capacidade» (PDF). Consultado em 25 de junho de 2015. 
  8. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x Fernando Marcato. «Histórico». Aeroporto Internacional de Congonhas / São Paulo. Consultado em 25 de junho de 2015. 
  9. a b c d e f g h i Portal G1. André Luís Nery (25/07/07). «Conheça a história de Congonhas». Consultado em 26 de junho de 2015. 
  10. Revista Flap. Beting, Gianfranco. «Ponte Aérea» (PDF). Consultado em 2 de Junho de 2015. 
  11. a b DCI. Regina Ielpo (21/10/2003). «Infraero investe R$ 4,6 bi em obras em aeroportos». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  12. Portal Boa Viagem. «Prêmio Boa Viagem». Consultado em 25 de junho de 2015. 
  13. a b Infraero. «Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2003 a 2013». Estatísticas. Consultado em 03 de Janeiro de 2014. 
  14. a b Infraero. «Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2012 a 2014». Estatísticas. Consultado em 4 de Junho de 2015. 
  15. Casa Civil SP. «Restrição cai, e Congonhas volta a ter voos para o país todo após 9 anos». Consultado em 20 de março de 2016. 
  16. Portal Metalica Construção Civil. «Edifício Garagem do Aeroporto de Congonhas». Consultado em 25 de junho de 2015. 
  17. Tribunal de Contas da União. «Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2006» (PDF). Consultado em 25 de junho de 2015. 
  18. Infraero. «Complexo aeroportuário». Consultado em 04 de julho de 2016. 
  19. Departamento de Controle do Espaço Aéreo (30/06/2016). «Serviço de Informação Aeronáutica Oficial». Consultado em 30 de junho de 2016. 
  20. ANAC. Coordenação de Slot (25/09/14). «A Coordenação de Slot». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  21. ANAC. Coordenação de Slot. «Regulamentos». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  22. a b c d e f ANAC. Coordenação de Slot. «RESOLUÇÃO Nº 336, DE 9 DE JULHO DE 2014». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  23. a b c ANAC. Coordenação de Slot. «RESOLUÇÃO Nº 55, DE 08 DE OUTUBRO DE 2008 – ANAC.». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  24. Gazeta do Povo. Aviões em foco. Gustavo Ribeiro (26/09/14). «Quanto vale um slot no aeroporto de Congonhas? Muita grana!». Consultado em 29 de junho de 2015. 
  25. a b Valor Econômico. Mônica Izaguirre (09/07/2014). «Governo manda Anac redistribuir slots em Congonhas». Consultado em 26 de junho de 2015. 
  26. Exame.com. Priscila Jordão, da REUTERS (26/09/2014). «Governo divulga distribuição de slots em Congonhas». Consultado em 26 de junho de 2015. 
  27. ANAC. «Voos autorizados vigentes». HOTRAN. Consultado em 04/07/2016. 
  28. Agência Brasil. Elaine Patricia Cruz (25/11/2007). «Congonhas registra o maior número de acidentes aéreos contra estruturas urbanas, aponta pesquisador». Consultado em 5 de julho de 2016. 
  29. O Globo. Donizeti Costa (27/01/2009). «Ator Renato Consorte é enterrado esta terça». Consultado em 4 de julho de 2016. 
  30. Folha On-line (31/10/1996). «Jato cai em SP com 96 pessoas a bordo». Consultado em 4 de julho de 2016. 
  31. Portal UOL (27/07/2007). «Avião da TAM sofre pior acidente aéreo da história do país». Consultado em 4 de julho de 2016. 
  32. Portal Terra (26/07/2007). «Congonhas será usado apenas em seis rotas». 
  33. Agência Brasil. «Congonhas operou 50% acima da capacidade em 2006». 
  34. «Ministério da Defesa». 
  35. Gazeta do Povo (26/07/2007). «TAM divulga lista de vôos transferidos de Congonhas para Cumbica». Consultado em 4 de julho de 2016. 
  36. Portal Uol. Eduardo Simões (22/03/2006). «Avião da BRA derrapa na pista em Congonhas sem deixar feridos». Consultado em 5 de julho de 2016. 
  37. Estadão (4/9/2008). «Bimotor que derrapou em Congonhas é removido». Consultado em 5 de julho de 2016. 
  38. Portal IG (10/8/2012). «Homem escala torre, interrompe trânsito e para pousos no aeroporto de Congonhas». Consultado em 5 de julho de 2016. 
  39. Portal G1 (11/11/2012). «HJatinho derrapa e cai na cabeceira da pista de Congonhas; 2 ficam feridos». Consultado em 5 de julho de 2016. 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

• Beiguelman, Giselle (1996). No Ar - 60 Anos do Aeroporto de Congonhas (São Paulo: INFRAERO)

• Beting, Gianfranco (2007). Ponte Aérea: Quarenta anos de história da maior invenção da aviação comercial brasileira. (São Paulo: Revista Flap Internacional) p 52-72. Arquivo PDF

• Agência Nacional de Aviação Civil(2015). Anuário do Transporte Aéreo 2014. (Brasília:ANAC) p 96-99. Arquivo PDF

• Departamento de Controle do Espaço Aéreo; Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (2016). Anuário Estatístico de Tráfego Aéreo 2015. (Rio de Janeiro:DECEA/CGNA) p36-39. Arquivo PDF

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