Aeroporto de Congonhas/São Paulo

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Aeroporto de Congonhas/São Paulo
Aeroporto de Congonhas - Aeronaves.jpg
IATA: CGH - ICAO: SBSP
Tipo Público
Administração Infraero
Serve São Paulo
Localização
CGH está localizado em: Brasil
CGH
Inauguração 12 de abril de 1936 (79 anos)


Altitude 802 m (2 631 ft)
Movimento em 2014[1] Aumento18.134.071 de passageiros
Baixa59.540 t de carga
Baixa205.410 aeronaves
Capacidade anual 17,1 mi de passageiros
Website oficial Página oficial
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
17R/35L 1 940 m (6 365 ft) Asfalto
17L/35R 1 435 m (4 708 ft) Asfalto

O Aeroporto de Congonhas/São Paulo (IATA: CGHICAO: SBSP) é o segundo aeroporto mais movimentado do Brasil. O aeródromo fica na zona sul de São Paulo, no bairro de Vila Congonhas, distrito do Campo Belo, distante 8,7 km do ponto central da cidade e a 28 km do Aeroporto Internacional.[2] É um aeroporto marcado com cicatrizes de graves acidentes aéreos ocorridos ao longo de sua história;[3] também é caracterizado por ser considerado o aeroporto executivo do Brasil em função do grande número de seus passageiros que viajam a negócios entre São Paulo e outros grandes centros como Rio de Janeiro.[4]

Inaugurado em meados dos anos 30 em área descampada, o aeroporto logo foi envolvido pela cidade e se tornou um aeroporto central, atualmente atendendo a grande São Paulo com voos domésticos nacionais e regionais para 26 destinos concentrados na região centro-sul do Brasil. Segundo estatísticas da ANAC de 2013, Congonhas atende 5 das 20 rotas mais movimentadas do Brasil, incluído a ponte aérea Rio-São Paulo, a mais movimentada do país.[5]

Congonhas já foi o aeroporto mais movimentado do país entre os anos de 1990 até 2006,[4] quando o acidente com o Voo TAM 3054, em julho de 2007, fez com que muitos voos fossem transferidos para outros aeroportos. Atualmente é o segundo aeroporto mais movimentado em número de passageiros e em número de aeronaves do Brasil e o primeiro da rede Infraero, após a privatização do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos. Ainda hoje o aeroporto opera no limite da capacidade de suas pistas com 536 voos comerciais diariamente, o que equivale a um pouso ou uma decolagem a cada 2 minutos durante o horário de funcionamento do aeroporto - de 06:00h ás 23:00h.[6]

O complexo aeroportuário de Congonhas abrange uma área de aproximadamente 1,6 milhão de metros quadrados, contando com uma pista com capacidade para até 40 ou 41 operações pouso/decolagens por hora,[7] e um terminal de passageiros com capacidade para atender cerca de 6.500 passageiros por hora.[8] A pista principal do aeroporto é equipada com os sistemas de pouso por instrumentos ALS e ILS, que permitem o aeroporto operar em condições adversas com o mesmo nível de segurança operacional e ajuda a diminuir a quantidade e o tempo de fechamento do aeroporto por conta do clima ruim.[8]

A característica mais marcante do Aeroporto de Congonhas é o piso em forma de tabuleiro de xadrez, formado por quadrados em placa de granito preto e mármore branco. Esse piso, da década de 60, incorporou-se ao terminal de passageiros de Congonhas de tal forma que ficou na memória da população, tornando-se a identidade visual do aeroporto.[4]

História[editar | editar código-fonte]

Hall principal do Aeroporto de Congonhas
Setor de check-in do Aeroporto de Congonhas.

Desde 1920, o aeroporto que atendia a cidade de São Paulo era o Campo de Marte, localizado às margens do Rio Tiete, onde as chuvas frequentemente causavam alagamentos. Com isso, em 1935 foram feitos estudos pelo governo do estado com a intenção de prover a São Paulo um aeroporto que não estivesse sujeito às enchentes. A região de Congonhas então foi escolhida por suas condições naturais de visibilidade e de drenagem, longe das áreas de áreas alagadiças. Na época, quando a cidade de São Paulo tinha 1 milhão de habitantes,a escolha do local foi criticada pelo fato de ser uma região descampada e distante. O nome Congonhas é uma homenagem ao Visconde de Congonhas do Campo, Lucas Antônio Monteiro de Barros (1823-1851), primeiro governante da Província de São Paulo após a Independência do Brasil (1822). Congonhas também é o nome de um tipo de erva-mate muito comum em Minas Gerais, na região onde se situa Congonhas do Campo, cidade natal de Monteiro de Barros.[9] [4]

Entre 1928 e 1932, a Cia. Auto-Estradas Incorporadora e construtora S.A construiu a estrada de ligação entre São Paulo e Santo Amaro (atual avenida Washington Luís). Essa companhia era proprietária de um grande terreno entre Santo Amaro e o Ibirapuera e vinha vendendo lotes na área deste 1930. Em 1936, a Auto-Estradas comprou um grande terreno de um bisneto do Visconde de Congonhas, que era proprietário das terras onde seria construído o aeroporto. Essa construtora planejava urbanizar a região, chamando-a de Vila Congonhas.[9] Com isso, a Auto-Estradas torna-se a maior interessada na instalação do aeroporto na região e como forma de pressionar o governo de São Paulo pela escolha do terreno, a companhia, por conta própria, construiu uma pista de terra para pousos e decolagens à margem da estrada de rodagem para santo Amaro.[9]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

1935 - O Governo de São Paulo realiza um estudo técnico para a escolha do sítio onde se localizaria o novo aeroporto.[4]

1936 - Em 12 de abril de 1936, pela primeira vez, o Campo de Aviação da Companhia Auto-Estradas foi utilizado publicamente em caráter experimental. Pilotos consagrados foram convidados para exibir-se e testar as condições de Congonhas para sediar o aeroporto. Em julho de 1936, com a construção de uma segunda pista de terra, companhias de aviação comercial passaram a utilizar o campo a pista de terra, que foi brevemente conhecido como Campo da VASP. Ainda no mesmo ano, no dia 15 de setembro, o governo de São Paulo finalmente adquiriu o terreno depois de chegar a um acordo com a Auto-Estradas quanto ao preço e o aeroporto passa então a ser denominado oficialmente como Aeroporto de São Paulo, sob a administração da Diretoria da viação da Secretaria da Viação e Obras Públicas do Estado de São Paulo.[9]

Lockheed Electra da Varig em Congonhas, avião usado na ponte-aérea de 1962 a 1922
SAAB Scandia da VASP no Aeroporto de Congonhas em 1965

1940 - A Secretaria de Estado dos Negócios e da Viação estabelece que o Aeroporto seria administrado por um representante do governo do estado de São Paulo. Assim, o estado investiu sistematicamente em Congonhas, em especial no primeiro período e ao lado da pista, foi construída uma pequena estação de passageiros em linhas art déco que funcionou até 1948.[9]

1942 - Início de estudos de melhorias do Aeroporto de São Paulo feitos a pedido da Diretoria da Viação.[9]

1947 - Início das obras da primeira grande reforma do aeroporto de São Paulo.[9]

1949 - Conclusão das obras de prolongamento da pista principal para 1.865 metros.[9]

1951 - Conclusão das obras da torre de controle.[10]

1954 - Inauguração do pavilhão das autoridades.[10]

1955* - inauguração do novo terminal de passageiros.[10]

1957 - O Aeroporto de Congonhas passa a ser o terceiro do mundo em movimento de carga aérea, depois de Londres e Paris.[10]

1959 - Inauguração da ala internacional.[10]

1959 - Inauguração da ponte aérea Rio-São Paulo: acordo firmado entre as companhias Varig, Vasp e Cruzeiro do Sul que operavam os Convair 240, Scandia e Convair 340, respectivamente, na ligação aérea entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.[11]

1960 - Inauguração do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, construído para receber os grandes aviões intercontinentais, bem como os voos cargueiros que eram todos atendidos por Congonhas.[9]

1962 - Implantação do primeiro serviço de RADAR. [9]

1968 - Criação da Comissão Coordenadora do Projeto Aeroporto Internacional (CCPAI) pelo Ministério da Aeronáutica brasileiro com finalidade de construir simultaneamente dois aeroportos de primeira classe internacional, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo, sendo que o eixo Rio-São Paulo concentrava 90% do tráfego internacional do Brasil. A importância desses novos aeroportos é oferecer uma nova infraestrutura aeroportuária de que demandavam os grandes aviões intercontinentais que vinham sendo lançados.[4]

Decolagem de Boeing 737 da Gol em Congonhas
Fotografia aérea do Aeroporto de Congonhas.

1968 - Início da expansão comercial e residencial na região próxima ao aeroporto, com surgimento de bairros populosos em seu entorno.[10]

1975 - Investimentos necessários para a modernização do Aeroporto de Congonhas começaram a ser feitos, começando pela reforma do terminal de passageiros.[9]

1976 - Por determinação do DAC, o aeroporto passa a funcionar somente das 06h00 às 23h00, atendendo reivindicação dos moradores da vizinhaça, que há anos reclamavam do barulho.[10]

1977 - Ano em que 4,5 milhões de passageiros passaram pelo Aeroporto de Congonhas. Foi inaugurado, em junho, o sistema de pouso por instrumento ILS (Instrument Landing System.[9]

1978 - O terminal de cargas (TECA) de Congonhas passou a ser administrado pela INFRAERO (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, criada em 1973) e vinculada ao Ministério da Aeronáutica.[9]

1979 - Conclusão da reforma do terminal de passageiros.[9]

1981 - A administração do Aeroporto de Congonhas passou para a INFRAERO,[10] que começou a fazer uma série de reformas visando elevar a eficiência operacional do aeroporto. A reforma incluiu a instalação do sistema de esteiras rolantes nas alas de desembarque, ampliação da pista principal para 1.934 metros de extensão, ampliação da cabeceira 16 da pista (hoje 17) a fim de agilizar as manobras das aeronaves maiores (como o Boeing 727), construção de armazéns no TECA, adaptação e construção de sala para a Ponte Aérea, marquises para pontos de táxis, entre outras melhorias.[9]

1985 - Transferência dos voos internacionais e domésticos para Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, ficando apenas voos regionais e os voos da ponte aérea Rio-São Paulo em Congonhas. A partir de então, o aeroporto passou por anos de ociosidade em seu terminal de passageiros.[9]

1990 - O Aeroporto de Congonhas volta a receber voos domésticos e passa a ser o aeroporto mais movimentado do país.[4]

1991 - Por determinação do Departamento de Aviação Civil (DAC) os aviões turboélices Lockheed Electra II foram substituídos por aviões turbo-jatos mais modernos na ponte aérea Rio-São Paulo.[9]

1992 - Publicação da portaria do Ministério da Aeronáutica que autorizou a reativação dos voos internacionais no Aeroporto de Congonhas (suspensos desde 1985) com aeronaves com porte do Boeing 737, com capacidade de 130 passageiros.[9]

1992 - Inauguração de nova sala de embarque para a ponte aérea Rio-São Paulo e anúncio de obras de reestruturação para atender o aumento dos voos regionais e a intensificação de movimento nas pontes para Brasília, Belo Horizonte e Curitiba, que incluíram a transferência dos balcões de deck in para a ala norte, com um design em combinação com o piso em forma de tabuleiro de xadrez.[9]

1995 - Em outubro de1995 foi feita a implantação do sistema X-4.000, um novo equipamento desenvolvido do Brasil, que permitia uma melhor visibilidade das aeronaves no espaço da cidade e um controle mais rigoroso de cada área.[9]

1995 - O aeroporto de Congonhas bateu seu recorde de pousos e decolagens (154.697) e superou Guarulhos no tráfego aéreo, sendo o aeroporto mais rentável para a Infraero.[9]

Aviões Boeing 737 da Gol e Airbus A320 da Tam em manobra de pouso entre os prédios de São Paulo

1996 - Primeiro grande acidente aéreo: No dia 31 de outubro de 1996, um avião Fokker 100 da TAM, com destino ao Rio de Janeiro, caiu sobre o bairro Jabaquara matando 3 pessoas em solo além de todos os 90 passageiros e 6 tripulantes a bordo.[9]

1996 - Com a saturação da capacidade operacional do aeroporto, foi adotado o sistema de "slots" em Congonhas.[9]

2003 - Em maio de 2003 o aeroporto inicia obras de ampliação e modernização.[12]

2007 - Segundo grande acidente aéreo: No dia 17 de julho de 2007, um avião Airbus A320 da TAM, procedente de Porto Alegre, ultrapassou o fim da pista 17R em alta velocidade e veio a se chocar com um prédio da própria TAM, na Avenida Washington Luiz. Morreram nesse acidente 12 pessoas em solo além de todos os 180 passageiros e 7 tripulantes a bordo. Em decorrência desse acidente vários voos foram transferidos para Guarulhos e outros aeroportos, reduzindo o movimento do aeroporto que deixa de ocupar a primeira posição dos aeroportos mais movimentados do país.[10]

2008 - Em 2008, por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o aeroporto deixa de operar voos internacionais da aviação executiva e passou a se chamar oficialmente Aeroporto de São Paulo/Congonhas.[4]

2013 - O Aeroporto de Congonhas ganhou dois prêmios "Boa Viagem", oferecidos pela SAC (Secretaria de Aviação Civil) e pela Embratur, nas categorias Melhor Check-in e Melhor Inspeção de Segurança durante os jogos da Copa das Confederações. [13]

2014 - Em 2014, o Aeroporto de Congonhas voltou a ultrapassar a marca de 18 milhões de passageiros (marca alcançada em 2006, e reduzida após o acidente da TAM em 2007), porém com um número menor de pousos e decolagens.[14] [15]

Reforma, ampliação e modernização[editar | editar código-fonte]

Em 2002 A Infraero anunciou a uma série de obras em Congonhas para adequar o aeroporto ao tráfego de 12 milhões de passageiros por ano. As Obras tiveram início em maio de 2003 e foram divididas em duas etapas.

Primeira Fase

Obras iniciadas em Maio de 2003:[12]

Torre de controle modernizada do Aeroporto de Congonhas.
Antenas de Localizador de ILS do Aeroporto de Congonhas.
  • Reformulação da área de embarque e desembarque, com a construção de um conector com 8 pontes de embarque. Essa estrutura ficou pronta em 15 de agosto de 2004.
  • Construção do edifício garagem com o total de 3400 vagas. Obra foi concluída em dezembro de 2005 e o estacionamento inaugurado em janeiro de 2006. (Esta obra foi feita em parceria com a prefeitura de São Paulo).[16]
Segunda Fase

Obras iniciadas em Outubro de 2004:[17]

  • Ampliação do conector com o acréscimo de mais 4 pontes de embarque, totalizando as 12 pontes atuais;
  • Reforma do terminal de passageiros - TPS;
  • Readequação do sistema viário de embarque e desembarque de passageiros;
  • Readequação dos pátios de estacionamento de aeronaves;
  • Recapeamento da pista de pouso auxiliar.

Complexo Aeroportuário Atual[editar | editar código-fonte]

Pistas de pousos e decolagens[8]

Pista Principal (17R/35L):

• 1974 x 45 metros (1.640 m utilizável)


Pista Auxiliar (17L/35R):

• 1435 x 45 metros (1.345 m utilizável)


Instrumentos de pouso:

Flash ALS na cabeceira 17R

• ILS Cat. I nas cabeceiras 17R e 35L


Capacidade:

• 40/41 movimentos/hora[7]

Terminal de Passageiros[8]

Área: 64.579 m2

78 posições de check-in – ala norte

57 totens de autoatendimento


Capacidade:

• 3.156 embarques/hora

• 3.375 desembarques/hora

• 17,1 milhões de passageiros/ano


2 Salas de Embarque:

• 1º andar: 12 portões de 1 a 12 (alocação com finger)

• Térreo: 10 portões de 13 a 22 (alocação remota)

• Total de Portões: 22


Uma sala de desembarque:

• 5 esteiras de restituição de bagagens – ala sul


Estacionamento de veículos:

• 3.414 vagas

Pátio de aeronaves[8]

Área: 77.321 m2


Estacionamento de aeronaves para aviação comercial:

• 12 posições de alocação com finger (Pontes de embarque)

• 17 posições de alocação remota

• Total: 29 posições


Estacionamento de aeronaves para aviação geral:

• 22 posições para asa fixa

• 2 posições para asa rotativa

• Total: 24 posições


Estacionamento de aeronaves para autoridades:

• 1 posição para asa fixa

• 1 posição para asa rotativa

Coordenação de Slot[editar | editar código-fonte]

Dada a saturação do aeroporto de Congonhas, principalmente de suas pistas, desde 1996 o aeródromo funciona sob o sistema de Slots.[9] O slot de aeroporto é um intervalo de tempo estabelecido, durante o qual a operação de pouso ou decolagem deve ser realizado. Esse intervalo é quantificado de forma diferente em cada aeroporto. O Controle desse sistema é feito pela ANAC por meio da Coordenadoria de Slots vinculada à Superintendência de Regulação Econômica e Acompanhamento de Mercado (SER).[18]

Atualmente a distribuição de slots no aeroporto de Congonhas é regulamentada pela Resolução nº 336/2014, da ANAC e as condições para a operação das companhias aéreas no aeroporto são definidas pela Portaria nº327/2008 e pela Resolução nº 55/2008, da ANAC.[19] A definição do número de slots no aeroporto é feita com base na declaração de capacidade do terminal de passageiros e do pátio de aeronaves, elaborada pela Infraero, e também pela declaração de capacidade da pista, elaborada pelo DECEA/CGNA.[6]

A ANAC faz avaliações da pontualidade (referente a atrasos) e a regularidade (referente a cancelamentos) de todos os slots utilizados, conforme os padrões estabelecidos pelas normas. O descumprimento sistemático desses índices pode gerar aplicação de multas às companhias aéreas em função de atrasos e cancelamento de voos podendo até haver a redistribuição dos slots mal utilizados, com objetivo de obter o uso mais eficiente desses horários de partidas e chegadas.[6]

Parametrização
Congestionamento de aviões no pátio do Aeroporto de Congonhas

Os slots distribuídos em Congonhas só podem ser operados por aeronaves com, no mínimo, 90 (noventa) assentos.[20]

São elegíveis para constituição de série de slots apenas os serviços de transporte aéreo público regular de passageiros, sendo que série de slots é o conjunto de slots alocados para a mesma empresa de transporte aéreo em semanas consecutivas, no mesmo dia da semana, na mesma hora ou com variação de até quinze minutos entre os horários alocados.[20]

Na utilização das séries de slots deve ser observado mínimo de 90% de regularidade e 80% de pontualidade.[20]

Limitações

Só podem ser operados voos regulares em Congonhas cujo destino ou origem não ultrapasse 1.500 km do aeroporto.[21]

O aeroporto fica fechado para aeronaves civis após 23:00h e antes das 06:00h, horário local, resguardadas situações de urgência e emergência.[22]

A operação de aeronaves de asas fixas só é permitida com dois pilotos.[22]

É proibido a realização de voos de treinamento no aeroporto.[22]

Critérios para distribuição de Slots[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto de Congonhas é o aeroporto mais concorrido e saturado do país. Operar no aeroporto central da maior cidade do Brasil é o desejo de todas as companhias aéreas brasileiras. A disputa acirrada das companhias por slots no aeroporto se explica pela grande demanda pelo transporte aéreo regular para os principais destinos da malha aérea brasileira, o que faz das operações mais rentáveis para as companhias, uma vez que as tarifas tendem a ser mais altas exatamente pela procura.[23] Quando há novos slots a serem distribuídos em Congonhas, as companhias são submetidas a critérios definidos na Resolução nº 336/2014 da ANAC para então conseguirem novos horários para pousos e decolagens no aeroporto. Esses critérios são:

I - percentual de participação de cada empresa de transporte aéreo regular de passageiros no mercado nacional, medida com base no critério de passageiro pago transportado por quilômetro (RPK), durante a temporada equivalente anterior;[20]

II - percentual de participação de cada empresa de transporte aéreo regular de passageiros no mercado de aviação regional do país, medida com base no critério de passageiro pago transportado por quilômetro, durante a temporada equivalente anterior;[20]

III - Eficiência Operacional Nacional durante a temporada equivalente anterior. Eficiência operacional nacional é a média entre a porcentagem de pontualidade e de regularidade dos voos regulares de uma empresa em uma determinada temporada.[20]

Redistribuição de Slots – 2014[editar | editar código-fonte]

Número de Slots em dia útil em Congonhas[6]
Empresa Anterior Participação Após Redistribuição Participação
GOL 234 47% 234 44%
TAM 236 48% 236 44%
AVIANCA 24 5% 40 7%
AZUL 0 0% 26 5%
TOTAIS 494 536

Em 2014, o governo federal, por meio do Conselho de Aviação Civil (Conac), determinou que a ANAC redistribuísse os slots de Congonhas priorizando as empresas entrantes, sendo estas as que possuíam menos de 12 por cento dos slots no aeroporto. Com isso, no dia no dia 8 de outubro de 2014, a ANAC anunciou então uma nova distribuição de slots de acordo com as diretrizes da Resolução n°3/2014, do CONAC, e com as regras da Resolução nº 336/2014, da ANAC.[24] Nesse processo, o número de slots/hora no aeroporto passou de 30 para 32 ou 33,11 o que equivale a um acréscimo de 43 slots/dia em Congonhas. Esses novos slots foram provenientes do rearranjo da capacidade de pista para a aviação comercial somados a dois slots remanescentes do banco de slots (retirados de empresas que deixaram de operar no aeroporto).[24] Os 43 novos slots foram então distribuídos entre as companhias entrantes, beneficiando assim as empresas Azul, com 26 slots e Avianca com 16 slots.[6] [25] Para essa nova alocação de slots às empresas entrantes, a ANAC usou os critérios de regularidade e pontualidade destas companhias, além da participação no de cada uma nos mercados nacional e regional com base no critério de “passageiro pago transportado por quilômetro”.[6]


Companhias Aéreas e Destinos[editar | editar código-fonte]

Aeroporto de Congonhas | Companhias Aéreas e Destinos
Companhias Aeronaves Voos regulares vigentes[26]

Avianca Brasil Airbus A320

Airbus A319

Airbus A318

Fokker 100



Azul Linhas Aéreas Embraer 195

Embraer 190


Gol Linhas Aéreas (Hub) Boeing 737-700

Boeing 737-800


Tam Linhas Aéreas (Hub) Airbus A320

Airbus A319

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participação de cada tipo de aviação no Aeroporto de Congonhas em 2014.

Participação de cada tipo de aviação nas operações[editar | editar código-fonte]

Existem três tipos de aviação operando no Aeroporto de Conganhas:[7]

  • A Aviação comercial, referente as companhias aéreas que comercializam passagens e mantém voos regulares em linhas aéreas partindo do aeroporto;
  • A Aviação geral, referente voos da aviação executiva, de pequenos aviões de propriedade particular, de helicópteros, voos de treinamento para pilotos iniciantes e outras atividades aéreas que não sejam voos regulares ou aeronaves militares;
  • E a Aviação militar, com a utilização de aviões para fins exclusivamente militares, incluindo o uso de outras aeronaves como helicópteros.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), em 2014 decolaram ou aterrissaram em Congonhas 216.133 aeronaves, sendo 73% da aviação comercial, 25% da aviação geral e 2% da aviação militar.[7]

Evolução do movimento de passageiros[editar | editar código-fonte]

Histórico - Movimento Operacional[27] [28]
Ano Passageiros Aeronaves
2014 18.134.071 Aumento7% 205.410 Baixa-2%
2013 17.025.603 Aumento1% 209.555 Baixa-2%
2012 16.775.785 Aumento0,1% 213.419 Aumento2%
2011 16.753.567 Aumento8% 209.280 Aumento2%
2010 15.481.370 Aumento13% 204.943 Aumento6%
2009 13.699.657 Aumento0,2% 193.308 Aumento4%
2008 13.672.301 Baixa-10% 186.694 Baixa-9%
2007 15.265.433 Baixa-17% 205.564 Baixa-11%
2006 18.459.191 Aumento8% 230.995 Aumento1%
2005 17.147.628 Aumento26% 228.110 Aumento5%
2004 13.611.227 Aumento13% 217.872 Baixa-1%
2003 12.069.575 220.887
Nota: A Infraero não inclui na estatística as operações da Aviação Militar.
Movimento Anual de Passageiros no Aeroporto de Congonhas

Movimento Anual de Aeronaves no Aeroporto de Congonhas

Maiores Rotas[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto de Congonhas atende 5 das 20 rotas mais movimentadas do País, conforme dados do anuário estatístico 2013 da ANAC. Essas 5 rotas ligam Congonhas à 5 grandes metrópoles da região centro-sul do Brasil, correspondendo a 61% de todo o movimento do aeroporto.[5]

Maiores rotas de Congonhas em 2013[5]

( Números Mais Recentes )

Rank Aeroporto Passageiros

(embarques e desembarques)

Rotas Congonhas.png
1
Rio de Janeiro Rio de Janeiro (S. Dumont), Rio de Janeiro 3.980.821
2
Distrito Federal (Brasil) Brasília, Distrito Federal 2.153.710
3
Rio Grande do Sul Porto Alegre, Rio Grande do Sul 1.564.598
4
Minas Gerais Belo Horizonte (Confins), Minas Gerais 1.406.539
5
Paraná Curitiba, Paraná 1.362.219


Plane Spotting em Congonhas[editar | editar código-fonte]

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Avenida dos Bandeirantes - Toda a parte em que está ao redor do Aeroporto na Avenida dos Bandeirantes dá pra ver muito bem as aeronaves. Se os pousos estão pela 17R, melhor ainda. Você pode achar qualquer lugar como a própria calçada, gramados, enfim, para ter boas fotos! Ficará melhor ainda se o dia estiver aberto.

Jabaquara - Em qualquer lugar do bairro Jabaquara e outros bairros próximos, como a Conceição, é possível ver as aeronaves decolando e pousando. Um dos ótimos lugares é no Estacionamento do mercado Pão de Açúcar próximo a estação Jabaquara do Metrô, Linha 01 Azul. Qualquer rua, qualquer avenida, qualquer lugar do Jabaquara você vê as aeronaves. Dá para tirar um bom aproveito quando os pousos estão pela 35L. É bom ter algo que dê zoom.

Foto tirada do Memorial 17 de Julho, próximo a Avenida dos Bandeirantes, decolagens da 17R. O legal são quando os pousos estão pela 17R.
Foto tirada da Avenida dos Bandeirantes, decolagens da 17R.

Campo Belo - Em qualquer lugar do bairro Campo Belo e outros bairros próximos é possível ver as aeronaves decolando e pousando. Além da Avenida dos Bandeirantes, as ruas próximas ao Aeroporto e as ruas do bairro você vê as aeronaves. Congonhas tem uma boa localização que é possível ver de vários lugares. É bom ter algo que dê zoom.

Prédios - Prédios dos bairros locais geralmente possuem terraços, onde quase sempre é possível ver todo o aeroporto, tanto no lado 35L quando no lado 17R. Há muitos hotéis próximos ao Aeroporto, como o Ibis Congonhas em que vale a pena passar uma noite e ficar nos últimos andares, para ter boas fotos garantidas. É bom ter algo que dê zoom.

Bairros - Bairros como Moema, Brooklin Novo, Vila Olímpia, Vila Clementino, Vila Liviero, Diadema dá para arranjar uma ruazinha que passa! Em Congonhas tem muitas diversidades de Plane Spotting. É bom ter algo que dê zoom. Avenida Jornalista Roberto Marinho e Avenida Ibirapuera também é uma boa ideia!

Parque - Há dois parques em que você pode até conseguir fazer fotos. O Parque do Ibirapuera e o Jardim Botânico de São Paulo. Complica um pouco pelas árvores, porém, sempre tem um lugarzinho livre que dá pra fazer fotos! É bom ter algo que dê zoom. Tudo ao redor de Congonhas é aproveitável, vá de carro ou ônibus até um dos bairros, ou até o Aeroporto e depois é só achar uma rua e alí passar o dia fazendo Spotting!


Incidentes e acidentes[editar | editar código-fonte]

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O Aeroporto de Congonhas já foi local de três grandes acidentes aéreos do Brasil:

Em 3 de maio de 1963 - o motor de um avião Convair da Cruzeiro do Sul pegou fogo pouco logo após a decolagem. A aeronave caiu perto do Aeroporto matando 34 pessoas. Uma casa ficou destruída.

Em 31 de outubro de 1996, a queda do Vôo TAM 402 deixou 99 mortos. O acidente foi causado por falhas mecânicas no avião. Na época, foi amplamente discutida a localização do aeroporto e a segurança das regiões vizinhas pois vários imóveis foram destruídos ou danificados com a queda da aeronave.

A falha nos spoilers e freios manuais da aeronave que pousava no aeroporto de Congonhas resultou no acidente do vôo TAM 3054.
Bombeiros resgatam corpos de vítimas do acidente com o Airbus A-320 da TAM, que causou uma explosão no terminal da companhia, no Aeroporto de Congonhas.

Tido como um Incidente grave, em 22 de março de 2006, um Boeing 737 da companhia BRA derrapou na pista 35L, e por pouco, não caiu na Avenida Washington Luíz. A empresa culpou o aeroporto pelo acumulo de borracha de pneu na pista.

Em 17 de julho de 2007, ocorreu um novo acidente envolvendo o Vôo TAM 3054 por volta das 18:48 com 199 vítimas fatais, dentre elas 187 que estavam no avião e mais 12 pessoas que trabalhavam no edifício da TAM Express ou que transitavam na rua. O acidente permanece sob investigação e as causas exatas ainda não foram definidas. Ao aterrissar o avião não desacelerou e não arremeteu, por falhas nos sistemas hidráulicos de frenagem (spoilers e freios manuais) do Airbus A320 levando a aeronave a colidir com o edifício da TAM Express, situado na Avenida Washington Luis, ao lado do aeroporto. O prédio pertencia à mesma empresa proprietária do avião. Esse acidente, então o pior acidente aéreo da história da América Latina e um dos trinta piores na história da aviação mundial, levou o governo a replanejar todas as rotas aéreas que utilizavam o Aeroporto. A aeronave tocou e danificou o teto de um carro e um táxi que levava um casal ao aeroporto antes de se chocar com o prédio mais adiante. Em ambos veículos, os ocupantes tiveram apenas escoriações.

Em 3 de setembro de 2008, um bimotor com um passageiro, piloto e co-piloto tentou arremeter o pouso, mas derrapou na pista quase caindo na avenida Washington Luís. O nariz do avião bateu no muro que separa o aeroporto da avenida, ninguém se feriu, mas o aeroporto permaneceu algumas horas fechado para pousos e decolagens.

Em 10 de agosto de 2012, um policial militar recentemente afastado do cargo por problemas psicológicos, subiu em uma das torres de sinalização de aproximação de aeronaves. O aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens durante horas. O incidente não só atrapalhou os aviões, como também o tráfego na capital paulista, causando um congestionamento de mais de 200 km. Pela noite, policiais convenceram o homem a descer da torre. Muitos voos foram desviados para os Aeroportos Internacional do Galeão Antônio Carlos Jobim no Rio de Janeiro, Internacional de Viracopos, em Campinas, e no Internacional de São Paulo Gov. André Franco Montoro em São Paulo.

Em 11 de novembro de 2012, um jato executivo Cessna 525B de prefixo PR-MRG, que vinha de Florianópolis (SC) pousou na pista menor, ainda que adequada, não conseguiu parar, ultrapassou a pista e caiu em um terreno entre o aeroporto e a Avenida dos Bandeirantes. Os passageiros sofreram ferimentos leves e foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros. O acidente trouxe de volta a dúvida sobre a segurança do Aeroporto de Congonhas, sobre a qualidade técnica dos pilotos que usam aquele aeroporto e sobre as instituições regulatórias como a ANAC e o DECEA.

Congonhas após o acidente do voo TAM 3054[editar | editar código-fonte]

Filas no aeroporto de Congonhas, dias após o acidente do vôo 3054 da TAM.
Operários fazem ranhuras para facilitar a frenagem na pista principal.

Até 17 de julho de 2007, dia do acidente do Voo TAM 3054, o Aeroporto de Congonhas era o mais movimentado do país, recebendo no ano de 2006 18,8 milhões de passageiros, 50% acima de sua capacidade operacional.[29] [30]

O acidente fez com que o governo brasileiro limitasse o percurso dos voos que têm o aeroporto com destino ou origem a 1.000 km e proibisse que o aeroporto fosse usado para escalas e conexões, essa proibição vigorando até 6 de março de 2008.[31] Durante esse período, Congonhas deixou de ser um aeroporto de distribuição de voos, e funcionou somente como terminal de operação direta.

A intenção do governo era que os vôos retirados de Congonhas fossem transferidos para os Aeroportos Internacional de São Paulo, em Guarulhos, Viracopos, em Campinas, Jundiaí (aviação executiva) e São José dos Campos.

Após o acidente Voo TAM 3054, foi construída pela Infraero áreas de escape de concreto poroso em cada cabeceira das pistas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. INFRAERO - Aeroporto de Congonhas - [1]
  2. Infraero. Contatos. Visitado em 29 de junho de 2015.
  3. Jornal Estadão (18/07/07). A cronologia de acidentes em Congonhas. Visitado em 29 de junho de 2015.
  4. a b c d e f g h Infraero. Aeroporto de São Paulo/Congonhas. Visitado em 25 de junho de 2015.
  5. a b c Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Anuário Estatístico do Transporte Aéreo 2013. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  6. a b c d e f ANAC (09/10/2014). ANAC divulga o resultado da distribuição de slots em CGH. Visitado em 25 de junho de 2015.
  7. a b c d Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea. Aeroporto de Congonhas - SP Aeroportos. Visitado em 25 de junho de 2015.
  8. a b c d e Infraero. Declaração de Capacidade. Visitado em 25 de junho de 2015.
  9. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x Fernando Marcato. Histórico Aeroporto Internacional de Congonhas / São Paulo. Visitado em 25 de junho de 2015.
  10. a b c d e f g h i Portal G1. André Luís Nery (25/07/07). Conheça a história de Congonhas. Visitado em 26 de junho de 2015.
  11. Revista Flap. Beting, Gianfranco. Ponte Aérea. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  12. a b DCI. Regina Ielpo (21/10/2003). Infraero investe R$ 4,6 bi em obras em aeroportos. Visitado em 29 de junho de 2015.
  13. Portal Boa Viagem. Prêmio Boa Viagem. Visitado em 25 de junho de 2015.
  14. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2003 a 2013 Estatísticas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  15. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2012 a 2014 Estatísticas. Visitado em 4 de Junho de 2015.
  16. Portal Metalica Construção Civil. Edifício Garagem do Aeroporto de Congonhas. Visitado em 25 de junho de 2015.
  17. Tribunal de Contas da União. Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2006. Visitado em 25 de junho de 2015.
  18. ANAC. Coordenação de Slot (25/09/14). A Coordenação de Slot. Visitado em 29 de junho de 2015.
  19. ANAC. Coordenação de Slot. Regulamentos. Visitado em 29 de junho de 2015.
  20. a b c d e f ANAC. Coordenação de Slot. RESOLUÇÃO Nº 336, DE 9 DE JULHO DE 2014. Visitado em 29 de junho de 2015.
  21. ANAC. Coordenação de Slot. Portaria nº 327 de 7 de março de 2008 – ANAC.. Visitado em 29 de junho de 2015.
  22. a b c ANAC. Coordenação de Slot. RESOLUÇÃO Nº 55, DE 08 DE OUTUBRO DE 2008 – ANAC.. Visitado em 29 de junho de 2015.
  23. Gazeta do Povo. Aviões em foco. Gustavo Ribeiro (26/09/14). Quanto vale um slot no aeroporto de Congonhas? Muita grana!. Visitado em 29 de junho de 2015.
  24. a b Valor Econômico. Mônica Izaguirre (09/07/2014). Governo manda Anac redistribuir slots em Congonhas. Visitado em 26 de junho de 2015.
  25. Exame.com. Priscila Jordão, da REUTERS (26/09/2014). Governo divulga distribuição de slots em Congonhas. Visitado em 26 de junho de 2015.
  26. ANAC. Voos autorizados vigentes HOTRAN. Visitado em 12/06/2013.
  27. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2003 a 2013 Estatísticas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  28. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2012 a 2014 Estatísticas. Visitado em 4 de Junho de 2015.
  29. Terra Notícias: Congonhas será usado apenas em seis rotas.
  30. Agência Brasil:Congonhas operou 50% acima da capacidade em 2006.
  31. Ministério da Defesa.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

No Ar - 60 Anos do Aeroporto de Congonhas. São Paulo, SP, Brasil: INFRAERO, 1996. 111p. Beiguelman, Giselle

Ponte Aérea: Quarenta anos de história da maior invenção da aviação comercial brasileira. São Paulo: Revista Flap Internacional, 2007. p 52 - 72. Beting, Gianfranco. (Arquivo PDF)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]