Afonso Augusto Bourbon e Menezes

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Bourbon e Menezes
Nascimento 20 de fevereiro de 1890
Lisboa, Portugal
Morte 8 de setembro de 1948 (58 anos)
Lisboa, Portugal

Afonso Augusto Falcão Cotta de Bourbon e Menezes (Lisboa, 20 de fevereiro de 1890 — Lisboa, 8 de setembro de 1948) foi um escritor, jornalista, polemista e militante republicano que se destacou na luta contra a fase inicial do Estado Novo.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Inicialmente ligado às correntes do anarcossindicalismo evoluiu para o republicanismo democrático.[1][2] Ficou, sobretudo, ligado ao jornalismo republicano, tendo-se estreado nas páginas de A Manhã, periódico dirigido por Mayer Garção, passando depois pelas redacções de O Mundo, Primeiro de Janeiro, Voz do Operário e Diário de Notícias, onde se notabilizou com a coluna "Pedras soltas". Grande prosador e polemista, publicou vários ensaios, diversos livros de contos e o poema em prosa Menino (1925).[3]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • A paisagem na obra de Camilo e de Eça : simples apontamentos (1920)
  • Solilóquios espirituais (1922)
  • Menino (1925)
  • Os crimes de 19 de Outubro : revelações & interrogações sensacionais (1929)
  • O diário de João Chagas : a obra e o homem (1930)
  • A ronda da noite : contos (1930)
  • Proença furioso & lastimoso ou A magalomania de um messias sem juízo (1931)
  • Os intelectuais e a causa propria (1932)
  • Grandesa e fatalidade do socialismo : conferência doutrinária e elogio histórico de Jean Jaurè (1932)
  • Páginas de combate : critica e doutrina (1933)
  • Almas deste mundo : contos e novelas (1934)
  • O génio e o coração de Antero (1934)
  • A significação do anti-judaismo contemporâneo (1940)
  • Os portugueses perante a aliança inglesa (1941)
  • Sua graça é Lisboa, desenhos de Aran Stephan (1944)
  • Gaspar Gista & outras histórias (1946)
  • O Ultimatum de 1890 : antecedentes do conflito anglo-português (1946)

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]