Agência Brasil

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Agência Brasil
Logotipo da Agência Brasil
Proprietário(s) Poder Executivo do Brasil
Requer pagamento? Não
Gênero Agência de notícias
Cadastro Não é necessário
País de origem  Brasil
Idioma(s) Português
Desenvolvedor Empresa Brasil de Comunicação
Endereço eletrónico Página oficial

A Agência Brasil é uma agência de notícias brasileira.[1][2]

História[editar | editar código-fonte]

A Agência Brasil foi criada durante o governo de Fernando Collor de Mello em substituição à extinta Empresa Brasileira de Notícias, que por sua vez era continuidade da Agência Nacional, criada por Getúlio Vargas. Ela é gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).[1][3] Desde 2003, vem passando por um processo de transformação editorial: antes, restringia-se à cobertura de eventos do Governo Federal brasileiro. Atualmente, é uma agência de notícias pública, de acesso livre, de reconhecida credibilidade e abordagem pluralista. Faz parte da Aliança das Agências de Informação de Língua Portuguesa, sendo responsável pela vice-presidência deste organismo.

Com a reorientação editorial, a Agência Brasil definiu claramente o seu foco de cobertura: de atos e fatos relacionados a governo, Estado e cidadania, incluindo neste terceiro item os movimentos sociais e a sociedade civil organizada. Atualmente, seus jornalistas produzem conteúdo jornalístico preciso e objetivo, com vistas a garantir a universalização do acesso à informação no Brasil.

Entre os serviços da Agência Brasil, destacam-se:

  • Produção de notícias: informação em tempo real, sobre os principais assuntos da vida política nacional, produzidas por uma equipe de jornalistas com reconhecida credibilidade.
  • Fotografias: a equipe de fotógrafos produz farto material noticioso dentro da área de atuação da agência.
  • Produção de infografia: A Agência Brasil passou a utilizar as linguagens de vídeo, áudio, texto e gráficos estáticos e animados em novos formatos para facilitar a compreensão de determinados assuntos jornalísticos.

Segundo análise do pesquisador Pedro Aguiar, publicada em 2016, a Agência Brasil — assim como suas equivalentes privadas — não se dedica ao fluxo internacional de informações.[3] Em outras palavras, não abastece a imprensa nacional com cobertura internacional, nem fornece notícias nacionais à mídia estrangeira, dedicando-se apenas ao fluxo nacional e interregional, fazendo do Brasil uma exceção no cenário mundial da comunicação.[3] Na opinião do autor, essa situação contradiz recentes esforços políticos e diplomáticos de posicionar o país como economia em ascensão e potência emergente no cenário internacional.[3]

Congêneres dos países de língua portuguesa[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Josenildo Luiz Guerra, Rogério Christofoletti, Maria José Baldessar e Samuel Pantoja Lima (2013). «A qualidade do conteúdo da Agência Brasil/EBC : avaliação dos requisitos "diversidade","pluralidade" e "cobertura de políticas públicas"» (PDF). Revista Eptic da Universidade Federal de Sergipe. ISSN 1518-2487. Consultado em 6 de abril de 2017 [ligação inativa]
  2. Zélia Leal Adghini (2002). «Informação on-line : jornalista ou produtor de conteúdos ? (Especialmente páginas 143 e 144)». Revista Contracampo da Universidade Federal Fluminense. doi:10.20505/contracampo.v0i06.470. Consultado em 6 de abril de 2017. Cópia arquivada em 6 de abril de 2017 
  3. a b c d Aguiar 2016, pp. 55-56.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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