Agência Espacial Europeia

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Agência Espacial Europeia
(ESA)
Logótipo
logo
Sede da ESA em Paris
ESA member states.svg

Tipo Agência espacial
Fundação 1975 (47 anos)
Sede França Paris
Membros
Línguas oficiais francês, inglês e alemão[1]
Diretor-geral Alemanha Johann-Dietrich Wörner
Sítio oficial www.esa.int

A Agência Espacial Europeia (em francês: Agence spatiale européenne - ASE; em inglês: European Space Agency - ESA) é uma organização intergovernamental dedicada à exploração do espaço, com 22 Estados-membros. Fundada em 1975 e com sede em Paris, na França, a ESA tem uma equipe de mais de duas mil pessoas, com um orçamento anual de cerca de 4,28 bilhões de euros, ou 5,51 bilhões de dólares (2013).[2]

Entre os programas da ESA estão voos espaciais tripulados, principalmente através da participação na Estação Espacial Internacional, o lançamento e operação de missões de exploração não tripuladas para outros planetas e para a Lua, a observação Terra, a ciência, as telecomunicações, bem como a manutenção de um grande espaçoporto, o Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, além da concepção de veículos de lançamento. O Ariane 5 (o principal veículo de lançamento europeu) é operado através da Arianespace com o compartilhamento ESA nos custos de lançar e desenvolver ainda mais este veículo de lançamento.

As missões científicas da ESA são baseadas no ESTEC, em Noordwijk, Países Baixos, as missões de observação da Terra na ESRIN em Frascati, Itália, o Centro Europeu de Operações Espaciais (ESOC) está em Darmstadt, Alemanha, o EAC, que treina astronautas para missões futuras, localiza-se em Colônia, Alemanha, e o Centro Europeu de Astronomia Espacial está localizado em Madrid, Espanha.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Após a Segunda Guerra Mundial, muitos cientistas europeus deixaram a Europa Ocidental para trabalhar nos Estados Unidos. Embora o boom econômico dos anos 1950 tenha possibilitado que países da Europa Ocidental investissem em pesquisa e especificamente em atividades relacionadas com o espaço, os cientistas europeus perceberam que projetos exclusivamente nacionais não seriam capazes de competir com os das então duas superpotências principais, Estados Unidos e União Soviética. Em 1958, apenas alguns meses após o choque do Sputnik, Edoardo Amaldi e Pierre Auger, dois membros proeminentes da comunidade científica da Europa Ocidental naquela época, se reuniram para discutir a fundação de uma agência espacial europeia comum. A reunião teve a participação de representantes científicos de oito países.[3][4]

As nações da Europa Ocidental decidiram então ter duas agências diferentes, um para o desenvolvimento de um sistema de lançamento, a ELDO (Organização Europeia de Desenvolvimento de lançamento), e a precursora da Agência Espacial Europeia, a ESRO (Organização Europeia de Investigação Espacial). A última foi estabelecida em 20 de março 1964, por um acordo assinado em 14 de junho de 1962. De 1968 a 1972, a ESRO lançou sete satélites de pesquisa.[3][4]

A ESA, na sua forma atual, foi fundada na Convenção da ESA em 1975, quando a ESRO foi fundida à ELDO. A ESA tem 10 Estados-membros fundadores: Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido.[5] Estes assinaram a Convenção da ESA em 1975 e depositaram os instrumentos de ratificação em 1980, quando a Convenção entrou em vigor. Durante este intervalo a agência já funcionava na prática.[1] A ESA lançou a sua primeira grande missão científica em 1975, a COS-B, uma sonda espacial de monitoramento das emissões de raios gama no universo.[3][4]

Atividades posteriores[editar | editar código-fonte]

Foguete Ariane 1

ESA fez uma parceria com a NASA no IUE, primeiro telescópio de alta órbita do mundo, que foi lançado em 1978 e operou com sucesso por 18 anos. Uma série de projetos na órbita da Terra se seguiram e, em 1986, a ESA começou a Giotto, sua primeira missão no espaço profundo, para estudar os cometas Halley e Grigg-Skjellerup. Hipparcos, uma missão de mapeamento de estrelas, foi lançada em 1989 e na década de 1990 as missões SOHO, Ulysses e o Telescópio Espacial Hubble foram todos feitos em conjunto com a NASA. Entre as missões científicas recentes em cooperação com a NASA estão a sonda espacial Cassini-Huygens, para a qual a ESA contribuiu através da construção do Huygens, o módulo de pouso em Titã.[3][4]

Como a sucessora da ELDO, a ESA também construiu foguetes para cargas científicas e comerciais. Ariane 1, lançado em 1979, levou cargas úteis, principalmente comerciais, para a órbita terrestre em 1984. Os próximos dois desenvolvimentos do foguete Ariane foram estágios intermediários no desenvolvimento de um sistema de lançamento mais avançado, o Ariane 4, que funcionou entre 1988 e 2003.[3][4]

No espaço comercial, inicia na década de 1990. Embora o Ariane 5 tenha sofrido uma falha em seu primeiro voo, desde então está firme no mercado e fortemente competitivo, com 56 lançamentos bem sucedidos até setembro de 2011. O lançamento do veículo sucessor do Ariane 5, o Ariane 6 já está em a fase de definição e está previsto para entrar em serviço nos anos 2020.[3][4]

O início do novo milênio viu a ESA se tornar, juntamente com agências como NASA, JAXA, ISRO, CSA e Roscosmos, um dos principais participantes da pesquisa científica espacial. Embora a ESA tenha confiado na cooperação com a NASA nas décadas anteriores, como a Estação Espacial Internacional, especialmente na década de 1990, circunstâncias alteradas (como restrições legais duras ao compartilhamento de informações pelos militares dos Estados Unidos) levaram a decisões de confiar mais em si mesma e na cooperação com a Rússia.[6]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Estados-membros e orçamento[editar | editar código-fonte]

  Estados-membros
  Estados associados
  Estado cooperador europeu
  Acordo de cooperação

A Agência Espacial Europeia é uma organização intergovernamental composta por 22 Estados-membros.[7] Os países participam em diferentes graus nos programas espaciais obrigatórios (25% do total das despesas em 2008) e nos opcionais (75% do total das despesas em 2008).[8]

O orçamento de 2008 ascendeu de 3 bilhões de euros para 3,6 bilhões de euros em 2009.[9] EM 2014, o orçamento total da organização foi de 4,1 bilhões de euros.[10] As línguas utilizadas são o inglês, francês, alemão, italiano, holandês e espanhol.[1]

A tabela a seguir lista todos os Estados-membros e os membros associados, com as datas de ratificação da Convenção ESA e contribuições ao orçamento da ESA em 2015:[2]

Estado-membro Convenção da ESA Programa Nacional Contr.
(milhões. €)
Contr.
(%)
 Áustria 30 de dezembro de 1986 FFG &0000000000000051.50000051,5 &0000000000000001.6000001,6%
 Bélgica 3 de outubro de 1978 BELSPO &0000000000000189.500000189,5 &0000000000000005.8000005,8%
 Chéquia 12 de novembro de 2008 Ministério do Transporte &0000000000000014.20000014,2 &0000000000000000.4000000,4%
 Dinamarca 15 de setembro de 1977 DTU Space &0000000000000026.80000026,8 &0000000000000000.8000000,8%
 Estónia 4 de fevereiro de 2015 ESO &0000000000000000.8000000,8 &0000000000000000.1000000,1%
 Finlândia 1 de janeiro de 1995 TEKES &0000000000000019.60000019,6 &0000000000000000.6000000,6%
 França 30 de outubro de 1980 CNES &0000000000000718.200000718,2 &0000000000000022.20000022,2%
 Alemanha 26 de julho de 1977 DLR &0000000000000797.400000797,4 &0000000000000024.60000024,6%
 Grécia 9 de março de 2005 ISARS &0000000000000012.10000012,1 &0000000000000000.4000000,4%
 Hungria 24 de fevereiro de 2015 HSO
 Irlanda 10 de dezembro de 1980 EI &0000000000000018.00000018,0 &0000000000000000.6000000,6%
 Itália 20 de fevereiro de 1978 ASI &0000000000000329.900000329,9 &0000000000000010.20000010,2%
 Luxemburgo 30 de junho de 2005 Luxinnovation &0000000000000023.00000023,0 &0000000000000000.7000000,7%
 Países Baixos 6 de fevereiro de 1979 NSO &0000000000000074.70000074,7 &0000000000000002.3000002,3%
 Noruega 30 de dezembro de 1986 NSC &0000000000000059.80000059,8 &0000000000000001.8000001,8%
 Polónia 19 de novembro de 2012 POLSA &0000000000000030.00000030,0 &0000000000000000.9000000,9%
Portugal Portugal 14 de novembro de 2000 FCT &0000000000000016.70000016,7 &0000000000000000.5000000,5%
Roménia 22 de dezembro de 2011 ROSA &0000000000000025.40000025,4 &0000000000000000.8000000,8%
Flag of Spain.svg Espanha 7 de fevereiro de 1979 INTA &0000000000000131.700000131,7 &0000000000000004.1000004,1%
 Suécia 6 de abril de 1976 SNSB &0000000000000080.30000080,3 &0000000000000002.5000002,5%
Suíça 19 de novembro de 1976 SSO &0000000000000134.900000134,9 &0000000000000004.2000004,2%
 Reino Unido 28 de março de 1978 UKSA &0000000000000322.300000322,3 &0000000000000009.9000009,9%
Outro &0000000000000149.800000149,8 &0000000000000004.6000004,6%
Membros associados
 Canadá[note 1] 1 de janeiro de 1979[11] CSA &0000000000000015.50000015,5 &0000000000000000.5000000,5%
Membros e associados &0000000000003241.2000003 241,2 &0000000000000100.000000100%
União Europeia[note 2] 28 de maio de 2004[13] ESP &0000000000001191.7000001 191,7 &0000000000000086.50000086,5%
EUMETSAT &0000000000000122.400000122,4 &0000000000000010.30000010,3%
Outras contribuições &0000000000000038.80000038,8 &0000000000000003.3000003,3%
Total ESA &0000000000004433.0000004 433,0 &0000000000000136.800000136,8%
  1. O Canadá é um membro associado da ESA.[11][12]
  2. Framework Agreement establishing the legal basis for cooperation between ESA and the European Union came into force in May 2004.

Frota de veículos de lançamento[editar | editar código-fonte]

Vista panorâmica do Centro Espacial da Guiana

A ESA possui uma frota de veículos de lançamento em serviço com os quais compete em todos os setores do mercado de lançamentos. A frota da ESA consiste em três projetos principais de foguetes: Ariane 5, Soyuz-2 e Vega. Os lançamentos de foguetes são efetuados pela Arianespace, que conta com 23 accionistas representantes da indústria que fabrica o Ariane 5 e também do CNES, no Centro Espacial da ESA da Guiana Francesa. Como muitos satélites de comunicação têm órbitas equatoriais, os lançamentos a partir da Guiana são capazes de levar cargas úteis maiores para o espaço do que os espaçoportos em latitudes mais altas. Além disso, os lançamentos equatoriais dão à espaçonave um 'empurrão' extra de quase 460 m/s devido à maior velocidade de rotação da Terra no equador em comparação com os pólos próximos à Terra, onde a velocidade de rotação se aproxima de zero.[14]

Ariane 5[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Ariane e Ariane 5

O foguete Ariane 5 é o principal lançador da ESA. Ele está em serviço desde 1997 e substituiu o Ariane 4. Duas variantes diferentes estão em uso. A versão mais pesada e usada, o Ariane 5 ECA, tem capacidade para dois satélites de comunicação de até 10 toneladas em GTO. Ele falhou durante seu primeiro voo de teste em 2002, mas desde então fez 82 voos consecutivos com sucesso até uma falha parcial em janeiro de 2018. A outra versão, o Ariane 5 ES, foi usada para lançar o Veículo de Transferência Automatizado (ATV) para a Estação Espacial Internacional (ISS) e será usado para lançar quatro satélites de navegação Galileo por vez.[15][16]

Em novembro de 2012, a ESA concordou em construir uma variante atualizada chamada Ariane 5 ME (Mid-life Evolution) que aumentaria a capacidade de carga útil para 11,5 toneladas para GTO e apresentaria um segundo estágio reiniciável para permitir missões mais complexas. O Ariane 5 ME estava programado para voar em 2018, mas o projeto foi abandonado em favor do Ariane 6, que deve substituir o Ariane 5 na década de 2020.[17] Os lançadores Ariane 1, 2, 3 e 4 da ESA foram aposentados.

Soyuz[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Soyuz-2
Galileo sendo lançada pelo Soyuz-2

Soyuz-2 (também chamado de Soyuz-ST ou Soyuz-STK) é um lançador de carga útil médio russo (ca. 3 toneladas métricas para GTO) que foi colocado em serviço ESA em outubro de 2011.[18][19] A ESA celebrou uma joint venture de 340 milhões de euros com a Agência Espacial Federal Russa sobre o uso do lançador Soyuz. Segundo o acordo, a agência russa fabrica peças de foguetes Soyuz para a ESA, que são enviadas para a Guiana Francesa para montagem.[6]

A ESA se beneficia porque ganha um lançador de carga útil média, complementando sua frota e economizando em custos de desenvolvimento. O foguete Soyuz - que tem sido o o principal lançador espacial russo por mais de 50 anos - é uma tecnologia comprovada com um histórico de segurança muito bom. A Rússia se beneficia por ter acesso ao local de lançamento de Kourou. Devido à sua proximidade com o equador, o lançamento de Kourou em vez de Baikonur quase duplica a carga útil da Soyuz para GTO (3,0 toneladas contra 1,7 toneladas).[14]

A Soyuz foi lançada pela primeira vez de Kourou em 21 de outubro de 2011 e colocou com sucesso dois satélites Galileo em órbita 23.222 quilômetros acima da Terra.[18]

Vega[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Vega (foguete)

O Vega é o foguete transportador da ESA para pequenos satélites. Desenvolvido por sete membros da ESA liderados pela Itália, é capaz de transportar uma carga útil com uma massa entre 300 e 1500 kg a uma altitude de 700 km, para órbita polar baixa. Seu lançamento inaugural de Kourou foi em 13 de fevereiro de 2012.[20] A Vega começou a exploração comercial completa em dezembro de 2015.[21]

O foguete tem três estágios de propulsão sólida e um estágio superior de propulsão líquida (o AVUM) para inserção orbital precisa e a capacidade de colocar cargas úteis em órbitas diferentes.[22][23]

Uma versão maior do lançador Vega, Vega-C está em desenvolvimento e o primeiro vôo é esperado em junho de 2021. A nova evolução do foguete incorpora um amplificador de primeiro estágio maior, o P120C substituindo o P80, um Zefiro atualizado (estágio de foguete) segundo estágio, e o estágio superior AVUM +. Esta nova variante permite cargas úteis únicas maiores, cargas úteis duplas, missões de retorno e capacidades de transferência orbital.[24]

Desenvolvimento futuro de foguetes[editar | editar código-fonte]

Projetos futuros incluem o demonstrador de tecnologia de motor reutilizável Prometheus, Phoebus (um segundo estágio atualizado para o Ariane 6) e Themis (um primeiro estágio reutilizável).[25][26]

Instalações[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c «Convention for the establishment of a European Space Agency» (PDF). ESA. 2010. Consultado em 16 de novembro de 2014 
  2. a b «ESA Budget for 2015». esa.int. 16 de janeiro de 2015 
  3. a b c d e f ESA (ed.). «History of Europe in space». Consultado em 26 de janeiro de 2022 
  4. a b c d e f ESA (ed.). «A history of the European Space Agency». Consultado em 26 de janeiro de 2022 
  5. «ESA turns 30! A successful track record for Europe in space» (Nota de imprensa). European Space Agency. 31 de maio de 2005 
  6. a b «Launchers Home: International cooperation». ESA. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  7. «About ESA - Romania accedes to ESA Convention». ESA. Consultado em 14 de janeiro de 2012 
  8. «ESA programmes with Czech participation» (PDF). Czech Space Office. 2009. Cópia arquivada (PDF) em 11 de maio de 2013 
  9. «ESA budget for 2009» (PDF). ESA. Janeiro de 2009. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  10. «ESA Budget for 2014». esa.int. 29 de janeiro de 2015 
  11. a b Leclerc, G.; Lessard, S. (novembro de 1998). «Canada and ESA: 20 Years of Cooperation» (PDF). ESA Bulletin (96). ISBN 92-9092-533-7 
  12. Dotto, Lydia (maio de 2002). Canada and The European Space Agency: Three Decades of Cooperation (PDF). [S.l.]: European Space Agency 
  13. «Framework Agreement between the European Community and the European Space Agency». Consilium.europa.eu. Consultado em 29 de agosto de 2011 
  14. a b William Barnaby Faherty; Charles D. Benson (1978). «Moonport: A History of Apollo Launch Facilities and Operations». NASA Special Publication-4204 in the NASA History Series. p. Chapter 1.2: A Saturn Launch Site. Consultado em 8 de maio de 2019. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2018 
  15. «Launch vehicles – Ariane 5». esa.int. Consultado em 20 de maio de 2014 
  16. «Ariane 5 ES». ESA. Consultado em 8 de setembro de 2014 
  17. «Launch vehicle Ariane 5 ME». esa.int. Consultado em 20 de maio de 2014 
  18. a b «Liftoff! Soyuz begins its maiden mission from the Spaceport». 21 de outubro de 2011. Consultado em 23 de agosto de 2014 
  19. «Russia ships Soyuz carrier rockets to Kourou spaceport». RIA Novosti. 7 de novembro de 2009. Consultado em 6 de setembro de 2014 
  20. «ESA's new Vega launcher scores success on maiden flight». Consultado em 6 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2014 
  21. «Vega». Consultado em 13 de junho de 2018 
  22. «Vega – Launch Vehicle». ESA. 10 de maio de 2013. Consultado em 1 de maio de 2014 
  23. «VEGA – A European carrier for small satellites». ASI. 2012. Cópia arquivada em 2 de maio de 2014 
  24. «Vega-C». ESA. 9 de abril de 2020. Consultado em 13 de janeiro de 2021 
  25. «New ESA contracts to advance Prometheus and Phoebus projects». www.esa.int (em inglês). Consultado em 25 de maio de 2021 
  26. «ESA plans demonstration of a reusable rocket stage». www.esa.int (em inglês). Consultado em 25 de maio de 2021 

Leitura adicional[editar | editar código-fonte]

  • ESA Bulletin (ESA Bulletin) is a quarterly magazine about the work of ESA that can be subscribed to European Space Agency free of charge.
  • Bonnet, Roger; Manno, Vittorio (1994). International Cooperation in Space: The Example of the European Space Agency (Frontiers of Space). Harvard University Press. ISBN 0-674-45835-4.
  • Johnson, Nicholas (1993). Space technologies and space science activities of member states of the European Space Agency. OCLC 29768749 .
  • Peeters, Walter (2000). Space Marketing: A European Perspective (Space Technology Library). ISBN 0-7923-6744-8.
  • Zabusky, Stacia (1995 and 2001). Launching Europe: An Ethnography of European Cooperation in Space Science. ISBN B00005OBX2.
  • Harvey, Brian (2003). Europe's Space Programme: To Ariane and Beyond. ISBN 1-85233-722-2.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Outros