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Agência Nacional de Inteligência Geoespacial

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Agência Nacional de Inteligência Geoespacial
National Geospatial-Intelligence Agency
Selo da NGA
Bandeira da NGA
Sede da NGA
Resumo da agência
Formação1 de outubro de 1996 (1996-10-01)
Predecessores
  • Defense Mapping Agency, Central Imagery Office, and Defense Dissemination Program Office
SedeFort Belvoir, Virgínia, EUA[1]
38° 45′ 12″ N, 77° 11′ 49″ O
SiglaNGA
Lema"Know the Earth, Show the Way... from Seabed to Space"
EmpregadosCerca de 14,500[2]
Orçamento anualConfidencial (pelo menos $4,9 bilhões, 2013)[3]
Agência mãeDepartamento de Defesa
Sítio oficialnga.mil
Notas de rodapé
[4]

A Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (em inglês: National Geospatial-Intelligence Agency; NGA) é uma agência de apoio ao combate do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, cuja principal missão é coletar, analisar e distribuir inteligência geoespacial (GEOINT) em apoio à segurança nacional. Fundada em 1996 como Agência Nacional de Imagens e Cartografia (NIMA), recebeu sua denominação atual em 2003. É integrante da Comunidade de Inteligência dos Estados Unidos.[5]

A sede da NGA, também conhecida como Campus Leste da NGA ou NCE, está localizada na área norte de Fort Belvoir, em Springfield, na Virgínia. Com 2 300 000 pés quadrados (210 000 m2), é o terceiro maior edifício governamental da região metropolitana de Washington, atrás do Pentágono e do Edifício Ronald Reagan e Centro de Comércio Internacional.[6] A agência também mantém o Campus Oeste da NGA, ou NCW, em St. Louis, no Missouri, além de escritórios de apoio e ligação em diversos países.

A NGA também auxilia na resposta a desastres naturais e provocados pelo ser humano, contribui para o planejamento da segurança de grandes eventos, como os Jogos Olímpicos,[7] divulga informações de segurança marítima[8] e coleta dados sobre a mudança do clima.[9]

História

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Os esforços estadunidenses de elaboração de mapas e cartas permaneceram relativamente inalterados até a Primeira Guerra Mundial, quando a aerofotografia passou a desempenhar um papel importante na obtenção de informações sobre o campo de batalha. Utilizando visores estereoscópicos, os intérpretes fotográficos examinavam milhares de imagens. Muitas retratavam o mesmo alvo em diferentes ângulos e momentos, dando origem às técnicas modernas de análise de imagens e cartografia.

Unidade de Reprodução de Engenharia (ERP)

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A Unidade de Reprodução de Engenharia foi a primeira tentativa do Corpo de Engenharia do Exército dos Estados Unidos de centralizar a produção, a impressão e a distribuição de mapas. Estava localizada nas instalações do Colégio de Guerra do Exército dos Estados Unidos, em Washington, D.C.. Anteriormente, a elaboração de mapas topográficos era principalmente uma atribuição das unidades individuais de engenharia de campo, que empregavam técnicas de levantamento em campo ou copiavam materiais existentes ou capturados. Além disso, a ERP assumiu a "supervisão e manutenção" da Coleção de Mapas do Departamento de Guerra dos Estados Unidos, a partir de 1.º de abril de 1939.

Serviço Cartográfico do Exército (AMS) / Comando Topográfico do Exército dos Estados Unidos (USATC)

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Com o desenvolvimento da aviação durante a Segunda Guerra Mundial, os levantamentos de campo começaram a ceder espaço à fotogrametria, à interpretação fotográfica e à geodésia. Durante a guerra, tornou-se cada vez mais possível elaborar mapas com um volume mínimo de trabalho de campo. Desse processo surgiu o Serviço Cartográfico do Exército, ou AMS, que incorporou a ERP existente em maio de 1942. Sua sede ficava no complexo de Dalecarlia — incluindo edifícios atualmente denominados em homenagem a John C. Frémont e Charles H. Ruth —, na Avenida MacArthur, nos arredores de Washington, D.C., no Condado de Montgomery, em Maryland, e ao lado do Reservatório de Dalecarlia. O AMS foi designado como uma atividade de campo de engenharia a partir de 1.º de julho de 1942, pela Ordem Geral n.º 22 do OCE, de 19 de junho de 1942. O Serviço Cartográfico do Exército também reuniu muitas das organizações de inteligência geográfica restantes do Exército e a Divisão de Inteligência Técnica de Engenharia. Em 1.º de setembro de 1968, o AMS foi redesignado como Comando Topográfico do Exército dos Estados Unidos (USATC) e continuou funcionando como uma organização independente até 1972, quando foi incorporado à recém-criada Agência de Cartografia de Defesa (DMA) e redesignado como Centro Topográfico da DMA (DMATC).

Centro Nacional de Interpretação Fotográfica (NPIC)

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Selo do Centro Nacional de Interpretação Fotográfica (NPIC)

Pouco antes de deixar o cargo, em janeiro de 1961, o presidente Dwight D. Eisenhower autorizou a criação do Centro Nacional de Interpretação Fotográfica (NPIC), um projeto conjunto da CIA e da DIA. O NPIC era um componente da Diretoria de Ciência e Tecnologia da CIA (DDS&T), e sua principal função era a análise de imagens.[10] Em 1996, o NPIC passou a fazer parte da Agência Nacional de Imagens e Cartografia, atualmente denominada NGA.[11]

Crise dos mísseis de Cuba

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Em 1962, analistas do NPIC descobriram que a União Soviética estava instalando mísseis em Cuba. Utilizando imagens obtidas em sobrevoos de aeronaves U-2 e filmes contidos em cápsulas ejetadas pelos satélites Corona, eles informaram os responsáveis pela formulação de políticas dos Estados Unidos e influenciaram as operações durante a Crise dos mísseis de Cuba. A análise recebeu atenção mundial quando o governo de Kennedy desclassificou e divulgou parte das imagens que mostravam os mísseis soviéticos em território cubano; Adlai Stevenson II apresentou as imagens ao Conselho de Segurança das Nações Unidas em 25 de outubro de 1962.[12]

Agência de Cartografia de Defesa (DMA)

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A Agência de Cartografia de Defesa (DMA) foi criada em 1.º de janeiro de 1972 para consolidar as atividades cartográficas militares dos Estados Unidos. A "certidão de nascimento" da DMA, a Diretriz 5105.40 do Departamento de Defesa, resultou de uma diretriz presidencial anteriormente secreta, intitulada "Organização e Gestão da Comunidade de Inteligência Estrangeira dos Estados Unidos", de 5 de novembro de 1971, que determinava a consolidação das funções cartográficas antes distribuídas entre os diferentes ramos das Forças Armadas.[13] A DMA entrou em operação em 1.º de julho de 1972, de acordo com a Ordem Geral n.º 3 da DMA, de 16 de junho de 1972. Em 1.º de outubro de 1996, a DMA foi incorporada à Agência Nacional de Imagens e Cartografia, que posteriormente se tornou a NGA.[14]

A primeira sede da DMA ficava no Observatório Naval dos Estados Unidos, em Washington, D.C., sendo posteriormente transferida para Falls Church, na Virgínia. Seu quadro de funcionários, majoritariamente civil, estava concentrado em centros de produção em Bethesda, Maryland, no norte da Virgínia e em St. Louis, Missouri. A DMA foi formada a partir da Divisão de Cartografia, Cartas e Geodesia da Agência de Inteligência de Defesa (DIA) e de diversas organizações cartográficas dos ramos das Forças Armadas.[15]

A DMA compreendia os seguintes centros:

Centro Hidrográfico da DMA (DMAHC)
O DMAHC foi formado em 1972, quando o Serviço Hidrográfico da Marinha dividiu seus dois componentes: o componente de produção de cartas foi incorporado ao DMAHC, enquanto o componente de levantamentos foi transferido para o Serviço Oceanográfico Naval, em Bay St. Louis, no Mississippi, nas instalações do atual Centro Espacial John C. Stennis. O DMAHC era responsável pela produção de mapas terrestres de áreas costeiras de todo o mundo e de cartas hidrográficas para o Departamento de Defesa. Inicialmente, o DMAHC estava localizado em Suitland, Maryland, mas posteriormente foi transferido para Brookmont, em Bethesda, Maryland.
Centro Topográfico da DMA (DMATC)
Localizado na antiga sede da NGA, em Brookmont, o DMATC produzia mapas topográficos para o Departamento de Defesa.
Centro Hidrográfico e Topográfico da DMA (DMAHTC)
O DMAHC e o DMATC acabaram sendo fundidos para formar o DMAHTC, com escritórios em Brookmont.
Centro Aeroespacial da DMA (DMAAC)
O DMAAC teve origem no Centro de Cartas e Informações Aeronáuticas da Força Aérea dos Estados Unidos e estava localizado em St. Louis.

Agência Nacional de Imagens e Cartografia (NIMA)

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Logotipo, selo e bandeira da NIMA

A NIMA foi criada em 1.º de outubro de 1996 pela Lei de Autorização de Defesa Nacional para o Ano Fiscal de 1997.[16] A criação da NIMA ocorreu após mais de um ano de estudos, debates e planejamento pelas comunidades de defesa, inteligência e formulação de políticas, assim como pelo Congresso, além de consultas contínuas às organizações atendidas. A criação da NIMA centralizou a responsabilidade pela produção de imagens e pela cartografia.

A NIMA incorporou integralmente a DMA, o Escritório Central de Imagens (CIO) e o Escritório do Programa de Disseminação de Defesa (DDPO), assim como a missão e as funções do NPIC. Também foram incorporados à NIMA os setores de exploração, disseminação e processamento de imagens da Agência de Inteligência de Defesa, do Escritório Nacional de Reconhecimento e do Escritório de Reconhecimento Aerotransportado de Defesa.

A criação da NIMA foi dificultada pela relutância natural das diferentes culturas organizacionais em se fundir e pelo receio de que suas respectivas missões — a cartografia em apoio às atividades de defesa e a produção de inteligência, principalmente em apoio aos responsáveis nacionais pela formulação de políticas — fossem subordinadas uma à outra.[17]

Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (NGA)

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Antiga sede da NGA em Brookmont, Maryland, antes de 2012. O local abrigava a sede da NGA e de suas agências antecessoras desde 1945. Após a transferência para a sede atual, as instalações foram reformadas e se tornaram o Campus da Comunidade de Inteligência de Bethesda.

Com a promulgação da Lei de Autorização de Defesa Nacional para o Ano Fiscal de 2004, em 24 de novembro de 2003,[18] a NIMA passou a se chamar Agência Nacional de Inteligência Geoespacial (NGA),[19] de modo a refletir melhor sua principal missão na área de GEOINT.[20]

BRAC de 2005 e seus efeitos sobre a NGA

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Como parte do processo de Realinhamento e Fechamento de Bases de 2005 (BRAC), todas as principais instalações da NGA na região de Washington, D.C., incluindo as localizadas em Bethesda, Reston, na Virgínia, e Washington, D.C., foram consolidadas em uma nova instalação situada no antigo Campo de Testes de Engenharia, próximo a Fort Belvoir. Essa nova instalação, posteriormente denominada NCE, abriga vários milhares de funcionários. As instalações da NGA em St. Louis não foram afetadas pelo processo BRAC de 2005.[21]

Em março de 2009, estimava-se que o novo centro custaria US$ 2,4 bilhões. O campus do centro possui cerca de 2 400 000 pés quadrados (220 000 m2) e foi concluído em setembro de 2011.[22]

Next NGA St. Louis

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Em setembro de 2025, a NGA inaugurou uma nova instalação[23] em St. Louis, Missouri, denominada Next NGA St. Louis, ao custo de US$ 1,7 bilhão. A instalação abrigará 3.000 funcionários.[24] O Legislativo municipal de St. Louis está atualmente reconsiderando uma legislação que criaria uma zona de proteção ao redor da Next NGA St. Louis, proibindo que determinados estabelecimentos, como postos de gasolina, empresas que trabalham com materiais perigosos e empreendimentos apoiados por governos estrangeiros, fossem construídos nas proximidades por razões de segurança.[25]

Organização

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Estrutura da agência

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Dirigentes executivos

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A NGA é chefiada por uma diretora, atualmente a tenente-general do Exército Michele Bredenkamp. Na ordem de precedência, seguem-se o vice-diretor, atualmente Brett Markham, e o chefe de gabinete.[26] Os titulares desses três cargos compõem a equipe de liderança executiva da NGA.

Chefe de gabinete

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Enquanto a diretora e o vice-diretor da NGA supervisionam a agência, o chefe de gabinete supervisiona a equipe de apoio executivo, os serviços administrativos, a logística, a segurança de pessoal, os recursos humanos, o treinamento e o desenvolvimento dos funcionários, as comunicações institucionais e as relações com o Congresso.[26]

Diretorias e seus dirigentes

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A NGA é dividida em diversas diretorias, chefiadas por diretores (D/XX) e vice-diretores associados (ADD/XX), sendo "XX" a designação de duas letras de cada diretoria.[26] Entre as diretorias e funções de liderança conhecidas estão, sem se limitar a elas:

  • Diretoria de Análise, que inclui o diretor de Operações Analíticas (D/AO) e o vice-diretor associado para Engajamento Operacional (ADD/AE),[26] e é chefiada por um diretor.[27][28] Segundo as fontes citadas, Susan "Sue" Kalweit ocupou o cargo de diretora de Análise.[29][30]
  • Diretoria de Operações e Gestão de Fontes (S ou Diretoria de "Fontes"),[31] chefiada pelo diretor da Diretoria de Operações e Gestão de Fontes[32] ou diretor de Operações de Fontes.[33]
  • Diretoria de Operações Corporativas (E ou Diretoria "Corporativa"), chefiada pelo diretor da Diretoria de Operações Corporativas.[31]
  • Diretoria de Serviços de Tecnologia da Informação.[34]
  • Diretoria de Planos e Programas.[27]
  • Diretoria de Pesquisa.[35]
  • Diretoria de Segurança e Operações de Instalações[28] (SI).[36]
  • Diretoria de Desenvolvimento Humano (HD).[37]
  • Diretoria de Gestão Financeira (FM).[38]
  • Diretoria de contratações da NGA sem denominação especificada.[39]
  • Diretoria de Aquisições.[40]
  • Diretoria A, sem denominação especificada, possivelmente a Diretoria de Aquisições ou a Diretoria de Análise.[40]
  • Diretoria P, sem denominação especificada, possivelmente a Diretoria de Planos e Programas ou a antiga Diretoria de Análise e Produção.[40]

Em 2011, existia uma Diretoria de Análise e Produção (P ou Diretoria de "Produção").[31] Atualmente, a NGA possui uma Diretoria de Análise, que pode ter substituído a Diretoria de Análise e Produção ou ter surgido da separação de parte dela.[27]

O vice-diretor associado de Operações supervisiona diretamente o Centro de Operações da NGA — que, por sua vez, é chefiado por um diretor e um vice-diretor —,[26] o Escritório de Defesa da NGA, o Escritório de Operações Expedicionárias e a liderança da NGA nas três instalações de Dados Aeroespaciais do Escritório Nacional de Reconhecimento.[32]

Outros grupos internos e dirigentes

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A NGA possui Equipes de Apoio da NGA (NSTs), que trabalham com as diretorias, são designadas para missões internacionais, acompanham forças militares em operações ou atuam como elementos de ligação com os diferentes ramos das Forças Armadas.[26][29][41] Também existem diversas Equipes de Apoio de Comando da NGA.[42] As operações da NGA na região oeste, como a construção do campus Next NGA St. Louis em St. Louis, Missouri, são chefiadas pelo executivo da NGA em St. Louis, que pode exercer simultaneamente outras funções de liderança.[32] A agência também possui um responsável executivo pela igualdade.[33] Entre outras organizações presentes na NGA, que podem ou não integrar diretorias, estão:

  • Centro de Operações da NGA.[26]
  • Escritório de Operações Expedicionárias.[32]
  • Escritório de Defesa da NGA (OND).[41]
  • Escritório do Diretor de Informática (OCIO), chefiado pelo diretor de informática da NGA.
  • Escritório do Inspetor-Geral (OIG), chefiado pelo inspetor-geral da NGA.[33]
  • Escritório de Serviços de Registros.[31]
  • Comitê Nacional de Inteligência geoespacial, ou GEOCOM, que contém subcomitês.
  • Colégio Nacional de Inteligência Geoespacial (NGC), chefiado por um diretor.
  • Escritório da Empresa GEOINT, chefiado por um diretor e organizado em divisões.
  • Escritório de Geomática.[43]
  • Escritório de Navegação Aeronáutica.
  • Escritório de Avaliação Institucional e de Programas (CAPE).
  • Escritório de Comunicações Institucionais, chefiado por um diretor.[29]
  • Escritório de Operações Estratégicas e Desempenho.
  • Célula de Operações de Segurança Cibernética da NGA (CSOC), chefiada por um diretor e organizada em equipes.
  • Polícia da NGA.[41]
  • Departamento de História da NGA.
  • Escritório de Segurança Marítima.
  • Escritório de Serviços de Contratação.[34]
  • Escritório de Sistemas de Guerra do Futuro (MRF).[44][45]
  • Escritório de Gestão da Diversidade e Igualdade de Oportunidades de Emprego, chefiado por um diretor.[33]
  • Equipe de Mídia Personalizada (XCMS), que inclui a equipe de apoio de Mídia Personalizada e a equipe do Sistema de Geração de Mídia Personalizada (CMGS).[42]
  • Divisão de GPS.[46]
  • Divisão de Imagens Históricas ou Equipe de Imagens Históricas.[47]
  • Equipe de Informação Geográfica Voluntária (VGI), uma comunidade chefiada pela NGA que inclui usuários e instituições externos previamente avaliados.[48]
  • Escritório de Empreendimentos e Inovação.[49]
  • Pesquisa da NGA, chefiada por um diretor.
  • Escritório de Inovação Corporativa (EIO).
  • Escritório de Operações Estratégicas.
  • Escritório de Geografia.
  • NGA Outpost Valley (NOV), escritório da NGA no Vale do Silício.[27]
  • Escritório de Assuntos Congressuais e Intergovernamentais.[35]
  • Divisão de Segurança de Pessoal, chefiada por um responsável.[28]
  • Centro de Operações Meteorológicas.[50]
  • Escritório do Consultor Jurídico-Geral (OGC).[37]
  • Escritório do Programa de Registros e Desclassificação.[40]
  • Escritório do Programa da Lei da Liberdade de Informação (FOIA) e da Lei de Privacidade.[40][37]

Além disso, os Escritórios de GEOINT das Forças Armadas (SGOs) atuam como elementos de ligação com a NGA, mas pertencem aos respectivos ramos das Forças Armadas e representam suas necessidades de inteligência geoespacial.[41] As Forças Armadas Canadianas mantêm uma equipe de ligação junto à NGA; o oficial de operações dessa equipe também atua como elemento de ligação da NGA com a Commonwealth.[29]

A NGA integra o Sistema Nacional de Inteligência Geoespacial (NSG) e o mais amplo Sistema Aliado de Inteligência Geoespacial (ASG), que inclui os aliados próximos Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia.[29] Os Estados Unidos e esses quatro países também formam a aliança de inteligência Cinco Olhos.[51]

Funcionários

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A NGA emprega profissionais das áreas de análise aeronáutica, cartografia, análise geoespacial, análise de imagens, análise marítima, ciências físicas, geodésia, engenharia de computação, engenharia de telecomunicações e fotogrametria, além de profissionais das áreas de segurança nacional e aplicação da lei.

Atividades civis, do Departamento de Defesa e da comunidade de inteligência

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  • Operação contra o complexo de Osama bin Laden: a NGA desempenhou um papel fundamental ao ajudar o Departamento de Defesa e a Comunidade de Inteligência dos Estados Unidos a localizar o complexo em Abbottabad, no Paquistão, onde Osama bin Laden permaneceu escondido durante vários anos, e a planejar a operação que resultou em sua morte.[52][53]
  • Consequências dos ataques de 11 de setembro: após os ataques de 11 de setembro de 2001, a NIMA trabalhou em conjunto com o Serviço Geológico dos Estados Unidos para examinar o local do World Trade Center e determinar a extensão da destruição.[12]
  • Investimento na Keyhole: a NGA forneceu aproximadamente 25% do financiamento da In-Q-Tel destinado à Keyhole, Inc, cujo programa de visualização da Terra se tornou o Google Earth.[54]
  • Furacão Katrina: a NGA apoiou os esforços de socorro relacionados ao Furacão Katrina, "fornecendo informações geoespaciais sobre as áreas afetadas, com base em imagens de satélites comerciais e do governo dos Estados Unidos e de plataformas aéreas, à Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA) e a outros órgãos governamentais".[55] O site Earth da NGA constitui uma fonte central desses esforços.
  • Parceria com a Microsoft: a Microsoft e a NGA assinaram um memorando de entendimento para desenvolver o projeto e o fornecimento de aplicações de informações geoespaciais aos usuários.[56] A NGA continuaria utilizando a plataforma Virtual Earth da Microsoft, como havia feito durante os esforços de socorro após o furacão Katrina, para fornecer apoio geoespacial a ações humanitárias, de manutenção da paz e de segurança nacional. O Virtual Earth é um conjunto de serviços de pesquisa e cartografia on-line que fornece imagens por meio de uma API.
  • Google e GeoEye: em 2008, a NGA estabeleceu uma parceria com o Google e a GeoEye. O Google recebeu permissão para utilizar imagens de satélites espiões da GeoEye com resolução reduzida no Google Earth.[54]
  • Programas de código aberto no GitHub: em abril de 2014, a NGA se tornou a primeira agência de inteligência a disponibilizar programas em código aberto no GitHub.[57] A então diretora da NGA, Letitia Long, falou sobre a iniciativa da agência no GitHub e sobre seu primeiro produto, o GeoQ, durante o Simpósio GEOINT. Os comentários começam aos 40 minutos e 40 segundos de seu discurso na conferência GEOINT de 2014.[58] A NGA disponibiliza pacotes de programas em código aberto por meio de sua conta institucional no GitHub.[59]
  • Após a criação da Força Espacial dos Estados Unidos em 2019, a NGA começou a trabalhar com a força "para fornecer inteligência geoespacial destinada a apoiar e identificar suas necessidades futuras", estabelecendo uma nova equipe de apoio (NST) integrada à sede da Força Espacial.[60]
  • Em 2022, a NGA auxiliou nas operações de resgate e recuperação após o Furacão Ian, na Flórida.[61]
  • Desde 2022, a NGA fornece recursos de imagens não confidenciais ao Conflict Observatory para registrar e analisar provas de crimes de guerra russos na Ucrânia.[62]

Controvérsias

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A NIMA/NGA esteve envolvida em diversas controvérsias.

  • Em 1998, a Índia realizou testes nucleares que teriam surpreendido os Estados Unidos. Devido aos cortes no orçamento de defesa após o fim da Guerra Fria — o chamado "dividendo da paz" —, a comunidade de inteligência foi obrigada a reavaliar a distribuição de seus recursos limitados.[63]
  • Em 1999, a NIMA teria fornecido aos responsáveis pelo planejamento militar da OTAN mapas incorretos que não indicavam que a embaixada chinesa em Belgrado havia mudado de endereço. Alguns argumentaram que esse erro causou o bombardeio acidental da embaixada chinesa em Belgrado pela OTAN. A Agência Central de Inteligência (CIA) contestou essa crítica, afirmando que ela superestimava a importância do mapa em si no processo de análise. Mapas de áreas urbanas já podem estar desatualizados no dia seguinte à sua publicação; o mais importante seria dispor de bases de dados precisas.[64]
  • Em 17 de janeiro de 2013, o USS Guardian, um navio de contramedidas de minas, encalhou no Parque Marinho do Recife de Tubbataha, no sul das Filipinas. Embora tenha sido constatado que a NGA havia fornecido uma carta náutica imprecisa, com um desvio de até 15 km, a Marinha atribuiu a responsabilidade principalmente à tripulação do navio, particularmente ao comandante, ao imediato e a dois oficiais subalternos que estavam de serviço no momento do encalhe, pois eles não haviam seguido princípios prudentes, seguros e adequados de navegação. Durante o planejamento e a execução do plano de navegação, a tripulação utilizou exclusivamente a Carta Náutica Digital (DNC) incorreta e não realizou uma verificação adequada com outras cartas, nem utilizou referências visuais.[65]
  • Entre 2013 e 2018, a NGA definiu as coordenadas de latitude e longitude de uma residência particular como a localização padrão de Pretória, na África do Sul. Isso levou o site de cartografia digital MaxMind a indicar a residência como a localização de mais de um milhão de endereços IP. Como consequência, pessoas que procuravam celulares e outros aparelhos eletrônicos desaparecidos, pessoas que tentavam localizar endereços IP em Pretória e policiais que buscavam criminosos passaram a comparecer à residência. O problema acabou sendo solucionado após uma investigação particular e um pedido à NGA e à MaxMind para que a localização padrão fosse alterada.[66]

Ver também

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Referências

  1. «NGA Campus East Fact Sheet» (PDF). Arquivado do original (PDF) em 21 de fevereiro de 2014
  2. «About NGA». National Geospatial-Intelligence Agency. Consultado em 23 de maio de 2021. Cópia arquivada em 17 de junho de 2026
  3. Gellman, Barton; Greg Miller (29 de agosto de 2013). «U.S. spy network's successes, failures and objectives detailed in 'black budget' summary». The Washington Post. Consultado em 29 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 15 de julho de 2025
  4. «GSP - GSP». www.esa.int. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2012
  5. «10 U.S. Code § 441 - Establishment». LII / Legal Information Institute. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2025
  6. Serbu, Jared (27 de setembro de 2011). «Geospatial intelligence HQ is now DC's 3rd largest federal office building». Federal News Radio. Consultado em 19 de março de 2016. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2017
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  9. Perez, Lisbeth (3 de junho de 2021). «NGA Crunching Climate Change Data for National Security Decision-Making». MeriTalk. Consultado em 30 de junho de 2021. Cópia arquivada em 16 de abril de 2026
  10. «Thirty ... and thriving». Central Intelligence Agency. 1 de dezembro de 1991. p. 1ff. Consultado em 30 de maio de 2010. Arquivado do original em 8 de março de 2012
  11. «Jan. 18, 1961: National Photographic Interpretation Center». www.nga.mil. Consultado em 9 de agosto de 2017. Arquivado do original em 2 de julho de 2019
  12. 1 2 NGA History Arquivado em março 20, 2009, no Wayback Machine, nga.mil
  13. Nixon, Richard (5 de novembro de 1971). «Memorandum, Subject: Organization and Management of the U.S. Foreign Intelligence Community» (PDF). gwu.edu. Consultado em 12 de agosto de 2007. Cópia arquivada (PDF) em 17 de junho de 2014
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  15. U.S. National Archives. «Guide to Federal Records: Records of the Defense Mapping Agency (DMA)». National Archives and Records Administration (NARA). Consultado em 12 de agosto de 2007. Cópia arquivada em 22 de abril de 2026
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  17. «The Information Edge: Imagery Intelligence and Geospatial Information in an Evolving National Security Environment (Report of the Independent Commission on the NIMA)» (PDF). National Geospatial-Intelligence Agency. Dezembro de 2000. Arquivado do original (PDF) em 19 de setembro de 2009
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Ligações externas

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