Agostinho Branquinho

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Agostinho Branquinho
Nascimento Porto
Cidadania Portugal
Alma mater Universidade do Porto
Ocupação jornalista

Agostinho Correia Branquinho (Porto, 10 de agosto de 1956) é um administrador e político português[1].

Biografia[editar | editar código-fonte]

Licenciado em História, foi membro do Conselho Directivo (1978-1981) e dirigente da Associação de Estudantes (1979-1981) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tendo iniciado a sua vida profissional como jornalista, foi redactor d' O Comércio do Porto (1981-1982), editor e realizador de informação na RTP (1982-1987), director-geral da Rádio Voz do Neiva (1989-1991), consultor da Associação Empresarial Portuense (1995) e chief executive officer da NTM - Comunicação e Publicidade, S.A. (1988-2003). Leccionou no Instituto Superior de Administração e Gestão (1993-2001) e na Universidade Lusíada de Lisboa (2000-2001). Foi eleito deputado à Assembleia da República, em 1983, 2005 e 2009, pelo PSD. Foi também secretário-geral adjunto do Centro UNESCO do Porto (1984-1986), administrador da Fundação da Juventude (1989-1991), da Fundação Ciência e Desenvolvimento (2002-2010), da Casa da Música (2003-2005) e vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD (2009-2010). Foi colunista do Jornal de Notícias e publicou os livros A comunicação e a imagem nas questões de segurança e defesa (2001), Processo de Bolonha (2006) e, em co-autoria, Porto. Uma cidade boa para viver (1999).[2] Em 2010, e após ter questionado O que é a Ongoing?, como Membro duma Comissão Parlamentar sobre a TVI, renunciou ao seu lugar no Parlamento e, mais tarde, exerceu funções no Conselho de Administração da Ongoing Brasil.[3]

Foi Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social dos XIX e XX Governos Constitucionais.

É membro da Comissão Executiva e do Conselho de Gestão da Saúde na Santa Casa da Misericórdia do Porto e exerce, ainda, a atividade de consultor em questões de estratégia e economia social.


Referências