Air Macau

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Economia de Macau

"Grand Lisboa" (o alto; esquerda) e o "Hotel Lisboa" (o baixo; direita), ambos propriedades de Stanley Ho.
"MGM Grand Macau", inaugurado em 2007, é um grande hotel-resort, com casino.

Pataca
Autoridade Monetária de Macau
Pessoas
Empresas
Direito do jogo
Portal.svg Portal de Macau
Air Macau logo.png
Air Macau
IATA
NX
ICAO
AMU
Indicativo de chamada
Air Macau
Fundada em 1994
Principais centros
de operações
Aeroporto Internacional de Macau
Programa de milhagem CIP Club
Serviço VIP CIP Lounge
Aliança comercial
Frota 17 aeronaves
Destinos 14 localidades
Companhia
administradora
Air Macau
Sede Macau, República Popular da China
Sítio oficial en.airmacau.com.mo

Air Macau é a companhia aérea de bandeira da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) que possui a concessão exclusiva de exploração de todas as operações aéreas locais. Esta concessão, atribuída pelo Governo da RAEM, implica que qualquer companhia aérea que quiser operar a partir da RAEM terá de obter autorização da Air Macau para utilizar os seus direitos internacionais de transporte de passageiros. Como por exemplo, a Viva Macau foi sua subconcessionária até 2010.[1] [2]

Esta empresa monopolística foi estabelecida no dia 13 de Setembro de 1994 e começou as suas operações comerciais no dia 9 de Novembro de 1995. A base das suas operações é o Aeroporto Internacional de Macau. Actualmente, emprega cerca de 766 funcionários. Apesar de possuir direitos de tráfego e exploração de muitas ligações áereas, a Air Macau só opera actualmente vôos para o Sudeste Asiático, principalmente para Taiwan e República Popular da China. Este facto revela a incapacidade desta empresa de aproveitar e explorar todo o potencial do mercado de aviação de Macau, cuja economia é fortemente dependente do turismo e do jogo.[2]

Após vários anos de prejuízos, a Air Macau conseguiu em 2010 um impressionante lucro de 231,8 milhões de patacas.[3]

Operações aéreas[editar | editar código-fonte]

Até Janeiro de 2007, a Air Macau operou e continua a operar vôos comerciais para os seguintes países e regiões:

Frota[editar | editar código-fonte]

Airbus A320-200 (MAJ)

A frota da Air Macau consistia nas seguintes aeronaves em setembro de 2005:

Estrutura acionista[editar | editar código-fonte]

Em 2007[editar | editar código-fonte]

Em 2009/2010[editar | editar código-fonte]

Devido aos prejuízos acumulados de mais de 600 milhões de patacas desde 2005 e somente com um capital social de 400 milhões de patacas, a Air Macau foi obrigada em 2009 pelo Governo da RAEM a encontrar soluções para evitar a sua dissolução. Por isso, nesse mesmo ano, a companhia procedeu primeiro a uma redução do seu capital social para um milhão de patacas, com o objectivo de absorver os prejuízos, e depois efectuou uma reposição da quota de cada accionista até aos 200 milhões de patacas, ficando os restantes 200 milhões de patacas na posse do Governo da RAEM. Porém, vários accionistas não concordaram com a injecção de capital e viram por isso as suas participações reduzirem drasticamente. Depois desta operação, a estrutura accionista da empresa passou a ser a seguinte:[4]

Em 2010, a companhia Serviços, Administração e Participações (Seap), detida a 75% pela TAP Portugal e a 25% pelo Banco Nacional Ultramarino (BNU), vendeu a sua participação de 0,1% para a China National Aviation Corporation, que passou por isso a deter 80,87% das acções da Air Macau.[5]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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