Alberto Osório de Castro

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Alberto Osório de Castro
Alberto Osório de Castro
Ministro da Justiça
Dados pessoais
Nascimento 1 de março de 1868
Coimbra,  Portugal
Morte 1 de janeiro de 1946 (77 anos)
Lisboa,  Portugal
Alma mater Universidade de Coimbra
Partido Partido Centrista Republicano
Profissão Juiz e Poeta

Alberto Osório de Castro (Coimbra, 1 de Março de 1868 - Lisboa, 1 de Janeiro de 1946) foi um juiz e poeta português.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de João Baptista de Castro (1845-1920) que foi notário em Mangualde, depois magistrado em Lisboa e era um reputado bibliófilo. Companheiro de casa de Teófilo Braga, em Coimbra, publicou um livro sobre Questões Jurídicas (1868). Alberto teve como irmã Ana de Castro Osório.[1]
Aos 21 anos formou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi juiz nas antigas províncias ultramarinas portuguesas na Índia, em Angola e em Timor. Após regressar ao continente português, exerceu as funções de juiz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça e foi presidente do Conselho Superior de Administração Pública, sendo ainda Ministro da Justiça no governo de Sidónio Pais.

Nas letras, esteve ligado ao nascimento da revista Boémia Nova e estreou-se na poesia com a obra Exiladas em 1895. É descrito como estando situado entre o decadentismo e o simbolismo, evoluindo posteriormente para um formalismo de sabor parnasiano.

Alberto Osório de Castro colaborou ainda na na II série da revista Alma nova [2] (1915-1918) (começada a editar em Faro em 1914), na revista A illustração portugueza (1884-1890)[3] bem como no jornal humorístico A comedia portugueza (fundado em 1888)[4].

Além da poesia, dedicou-se aos estudos da antropologia, da etnologia e da botânica.

Politicamente, foi um dos membros do Partido Centrista Republicano e presidente da Direcção do Centro/Grémio Centrista de Lisboa.

Em 1950, a Câmara Municipal de Lisboa homenageou o poeta dando o seu nome a uma rua na zona de Alvalade.[5]

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]

  • Exiladas (1895)
  • A Cinza dos Myrtos (1906)
  • Flores de Coral (1908)
  • O Sinal da Sombra (1923)

Monografia[editar | editar código-fonte]

  • A Ilha Verde e Vermelha de Timor (1943)

Referências

  1. Revista COLÓQUIO/Letras n.º 52 (Novembro de 1979). Cartas inéditas de Aquilino Ribeiro, pág. 47.
  2. Rita Correia (19 de julho de 2011). «Ficha histórica:Alma nova: revista ilustrada (II Série) (1915-1918)» (PDF). Hemeroteca Municipal de Lisboa. Consultado em 13 de março de 2015 
  3. Rita Correia (1 de novembro de 2012). «Ficha histórica: A illustração portugueza : semanario : revista litteraria e artistica (1884-1890).» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. 4 páginas. Consultado em 22 de Abril de 2014 
  4. Rita Correia (24 de junho de 2011). «Ficha histórica: A comedia portugueza : chronica semanal de costumes, casos, politica, artes e lettras (1888-1902).» (pdf). Hemeroteca Municipal de Lisboa. 4 páginas. Consultado em 22 de Abril de 2014 
  5. https://www.facebook.com/423215431066137/photos/pb.423215431066137.-2207520000.1448277903./873152106072465/?type=3&theater

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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