Alexander Moreira-Almeida

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Alexander Moreira-Almeida
Nascimento Alexander Moreira de Almeida
28 de março de 1974 (43 anos)
Três Rios,  Rio de Janeiro
Nacionalidade Brasil Brasileiro
Progenitores Mãe: Elizabeth C. M. Almeida
Pai: Helio de Almeida
Cônjuge Angelica Aparecida Silva de Almeida
Alma mater UFJF  Minas Gerais
Religião Espírita
Orientador(es) Francisco Lotufo Neto
Instituições UFJF  Minas Gerais
Campo(s) Psiquiatria, Parapsicologia, Semiologia e Ciência da religião
Tese Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas[1]

Alexander Moreira de Almeida (Três Rios, 28 de março de 1974)[2] é um psiquiatra e parapsicólogo[3][4][nota 1] brasileiro da UFJF,[10][11][12][13] notório por suas publicações sobre fenômenos paranormais, saúde, transtornos mentais, problema mente-corpo, religião, e espiritualidade.[13][14]

Participante ativo do movimento espírita,[nota 2] Alexander é um dos principais responsáveis pelo Brasil estar internacionalmente em evidência na área de pesquisas científicas sobre experiências espirituais como a mediunidade.[13][16][17] Atualmente ele é o coordenador das seções de relação entre espiritualidade, religião e saúde mental da World Psychiatric Association[18] e da Associação Brasileira de Psiquiatria. Também é membro da Parapsychological Association e participou da sua diretoria entre 2011 e 2012.[19][20]

Ele realiza ampla divulgação de suas publicações junto aos meios de comunicação, que têm feito uma cobertura positiva de suas publicações e alegações.[21][22][23][24][25] Mas seus artigos também são criticados devido a falhas metodológicas por jornalistas e divulgadores científicos.[26][27][28][29][30][31] Suas publicações são citadas pela Federação Espírita Brasileira, pela Associação Médico-Espírita de São Paulo e pela Associação Médico-Espírita Internacional como evidências científicas que supostamente comprovam os dogmas do kardecismo, especialmente os relacionados à mediunidade.

Alexander é um dos fundadores do "Manifesto for a Post-Materialist Science" e da consequente "The Campaing for Open Science".[32] Um artigo na revista Skeptical Inquirer criticou duramente o manifesto, chamando-o de "cortina de fumaça" que tenta usar a mecânica quântica para promover pseudociências.[33]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Alexander Moreira-Almeida graduou-se em medicina na UFJF, fez residência médica e doutorado em psiquiatria na Universidade de São Paulo e realizou seu pós-doutorado em psiquiatria na Universidade de Duke,[34][35] sob a orientação de Harold Koenig em 2005-2006.[36]

Na Universidade de São Paulo ele coordenou o Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (NEPER), fundado por ele em 2000 junto com os psiquiatras Jorge Wohwey Ferreira Amaro, Hyong Jin Cho e Francisco Lotufo Neto.[37][38][39]

Atualmente[editar | editar código-fonte]

Moreira-Almeida é professor de psiquiatria e semiologia na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde fundou e dirige desde 2006 o Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde (NUPES),[34] que faz parte do Programa de Pós-Graduação em Saúde da UFJF, organiza grandes congressos da área[40] e conta com uma ampla gama de pesquisadores em âmbito nacional e internacional.[4][41][42][43]

É o coordenador da Seção de Espiritualidade, Religiosidade e Psiquiatria da World Psychiatric Association - sendo o único brasileiro à frente de uma seção da WPA - e também o coordenador da Comissão de Estudos em Espiritualidade e Saúde Mental da Associação Brasileira de Psiquiatria. Moreira-Almeida também faz parte de um grupo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que revisa os critérios para diagnósticos de transtornos mentais para a futura Classificação Internacional de Doenças (CID-11).[13]

Relações com o espiritismo[editar | editar código-fonte]

Alexander é oriundo de uma família espírita e atua em várias atividades relacionadas ao Espiritismo.[nota 2]Ele também defende o médium Chico Xavier,[44] divulga sua opinião contrária ao aborto através de instituições espíritas,[45] realiza palestras em centros espíritas,[46] ministra cursos e realiza assistências médicas em instituições ligadas a esta religião,[15][47] além de participar de congressos promovidos por associações deste campo religioso.[48] Suas publicações são citadas pela Federação Espírita Brasileira,[49] pela Associação Médico-Espírita de São Paulo[50] e pela Associação Médico-Espírita Internacional[51] como evidências científicas favoráveis às concepções espíritas, principalmente as relacionadas à mediunidade.

Em 2007 ele se negou a revelar sua crença religiosa à revista Época, apesar da reportagem tratar do médium João de Deus, detalhando uma de suas primeiras publicações.[52]

Em 2010 a revista Superinteressante lhe perguntou: "Como adquiriu conhecimentos sobre espiritismo? Vem de uma família espírita? Onde estudou? Você é membro da AME ou da ABRAPE?". Alexander respondeu da seguinte maneira: "Desde criança tive bastante contato com a diversidade religiosa brasileira: espíritas, católicos, umbandistas e protestantes. Ao mesmo tempo, sempre tive uma atitude muito crítica, questionadora e investigativa. Ao ter contato com as diversas experiências espirituais proporcionadas por estas religiões, fui desenvolvendo um interesse investigativo em conhecer melhor estas vivências, frequentemente ignoradas pelos cientistas e aceitas de modo ingênuo pelos religiosos. Como eu escrevi em um artigo, é preciso trilhar o estreito caminho entre a credulidade ingênua e o ceticismo radical. Não sou membro da AME ou da ABRAPE. Sobre minhas perspectivas metodológicas: "Diretrizes metodológicas para investigar estados alterados de consciência e experiências anômalas" e "Investigando o desconhecido: filosofia da ciência e investigação de fenômenos “anômalos” na psiquiatria".[53][nota 3]

Alexander defende, junto à Associação Mundial de Psiquiatria, que as pesquisas em espiritualidade são altamente importantes para a ciência.[55][56] A conclusão de sua tese de doutorado, "Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas", é que a mediunidade é uma uma condição não-patológica.[15][43][57] Ele foi fortemente influenciado pelas ideias de Allan Kardec, afirmando que o criador do espiritismo fez "uma abordagem revolucionária da espiritualidade".[58]

Relações com a Templeton Foundation[editar | editar código-fonte]

Moreira-Almeida informa em seu currículo Lattes que desde 2012 é "Revisor de projeto de fomento" da John Templeton Foundation (JTF) e que em 2013 participou de um encontro do conselho de assessores da fundação sobre psicologia da religião no Brasil.[59] Promotora do Prêmio Templeton, a JTF sofre severas críticas por parte da comunidade científica.[60] A JTF também é duramente criticada por Richard Dawkins no livro Deus, um delírio por, segundo ele, corromper a ciência,[61] apoiar publicações religiosas fundamentalistas cristãs como a Bible Literacy Report[nota 4] e também financiar cientistas religiosos.[nota 5]

Em abril de 2016 ele foi um dos organizadores e palestrante de um evento patrocinado[62] pela JTF.[40][63]

Ciência pós-materialista[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2014 Alexander foi um dos 8 participantes da International Summit on Post-Materialist Science, Spirituality and Society (em português: Cúpula Internacional sobre Ciência Pós-Materialista, Espiritualidade e Sociedade), que aconteceu em Tucson, nos Estados Unidos. A programação do evento mostra que ele apresentou 2 palestras. A primeira foi como Coordinator of Group Discussion of Spiritism and Health (em português: Coordenador do Grupo de Discussão de Espiritismo e Saúde), em um dia dedicado à discussão de Advancing Post-Materialist Science and Spirituality (em português: Avançando Ciência Pós-Materialista e Espiritualidade). A segunda palestra, parte de uma seção sobre Psychiatry, Social Psychology (em português: Psiquiatria, Psicologia Social), compôs o conjunto das discussões sobre Who are we? What brings us to Post-Materialist Science and Spirituality? (em português: Quem somos nós? O que nos trouxe ao Ciência e Espiritualidade Pós-Materialista?).[64]

O evento foi organizado por Gary E. Schwartz,[65] do Laboratory for Advances in Consciencious Studies[33] da Universidade do Arizona; por Lisa Jane Miller da Universidade de Columbia e por um ex-patrocinado da John Templeton Foundation, Mario Bauregard,[66] também da Universidade do Arizona.[67] Ao final, junto com os organizadores, Alexander e outros parapsicólogos como Rupert Sheldrake[68] e Charles T. Tart[69] elaboraram o Manifesto for a Post-Materialist Science (em português: Manifesto por uma Ciência Pós-Materialista).[70]

Após esse encontro Alexander foi um dos fundadores da campanha "The Campaign for Open Science",[71] que tem entre suas missões criar uma enciclopédia online que forneça informações sobre ciência supostamente mais confiáveis que as da Wikipédia.[32]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Positiva[editar | editar código-fonte]

Alexander recebeu o prêmio Top Ten Cited, como o autor principal do artigo mais citado ("Religiosidade e saúde mental: uma revisão") da Revista Brasileira de Psiquiatria.[12][16] No artigo ele apresenta uma extensa revisão bibliográfica (85 artigos) sobre o que ele chama de evidências científicas nas relações entre religião e saúde mental.[72]

Na Revista Brasileira de Psiquiatria a psiquiatra Neusa Sica da Rocha, da Faculdade de Medicina da UFRGS, escreveu que Alexander é um respeitado professor e pesquisador na área de seu livro Exploring Frontiers of the Mind-Brain Relationship, afirmando também que Alexander "tem se destacado na ciência brasileira pela ousadia de estudar a questão da espiritualidade de maneira exemplar e séria, buscando, como bem demonstra o livro, fugir aos reducionismos" e que os editores e colaboradores do livro "devem ser cumprimentados por essa conquista para a literatura científica brasileira".[14]

O neuropsiquiatra e parapsicólogo ligado ao Rhine Research Center,[73] Vernon M. Neppe, afirmou no Journal of Parapsychology: "Exploring Frontiers of the Mind-Brain Relationship é uma contribuição importante. Fornece um equilíbrio entre as análises puramente físicas da consciência e as análises psicobiológicas. Desta forma, tenta colmatar a filosofia da mente com a ciência. Examina empiricamente fenômenos transcendentes, como estados alterados místicos, experiências de quase-morte e de fim de vida, experiências mediúnicas e memórias de vidas passadas. Consequentemente, os 12 capítulos deste livro enfrentam os rígidos dilemas científicos, e seu elenco de cientistas deve ser elogiado[...] Os dois editores são respeitados cientistas brasileiros: Alexander Moreira-Almeida é um psiquiatra que tem enfrentado a sério a espiritualidade[...]".[74]

O psicólogo e parapsicólogo David Luke, sobre visita ao Brasil, escreveu que ficou "profundamente enamorado com os esforços sérios e organizados" de Moreira-Almeida e Wellington Zangari em legitimarem a parapsicologia entre pesquisadores brasileiros.[75]

A Associação Brasileira de Psiquiatria definiu Alexander Moreira-Almeida como um dos líderes mundiais na área da pesquisa sobre espiritualidade, o encarregando como organizador do “I Encontro Global de Espiritualidade e Saúde Mental”, no Congresso Brasileiro de Psiquiatria de 2015.[76]

Em um esforço considerado incomum na América Latina,[41] editou o livro Exploring frontiers of the mind-brain relantionship, publicado em 2012 pela editora Springer, onde aprofunda uma abordagem não-materialista sobre as relações mente-cérebro, defendida por ele e pelos outros colaboradores do livro.[11]

Críticas[editar | editar código-fonte]

Considerando que a mediunidade é uma encenação feita pelo médium, o neurocientista Steven Novella criticou em seu blog[28] o artigo publicado na revista PlosOne, do qual Alexander é um dos coautores.[77] Como os próprios autores admitem no artigo, Novella destaca tratar-se de um estudo exploratório e por isso não se podem tirar maiores conclusões a partir dele. O artigo afirma que os resultados das análises de tomografia computadorizada por emissão de fóton único permitiram concluir que os médiuns psicógrafos não estavam encenando. Novella discorda disso considerando dois aspectos: o estudo incorre na falácia da falsa dicotomia e também não separou as possibilidades de encenação subconsciente de médiuns experientes dos chamados estados dissociativos, interpretados como experiências espirituais no artigo.

Em janeiro de 2015 o artigo sobre as cartas de Chico Xavier,[78] financiado com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, foi criticado pelos jornalistas de divulgação científica Carlos Orsi, na revista Galileu e Maurício Tuffani, no jornal Folha de S. Paulo. Ambos questionaram a validade dos resultados e das conclusões apresentados, discutindo especialmente as falhas metodológicas da publicação. Mas o artigo também foi criticado por causa do baixo fator de impacto da revista Explore. Tuffani posteriormente publicou uma resposta de Alexander, mas manteve as críticas anteriores.[29][30][31][79]

Em outubro de 2015 o "Manifesto for a Post-Materialist Science" foi duramente criticado em um artigo da revista Skeptical Inquirer. Segundo Sadri Hassani, o manifesto é uma "cortina de fumaça" que tenta usar a mecânica quântica, uma teoria materialista, para justificar pseudociências. Além disso, Hassani afirma que o manifesto distorce a realidade porque a mecânica quântica descreve uma entidade material, o átomo de hidrogênio.[33]

Publicações selecionadas

Em 2000, numa de suas primeiras publicações revisada por pares, após analisar as cirurgias espirituais realizadas pelo médium João de Deus, ele afirmou que "Pode-se concluir que as cirurgias estudadas e os materiais extraídos são reais, não há utilização de técnica asséptica ou anestésica, mas não foi detectada nenhuma infecção e apenas um paciente referiu dor. Como não houve identificação de fraudes, o fenômeno necessita de posteriores estudos...".[80] Em 2007 a revista Época afirmou que o médium exibia uma cópia do artigo em sua casa, usando-o para obter "respaldo científico" às suas atividades paranormais apesar dos resultados inconclusivos obtidos. Para a reportagem, uma das coautoras do estudo, Maria Ângela Gollner, declarou-se constrangida pelo uso do artigo pelo médium: “Ele fez daquilo uma máquina de propaganda”. Alexander afirmou desconhecer o fato.[52] A revista Istoé também mencionou o artigo e foi criticada no Observatório da Imprensa.[27]

Alguns capítulos do livro Exploring frontiers of the mind-brain relantionship,[81] oriundo de um evento promovido pela USP e pela UFJF,[82] foram publicados em uma série denominada "Mente-Cérebro" pela Revista de Psiquiatria Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, atualmente Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo).[83] Moreira-Almeida informa em seu currículo Lattes que, além de editor da série ele também foi revisor técnico de algumas das traduções. Em 2007 ele já havia sido editor convidado em uma edição anterior sobre "Pesquisas em Espiritualidade e Saúde" dessa mesma revista.[84] Os 12 capítulos do livro[81] deram origem a 10 artigos na Revista de Psiquiatria Clínica. Os capítulos não traduzidos foram "No-Collapse Physics and Consciousness"[85] e "The “Quantum Soul”: A Scientific Hypothesis",[86] este com a participação de um ganhador do Prêmio IgNobel, o controvertido "guru da nova era" Deepak Chopra.[87]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. O consenso científico atual considera a parapsicologia uma pseudociência.[5][6][7][8][9]
  2. a b "Nasceu em família espírita, realiza palestras, participa de grupos de estudo e de atividades como assistência a enfermos."[15]
  3. Trechos da mesma carta enviada por Alexander à revista Superinteressante também foram publicados pela Associação Médico-Espírita do Brasil.[54]
  4. "O Bible Literacy Report, publicado em Fairfax, Virgínia (confessadamente financiado pela famigerada Fundação Templeton)..." p.350
  5. "Mais recentemente, o físico Russell Stannard (um dos três cientistas religiosos mais conhecidos da Grã-Bretanha, como veremos) deu seu apoio a uma iniciativa, financiada — é claro — pela Fundação Templeton, para testar experimentalmente a proposição de que rezar por pacientes doentes contribui para sua saúde." p.74

Referências

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  26. Bandarra, Paulo (13 de março de 2007). «Jornalistas assombrados por espíritos». Observatório da Imprensa. Consultado em 7 de maio de 2015. A autora relata as conclusões do psiquiatra Alexander Moreira de Almeida, médico psiquiatra e doutorando em Psiquiatria pelo Departamento de Psiquiatria da FMUSP, Fundador e Coordenador do Neper, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e membro do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper) da USP, sob orientação do professor Francisco Lotufo Neto, que aplicou testes psicológicos em 115 médiuns da capital paulista. O professor orientou também Frederico Camelo Leão – Uso de práticas espirituais em instituição para portadores de deficiência mental. 2004 – Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O que demonstra que os autores são menos pesquisadores e mais praticantes, como se religião fosse prática médica. 
  27. a b Colucci Jr, José (27 de abril de 2004). «Ignorância do outro mundo». Observatório da Imprensa. Consultado em 7 de maio de 2015. Em parágrafo confuso, intencionalmente ou não, IstoÉ cita as pesquisas do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Afirma a revista que o grupo do psiquiatra Alexander Moreira de Almeida estudou as curas de um médium de Goiás, e diz que a possibilidade de fraude foi descartada pelo grupo. A que fraude estão se referindo? A da cirurgia ou a da pretensa cura? Porque, suspeito, ambas são fraudes. 
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  29. a b Orsi, Carlos (12 de janeiro de 2015). «Um estudo realmente provou que Chico Xavier se comunicava com os mortos?». revistagalileu.globo.com. Consultado em 7 de maio de 2016 
  30. a b Orsi, Carlos (19 de janeiro de 2015). «Um estudo realmente provou que Chico Xavier se comunicava com os mortos? (parte II)». revistagalileu.globo.com. Consultado em 7 de maio de 2016. A conclusão, a esta altura, deve ser óbvia: o artigo não só falha em estabelecer o que parte da mídia diz que estabelece – a realidade da comunicação de Chico Xavier com os mortos – como ainda é fraco demais, até mesmo, para cumprir a tarefa mais modesta que lhe foi dada pelos próprios autores: a de enfraquecer a tese científica dominante de que a mente não passa de uma função do cérebro. 
  31. a b Tuffani, Maurício (23 de janeiro de 2015). «A pesquisa sobre cartas de Chico Xavier». Folha de S.Paulo - Blogs. Consultado em 7 de maio de 2016. Cópia arquivada em 2 de abril de 2015. (pede registo (ajuda)). Apesar desses cuidados, concordo com o seguinte comentário feito no Facebook pelo professor de filosofia Ari Tank Brito, da Universidade Federal de Mato Grosso. “No caso dessa pesquisa, há um grande erro de procedimento. Mesmo que seja comprovado que as informações passadas pelo médium aos seus consultantes tenham sido totalmente verdadeiras e mesmo que algumas delas fossem ainda desconhecidas por eles, não procede dizer que essas informações obrigatoriamente tenham sido obtidas por qualquer meio psíquico sem antes comprovar que o dito médium de maneira nenhuma poderia tê-las obtido por outras vias tidas como normais. Isso não foi feito. No caso em questão, tratava-se de um brasileiro com parentes, amigos e conhecidos. Deixar de lado a primeira e óbvia hipótese, a de que as pessoas que conheceram o falecido sabiam coisas sobre ele e as contavam, é partir de uma base falsa e melar todo o empreendimento.” 
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]