Alexandre Goellner

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Alexandre Goellner
Prefeito de Carazinho
Período 6 de fevereiro de 2003
em exercício
Antecessor Iron Louro Baldo Albuquerque
Dados pessoais
Nascimento 11 de outubro de 1968 (50 anos)
Carazinho, RS
Primeira-dama Thaise Vargas Albuquerque
Partido PSDB
Profissão Produtor rural e empresário

Alexandre André Goellner (Carazinho, 11 de outubro de 1968) é um político brasileiro.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Produtor rural e empresário, é filho de Luiza Maria Zieppe Goellner e Flávio Armindo Goellner, casado com Thaise Vargas Albuquerque e tem dois filhos, Clara e Francisco.

Começou cedo na política, elegendo-se o vereador em 1992, com 23 anos. Em 1996, foi reeleito vereador.

Foi eleito prefeito da cidade de Carazinho em 2004, cargo hoje ocupado por Aylton de Jesus Magalhães. Alexandre Goellner teria sido vice-prefeito na gestão anterior, tendo assumido a prefeitura em 6 de fevereiro de 2003 com o falecimento do prefeito Iron Albuquerque.

Segundo o jornal Diario da Manha, de Carazinho (ed. 02.09.2011), no dia 1o de setembro de 2011 a Justiça Estadual em Carazinho deferiu liminarmente pedido do Ministério Público, indisponibilizando os bens, bem como bloqueou as contas bancárias de Alexandre André Goellner e Romeu Giacomelli, acusados de exigir e receber propina de R$ 500 mil, ‘por fora’, no negócio envolvendo a venda da Usina Hidreletrica do Cabrito. Na esfera criminal os dois foram denunciados por corrupção passiva e os representantes das empresas, por corrupção ativa

1º FATO: Parceria Comercial por meio de ‘laranjas’ Segundo a denúncia, cuja inicial possui 112 laudas, Alexandre, então chefe do Executivo de Carazinho e Romeu, na condição de presidente da concessionária de energia elétrica de Carazinho, utilizando-se de ‘laranjas’, teriam agido em comum acordo, na tentativa de fazer negócios com direitos da Eletrocar, oferecendo para empresa privada e propondo que ambas as ‘laranjas’ (duas mulheres) fossem remuneradas com 15% da futura receita gerada pela venda de energia proveniente de três PCHs, cujos estudos preliminares eram da Eletrocar.

2º FATO: Desistência de parceria mediante pagamento de propina No segundo fato narrado pelos promotores e, considerado por eles, estarrecedor e muito mais grave Alexandre e Romeu, também atuando de forma conjunta, teriam comandado a dissolução da parceria comercial havida entre a Eletrocar e outras empresas, recebendo de propina R$ 500 mil, valor estabelecido por ambos para a concretização do negócio. Para isso, conforme o MP, eles teriam contado com a participação direta de Marco Camino, Maurício e Nelson, que entabularam negociações com Alexandre e Romeu, culminando com o pagamento deste valor, permitindo o ingresso da empresa MAC, de propriedade de Camino, na parte então ocupada pela Eletrocar, na parceria comercial. Consta na Ação Civil Pública, que essa mesma dissolução teria gerado prejuízo à Eletrocar, uma vez que a venda da participação da concessionária teria sido por valor muito inferior ao de mercado. A Eletrocar assinou o contrato de desistência de parceria, recebendo de indenização o valor de R$ 532 mil, parcelados em dez vezes, apesar de duas outras empresas apresentarem propostas, ofertando valores de até R$ 3,5 milhões. (Jornal Diario da Manha, da Carazinho - ed. 02.09.2011)

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