Alfredo de Araújo Lopes da Costa

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Alfredo de Araújo Lopes da Costa (Rio de Janeiro, 15 de setembro de 1885 - 16 de abril de 1966 [1]) foi um advogado, desembargador e educador mineiro. Notório homem de seu tempo, foi desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e o 1º Diretor da Faculdade Mineira de Direito, razão por que é carinhosamente chamada de Casa de Lopes da Costa [2], a qual fundou à convite do bispo Dom Cabral. [3]

Lopes da Costa ocupou a cadeira nº 48 da Academia Paulista de Direito. [3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Filho de pai carioca e mãe recifense, Lopes da Costa foi aluno do Colégio Pedro II e formou-se em Direito na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais, no Rio de Janeiro. Sob o pseudonimo de Álvaro Antunes atual como colaborador do Diário de Notícias, do qual chegou a ser Redator-Chefe. quando se empenhou pela campanha de Rui Barbosa à presidência da República.

Carreira jurídica[editar | editar código-fonte]

Em 1926, ao 41 anos, tornou-se juiz na comarca de Caldas à pedido de Mendes Pimentel ao Dr. Mello Viana, então Presidente do Estado de Minas Gerais. Em 1928 foi promovido à Comarca de Alfenas, onde converteu-se ao catolicismo [4] e permaneceu até 1946, quando assumiu a Comarca de Varginha, em 1948 foi elevado à condição de desembargador por Milton Campos, então Governador do Estado de Minas Gerais. [1] Aposentou-se em 1953, aos 68 anos, a pedido [1], em uma época em que a expectativa de vida era de 48 anos [5] [1]

Em 1950 fundou a Faculdade Mineira de Direito, a qual serviu como primeiro diretor e professor de Direito Processual Civil.

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Ao homenagearmos Lopes da Costa, estamos, na realidade, não apenas resgatando uma dívida de reconhecimento, homenageando o homem, o jurista e sua obra, mas homenageando a própria inteligência e a cultura nacionais, os que cultuam a ciência como instrumento de transformação da sociedade na procura de uma vida melhor, os sonhos que povoam o ideário de todos nós.

Sálvio de Figueiredo Teixeira [4]

Referências