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Aljezur

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Para outros significados, veja Aljezur (desambiguação).
Aljezur
Vista geral da vila de Aljezur

Brasão de Aljezur Bandeira de Aljezur

Localização de Aljezur

Gentílico aljezurense
Área 323,50 km²
População 6 161 hab. (2021)
Densidade populacional 19  hab./km²
N.º de freguesias 4
Presidente da
câmara municipal
José Manuel Lucas Gonçalves (PS, 2021-2025)
Fundação do município
(ou foral)
12 de novembro de 1280 (745 anos)
Região (NUTS II) Algarve
Sub-região (NUTS III) Algarve
Distrito Faro
Província Algarve
Orago Nossa Senhora da Alva
Feriado municipal 29 de agosto (Banho Santo)
Código postal 8670-005 Aljezur
Sítio oficial www.cm-aljezur.pt

Aljezur ou Algezur[1] é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Faro, sub-região (NUT III) da região (NUT II) do Algarve.[2]

A vila é sede do Município de Aljezur que tem 323,50 km² de área[3] e 6161 habitantes (censo de 2021)[4], subdividido em 4 freguesias.[5]

O município é limitado a norte pelo Município de Odemira, a leste pelo de Monchique, a sueste por Lagos, a sudoeste por Vila do Bispo e a oeste tem uma extensa costa no oceano Atlântico. O limite noroeste, com o Município de Odemira, é marcado pela Ribeira de Seixe. O litoral do município faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

Dom Dinis concedeu a Aljezur foral em 1280.

História

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Castelo de Aljezur

Pré-história e antiguidade

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A história humana no território de Aljezur é muito antiga, encontrando-se entre os seus primeiros habitantes os povos mirenses, que habitaram a região entre os finais das épocas glaciais e cerca de 7000 mil anos a.C..[6] Foram depois encontrados indícios de ocupação durante o período entre 3000 e 2500 a.C., correspondendo aos finais do Neolítico e ao Calcolítico, e de 1200 a 800 a.C., já durante a Idade do Bronze.[6] No área do castelo foram igualmente encontrados vestígios do período republicano de Roma.[7]

Época islâmica e reconquista

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Aljezur atingiu um elevado grau de desenvolvimento entre os séculos X e XIII, durante o período de domínio muçulmano, com a fundação da vila em si no século X, a construção do Castelo de Aljezur, e a implantação de importantes assentamentos, como o do Ribat da Arrifana.[6] Segundo o artigo de António Guedes na revista Arquivo Histórico de Portugal, o próprio nome da vila é islâmico, significando «arcada, arcaria ou arcos.[8]

A vila foi reconquistada pelas forças cristãs de D. Paio Peres Correia, durante o reinado de D. Afonso III,[6] embora em data incerta, tendo sido apresentadas teorias de que teria sido em 1242, 1246[8] ou 1249.[6] O sucesso da batalha foi atribuído a Santa Maria, tendo a padroeira de Aljezur passado a ser Nossa Senhora da Alva.[6] D. Afonso III, em reconhecimento da Ordem de Santiago pelo seu papel na conquista de Aljezur, concedeu o concelho àquela ordem.[8] A vila recebeu foral do rei D. Dinis em 12 de Novembro de 1280, tendo sido a primeira povoação algarvia a receber foral daquele monarca.[6] Este documento concedeu grandes privilégios ao concelho, incluindo um que dispensava os cavaleiros de Aljezur de ir na rectaguarda dos exércitos.[8] Em 1 de Dezembro de 1297, aquele monarca trocou a vila de Almada e a quinta de Alfeite pelos castelos de Monchique e Aljezur e as vilas de Almodôvar e Ourique, que passaram a pertencer à Ordem de Santiago.[9]

Durante muitos anos os alcaides-mores do castelo foram os Condes de Vila Verde, e posteriormente este título passou para os marqueses de Angeja.[8]

O Castelo de Aljezur terá sido abandonado entre os finais do século XV e os princípios do século XVI, tendo perdido a sua importância como posto defensivo, devido ao assoreamento da Ribeira de Aljezur, que diminuiu a sua navegabilidade.[7]

Vestígios do Forte da Arrifana.

Séculos XVI a XIX

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Entre 1498 e 1527 foi fundada a Santa Casa da Misericórdia de Aljezur, cuja igreja terá sido construída durante o século XVI.[10][11]

Em 1 de Junho de 1504, a Carta Diplomática de D. Dinis foi reformada por D. Manuel, que deu um novo foral a Aljezur,[6] recebendo então o título de Honrada.[8] Durante a Revolta do Manuelinho, um movimento lançado em 1637 contra o domínio espanhol sobre Portugal, Aljezur foi um dos principais focos de resistência no Algarve.[12] No século XVII, foram construídos os fortes da Arrifana e da Carrapateira, de forma a defender a faixa costeira dos ataques dos corsários marroquinos, que assolavam a região desde a Restauração da independência, em 1640.[6] Também nessa centúria foi edificada a Capela de Santo António, na vila de Aljezur.[13]

Todo o concelho, e principalmente a vila de Aljezur, foram devastados pelo Sismo de 1755.[6] Quase todas as casas foram destruídas, e a igreja matriz e o castelo ficaram muito danificados.[8] O Bispo do Algarve, D. Francisco Gomes do Avelar, ordenou a construção de uma Nova Igreja Matriz, que iria ser o centro da nova localização da vila de Aljezur, uma vez que a antiga tinha problemas de salubridade.[8] Porém, a população resistiu à mudança, tendo a nova comunidade ficado ao abandono até ao século XIX.[6]

Em 1855 Aljezur deixou de ter um concelho próprio, passando a estar integrado no de Lagos, mas foi posteriormente reestabelecido, estando em 1889 organizado nas freguesias de Aljezur, Bordeira e Odeceixe.[8] Em 1864 a vila tinha 700 fogos e 2800 habitantes, e em 1878, em conjunto com as freguesias próximas, contava com 1003 fogos e 4274 habitantes.[8] No século XIX, a vila de Aljezur ainda era considerada como um porto marítimo, sendo referida como tal no tombo do concelho, em 1864.[8] No século XIX o concelho ainda mantinha uma forte produção agrícola, devido à fertilidade dos seus terrenos.[8] Também no século XIX foi inaugurado um novo edifício para a Câmara Municipal de Aljezur.[14]

Século XX

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Em 1936 foi inaugurada a Ponte de Odeceixe, entre os concelhos de Odemira e de Aljezur, que veio melhorar consideravelmente as comunicações rodoviárias ao longo da faixa costeira ocidental.[15]

Em 9 de Julho de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, deu-se um combate aéreo no concelho, entre aviões aliados e alemães, que ficou conhecido como Batalha de Aljezur.[6]

Em 1992 foi inaugurado o Museu Adega de Odeceixe, dedicado à produção vinícola.[16]

Século XXI

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Na década de 2010 surgiram várias propostas para a exploração de petróleo no concelho de Aljezur, tanto em meio terrestre como marítimo, por parte da GALP e da empresa italiana ENI. Este processo gerou uma viva polémica, tendo sido duramente criticado pelas populações locais, pelas autarquias de Aljezur e de Lagos, e pela Plataforma Algarve Livre de Petróleo.[17][18] Em 2018, a GALP e a ENI anunciaram publicamente que tinham desistido dos seus planos para Aljezur, decisão motivada principalmente pela abertura de uma providência cautelar por parte da Plataforma Algarve Livre de Petróleo.[19]

Nas primeiras décadas do século XXI, o concelho de Aljezur foi atingido por vários incêndios de grandes dimensões, como os de 2003,[20] 2004,[21] 2019,[22] e 2020.[23]

Freguesias

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Freguesias do município de Aljezur

O município de Aljezur está dividido em 4 freguesias:

Freguesias do município de Aljezur
Freguesia Residentes (2011) Residentes (2021)[4]
Aljezur 3365 3456
Bordeira 432 368
Odeceixe 961 1058
Rogil 1126 1164
Total 5884 6046



Demografia

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|De acordo com os dados do INE o distrito de Faro registou em 2021 um acréscimo populacional na ordem dos 3.7% relativamente aos resultados do censo de 2011. No concelho de Aljezur esse acréscimo rondou os 2.7%.

Aljezur
AnoPop.±%
1864 3 956—    
1878 4 225+6.8%
1890 4 593+8.7%
1900 5 053+10.0%
1911 5 720+13.2%
1920 6 160+7.7%
1930 4 977−19.2%
1940 7 889+58.5%
1950 8 088+2.5%
1960 8 139+0.6%
1970 6 202−23.8%
1981 5 059−18.4%
1991 5 006−1.0%
2001 5 288+5.6%
2011 5 884+11.3%
2021* 6 045+2.7%

★ Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste município à data em que os censos se realizaram.

Número de habitantes por Grupo Etário ★★ [24]
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011 2021
0-14 Anos 1 789 2 142 2 279 2 251 2 719 2 266 1 844 1 245 753 679 625 668 774
15-24 Anos 939 897 1 093 1 269 1 338 1 491 1 337 725 534 522 502 460 481
25-64 Anos 2 160 2 292 2 362 2 802 3 281 3 691 4 241 3 395 2 661 2 537 2 627 3 056 3 164
= ou > 65 Anos 175 320 373 335 496 627 717 965 1 111 1 268 1 534 1 700 1 626

★★ De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no município à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)

Equipamentos

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Percursos pedestres

  • PR1 AJZ Circuito Cultural e Ambiental de Aljezur - 4,325km; Entidade Promotora: Camara Municipal de Aljezur[25]
  • PR1.1 AJZ Ribeira de Aljezur - 1,315km; Entidade Promotora: Camara Municipal de Aljezur[25]
Moinho da Arregata, no Rogil

Património

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Ver também: Lista de património edificado em Aljezur

Património não religioso

Igreja Nova de Aljezur.

Património religioso

Com uma linha de costa muito rochosa, que por diversas vezes é interrompida por maravilhosos areais que dão nome às diversas praias. Quase todas as praias são a foz das principais ribeiras da região. Junto às praias pode-se observar as imponentes arribas , talhadas de xisto e grauvaques, de cor acentuadamente cinzenta e preta

Política

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Eleições autárquicas [26]

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Data % V % V % V % V % V % V % V % V % V Participação
PS FEPU/APU/CDU PPD/PSD PRD CDS-PP PSD-CDS MPT IND CH
1976 54,49 3 23,04 1 15,25 1
62,22 / 100,00
1979 50,96 3 26,55 1 19,13 1
71,59 / 100,00
1982 52,73 3 20,30 1 22,16 1
75,30 / 100,00
1985 50,87 4 24,11 1 11,76 - 9,10 -
70,88 / 100,00
1989 30,54 2 43,97 2 21,74 1
71,05 / 100,00
1993 27,59 1 46,54 3 20,17 1 1,42 -
72,77 / 100,00
1997 39,96 2 44,37 3 10,03 - 1,19 -
66,89 / 100,00
2001 60,21 3 17,34 1 15,57 1 1,14 -
67,80 / 100,00
2005 61,86 4 11,24 - 19,46 1 1,16 -
66,19 / 100,00
2009 66,02 4 13,20 - 16,31 1
66,45 / 100,00
2013 62,82 4 14,19 - 16,06 1
60,32 / 100,00
2017 58,63 3 18,73 1 CDS-PP PPD/PSD 16,52 1 PSD-CDS
60,46 / 100,00
2021 44,69 3 4,16 - 4,97 - 41,82 2 1,36 -
63,26 / 100,00

Eleições legislativas

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Data %
PS PCP PSD CDS UDP APU/

CDU

AD FRS PRD PSN BE PAN PSD
CDS
L CH IL
1976 37,64 23,89 14,13 3,15 1,62
1979 40,52 APU AD AD 2,34 27,72 18,88
1980 FRS 1,70 25,95 20,43 39,40
1983 48,02 12,90 2,47 0,85 27,44
1985 27,79 14,76 2,91 1,15 20,86 25,09
1987 31,56 CDU 30,99 2,01 0,98 17,14 7,17
1991 35,29 38,58 2,04 10,80 1,39 2,90
1995 56,62 16,89 7,10 1,03 11,40 0,52
1999 52,01 19,51 6,57 13,57 1,70
2002 49,31 25,04 7,33 9,72 2,46
2005 56,42 16,21 4,19 10,05 6,19
2009 35,77 18,28 7,95 13,78 13,93
2011 25,03 28,09 11,31 12,98 7,19 1,47
2015 37,38 CDS PSD 11,85 11,19 1,67 23,61 1,05
2019 41,09 15,06 3,15 9,44 10,92 5,34 0,76 2,34 0,95
2022[27] 43,38 20,77 1,04 7,70 6,13 2,39 1,22 8,83 3,69
2024[28] 27,90 AD AD 5,15 20,27 7,67 2,71 3,13 21,30 4,77

Personalidades destacadas

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Geminações

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O município de Aljezur é geminado com as seguintes cidades:[29]

Referências

  1. Ciberdúvidas (1998). «Como devo escrever o nome da localidade algarvia: ALGEZUR ou ALJEZUR?». Consultado em 12 de setembro de 2011 
  2. INE (2013). Anuário Estatístico da Região Algarve 2012 (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 26. ISBN 978-989-25-0215-1. ISSN 0873-0008. Consultado em 11 de janeiro de 2015 
  3. Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013». Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28 de novembro de 2013. Arquivado do original (XLS-ZIP) em 9 de dezembro de 2013 
  4. a b INE. «Censos 2021 - resultados definitivos» 
  5. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  6. a b c d e f g h i j k l «História». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025 
  7. a b «Castelo de Aljezur». Portal do Arqueólogo. Direcção Geral do Património Cultural. Consultado em 20 de Outubro de 2025 
  8. a b c d e f g h i j k l GUEDES, Antonio (Novembro de 1889). «Aljezur». Archivo Historico de Portugal. Série I (16). Lisboa. p. 61-63. Consultado em 20 de Outubro de 2025 – via Hemeroteca Municipal de Lisboa 
  9. «Alfeite» (PDF). Archivo Pittoresco. Tomo I (27). Lisboa: Typographia de Castro & Irmão. Janeiro de 1858. p. 211. Consultado em 20 de Outubro de 2025 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  10. VIEGAS, Patrícia (2000). «Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Aljezur / Museu de Arte Sacra Manuel Francisco Pardal». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção Geral do Património Cultural. Consultado em 20 de Outubro de 2025 
  11. «A História». Santa Casa da Misericórdia de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025 
  12. CAPELO et al, 1994:121
  13. «Museu Antoniano». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025 
  14. «Museu Municipal». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025 
  15. NEVES, Jacques de Oliveira (Julho de 1936). «A Importância das Vias de Comunicação» (PDF). Costa de Oiro (19). Lagos: Tipografia Ferreira. p. 9. Consultado em 20 de Outubro de 2025 – via Hemeroteca Digital do Algarve 
  16. «Adega - Museu de Odeceixe». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025 
  17. Agência Lusa (11 de Junho de 2016). «Centenas formaram cordão humano contra exploração de petróleo em Aljezur». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025 
  18. FERREIRA, Lurdes; REVEZ, Idálio (17 de Maio de 2018). «Governo aprova furo de petróleo em Aljezur mas não quer mais polémica até às eleições». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025 
  19. BRITO, Ana (30 de Outubro de 2018). «Galp desiste de furo em Aljezur e Governo afasta novas licenças». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025 
  20. Agência Lusa (13 de Agosto de 2003). «Incêndios: frentes de Aljezur e Lagos são as mais preocupantes». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025 
  21. «Incêndio que lavrava em Aljezur já está em fase de rescaldo». Público. 23 de Maio de 2004. Consultado em 23 de Outubro de 2025 
  22. Agência Lusa (19 de Julho de 2019). «Incêndio em Aljezur já foi dominado». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025 
  23. Agência Lusa (19 de Junho de 2020). «Dominado incêndio em Aljezur, mas tempo quente ainda preocupa». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025 
  24. INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  25. a b RNPP – Registo Nacional de Percursos Pedestres Percursos Pedestres Homologados Versão 21/12/2016
  26. «Concelho de Aljezur : Autárquicas Resultados 2021 : Dossier : Grupo Marktest - Grupo Marktest - Estudos de Mercado, Audiências, Marketing Research, Media». www.marktest.com. Consultado em 2 de janeiro de 2022 
  27. «Eleições Legislativas 2022 - Aljezur». legislativas2022.mai.gov.pt. Consultado em 4 de dezembro de 2023 
  28. «Eleições Legislativas 2024 - Aljezur». legislativas2024.mai.gov.pt. Consultado em 28 de setembro de 2024 
  29. «Geminações de Cidades e Vilas». www.anmp.pt. Associação Nacional de Municípios Portugueses. Consultado em 9 de setembro de 2012 

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Bibliografia

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  • CAPELO, Rui Grilo; RODRIGUES, António Simões; et al. (1994). História de Portugal em Datas. Lisboa: Círculo de Leitores, Lda. 480 páginas. ISBN 972-42-1004-9 

Leitura recomendada

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  • MARTINS, José António (2016). Aljezur e os Descobrimentos Portugueses: Breve estudo histórico 1.ª ed. Aljezur: Junta de Freguesia de Aljezur e Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur. 24 páginas 
  • SILVÉRIO, Silvina (2016). Duas décadas de arqueologia no concelho de Aljezur. Aljezur: Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur. 117 páginas 
  • ARENGA, Sandra Arenga; PINGINHA, Flávia Marreiros (2013). A tomada do castelo de Aljezur em banda desenhada 3.ª ed. Aljezur: Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur. 14 páginas 


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