Aljezur
| Aljezur | |
Vista geral da vila de Aljezur
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| Gentílico | aljezurense |
| Área | 323,50 km² |
| População | 6 161 hab. (2021) |
| Densidade populacional | 19 hab./km² |
| N.º de freguesias | 4 |
| Presidente da câmara municipal |
José Manuel Lucas Gonçalves (PS, 2021-2025) |
| Fundação do município (ou foral) |
12 de novembro de 1280 (745 anos) |
| Região (NUTS II) | Algarve |
| Sub-região (NUTS III) | Algarve |
| Distrito | Faro |
| Província | Algarve |
| Orago | Nossa Senhora da Alva |
| Feriado municipal | 29 de agosto (Banho Santo) |
| Código postal | 8670-005 Aljezur |
| Sítio oficial | www.cm-aljezur.pt |
Aljezur ou Algezur[1] é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Faro, sub-região (NUT III) da região (NUT II) do Algarve.[2]
A vila é sede do Município de Aljezur que tem 323,50 km² de área[3] e 6161 habitantes (censo de 2021)[4], subdividido em 4 freguesias.[5]
O município é limitado a norte pelo Município de Odemira, a leste pelo de Monchique, a sueste por Lagos, a sudoeste por Vila do Bispo e a oeste tem uma extensa costa no oceano Atlântico. O limite noroeste, com o Município de Odemira, é marcado pela Ribeira de Seixe. O litoral do município faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
Dom Dinis concedeu a Aljezur foral em 1280.
História
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Pré-história e antiguidade
[editar | editar código]A história humana no território de Aljezur é muito antiga, encontrando-se entre os seus primeiros habitantes os povos mirenses, que habitaram a região entre os finais das épocas glaciais e cerca de 7000 mil anos a.C..[6] Foram depois encontrados indícios de ocupação durante o período entre 3000 e 2500 a.C., correspondendo aos finais do Neolítico e ao Calcolítico, e de 1200 a 800 a.C., já durante a Idade do Bronze.[6] No área do castelo foram igualmente encontrados vestígios do período republicano de Roma.[7]
Época islâmica e reconquista
[editar | editar código]Aljezur atingiu um elevado grau de desenvolvimento entre os séculos X e XIII, durante o período de domínio muçulmano, com a fundação da vila em si no século X, a construção do Castelo de Aljezur, e a implantação de importantes assentamentos, como o do Ribat da Arrifana.[6] Segundo o artigo de António Guedes na revista Arquivo Histórico de Portugal, o próprio nome da vila é islâmico, significando «arcada, arcaria ou arcos.[8]
A vila foi reconquistada pelas forças cristãs de D. Paio Peres Correia, durante o reinado de D. Afonso III,[6] embora em data incerta, tendo sido apresentadas teorias de que teria sido em 1242, 1246[8] ou 1249.[6] O sucesso da batalha foi atribuído a Santa Maria, tendo a padroeira de Aljezur passado a ser Nossa Senhora da Alva.[6] D. Afonso III, em reconhecimento da Ordem de Santiago pelo seu papel na conquista de Aljezur, concedeu o concelho àquela ordem.[8] A vila recebeu foral do rei D. Dinis em 12 de Novembro de 1280, tendo sido a primeira povoação algarvia a receber foral daquele monarca.[6] Este documento concedeu grandes privilégios ao concelho, incluindo um que dispensava os cavaleiros de Aljezur de ir na rectaguarda dos exércitos.[8] Em 1 de Dezembro de 1297, aquele monarca trocou a vila de Almada e a quinta de Alfeite pelos castelos de Monchique e Aljezur e as vilas de Almodôvar e Ourique, que passaram a pertencer à Ordem de Santiago.[9]
Durante muitos anos os alcaides-mores do castelo foram os Condes de Vila Verde, e posteriormente este título passou para os marqueses de Angeja.[8]
O Castelo de Aljezur terá sido abandonado entre os finais do século XV e os princípios do século XVI, tendo perdido a sua importância como posto defensivo, devido ao assoreamento da Ribeira de Aljezur, que diminuiu a sua navegabilidade.[7]

Séculos XVI a XIX
[editar | editar código]Entre 1498 e 1527 foi fundada a Santa Casa da Misericórdia de Aljezur, cuja igreja terá sido construída durante o século XVI.[10][11]
Em 1 de Junho de 1504, a Carta Diplomática de D. Dinis foi reformada por D. Manuel, que deu um novo foral a Aljezur,[6] recebendo então o título de Honrada.[8] Durante a Revolta do Manuelinho, um movimento lançado em 1637 contra o domínio espanhol sobre Portugal, Aljezur foi um dos principais focos de resistência no Algarve.[12] No século XVII, foram construídos os fortes da Arrifana e da Carrapateira, de forma a defender a faixa costeira dos ataques dos corsários marroquinos, que assolavam a região desde a Restauração da independência, em 1640.[6] Também nessa centúria foi edificada a Capela de Santo António, na vila de Aljezur.[13]
Todo o concelho, e principalmente a vila de Aljezur, foram devastados pelo Sismo de 1755.[6] Quase todas as casas foram destruídas, e a igreja matriz e o castelo ficaram muito danificados.[8] O Bispo do Algarve, D. Francisco Gomes do Avelar, ordenou a construção de uma Nova Igreja Matriz, que iria ser o centro da nova localização da vila de Aljezur, uma vez que a antiga tinha problemas de salubridade.[8] Porém, a população resistiu à mudança, tendo a nova comunidade ficado ao abandono até ao século XIX.[6]
Em 1855 Aljezur deixou de ter um concelho próprio, passando a estar integrado no de Lagos, mas foi posteriormente reestabelecido, estando em 1889 organizado nas freguesias de Aljezur, Bordeira e Odeceixe.[8] Em 1864 a vila tinha 700 fogos e 2800 habitantes, e em 1878, em conjunto com as freguesias próximas, contava com 1003 fogos e 4274 habitantes.[8] No século XIX, a vila de Aljezur ainda era considerada como um porto marítimo, sendo referida como tal no tombo do concelho, em 1864.[8] No século XIX o concelho ainda mantinha uma forte produção agrícola, devido à fertilidade dos seus terrenos.[8] Também no século XIX foi inaugurado um novo edifício para a Câmara Municipal de Aljezur.[14]
Século XX
[editar | editar código]Em 1936 foi inaugurada a Ponte de Odeceixe, entre os concelhos de Odemira e de Aljezur, que veio melhorar consideravelmente as comunicações rodoviárias ao longo da faixa costeira ocidental.[15]
Em 9 de Julho de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, deu-se um combate aéreo no concelho, entre aviões aliados e alemães, que ficou conhecido como Batalha de Aljezur.[6]
Em 1992 foi inaugurado o Museu Adega de Odeceixe, dedicado à produção vinícola.[16]
Século XXI
[editar | editar código]Na década de 2010 surgiram várias propostas para a exploração de petróleo no concelho de Aljezur, tanto em meio terrestre como marítimo, por parte da GALP e da empresa italiana ENI. Este processo gerou uma viva polémica, tendo sido duramente criticado pelas populações locais, pelas autarquias de Aljezur e de Lagos, e pela Plataforma Algarve Livre de Petróleo.[17][18] Em 2018, a GALP e a ENI anunciaram publicamente que tinham desistido dos seus planos para Aljezur, decisão motivada principalmente pela abertura de uma providência cautelar por parte da Plataforma Algarve Livre de Petróleo.[19]
Nas primeiras décadas do século XXI, o concelho de Aljezur foi atingido por vários incêndios de grandes dimensões, como os de 2003,[20] 2004,[21] 2019,[22] e 2020.[23]
Freguesias
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O município de Aljezur está dividido em 4 freguesias:
| Freguesia | Residentes (2011) | Residentes (2021)[4] |
|---|---|---|
| Aljezur | 3365 | 3456 |
| Bordeira | 432 | 368 |
| Odeceixe | 961 | 1058 |
| Rogil | 1126 | 1164 |
| Total | 5884 | 6046 |
Demografia
[editar | editar código]|De acordo com os dados do INE o distrito de Faro registou em 2021 um acréscimo populacional na ordem dos 3.7% relativamente aos resultados do censo de 2011. No concelho de Aljezur esse acréscimo rondou os 2.7%.
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
★ Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste município à data em que os censos se realizaram.
| Número de habitantes por Grupo Etário ★★ [24] | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1900 | 1911 | 1920 | 1930 | 1940 | 1950 | 1960 | 1970 | 1981 | 1991 | 2001 | 2011 | 2021 | |
| 0-14 Anos | 1 789 | 2 142 | 2 279 | 2 251 | 2 719 | 2 266 | 1 844 | 1 245 | 753 | 679 | 625 | 668 | 774 |
| 15-24 Anos | 939 | 897 | 1 093 | 1 269 | 1 338 | 1 491 | 1 337 | 725 | 534 | 522 | 502 | 460 | 481 |
| 25-64 Anos | 2 160 | 2 292 | 2 362 | 2 802 | 3 281 | 3 691 | 4 241 | 3 395 | 2 661 | 2 537 | 2 627 | 3 056 | 3 164 |
| = ou > 65 Anos | 175 | 320 | 373 | 335 | 496 | 627 | 717 | 965 | 1 111 | 1 268 | 1 534 | 1 700 | 1 626 |
★★ De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no município à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)
Equipamentos
[editar | editar código]Percursos pedestres
- PR1 AJZ Circuito Cultural e Ambiental de Aljezur - 4,325km; Entidade Promotora: Camara Municipal de Aljezur[25]
- PR1.1 AJZ Ribeira de Aljezur - 1,315km; Entidade Promotora: Camara Municipal de Aljezur[25]

Património
[editar | editar código]Ver também: Lista de património edificado em Aljezur
Património não religioso
- Casa-Museu Pintor José Cercas
- Castelo de Aljezur
- Castelo de Arrifana
- Centro de Assistência Polivalente de Aljezur
- Forte da Carrapateira, incluindo a Igreja Matriz
- Mercado Municipal de Aljezur
- Moinho de Vento de Odeceixe
- Museu Adega de Odeceixe
- Museu de Arte Sacra Monsenhor Francisco Pardal
- Museu Municipal de Aljezur - Composto pelo de Núcleo de Arqueologia e Núcleo de Etnografia
- Polo Museológico do Moinho da Arregata
- Ponte de Odeceixe
- Povoado Islâmico da Ponta do Castelo
- Ribat de Arrifana
- Sítio arqueológico da Barrada

Património religioso
- Antiga Igreja Matriz de Aljezur
- Igreja da Misericórdia de Aljezur
- Igreja Matriz de Nossa Senhora da Alva ou Igreja Nova
- Igreja Matriz de Odeceixe
Cultura
[editar | editar código]Praias
[editar | editar código]Com uma linha de costa muito rochosa, que por diversas vezes é interrompida por maravilhosos areais que dão nome às diversas praias. Quase todas as praias são a foz das principais ribeiras da região. Junto às praias pode-se observar as imponentes arribas , talhadas de xisto e grauvaques, de cor acentuadamente cinzenta e preta
Política
[editar | editar código]Eleições autárquicas [26]
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| Data | % | V | % | V | % | V | % | V | % | V | % | V | % | V | % | V | % | V | Participação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| PS | FEPU/APU/CDU | PPD/PSD | PRD | CDS-PP | PSD-CDS | MPT | IND | CH | |||||||||||
| 1976 | 54,49 | 3 | 23,04 | 1 | 15,25 | 1 | 62,22 / 100,00
| ||||||||||||
| 1979 | 50,96 | 3 | 26,55 | 1 | 19,13 | 1 | 71,59 / 100,00
| ||||||||||||
| 1982 | 52,73 | 3 | 20,30 | 1 | 22,16 | 1 | 75,30 / 100,00
| ||||||||||||
| 1985 | 50,87 | 4 | 24,11 | 1 | 11,76 | - | 9,10 | - | 70,88 / 100,00
| ||||||||||
| 1989 | 30,54 | 2 | 43,97 | 2 | 21,74 | 1 | 71,05 / 100,00
| ||||||||||||
| 1993 | 27,59 | 1 | 46,54 | 3 | 20,17 | 1 | 1,42 | - | 72,77 / 100,00
| ||||||||||
| 1997 | 39,96 | 2 | 44,37 | 3 | 10,03 | - | 1,19 | - | 66,89 / 100,00
| ||||||||||
| 2001 | 60,21 | 3 | 17,34 | 1 | 15,57 | 1 | 1,14 | - | 67,80 / 100,00
| ||||||||||
| 2005 | 61,86 | 4 | 11,24 | - | 19,46 | 1 | 1,16 | - | 66,19 / 100,00
| ||||||||||
| 2009 | 66,02 | 4 | 13,20 | - | 16,31 | 1 | 66,45 / 100,00
| ||||||||||||
| 2013 | 62,82 | 4 | 14,19 | - | 16,06 | 1 | 60,32 / 100,00
| ||||||||||||
| 2017 | 58,63 | 3 | 18,73 | 1 | CDS-PP | PPD/PSD | 16,52 | 1 | PSD-CDS | 60,46 / 100,00
| |||||||||
| 2021 | 44,69 | 3 | 4,16 | - | 4,97 | - | 41,82 | 2 | 1,36 | - | 63,26 / 100,00
| ||||||||
Eleições legislativas
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| Data | % | |||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| PS | PCP | PSD | CDS | UDP | APU/ | AD | FRS | PRD | PSN | BE | PAN | PSD CDS |
L | CH | IL | |
| 1976 | 37,64 | 23,89 | 14,13 | 3,15 | 1,62 | |||||||||||
| 1979 | 40,52 | APU | AD | AD | 2,34 | 27,72 | 18,88 | |||||||||
| 1980 | FRS | 1,70 | 25,95 | 20,43 | 39,40 | |||||||||||
| 1983 | 48,02 | 12,90 | 2,47 | 0,85 | 27,44 | |||||||||||
| 1985 | 27,79 | 14,76 | 2,91 | 1,15 | 20,86 | 25,09 | ||||||||||
| 1987 | 31,56 | CDU | 30,99 | 2,01 | 0,98 | 17,14 | 7,17 | |||||||||
| 1991 | 35,29 | 38,58 | 2,04 | 10,80 | 1,39 | 2,90 | ||||||||||
| 1995 | 56,62 | 16,89 | 7,10 | 1,03 | 11,40 | 0,52 | ||||||||||
| 1999 | 52,01 | 19,51 | 6,57 | 13,57 | 1,70 | |||||||||||
| 2002 | 49,31 | 25,04 | 7,33 | 9,72 | 2,46 | |||||||||||
| 2005 | 56,42 | 16,21 | 4,19 | 10,05 | 6,19 | |||||||||||
| 2009 | 35,77 | 18,28 | 7,95 | 13,78 | 13,93 | |||||||||||
| 2011 | 25,03 | 28,09 | 11,31 | 12,98 | 7,19 | 1,47 | ||||||||||
| 2015 | 37,38 | CDS | PSD | 11,85 | 11,19 | 1,67 | 23,61 | 1,05 | ||||||||
| 2019 | 41,09 | 15,06 | 3,15 | 9,44 | 10,92 | 5,34 | 0,76 | 2,34 | 0,95 | |||||||
| 2022[27] | 43,38 | 20,77 | 1,04 | 7,70 | 6,13 | 2,39 | 1,22 | 8,83 | 3,69 | |||||||
| 2024[28] | 27,90 | AD | AD | 5,15 | 20,27 | 7,67 | 2,71 | 3,13 | 21,30 | 4,77 | ||||||
Personalidades destacadas
[editar | editar código]- José Francisco Boaventura (m. 2021) - Presidente da Câmara Municipal de Vila do Bispo.
- José Cercas (1914-1992) - Pintor e coleccionador de arte
- Manuel Francisco Pardal (1896-1979) - Monsenhor da Igreja Católica
Geminações
[editar | editar código]O município de Aljezur é geminado com as seguintes cidades:[29]
Galeria
[editar | editar código]-
Pequena praia perto da urbanização de Vale da Telha, Aljezur.
-
Vale da Ribeira de Seixe, na freguesia de Odeceixe
-
Vista de perto da Praia da Amoreira em direção Este
-
Praia Vale dos Homens
-
Praia de Vale dos Homens
-
Aljezur - Freguesia parte mais antiga
-
Praia do Amado
-
A igreja da Carrapateira, Bordeira, Aljezur
-
Carrapateira
-
Carrapateira
-
Praia de Odeceixe
-
Odeceixe
-
Moinho de Odeceixe
-
Vista de Odeceixe
-
Vista de Odeceixe
Referências
- ↑ Ciberdúvidas (1998). «Como devo escrever o nome da localidade algarvia: ALGEZUR ou ALJEZUR?». Consultado em 12 de setembro de 2011
- ↑ INE (2013). Anuário Estatístico da Região Algarve 2012 (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 26. ISBN 978-989-25-0215-1. ISSN 0873-0008. Consultado em 11 de janeiro de 2015
- ↑ Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013». Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28 de novembro de 2013. Arquivado do original (XLS-ZIP) em 9 de dezembro de 2013
- ↑ a b INE. «Censos 2021 - resultados definitivos»
- ↑ Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
- ↑ a b c d e f g h i j k l «História». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025
- ↑ a b «Castelo de Aljezur». Portal do Arqueólogo. Direcção Geral do Património Cultural. Consultado em 20 de Outubro de 2025
- ↑ a b c d e f g h i j k l GUEDES, Antonio (Novembro de 1889). «Aljezur». Archivo Historico de Portugal. Série I (16). Lisboa. p. 61-63. Consultado em 20 de Outubro de 2025 – via Hemeroteca Municipal de Lisboa
- ↑ «Alfeite» (PDF). Archivo Pittoresco. Tomo I (27). Lisboa: Typographia de Castro & Irmão. Janeiro de 1858. p. 211. Consultado em 20 de Outubro de 2025 – via Hemeroteca Digital de Lisboa
- ↑ VIEGAS, Patrícia (2000). «Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Aljezur / Museu de Arte Sacra Manuel Francisco Pardal». Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. Direcção Geral do Património Cultural. Consultado em 20 de Outubro de 2025
- ↑ «A História». Santa Casa da Misericórdia de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025
- ↑ CAPELO et al, 1994:121
- ↑ «Museu Antoniano». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025
- ↑ «Museu Municipal». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025
- ↑ NEVES, Jacques de Oliveira (Julho de 1936). «A Importância das Vias de Comunicação» (PDF). Costa de Oiro (19). Lagos: Tipografia Ferreira. p. 9. Consultado em 20 de Outubro de 2025 – via Hemeroteca Digital do Algarve
- ↑ «Adega - Museu de Odeceixe». Câmara Municipal de Aljezur. Consultado em 20 de Outubro de 2025
- ↑ Agência Lusa (11 de Junho de 2016). «Centenas formaram cordão humano contra exploração de petróleo em Aljezur». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025
- ↑ FERREIRA, Lurdes; REVEZ, Idálio (17 de Maio de 2018). «Governo aprova furo de petróleo em Aljezur mas não quer mais polémica até às eleições». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025
- ↑ BRITO, Ana (30 de Outubro de 2018). «Galp desiste de furo em Aljezur e Governo afasta novas licenças». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025
- ↑ Agência Lusa (13 de Agosto de 2003). «Incêndios: frentes de Aljezur e Lagos são as mais preocupantes». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025
- ↑ «Incêndio que lavrava em Aljezur já está em fase de rescaldo». Público. 23 de Maio de 2004. Consultado em 23 de Outubro de 2025
- ↑ Agência Lusa (19 de Julho de 2019). «Incêndio em Aljezur já foi dominado». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025
- ↑ Agência Lusa (19 de Junho de 2020). «Dominado incêndio em Aljezur, mas tempo quente ainda preocupa». Público. Consultado em 23 de Outubro de 2025
- ↑ INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
- ↑ a b RNPP – Registo Nacional de Percursos Pedestres Percursos Pedestres Homologados Versão 21/12/2016
- ↑ «Concelho de Aljezur : Autárquicas Resultados 2021 : Dossier : Grupo Marktest - Grupo Marktest - Estudos de Mercado, Audiências, Marketing Research, Media». www.marktest.com. Consultado em 2 de janeiro de 2022
- ↑ «Eleições Legislativas 2022 - Aljezur». legislativas2022.mai.gov.pt. Consultado em 4 de dezembro de 2023
- ↑ «Eleições Legislativas 2024 - Aljezur». legislativas2024.mai.gov.pt. Consultado em 28 de setembro de 2024
- ↑ «Geminações de Cidades e Vilas». www.anmp.pt. Associação Nacional de Municípios Portugueses. Consultado em 9 de setembro de 2012
Bibliografia
[editar | editar código]- CAPELO, Rui Grilo; RODRIGUES, António Simões; et al. (1994). História de Portugal em Datas. Lisboa: Círculo de Leitores, Lda. 480 páginas. ISBN 972-42-1004-9
Leitura recomendada
[editar | editar código]- MARTINS, José António (2016). Aljezur e os Descobrimentos Portugueses: Breve estudo histórico 1.ª ed. Aljezur: Junta de Freguesia de Aljezur e Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur. 24 páginas
- SILVÉRIO, Silvina (2016). Duas décadas de arqueologia no concelho de Aljezur. Aljezur: Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur. 117 páginas
- ARENGA, Sandra Arenga; PINGINHA, Flávia Marreiros (2013). A tomada do castelo de Aljezur em banda desenhada 3.ª ed. Aljezur: Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur. 14 páginas
