Almodôvar

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Almodôvar
Brasão de Almodôvar Bandeira de Almodôvar
Almodôvar - Portugal - panoramio.jpg
Vista aérea de Almodôvar
Localização de Almodôvar
Gentílico Almodovarense
Área 777,88 km²
População 7 449 hab. (2011)
Densidade populacional 9,6  hab./km²
N.º de freguesias 6
Presidente da
câmara municipal
António Bota - Partido Socialista (PS)
Fundação do município
(ou foral)
1285
Região (NUTS II) Alentejo
Sub-região (NUTS III) Baixo Alentejo
Distrito Beja
Antiga província Baixo Alentejo
Orago Santo Ildefonso
Feriado municipal 24 de Junho
Código postal 7700
Sítio oficial cm-almodovar.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Almodôvar é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 3 000 habitantes.[1]

É sede de um município com 777,88 km² de área[2] e 7 449 habitantes (2011),[3][4] subdividido em 6 freguesias.[5] O município é limitado a norte pelo município de Castro Verde, a este por Mértola, a sudeste por Alcoutim, a sul por Loulé, a sudoeste por Silves e a oeste e noroeste por Ourique.

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Geografia[editar | editar código-fonte]

O concelho de Almodôvar está situado entre a Serra do Caldeirão e a planície alentejana. Dista da capital de distrito 64 quilómetros, de Faro de 74 quilómetros e de Lisboa 214 quilómetros. 

Com aproximadamente 778 km² de superfície, um terço do seu território, situado mais a norte e a que correspondem as freguesias de Aldeia dos Fernandes, Rosário e parte da União de Freguesias de Almodôvar e Graça de Padrões, é plano e pouco arborizado. 

As atividades com maior expressão económica são o cultivo de cereais de sequeiro, a criação de gado bovino, ovino e suíno, a produção de leite e queijo de ovelha e a apicultura.

Os restantes dois terços situam-se mais a sul, são constituídos pela serra revestida de uma vegetação abundante, onde se destaca a esteva, o medronheiro, o sobreiro e a azinheira e correspondem a 4 das 6 freguesias: Almodôvar, União de Freguesias de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires, Santa Cruz e São Barnabé, onde se situa o Pico do Mú, um dos locais mais altos de toda a Serra do Caldeirão. A sua principal riqueza é a cortiça, a aguardente de medronho, o queijo de cabra e o mel. A população aqui é dispersa e vive destas atividades, que desenvolve em paralelo com a pequena agricultura.[6]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima apresenta características mediterrânicas, com verões quentes e secos e invernos frios e pouco chuvosos. As amplitudes térmicas são acentuadas, a denotar um carácter continental, que se acentua à medida que caminhamos para leste, afastando‐nos do efeito regulador do Atlântico.[7] A temperatura média é 15.9 °C. O mês mais quente do ano é Agosto, com uma temperatura média de 23.1 °C. A temperatura média em Janeiro é de 10.0 °C. É a temperatura média mais baixa de todo o ano.[8]

A pluviosidade é pouco significativa, aumentando gradualmente de norte para sul. À escassez de pluviosidade, há que acrescentar a forte sazonalidade da precipitação e uma grande variabilidade interanual.[7] A pluviosidade média anual é de 576 mm.[8]

População[editar | editar código-fonte]

Número de habitantes [9]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
9 607 10 215 10 827 11 089 11 848 12 173 14 180 16 283 17 702 16 028 12 264 10 637 8 999 8 145 7 449

(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste concelho à data em que os censos se realizaram.)

Número de habitantes por Grupo Etário [10]
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
0-14 Anos 3 685 3 963 4 254 4 583 5 290 5 452 4 599 3 070 2 375 1 604 936 883
15-24 Anos 1 966 2 022 2 025 2 635 2 815 3 098 2 765 2 020 1 557 1 262 1 014 641
25-64 Anos 4 582 4 827 4 885 5 655 6 754 7 520 7 509 5 865 4 941 4 319 4 071 3 684
= ou > 65 Anos 450 539 556 876 852 1 035 1 155 1 435 1 764 1 814 2 124 2 241
> Id. desconh 4 47 30 119 21

(Obs.: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população presente no concelho à data em que eles se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente.)

Freguesias[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho de Almodôvar.
O concelho de Almodôvar está dividido em 6 freguesias:

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História[editar | editar código-fonte]

Tholos (imagem exemplificativa)

Desde há 5 mil anos até aos dias de hoje, as terras de Almodôvar foram marcadas pela presença de múltiplos povos e episódios indissociáveis da História de Portugal. Com a ocupação desde a Pré-história, os vestígios mais relevantes pertencem ao fenómeno megalítico (com o registo de diversas antas encontradas nas freguesias de Santa Clara-a-Nova e Gomes Aires, estendendo-se até ao Rosário com a Estela do Monte Gordo). Do Calcolítico, há que referir a presença de tholos (estruturas tumulares de falsa cúpula), localizados na freguesia de São Barnabé. No entanto, o fenómeno mais significativo deste território apareceu com a Idade do Bronze, prolongando-se até à Idade do Ferro, com a descoberta de diversas estelas. Deste último período, destaca-se a descoberta de um número significativo de estelas funerárias epigrafadas com Escrita do Sudoeste, a escrita mais antiga da Península Ibérica (século VIII a V a.C.). Estas peças podem ser contempladas numa visita mais aprofundada ao Museu da Escrita do Sudoeste.

Com a romanização da Península Ibérica, Almodôvar não escapou a este fenómeno. Pela sua localização geográfica preferencial nas ligações norte-sul e este-oeste, desde cedo os romanos se fixaram em Almodôvar, assinalando a sua presença através de diversos vestígios, como os castella, ao longo da Ribeira de Oeiras, da barragem romana (única de construção em terra batida preservada até hoje) e necrópole do Monte Novo do Castelinho, a mina de Brancanes, sem esquecer o destaque ao povoado de Mesas do Castelinho, onde se distinguem o traçado de ruas ortogonais e a construção de edifícios de elevado rigor urbanístico.

Do período medieval, época entre os séculos IV e VIII d.C., os vestígios designados ora paleocristãos ora visigóticos (associados ao território das antigas dioceses de Paca e Ossonoba) são escassos. Com a ocupação islâmica, proliferaram diversas alcarias ou cortes que ainda hoje nomeiam boa parte da toponímia local e que tem a sua raiz na palavra árabe de aldeia (al-diya). É o caso de Alcariais dos Guerreiros de Cima (Gomes Aires), com uma ocupação humana entre os séculos IX e XIII, possuindo um rico conjunto de casas dos séculos X e XI, fruto do florescimento rural que a região conheceu durante o período islâmico. A vila de Almodôvar deve o seu nome e desenvolvimento a esta época, pois, apesar de aí poder ter havido uma ocupação da Idade do Ferro, foi erguida uma fortificação ou almudaûár (casa ou castelo redondo). Com o topónimo Cerca do Castelo, crê-se que, nas proximidades entre o cerro de Santa Rufina e o atual depósito de água, poderá ter existido uma fortificação com uma eventual cerca inferior de recolha de rebanhos.

Na primeira metade do século XIII, os exércitos dos reinos cristãos pela Ordem de Santiago tomaram posse do Garb (Algarve), tendo D. Afonso III chegado a terras algarvias por Almodôvar com a ajuda de almocreves moçárabes. O domínio cristão efetuou-se entre 1238, com a conquista de Mértola, e 1245, com a tomada de Marachique.

Em 17 de abril de 1285, o rei D. Dinis elevou a então denominada Póvoa de Almodôvar a concelho, por carta de foral, que em 1297 é doada à Ordem de Santiago, a quem, no final do século XIII, pertence todo o Baixo Alentejo, com exceção do concelho de Odemira. Este foi um esforço de recuperação do dinamismo populacional e económico, outrora proeminente em período muçulmano e duramente afetado pela prolongada guerra da reconquista.

O empenho no desenvolvimento deste território prosseguirá ao longo do século XIV, especialmente na sua segunda metade, quando as convulsões políticas, a peste e mesmo o devastador terramoto de 1356, haviam espalhado uma forte mortandade. As Inquirições Fernandinas de 1376 às vilas de Almodôvar e de Padrões dão-nos conta de uma sociedade na qual a agricultura se apresentava de subsistência, e onde o pastoreio assumia uma importante escala, tal como as atividades associadas à tecelagem, curtumes, apicultura, entre outras.

A afirmação do poder real face aos domínios locais é, em 1512, retomada com o novo foral de Almodôvar, no âmbito do processo nacional de reformas dos forais de D. Manuel I. Almodôvar tornou-se uma vila que vai paulatinamente crescendo e onde se destacou a construção do edifício dos Paços do Concelho, no século XVI, e em 1680 a fundação do Convento de Nossa Senhora da Conceição, pela Ordem Terceira de São Francisco. Aí presume-se que terá funcionado a primeira escola de Teologia do Baixo Alentejo, cuja parte da valiosa biblioteca ainda se encontra “por descobrir” no Arquivo Municipal.

Foram, no entanto, ímpetos económicos intervalados no período conturbado e marcante que assolou Almodôvar na primeira metade do século XIX: em primeiro lugar, as Invasões Francesas, e logo depois a Guerra Civil - entre 1832 e 1834 -  que opôs o partido constitucionalista de D. Maria II ao partido absolutista de D. Miguel I.

Com a vitória do Liberalismo dá-se, por fim, a extinção das ordens militares e religiosas, sendo que, para o Convento de Nossa Senhora da Conceição transitam, em 1859, juntamente com o Tribunal e a Conservatória, os Paços do Concelho, onde a sua anterior localização dá lugar à cadeia (hoje Museu Severo Portela).[11]

Artesanato[editar | editar código-fonte]

Calçado artesanal de Almodôvar

O concelho de Almodôvar é bastante rico no que diz respeito às artes tradicionais pouco conhecidas do público, onde nascem peças únicas das mãos do artesão e que são inspiradas no imaginário popular e nos costumes desta região. Algumas destas artes já desapareceram e outras encontram-se em vias de extinção, facto que deriva do aparecimento de novas tecnologias e da produção industrial em massa, a qual prima pela quantidade em prejuízo da autenticidade.

Tudo se fazia no concelho de Almodôvar há pouco mais de 25 anos: calçado, cadeiras, queijos, meias de linha, mantas de lã, albardas e malhins, aguardente de medronho, bonecas, miniaturas, mantas de retalhos, mel e seus derivados, trabalhos em tear, ferraria, fabrico de linho, fabrico da cal, latoaria, cestos, colchas de linho, carroças, telhas de canudo, entre outros. Existia uma variedade imensa de artes e ofícios, de entre os quais se destacavam os sapateiros, as tecedeiras, os ferreiros, os latoeiros, os padeiros, os moleiros, os albardeiros, os alfaiates, os apicultores, os cesteiros, os tosquiadores e os abegões. A indústria do calçado artesanal teve grande impacto no concelho almodovarense e, há cerca de 50 anos, eram mais de 60 os sapateiros na região. De referir que existiu, em Almodôvar, o primeiro Sindicato Nacional de Sapateiros, fundado em 1942, o qual chegou a ter 200 associados, facto bem demonstrativo da importância que este ofício assumiu. Hoje, ainda se encontram alguns sapateiros artesanais no ativo. 

Atualmente, das restantes artes e ofícios, há que destacar as mantas de lã e de retalhos, os artigos de cartucheira, os trabalhos em latoaria e a cestaria que saem das mãos dos artesãos e que se transformam em memórias inesquecíveis da tradição e cultura do povo almodovarense.[12]

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

É sabido que no Alentejo se come e bebe muito bem, e Almodôvar não é uma exceção. Contudo, sendo um concelho dividido entre a serra e a planície, apresenta produtos de particularidades, saberes e sabores distintos. Por aqui, dezenas de produtores apresentam diariamente os melhores sabores que resultam de uma profunda relação ancestral do homem com a terra, da necessidade de sustento da família, do árduo trabalho diário na transformação dos produtos de excelência que por aqui brotam.

Sendo assim, estes são alguns dos produtos típicos do concelho de Almodôvar:[13]

Política[editar | editar código-fonte]

Eleições autárquicas[editar | editar código-fonte]

Partidos % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M
1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009 2013
PS 64,0 4 41,3 2 41,1 2 55,6 4 47,4 3 41,6 3 43,0 3 44,0 2 35,3 2 33,2 2 35,1 2
PPD/PSD 15,3 1 31,9 2 21,3 1 12,0 21,7 1 16,3 1 42,8 2 49,2 3 56,9 3 56,3 3 27,1 1
FEPU/APU/CDU 13,1 23,4 1 33,8 2 20,7 1 22,4 1 12,3 8,5 2,7 4,1 4,8 2,2
MDP 24,8 1
IND 30,8 2

Eleições legislativas[editar | editar código-fonte]

Partido %
1976 1979 1980 1983 1985 1987 1991 1995 1999 2002 2005 2009 2011 2015
PS 43,47 37,18 37,50 43,81 41,65 39,01 40,53 57,59 54,31 45,69 56,79 36,43 32,64 40,89
PCP/APU/CDU 20,05 30,71 25,79 29,43 22,05 18,63 14,64 12,35 11,01 8,06 10,55 12,92 9,76 11,66
PPD/PSD 16,37 16,65 18,59 28,41 33,52 19,63 23,17 35,69 18,76 24,85 37,61
CDS-PP 4,95 3,07 1,77 1,39 2,01 4,37 4,08 3,37 2,46 5,16 6,22
UDP 2,06 1,03 0,81 0,52 0,54 0,49 0,93
AD 23,68 26,62
PRD 8,42 3,65 1,04
PSN 0,98 0,33
B.E. 1,56 2,29 6,08 13,98 5,08 10,05
PAN 0,60 0,78
PÀF 28,13

Património edificado[editar | editar código-fonte]

Igreja em Almodôvar
  • Capela de Santo António
  • Ponte antiga sobre a Ribeira de Cobres ou Ponte da Ribeira de Cobres
  • Igreja de São Francisco
  • Igreja do Rosário ou Igreja Paroquial do Rosário
  • Povoado das Mesas do Castelinho
  • Igreja de Santa Cruz da Ribeira ou Igreja Matriz de Santa Cruz
  • Museu da Escrita do Sudoeste
  • Museu Etnográfico Manuel Vicente Guerreiro - Santa Clara a Nova
  • Museu Severo Portela
  • Convento de Nossa Senhora da Conceição: situado a este da vila, pertencia à Ordem Terceira de S. Francisco e foi fundado em 1680 por Frei Evangelista, lançando-se a primeira pedra a 2 de Setembro daquele ano. Todos os seus altares são de talha dourada dos finais do século XVII e princípio do século XVIII. O teto da capela-mor está pintado com imagens alusivas à Imaculada Conceção de Maria e sua assunção aos céus, sendo que esta capela contém ainda três quadros: um com o presépio e dois relacionados com o Casamento da Santíssima Virgem com S. José. Por baixo dos quadros existem dois extensos painéis de azulejos policromados com temáticas marianas. À entrada do templo está colocado um órgão de tubos, de estilo oriental com decoração de chinoiserie em alusão à evangelização franciscana por terras orientais. Esta igreja tem apenas uma pequena torre sineira, no frontispício.

Heráldica[editar | editar código-fonte]

ADV.png
Brasão: Escudo negro com um castelo de ouro aberto e iluminado a vermelho. Orla de prata carregada por quatro abelhas a negro realçadas de ouro, alternadas com quatro bolotas a verde, troncadas e folhadas do mesmo. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com legenda a negro: "VILA DE ALMODÔVAR".[14]
Pt-adv1.png
Bandeira: Esquartelada de amarelo e vermelho, cordões e borlas de ouro e vermelho. Haste e lança de ouro.[14]

Geminações[editar | editar código-fonte]

O concelho de Almodôvar é geminado com a seguinte cidade:[15]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Almodôvar

Referências

  1. INE (2013). Anuário Estatístico da Região Alentejo 2012 (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 31. ISBN 978-989-25-0214-4. ISSN 0872-5063. Consultado em 5 de maio de 2014 
  2. Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013» (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2013 
  3. INE (2012). Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Alentejo (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 99. ISBN 978-989-25-0182-6. ISSN 0872-6493. Consultado em 27 de julho de 2013 
  4. INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_ALENTEJO". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27 de julho de 2013 
  5. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  6. «Geografia - Município de Almodôvar». cm-almodovar.pt. Consultado em 30 de junho de 2017 
  7. a b «Biodiversidade - Município de Almodôvar». cm-almodovar.pt. Consultado em 30 de junho de 2017 
  8. a b «Clima: Almodôvar - Gráfico climático, Gráfico de temperatura, Tabela climática - Climate-Data.org». pt.climate-data.org. Consultado em 30 de junho de 2017 
  9. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
  10. INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  11. «História - Município de Almodôvar». cm-almodovar.pt. Consultado em 30 de junho de 2017 
  12. «Artesanato - Município de Almodôvar». cm-almodovar.pt. Consultado em 1 de julho de 2017 
  13. «Produtos Regionais - Município de Almodôvar». cm-almodovar.pt. Consultado em 1 de julho de 2017 
  14. a b «Ordenação heráldica do brasão e bandeira de Almodôvar». www.ngw.nl. Consultado em 3 de julho de 2017 
  15. «Geminações de Cidades e Vilas - Almodôvar». www.anmp.pt. Consultado em 30 de junho de 2017 


Concelhos do Distrito de Beja Mapa do distrito de Beja
Aljustrel
Almodôvar
Alvito
Barrancos
Beja
Castro Verde
Cuba
Ferreira do Alentejo
Mértola
Moura
Odemira
Ourique
Serpa
]Vidigueira
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Almodôvar
Alvito
Barrancos
Beja
Castro Verde
Cuba
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Moura
Odemira
Ourique
Serpa
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