Aluá

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O aluá é uma bebida refrigerante de origem indígena, feita com a fermentação de grãos de milho moídos. No Acre e no resto da Amazônia é comum se usar o milho triturado ou a farinha de milho. Em outras regiões, como por exemplo em Belém, se usam cascas de frutas como o abacaxi, raiz de gengibre (também conhecido regionalmente por mangarataia) esmagada ou ralada, açúcar ou caldo de cana e sumo de limão. É também chamada de aruá.

Em Manaus e arredores, utilizam-se as cascas de abacaxi postas de molho na água, por três dias, juntas às raizes de gengibre e milho. Depois, adiciona-se açúcar, cravo-da-índia e funcho. Ferve-se a mistura e depois a deixa-se esfriar e gelar.

No estado do Ceará existe uma versão da bebida feita de pão branco seco, cravo da índia, gengibre, erva doce e adoçado com rapadura preta. Adiciona-se os ingredientes num pote de barro com água, pisa-se o cravo da índia, o gengibre e a erva doce, deixando-se maturar a bebida por 3 dias.

Em Minas Gerais, no sertão dos gerais, também se consumia o aluá, cuja referencia aparece na obra de Guimarães Rosa (Ver o conto "A estória de Lélio e Lina" , em "No Urubuquaquá, no Pinhém" (Corpo de Baile). Outro nome usado em Minas Gerais é Gasosa, onde é geralmente feito de cascas de abacaxi.

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