Este é um artigo bom. Clique aqui para mais informações.

Alvarenga (Minas Gerais)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Alvarenga
"Terrinha"
Vista da cidade de Alvarenga

Vista da cidade de Alvarenga
Bandeira de Alvarenga
Brasão de Alvarenga
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 1 de março de 1963 (54 anos)
Fundação 30 de dezembro de 1962
Gentílico alvarenguense[1]
Prefeito(a) Diocélio Fernando Ribeiro (PV)
(2017–2020)
Localização
Localização de Alvarenga
Localização de Alvarenga em Minas Gerais
Alvarenga está localizado em: Brasil
Alvarenga
Localização de Alvarenga no Brasil
19° 25' 01" S 41° 43' 44" O19° 25' 01" S 41° 43' 44" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Vale do Rio Doce IBGE/2013[2]
Microrregião Aimorés IBGE/2013[2]
Municípios limítrofes Conselheiro Pena, Tarumirim, Inhapim e Pocrane
Distância até a capital 455 km
Características geográficas
Área 278,173 km² [3]
População 4 245 hab. estatísticas IBGE/2016[4]
Densidade 15,26 hab./km²
Altitude 390 m
Clima tropical quente semiúmido Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,592 baixo PNUD/2010[5]
PIB R$ 32 508 mil IBGE/2014[6]
PIB per capita R$ 7 485,13 IBGE/2014[6]
Página oficial

Alvarenga é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião do Vale do Rio Doce e à Microrregião de Aimorés e localiza-se a leste da capital do estado, distando desta cerca de 450 km. Ocupa uma área de 278,173 km², sendo que 0,3 km² estão em perímetro urbano, e sua população em 2016 era de 4 245 habitantes.

A sede tem uma temperatura média anual de 21,8 °C e na vegetação original do município predomina a Mata Atlântica. Com 48% da população vivendo na zona urbana, Alvarenga contava, em 2009, com três estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,592, classificado como baixo em relação ao estado.

O desbravamento da região teve início na segunda metade do século XVII, intensificado-se após a descoberta de ouro no futuro povoado de Cuieté (atual Conselheiro Pena). No entanto, somente após a chegada de João de Barros e sua filha, Maria Guanhães, é que se inicia a formação dos primeiros núcleos habitacionais, que se desenvolveram em função das terras férteis e propícias ao cultivo do café. Em 1890, é criado o distrito, subordinado a Caratinga, que passou a pertencer a Itanhomi em 1923 e a Conselheiro Pena em 1938 e se emancipou em 1962, instalando-se em 1º de março de 1963.

A agropecuária e o setor de prestação de serviços correspondem às principais fontes de renda do município. O artesanato e os grupos musicais e de dança configuram-se como algumas das principais manifestações culturais, juntamente com os eventos festivos tais como o Carnaval, as comemorações do aniversário da cidade e as celebrações tradicionais religiosas da Festa de Nossa Senhora da Saúde, padroeira municipal.

História[editar | editar código-fonte]

O desbravamento da região do atual município de Alvarenga tem início na segunda metade do século XVII, tendo se intensificado após a descoberta de ouro no futuro povoado de Cuieté (atual município de Conselheiro Pena) pelo bandeirante paulista Antônio Rodrigues Arzão.[7] O local até então era habitado exclusivamente pelos índios Botocudos e os primeiros exploradores chegaram ao lugar através do Rio Manhuaçu, adentrando seus afluentes à procura do metal, cuja exploração legal seria possível somente na década de 1740, após autorização do Conde de Bobadela. Em 1745, a região da atual cidade foi desbravada e habitada pelo paulista José Pereira de Alvarenga, o que deu identidade à localidade, batizada algum tempo depois de Ribeirão do Alvarenga.[7]

Durante décadas os indígenas foram exterminados pelos colonizadores, que tinham objetivo de dominar as terras. Os índios que sobreviviam eram catequizados e civilizados, sendo que no começo do século XIX restavam poucos representantes da etnia, a maioria servindo como mão de obra das fazendas existentes nas redondezas.[8] Ribeirão do Alvarenga estava situado no caminho da estrada ligando Vila Rica — atual Ouro Preto, então capital da Província de Minas Gerais — a Cuieté, visando ao transporte do ouro, que viria a se esgotar após 1780.[7]

Na década de 1830, passou pela região uma caravana que abria caminho pela mata. O grupo seguiu viagem, porém afixaram-se no lugar João de Barros e sua filha Maria Florinda dos Prazeres, conhecida como Maria Guanhães, de apenas 11 anos de idade, que ergueram uma capela e deram início à formação do arraial. Nos anos seguintes vieram outros pioneiros, dando sequência ao povoamento da região,[1][7] e na década de 1850, a posse das terras foi dada aos irmãos, Tristão Cristiano de Vasconcelos e Basílio Rodrigues de Vasconcelos. O acesso a outras regiões mineiras foi facilitado após a abertura de uma estrada ligando Cuieté a Ponte Nova, passando por Alvarenga, com objetivo de conectar a região a outra estrada que partia de Ouro Preto a Vitória (cujo trecho daria origem à BR-262).[7]

As terras continuaram a ser repartidas e vendidas, favorecendo a formação de novos núcleos habitacionais, que se desenvolveram em função das terras férteis e propícias ao cultivo do café. Pelo decreto de 10 de abril de 1880 foi criado o distrito, denominado Floresta e subordinado a Caratinga, passando a fazer parte do município de Itanhomi pela lei estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923, e posteriormente de Conselheiro Pena pelo decreto-lei estadual nº 148, de 17 de dezembro de 1938. Pelo decreto-lei estadual nº 1.058, de 31 de dezembro de 1943, o distrito passou a ter seu nome atual (Alvarenga), sendo emancipado pela lei estadual nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962, e instalado em 1º de março de 1963.[1]

Geografia[editar | editar código-fonte]

A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 278,173 km², sendo que 0,3682 km² constituem a zona urbana e os 277,804 km² restantes constituem a zona rural.[9] Situa-se a 19º25'02" de latitude sul e 41°43'43" de longitude oeste e está a uma distância de 455 quilômetros a leste da capital mineira. Seus municípios limítrofes são Tarumirim, a norte e oeste; Inhapim, a oeste e sul; Pocrane, a sudeste; e Conselheiro Pena, a leste e norte.[10]

Relevo, hidrografia e meio ambiente[editar | editar código-fonte]

O relevo do município de Alvarenga é predominantemente montanhoso. Em aproximadamente 90% do território alvarenguense há o predomínio de áreas com mares de morros e terrenos montanhosos, enquanto cerca de 9% é coberto por lugares ondulados e os 1% restantes são áreas planas.[10] A altitude máxima encontra-se na Serra do Pinhão, que chega aos 1 577 metros, enquanto que a altitude mínima está no Rio Manhuaçu, com 294 metros. Já o ponto central da cidade está a 400 m.[10] A vegetação predominante é a Mata Atlântica, cujas reservas remanescentes ocupavam 2 531 hectares em 2011, ou 9,1% da área total municipal.[11]

O principal rio que passa por Alvarenga é o Manhuaçu, porém o território municipal é banhado por vários pequenos rios e córregos, sendo alguns deles o Ribeirão Alvarenga, Ribeirão Padre Ângelo e Córrego Floresta, fazendo parte da Bacia do Rio Doce.[10][1] Há a presença de uma usina hidrelétrica, classificada como uma pequena central hidrelétrica (PCH), a PCH Cachoeirão.[12] Por vezes, na estação das chuvas, os rios que cortam o município sofrem com a elevação de seus níveis, provocando enchentes em suas margens. A cidade foi uma das mais afetadas pelas enchentes de 1979,[13] que também atingiram vários municípios do leste mineiro banhados pelo Rio Doce e seus afluentes,[14] e em 2005 e 2009 fortes chuvas provocaram novamente grandes inundações nas proximidades dos rios.[13]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados diários de chuva registrados
em Alvarenga por meses
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 122,9 mm 15/01/2003 Julho 35,8 mm 11/07/2004
Fevereiro 79,4 mm 01/02/2005 Agosto 24,5 mm 16/08/2003
Março 182,1 mm 01/03/1997 Setembro 40,0 mm 23/09/2002
Abril 125,1 mm 02/04/2015 Outubro 90,2 mm 29/10/1996
Maio 76,2 mm 22/05/2002 Novembro 120,0 mm 30/11/1997
Junho 50,0 mm 13/06/2009 Dezembro 119,0 mm 21/12/2013
Fonte: Agência Nacional de Águas (ANA)[15]

O clima alvarenguense é caracterizado, segundo o IBGE, como tropical sub-quente semiúmido (tipo Aw segundo Köppen),[16] tendo temperatura média anual de 21,8 °C com invernos secos e amenos e verões chuvosos e com temperaturas elevadas.[17][18] O mês mais quente, março, tem temperatura média de 24,5 °C, sendo a média máxima de 29,5 °C e a mínima de 19,5 °C. E o mês mais frio, julho, de 18,8 °C, sendo 25,1 °C e 12,5 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[19]

A precipitação média anual é de 1 182,0 mm, sendo junho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 14,6 mm. Em dezembro, o mês mais chuvoso, a média fica em 206,5 mm.[19] Nos últimos anos, entretanto, os dias quentes e secos durante o inverno têm sido cada vez mais frequentes, não raro ultrapassando a marca dos 30 °C, especialmente entre julho e setembro. Em junho de 2008, por exemplo, a precipitação de chuva na cidade não passou dos 0 mm.[20] Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso também são comuns registros de queimadas em morros e matagais, principalmente na zona rural da cidade, o que contribui com o desmatamento e com o lançamento de poluentes na atmosfera, prejudicando ainda a qualidade do ar.[21]

Segundo dados da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), desde 1995 o maior acumulado de chuva registrado em 24 horas em Alvarenga foi de 182,1 mm, no dia 1º de março de 1997.[22] Outros grandes acumulados foram de 125,1 mm, em 2 de abril de 2015;[23] 122,9 mm, em 15 de janeiro de 2003;[24] e 120,0 mm, em 30 de novembro de 1997.[25] De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o município é o 815º colocado no ranking de ocorrências de descargas elétricas no estado de Minas Gerais, com uma média anual de 0,8652 raios por quilômetro quadrado.[26]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1970 8 613
1980 6 085 -29,4%
1991 6 004 -1,3%
2000 5 212 -13,2%
2010 4 444 -14,7%
Est. 2016 4 245 -18,6%
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)[4][27]

Em 2010, a população do município foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 4 444 habitantes.[28] Segundo o censo daquele ano, 2 239 habitantes eram homens e 2 205 habitantes mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 2 119 habitantes viviam na zona urbana e 2 325 na zona rural.[28] Já segundo estatísticas divulgadas em 2016, a população municipal era de 4 245 habitantes.[4] Da população total em 2010, 1 035 habitantes (23,29%) tinham menos de 15 anos de idade, 2 932 habitantes (65,98%) tinham de 15 a 64 anos e 477 pessoas (10,73%) possuíam mais de 65 anos, sendo que a esperança de vida ao nascer era de 72,9 anos e a taxa de fecundidade total por mulher era de 1,8.[29]

Em 2010, a população alvarenguense era composta por 1 755 brancos (39,49%), 140 negros (3,15%), 71 amarelos (1,60%), 2 475 pardos (55,69%) e três indígenas (0,07%).[30] Considerando-se a região de nascimento, 4 380 eram nascidos no Sudeste (98,56%), sete na Região Norte (0,16%), 18 no Nordeste (0,39%), três no Centro-Oeste (0,06%) e dois no Sul (0,06%). 4 271 habitantes eram naturais do estado de Minas Gerais (96,1%) e, desse total, 3 569 eram nascidos em Alvarenga (80,32%).[31] Entre os 2 254 naturais de outras unidades da federação, São Paulo era o estado com maior presença, com 58 pessoas (1,31%), seguido pelo Espírito Santo, com 38 residentes (0,85%), e por Sergipe, com nove habitantes residentes no município (0,20%).[32]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Alvarenga é considerado baixo pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo que seu valor é de 0,592 (o 4331º maior do Brasil). A cidade possui a maioria dos indicadores abaixo ou ligeiramente abaixo da média nacional segundo o PNUD. Considerando-se apenas o índice de educação o valor é de 0,441, o valor do índice de longevidade é de 0,798 e o de renda é de 0,589.[5] De 2000 a 2010, a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo reduziu em 40,2% e em 2010, 67,3% da população vivia acima da linha de pobreza, 14,3% encontrava-se na linha da pobreza e 18,4% estava abaixo[33] e o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,526, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[34] A participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 53,6%, ou seja, 26,7 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 2,0%.[33]

De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população de Alvarenga está composta por: 3 313 católicos (74,55%), 980 evangélicos (22,04%), 143 pessoas sem religião (3,21%), três de outras denominações cristãs (0,07%) e cinco de religiosidade não determinada (0,13%).[35]

Política e administração[editar | editar código-fonte]

A administração municipal se dá pelos Poderes Executivo e Legislativo. O Executivo é exercido pelo prefeito, auxiliado pelo seu gabinete de secretários. O primeiro representante do Poder Executivo de Alvarenga foi Simeão Pena de Faria, que foi empossado em 1º de março de 1963, após a instalação do município. No entanto, Antônio de Sousa Peixoto foi o primeiro prefeito eleito, após vencer as primeiras eleições, realizadas a 30 de junho daquele ano.[7][36] O atual prefeito é Diocélio Fernando Ribeiro, do Partido Progressista (PP), eleito nas eleições municipais de 2016 com 55,22% dos votos válidos e empossado em 1º de janeiro de 2017, ao lado de Maria como vice-prefeito.[37] O Poder Legislativo, por sua vez, é constituído pela câmara municipal, composta por nove vereadores.[38] Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias).[39]

Em complementação ao processo Legislativo e ao trabalho das secretarias, existem também conselhos municipais em atividade, entre os quais dos direitos da criança e do adolescente e e tutelar, criados em 2009.[40] Alvarenga se rege por sua lei orgânica, que foi elaborada em 26 de abril de 2006, deliberada em 2 de maio de 2012 e aprovada em outubro de 2012,[41] e é termo da Comarca de Conselheiro Pena, do Poder Judiciário estadual, de primeira entrância, juntamente com os municípios de Cuparaque, Goiabeira e Tumiritinga.[42] O município possuía, em março de 2017, 4 405 eleitores, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que representa 0,028% do eleitorado mineiro.[43]

Economia[editar | editar código-fonte]

No Produto Interno Bruto (PIB) de Alvarenga, destacam-se a agropecuária e a área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2011, o PIB do município era de R$ 30 940 mil.[44] 819 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes e o PIB per capita era de R$ 7 054,15.[44] Em 2010, 46,73% da população maior de 18 anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 6,24%.[29]

Salários juntamente com outras remunerações somavam 2 509 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 1,3 salários mínimos. Havia 52 unidades locais e 52 empresas atuantes.[45] Segundo o IBGE, 57,34% das residências sobreviviam com menos de salário mínimo mensal por morador (804 domicílios), 10,99% sobreviviam com entre um e três salários mínimos para cada pessoa (154 domicílios), 0,71% recebiam entre três e cinco salários (dez domicílios), 0,29% tinham rendimento mensal acima de cinco salários mínimos (quatro domicílios) e 7,70% não tinham rendimento (108 domicílios).[46]

Setor primário
Produção de milho, cana-de-açúcar e mandioca (2012)[47]
Produto Área colhida (hectares) Produção (tonelada)
Milho 500 1 800
Cana-de-açúcar 20 940
Mandioca 15 188

A pecuária e a agricultura representam o segundo setor mais relevante na economia de Alvarenga. Em 2011, de todo o PIB da cidade, 9 268 mil reais era o valor adicionado bruto da agropecuária,[44] enquanto que em 2010, 45,69% da população economicamente ativa do município estava ocupada no setor.[29] Segundo o IBGE, em 2012 o município possuía um rebanho de 14 633 bovinos, 107 caprinos, 297 equinos, 89 muares, 134 ovinos, 427 suínos e 6 576 aves, entre estas 2 309 galinhas e 4 267 galos, frangos e pintinhos.[48] Neste mesmo ano, a cidade produziu 3 444 mil litros de leite de 2 919 vacas, 9 mil dúzias de ovos de galinha e 150 quilos de mel de abelha.[48]

Na lavoura temporária, são produzidos principalmente o milho (1 800 toneladas produzidas e 500 hectares cultivados), a cana-de-açúcar (940 toneladas e 20 hectares) e a mandioca (188 toneladas e 15 hectares), além do arroz e do feijão.[47] Já na lavoura permanente, destacam-se o café (829 toneladas produzidas e 852 hectares cultivados), a banana (110 toneladas produzidas e onze hectares cultivados) e a laranja (66 toneladas e seis hectares), além do coco-da-baía, do limão e da manga.[49]

Setores secundário e terciário

A indústria, em 2011, era o setor menos relevante para a economia do município. 2 886 reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor secundário.[44] A produção industrial ainda é incipiente na cidade, mesmo que comece a dar sinais de aprimoramento, sendo resumida principalmente à extração de madeira. Em 2012, de acordo com o IBGE, foram extraídos 466 metros cúbicos de madeira em tora destinada à produção papel e celulose[50] e segundo estatísticas do ano de 2010, 2,97% dos trabalhadores de Alvarenga estavam ocupados no setor industrial.[29] Neste mesmo ano, 9,31% da população ocupada estava empregada no setor de construção, 0,80% nos setores de utilidade pública, 6,31% no comércio e 31,32% no setor de serviços[29] e em 2011, 17 967 reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor terciário.[44]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde e educação[editar | editar código-fonte]

Unidade Básica de Saúde no povoado de Vista Alegre.

Em 2009, o município possuía três estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos de saúde e serviços odontológicos, sendo todos públicos municipais e integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS).[51] Em 2012, 100% das crianças menores de 1 ano de idade estavam com a carteira de vacinação em dia.[52] Em 2011, foram registrados 50 nascidos vivos,[53] sendo que o índice de mortalidade infantil neste ano foi de 20 óbitos de crianças menores de cinco anos de idade a cada mil nascidos vivos.[52] Em 2010, 4,11% das mulheres de 10 a 17 anos tiveram filhos (todas acima dos 15 anos) e a taxa de atividade entre meninas de 10 a 14 anos era de 4,56%.[29] Do total de crianças menores de dois anos pesadas pelo Programa Saúde da Família em 2012, nenhuma apresentava desnutrição.[33]

Na área da educação, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) médio entre as escolas públicas de Alvarenga era, no ano de 2011, de 5,3 (numa escala de avaliação que vai de nota 1 à 10), sendo que a nota obtida por alunos do 5º ano (antiga 4ª série) foi de 6,5 e do 9º ano (antiga 8ª série) foi de 4,2; o valor das escolas públicas de todo o Brasil era de 4,0.[54] Em 2010, 3,13% das crianças com faixa etária entre seis e quatorze anos não estavam cursando o ensino fundamental.[29] A taxa de conclusão, entre jovens de 15 a 17 anos, era de 35,3% e o percentual de alfabetização de jovens e adolescentes entre 15 e 24 anos era de 97,8%. A distorção idade-série entre alunos do ensino fundamental, ou seja, com com idade superior à recomendada, era de 9,6% para os anos iniciais e 34,4% nos anos finais e, no ensino médio, a defasagem chegava a 40,2%.[54] Dentre os habitantes de 18 anos ou mais, 26,56% tinham completado o ensino fundamental e 14,18% o ensino médio, sendo que a população tinha em média 7,86 anos esperados de estudo.[29]

Em 2010, de acordo com dados da amostra do censo demográfico, da população total, 1 402 habitantes frequentavam creches e/ou escolas. Desse total, 30 frequentavam creches, 70 estavam no ensino pré-escolar, 133 na classe de alfabetização, 26 na alfabetização de jovens e adultos, 825 no ensino fundamental, 155 no ensino médio, 48 na educação de jovens e adultos do ensino fundamental, 55 na educação de jovens e adultos do ensino médio, nove na especialização de nível superior, 48 em cursos superiores de graduação e cinco em mestrado. 3 042 pessoas não frequentavam unidades escolares, sendo que 813 nunca haviam frequentado e 2 229 haviam frequentado alguma vez.[55] O município contava, em 2012, com 1 008 matrículas nas instituições de ensino da cidade e dentre as doze escolas que ofereciam ensino fundamental, onze pertenciam à rede pública municipal e uma à rede estadual, sendo esta a Escola Estadual Governador Bias Fortes, que também fornecia o ensino médio.[56][57]

Educação de Alvarenga em números (2012)[56]
Nível Matrículas Docentes Escolas (total)
Ensino pré-escolar 88 5 2
Ensino fundamental 716 54 12
Ensino médio 204 16 1

Habitação e serviços básicos[editar | editar código-fonte]

Habitações ao lado de córrego em Alvarenga.

No ano de 2010, a cidade tinha 1 402 domicílios particulares permanentes. Desse total, 1 394 eram casas, sete eram apartamentos e um era casa de vila ou em condomínio. Do total de domicílios, 1 037 são imóveis próprios (todos já quitados), 116 foram alugados, 239 foram cedidos (53 cedidos por empregador e 186 cedidos de outra forma) e dez foram ocupados sob outra condição.[58] Parte dessas residências conta com água tratada, energia elétrica, esgoto, limpeza urbana, telefonia fixa e telefonia celular. 688 domicílios eram atendidos pela rede geral de abastecimento de água (49,07% do total); 1 367 (97,50%) possuíam banheiros para uso exclusivo das residências; 701 (50,0% deles) eram atendidos por algum tipo de serviço de coleta de lixo; e 1 369 (97,64%) possuíam abastecimento de energia elétrica.[58]

O código de área (DDD) de Alvarenga é 33[59] e o Código de Endereçamento Postal (CEP) é 35249-000.[60] No dia 10 de novembro de 2008, o município passou a ser servido pela portabilidade, juntamente com outros municípios com o mesmo DDD. A portabilidade é um serviço que possibilita a troca da operadora sem a necessidade de se trocar o número do aparelho.[61]

Entre 2009 e 2011, foram registrados quatro homicídios (dois em 2009, um em 2010 e um em 2011)[62] e dois óbitos por acidentes de trânsito (um em 2010 e um em 2011).[63] De 2006 a 2008, também foram registrados dois suicídios (um em 2007 e outro em 2008).[64] A responsável pelo serviço de abastecimento de energia elétrica é a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Segundo a empresa, em 2003 havia 1 345 consumidores e foram consumidos 1 474 767 KWh de energia.[10] Já o serviço de abastecimento de água e coleta de esgoto da cidade é feito pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa),[10] sendo que em 2008 havia 910 unidades consumidoras e eram distribuídos em média 370 m³ de água tratada por dia.[65]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Estrada de terra no município.

A frota municipal no ano de 2012 era de 1 285 veículos, sendo 403 automóveis, 33 caminhões, um caminhão-trator, 49 caminhonetes, 14 caminhonetas, dois micro-ônibus, 767 motocicletas, três motonetas, 12 ônibus e um classificado como outro tipo de veículo.[66] Alvarenga possui acesso a duas rodovias federais: a BR-259, que começa em João Neiva, no Espírito Santo, passa por Governador Valadares e termina em Felixlândia, na região central mineira, e liga o município e outras cidades à BR-381 e, posteriormente, às regiões do Vale do Aço e de Belo Horizonte; e a BR-120, que começa em Arraial do Cabo, no litoral do Rio de Janeiro, passa por cidades mineiras como Viçosa e Itabira e termina em Araçuaí.[10][67] A Viação Dois Irmãos disponibiliza linhas que ligam a cidade a Inhapim e Conselheiro Pena, dentre outras localidades da região.[68]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Instituições culturais[editar | editar código-fonte]

Recital de Poesia da Escola Estadual Gov. Bias Fortes.
Palco do Festival de Férias de Alvarenga, em julho de 2017.

Alvarenga conta com um conselho municipal de preservação do patrimônio, de caráter consultivo, deliberativo e fiscalizador, sendo paritário e criado em 2007.[69] Também há legislações municipais de proteção aos patrimônios culturais material e imaterial, ministradas por uma secretaria municipal exclusiva, que é o órgão gestor da cultura no município.[70] Dentre os espaços culturais, destaca-se a existência de uma biblioteca mantida pelo poder público municipal e estádios ou ginásios poliesportivos, segundo o IBGE em 2005 e 2012.[71][72] Há existência de equipes artísticas de dança, bandas musicais, grupos de capoeira e blocos carnavalescos, de acordo com o IBGE em 2012.[73] O artesanato também é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural alvarenguense, sendo que, segundo o IBGE, as principais atividades artesanais desenvolvidas em Alvarenga são o bordado, a renda e trabalhos envolvendo materiais recicláveis.[74]

Atrativos e eventos[editar | editar código-fonte]

Dentre os principais eventos realizados regularmente em Alvarenga, que configuram-se como importantes atrativos, destacam-se o Carnaval da cidade, o Alvarenga Folia, em fevereiro ou março, com desfiles dos blocos carnavalescos do município e espetáculos musicais com bandas regionais durante quatro dias de festas;[75] as festividades do aniversário de emancipação política, que é comemorado em 1º de março mas tem programação que envolve dias seguidos de espetáculos, concursos, eventos religiosos e inaugurações;[76][77] as comemorações da Festa de Nossa Senhora da Saúde, padroeira municipal, celebrada em maio;[78] as festas juninas, entre junho e julho, com apresentações de quadrilha, espetáculos musicais e barraquinhas com comidas típicas;[57] o Rodeio Country, normalmente realizado em julho.[57] O Desfile Cívico de 7 de setembro, em homenagem ao aniversário da Independência do Brasil; as festividades do Dia das Crianças, em 12 de outubro; e as comemorações de Natal e Ano-Novo.[79]

A Quadra Poliesportiva Pedro Marcelino de Souza foi inaugurada em 25 de setembro de 1983 e tem capacidade para cerca de 700 pessoas, sendo palco de eventos esportivos e festividades.[57] Os poucos remanescentes naturais propiciam a prática do ecoturismo, ainda pouco explorado, através de passeios ecológicos e da atividade de ecologistas e ambientalistas.[80]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Em Alvarenga há um feriado municipal e oito feriados nacionais, além dos pontos facultativos. O feriado municipal é o dia do aniversário da cidade, comemorado em 1º de março.[77][79] De acordo com a lei federal nº 9.093, aprovada em 12 de setembro de 1995, os municípios podem ter no máximo quatro feriados municipais com âmbito religioso, já incluída a Sexta-Feira Santa.[81][82]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Alvarenga - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 29 de março de 2013. Cópia arquivada em 29 de março de 2013 
  2. a b Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais (19 de julho de 2013). «Divisão Territorial do Brasil». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 4 de dezembro de 2013 
  3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (15 de janeiro de 2013). «Área territorial oficial». Consultado em 11 de abril de 2014. Cópia arquivada em 11 de abril de 2014 
  4. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (30 de agosto de 2016). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2016» (PDF). Consultado em 30 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 30 de agosto de 2016 
  5. a b Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking IDH-M Municípios 2010». Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 4 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2013 
  6. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2014). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2014». Consultado em 12 de abril de 2017. Cópia arquivada em 12 de abril de 2017 
  7. a b c d e f José Araújo de Souza (22 de março de 2013). «Histórico do Município de Alvarenga» (PDF). Alvarenga Minas. Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  8. Prefeitura de Conselheiro Pena (17 de outubro de 2010). «Informe histórico do município de Conselheiro Pena». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2013 
  9. Embrapa Monitoramento por Satélite. «Minas Gerais». Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 6 de maio de 2011 
  10. a b c d e f g Cidades.Net. «Alvarenga - MG». Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  11. Fundação SOS Mata Atlântica (20 de agosto de 2012). «Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica» (PDF). p. 10. Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  12. Alvarenga Minas (19 de abril de 2012). «PCH Cachoeirão monitora clima na região». Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  13. a b Alvarenga Minas (19 de abril de 2012). «Prevenção de enchentes na terrinha». Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  14. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) (12 de abril de 2009). «Relatório técnico da operação do sistema de alerta - período de dezembro de 2008 a abril de 2009» (PDF). Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 11 de março de 2016 
  15. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). «Monitoramento Hidrometeorológico - Municípios - Alvarenga (Estação Alvarenga)». Consultado em 6 de agosto de 2015 
  16. World Map of the Köppen-Geiger climate classification. «World Map of the Köppen-Geiger climate classification». Institute for Veterinary Public Health. Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 24 de abril de 2011 
  17. Portal Brasil (6 de janeiro de 2010). «Clima». Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2011 
  18. Biblioteca IBGE. «Brasil - Climas». Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2011 
  19. a b c Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). «Climatologia de Alvarenga - MG». Jornal do Tempo. Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  20. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). «Chuvas - Médias Diárias – 06/2008». Agência Nacional de Águas (ANA). Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  21. Carlos Fernando Lemos (9 de fevereiro de 2008). «Relatório de queimadas no Brasil e no estado de Minas Gerais - ano base: 2007». Universidade Federal de Viçosa (UFV). Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  22. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). «Chuvas - Médias Diárias – 03/1997». Agência Nacional de Águas (ANA). Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  23. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). «Chuvas - Médias Diárias – 04/2015». Agência Nacional de Águas (ANA). Consultado em 6 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2015 
  24. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). «Chuvas - Médias Diárias – 01/2003». Agência Nacional de Águas (ANA). Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  25. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). «Chuvas - Médias Diárias – 11/1997». Agência Nacional de Águas (ANA). Consultado em 28 de março de 2014. Cópia arquivada em 28 de março de 2014 
  26. Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) (2010). «Ranking de Descargas Atmosféricas de Minas Gerais». Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Consultado em 28 de março de 2014 
  27. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 200 - População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  28. a b Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  29. a b c d e f g h Atlas do Desenvolvimento Humano (2013). «Perfil - Alvarenga, MG». Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  30. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «População de Alvarenga por raça e cor». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  31. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação - Resultados Gerais da Amostra». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  32. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  33. a b c Portal ODM (2012). «1 - acabar com a fome e a miséria». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  34. Portal ODM (2012). «Perfil municipal». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  35. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  36. Câmara Municipal. «Posse do primeiro Prefeito e do Vice-Prefeito - 1963». Consultado em 6 de abril de 2014. Cópia arquivada em 6 de abril de 2014 
  37. Eleições 2016 (2 de outubro de 2016). «Diocélio 43». Consultado em 12 de abril de 2017. Cópia arquivada em 12 de abril de 2017 
  38. Eleições 2012 (7 de outubro de 2012). «Candidatos a Vereador Alvarenga/MG». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  39. Flávio Henrique M. Lima (9 de fevereiro de 2006). «O Poder Público Municipal à frente da obrigação constitucional de criação do sistema de controle interno». JusVi. Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 6 de maio de 2012 
  40. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2011). «Conselhos municipais». Consultado em 12 de abril de 2017. Cópia arquivada em 12 de abril de 2017 
  41. Câmara Municipal (1º de novembro de 2012). «Lei Orgânica do Município». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  42. Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) (21 de julho de 2013). «Relação das Comarcas» (PDF). Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 22 de julho de 2013 
  43. Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (12 de abril de 2013). «Consulta Quantitativo». Consultado em 12 de abril de 2017 
  44. a b c d e Cidades@ - IBGE (2011). «Produto Interno Bruto dos Municípios». Consultado em 29 de março de 2014 
  45. Cidades@ - IBGE (2011). «Estatísticas do Cadastro Central de Empresas». Consultado em 29 de março de 2014 
  46. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Domicílios particulares permanentes, por classes de rendimento nominal mensal domiciliar per capita». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  47. a b Cidades@ - IBGE (2012). «Lavoura Temporária 2012». Consultado em 29 de março de 2014 
  48. a b Cidades@ - IBGE (2012). «Pecuária 2012». Consultado em 29 de março de 2014 
  49. Cidades@ - IBGE (2012). «Lavoura Permanente 2012». Consultado em 29 de março de 2014 
  50. Cidades@ - IBGE (2012). «Extração vegetal e silvicultura - 2012». Consultado em 29 de março de 2014 
  51. Cidades@ - IBGE (2009). «Serviços de Saúde 2009». Consultado em 29 de março de 2014 
  52. a b Portal ODM (2012). «4 - reduzir a mortalidade infantil». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  53. Portal ODM (2012). «5 - melhorar a saúde das gestantes». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  54. a b Portal ODM (2012). «2 - educação básica de qualidade para todos». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  55. Cidades@ - IBGE (2010). «Censo Demográfico 2010: Resultados da Amostra - Educação». Consultado em 29 de março de 2014 
  56. a b Cidades@ - IBGE (2012). «Ensino, matrículas, docentes e rede escolar 2012». Consultado em 29 de março de 2014 
  57. a b c d Alvarenga Minas. «Cultura». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  58. a b Cidades@ - IBGE (2010). «Censo Demográfico 2010: Características da População e dos Domicílios: Resultados do Universo». Consultado em 29 de março de 2014 
  59. Guia Mais. «DDD da Cidade». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 16 de julho de 2012 
  60. Correios. «CEP de cidades brasileiras». Consultado em 29 de março de 2014 
  61. Agencia Estado (7 de novembro de 2008). «Portabilidade numérica chega a mais 8 milhões na 2ªf». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2013 
  62. Julio Jacobo Waiselfisz (19 de julho de 2013). «Número de homicídios 2009/2011 e taxas 2011 dos 1663 municípios com mais de 20.000 habitantes» (xls). Mapa da Violência. Consultado em 29 de março de 2014 
  63. Julio Jacobo Waiselfisz (19 de julho de 2013). «Número de óbitos em acidentes de trânsito (2007/2011) e taxas (por 100 mil) para os municípios com mais de 20.000 habitantes em 2011» (xls). Mapa da Violência. Consultado em 29 de março de 2014 
  64. Sangari (2011). «Número e taxas (em 100 mil) de suicídio nos municípios com 10.000 habitantes ou mais» (xls). Consultado em 29 de março de 2014 
  65. Cidades@ - IBGE (2008). «Pesquisa Nacional de Saneamento Básico - 2008». Consultado em 29 de março de 2014 
  66. Cidades@ - IBGE (2012). «Frota 2012». Consultado em 29 de março de 2014 
  67. Google Maps. Acessado em 29 de março de 2014.
  68. Alvarenga Minas. «Dados Gerais». Consultado em 29 de março de 2014. Cópia arquivada em 29 de março de 2014 
  69. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). «Conselho municipal de cultura e de preservação do patrimônio». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  70. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). «Órgão gestor e legislação da cultura». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  71. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). «Equipamentos culturais». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  72. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). «Equipamentos culturais e meios de comunicação». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  73. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). «Grupos artísticos». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  74. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2012). «Principais atividades artesanais». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  75. Marco Bomfim (4 de março de 2014). «Emoção e alegria do Alvarenga Folia». Prefeitura. Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  76. Alvarenga Minas (1º de março de 2010). «Aniversário da Cidade de Alvarenga». Consultado em 30 de março de 2014 
  77. a b Câmara Municipal (1º de março de 2013). «Câmara prestigia evento em comemoração ao aniversário da Cidade de Alvarenga». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  78. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2005). «Principais festas populares». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  79. a b Prefeitura. «Agenda cultural». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  80. Alvarenga Minas. «Turismo». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 30 de março de 2014 
  81. Sérgio Ferreira Pantaleão. «Carnaval - é ou não feriado? folga automática pode gerar alteração contratual». Guia Trabalhista. Consultado em 15 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2011 
  82. Presidência da República. «Lei n.º 9.093, de 12 de setembro de 1995». Consultado em 30 de março de 2014. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2011 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário Definições no Wikcionário
Wikisource Textos originais no Wikisource
Commons Categoria no Commons
Portais
Mapas