Alzira E

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Esta biografia de uma pessoa viva cita fontes confiáveis e independentes, mas elas não cobrem todo o texto. (desde outubro de 2016) Ajude a melhorar esta biografia providenciando mais fontes confiáveis e independentes. Material controverso sobre pessoas vivas sem apoio de fontes confiáveis e verificáveis deve ser imediatamente removido, especialmente se for de natureza difamatória.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Alzira E
Informação geral
Nome completo Alzira Maria Miranda Espíndola
Nascimento 1957 (60 anos)
Origem Mato Grosso do Sul
País Brasil Brasil
Gênero(s) MPB, Rock and Roll, Pop Rock, Rock Progressivo
Instrumento(s) vocal, violão
Período em atividade 1977 - presente
Afiliação(ões) Tetê e o Lírio Selvagem, Tetê Espíndola
Página oficial [1]

Alzira E, conhecida também como Alzira Espíndola, é cantora, compositora e instrumentista . Nascida em 1957 em Campo-Grande, Mato Grosso do Sul, vinda de uma família de artistas, a família Espíndola: Humberto Espíndola, Tetê Espíndola, Geraldo, Celito, Sérgio e Jerry Espíndola, filhos de Alba e Francisco Espíndola.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Compositora popular, traz em sua musica influencias do pop a música regional do centro-oeste. Nascida no dia 08 de setembro de 1957, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é a sétima filha de uma família de artistas, a família Espíndola. Deu início a carreira profissional com seus irmãos : Tetê Espíndola, Geraldo Espíndola e Celito Espíndola, no lançamento do LP Tetê e o Lírio Selvagem (1978/ 80).

Após cinco anos (1985), radicou-se em São Paulo, dando início a sua carreira solo com o lançamento do LP Alzira Espíndola (1987), produzido por Almir Sater. Nesse disco, interpretou composições próprias e os compositores da terra: Almir Sater, Paulo Simões, Guilherme Rondon, Capenga, RenatoTeixeira e uma parceria com Arrigo Barnabé, Vejo a Vida.

Em 1990, com Itamar Assumpção e Banda, excursiona pela Alemanha, Áustria e Suíça. Desta convivência com Itamar Assumpção, iniciada após a gravação da faixa "Adeus Pantanal" no LP "Intercontinental! Quem diria! Era só o que faltava!!", além de inúmeras parcerias, resultou seu segundo LP "AMME" (iniciais do seu nome completo) pelo selo Baratos Afins, trabalho com o qual foi indicada para o Prêmio Sharp 1992, como melhor cantora pop. No disco, além de suas parcerias com Itamar, grava uma parceria de Itamar e Alice Ruiz, "Sei dos Caminhos".

Em 1993, teve participação especial no LP "Bicho de sete cabeças III", de Itamar Assumpção, na faixa "Ai que vontade".

Em 1995, relança "AMME" em CD, com o shows no SESC Pompéia, São Paulo, cidades do interior paulista e Curitiba. Registrou neste disco, entre outras, "Aa vaa cama", parceria com a irmã Tetê Espíndola; "Man" e "Que triste dia", parcerias com Itamar Assumpção; "Suavidade" e "Azeite", com Itamar Assumpção e Jerry Espíndola; além de "Conclusão", "Fim do mundo" e "Quem sabe, sabe", as três de Itamar Assumpção.

Em 1996, lançou o CD "Peçamme", também pelo selo Baratos Afins, com músicas como "Devagar comigo", "Peçamme", "Bomba H" e "Ti ti ti" com Itamar Assumpção e "Itamar é". "Outra coisa", com Lucina; e "Chorinho caipira", com Luhli.

Dois anos depois em 1998 gravou com a irmã Tetê Espíndola o CD "Anahí", no qual interpretaram clássicos da música sertaneja como "Pé de cedro", de Zacarias Mourão, "Chalana", de Arlindo Pinto e Mário Zan, "Ciriema", de Nhô Pai e Mário Zan, e "Índia", de Guerrero e Flores, em versão de José Fortuna.

Em 2000, lançou o CD "Ninguém pode calar", albúm onde interpreta a compositora e cantora Maysa, gravando "Meu mundo caiu", "Adeus", "Tarde triste", "O que", "Felicidade infeliz", "Resposta", "Ouça" e "Diplomacia", todas de autoria de Maysa. Em 2004, gravou com a família Espíndola o CD "Espíndola Canta". Nesse disco uma reunião da familia musical, contando com alguns artistas da nova geração como Iara Rennó e Daniel Black. Composições como "Não embaça", em parceria com a poeta Alice Ruiz[1],Bomba H , em parceria com Itamar Assumpção e "Não quero te enganar", com Jerry Espíndola, apresentadas na coletânea dos irmãos compositores. Em 2005, grava pelo selo Duncan Discos, o CD "Paralelas", albúm inteiro com a poeta Alice Ruiz e suas parcerias. O disco produzido pelo músico Luiz Waack, contou com as participações de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes.

Em 2007, dando sequência a trajetória de música e poesia, lança o album "Alzira E", produzido também por Luiz Waack, marcando a mudança de seu nome artístico e a estréia de um novo parceiro arrudA, paulistano, da nova geração de poetas, com quem teve uma farta produção, resultando 3 anos depois em mais um albúm da dupla, o CD Pedindo a Palavra, produzido por Dú Moreira, com selo independente.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Alzira lançou os seguintes álbuns[2]:

  • (1987) Alzira Espíndola • 3 M • LP
  • (1991) AMME • Baratos Afins • LP
  • (1996) Peça-Me • Baratos Afins • CD
  • (1998) Anahí • Dabliú • CD
  • (2000) Ninguém Pode Calar • Dabliú • CD
  • (2005) Paralelas • Duncan Discos • CD
  • (2011) Pedindo a Palavra • CD
  • (2014) O Que Vim Fazer Aqui • CD

Referências

  1. Alice Ruiz, Boa Companhia, p. 42, Companhia das Letras, 2003.
  2. «Alzira E - Dados Artísticos». Consultado em 24 de fevereiro, 2012  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)