Amon Düül II

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Amon Düül II
Informação geral
Origem Munique, Alemanha
País Alemanha Alemanha
Gênero(s) Rock
Krautrock
Rock progressivo
Rock psicodélico
Integrantes Chris Karrer
Lothar Meid
Renate Knaup-Krötenschwanz
Jan Kahlert
Danny Fichelscher
John Weinzierl
Ex-integrantes Peter Leopold
Dave Anderson

Amon Düül II ou Amon Düül 2 é uma banda de krautrock alemã gerada a partir de uma dissidência da banda Amon Düül original, é considerada como uma das raízes do movimento Krautrock alemão.[1]

O Amon Düül II foi formado após a saída de alguns membros do grupo original (Amon Düül) que tinham maiores ambições musicais, entre elas o uso de sintetizadores, música eletrônica e as diversas experimentações que ocorreram na música da Alemanha da época, com bandas como NEU!, Kraftwerk, Harmonia, Faust e Can[1].

História[editar | editar código-fonte]

Amon Düül II nasceu de uma comunidade artística e política chamada Amon Düül (que registrou durante o final dos anos 1960 diversas sessões ao vivo feitas em torno de composições coletivas e livre improvisação musical). A banda surgiu na cena rock underground alemã com um álbum muito original e excêntrico chamado "Phallus Dei" (1969). Os músicos que participaram desta experiência delirante e psicodélica foram (entre outros) Peter Leopold (saido do Amon Düül), sua esposa e front woman, Renate Knaup, e John Weinzierl nas guitarras. E muitos músicos convidados como Holger Trützsch que tocava percussões tribais (membro original do grupo Popol Vuh). Em seguida, quase com os mesmos músicos, a banda gravou o seminal "Yeti" (1970). Um álbum na mesma linha que o anterior, porém mais elaborado (com algumas canções estruturadas e inúmeras peças de improvisações épica). "Yeti" projeta o Amon Düül II para fora da Alemanha. No mesmo ano, o baixista Dave Anderson deixa a banda para se juntar ao Hawkwind.[2]

"Tanz der Lemminge",[3] posterior à "Yeti"[3], é um trabalho impressionante com uma grande diversidade de experimentações, músicas emocionantes com alguns acentos folk e "silêncios". Gravado em 1972, "Carnival in Babylon", anuncia uma nova direção musical tomada pela banda. Este álbum é dominado por músicas curtas com o onipresente e bonito vocal de Renate Knaup. Um trabalho mais convencional, com alguns memoráveis baladas folk. O período clássico da banda termina com "Wolf City" (1972) e "Viva La Trance" (1973). Após a saída de Renate Knaup que se juntou ao grupo Popol Vuh, em 1974, e o lançamento de alguns álbuns, o Amon Düül II se divide. Em 1981, com o álbum "Vortex", Chris Karrer tentou sem êxito reformular a banda[2].

Hoje, a banda está em atividade com Peter Leopold e Renate Knaup da formação original e outros músicos.[4]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns[editar | editar código-fonte]

  • 1969 Phallus Dei
  • 1970 Yeti
  • 1971 Tanz der Lemminge
  • 1972 Carnival in Babylon
  • 1972 Wolf City
  • 1974 Vive La Trance
  • 1974 Hijack
  • 1975 Made in Germany
  • 1976 Pyragony X (ou Pyragony 10th)
  • 1977 Almost Alive
  • 1978 Only Human
  • 1981 Vortex
  • 1995 Nada Moonshine #

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

  • 1973 Live in London
  • 1992 BBC Radio 1 Live In Concert Plus
  • 1996 Live in Tokio

Compilações[editar | editar código-fonte]

  • 1975 Lemmingmania
  • 1987 Airs on a Shoestring: The Best of Amon Düül

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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