Amor de Perdição

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Amor de Perdição
Autor (es) Camilo Castelo Branco
Idioma português
País  Portugal
Género Romance
Editora FTD SA
Formato 18 cm
Lançamento 1862
Páginas 249

Amor de Perdição é o título de uma novela portuguesa de Camilo Castelo Branco, escrita em 1861 e adaptada em 1979. É o mais famoso romance do autor, um dos expoentes do romantismo em Portugal.

A redação dessa obra, sua maior novela passional, foi inspirada em factos reais, vividos pelo tio de Camilo Castelo Branco, Simão António Botelho, preso por homicídio na Cadeia da Relação do Porto. A narrativa tem lugar na província portuguesa e em parte reflete as desventuras do autor que, na prisão por um ano sob a acusação de adultério," escrito em linha reta em pouco mais de uma quinzena ", a triste história de meu tio paterno Simão António Botelho "que" amava, estava perdido e morreu de amor. Esta é a história "[2]. Com a publicação deste trabalho, em 1862, Castelo Branco recebe a popularidade que, em sua opinião, não tentar - ao descrever seu romance, em um prefácio de 1879 (vinte anos depois da primeira edição), ele fala muito mal : perturbado, ao que parece, a partir do grande sucesso e com a interpretação corrente do romance de paixão "[3].

Análise[editar | editar código-fonte]

Narrador[editar | editar código-fonte]

O narrador apresenta-se em terceira pessoa, apenas identificando-se ao final do livro como sobrinho de Simão, filho de Manuel Botelho, irmão de Simão. Possui aspectos autobiográficos.

Simão Botelho e Teresa de Albuquerque pertencem a famílias rivais: filho de dezoito anos de idade de um juiz o primeiro 16 anos de idade, filha única, de um amado, mas tiranizados nobilotto menina provincial. Eles estão perto e - por causa de disputas triviais - pais se odeiam. A história se passa em Coimbra, onde estudou o jovem, e Viseu, onde as famílias residem. O amor floresce quase involuntariamente e, uma vez que é detectado, ele é ferozmente contestado por ambos os pais. Para complicar o primo do intervém matéria Teresa, Baltasar, que visa à força como marido e é aceita e apoiada por sua família. A dedicação total dos dois amantes mútuos intransigentes. Por Teresa, que se recusa seu primo, é enviada para um convento, antes de Viseu e depois Porto.Simão tenta ver a garota, mas é impedido pela família e agora também por seu primo. Exasperado de uma proibição injustificada e com medo de mais violência que poderia forçá-la a se casar com Teresa Baltazar, tira proveito de uma provocação na rua e mata-lo. Ele se recusa a fugir e se entregar às autoridades. Não adianta tentar se defender e é condenado à forca. O pai acabou se mudando, empurrado por sua esposa e amigos. Ele pediu e obteve que a sentença ser comutada para dez anos de exílio nas Índias portuguesas. Simão é colocado a bordo do navio que está levando para Goa. A partir do porto vê sua amada por trás das grades do convento. Ele percebe que ele está morrendo e ele recebe uma carta na qual Teresa declara que ele nunca conheceu a maioria, se não no céu. Ela morre consumida por infelicidade. Ele segue logo depois e é lançado ao mar. Também morre a sua jovem serva Mariana, que ama Simão desesperadamente, tendo-o tratado e seguido nos dias de prisão.

Corrente literária[editar | editar código-fonte]

Amor de Perdição faz parte da chamada segunda fase do romantismo, em que o amor pode levar até as últimas consequências.

A história - de amor rebelião e morte, de destruição, de fato, é que entre um jovem anarquista romântico e uma arbitrariedade e uma menina ambiente mais reacionária de um século XIX Portugal, suspenso entre a modernidade eo feudalismo - a paixão, que surgem mais do Amor de perdição é o ressentimento, sarcasmo, acidez, contra a mesquinhez e estreiteza de uma época e de um ambiente. Castelo Branco (a "Balzac Português", viveu mal e que cometeu suicídio) escreveu Amor de perdição, enquanto ele estava preso por um crime de adultério, em seguida, preso por amor, reconstrução e romanzando uma história familiar [4]. Um romantismo exagerado que nem sequer é mitigado por ironia ou descolamento, encontrou uma saída somente na morte de todos os envolvidos - como o autor - preferem aniquilação à perda do bem amado, e, em seguida, a única felicidade possível.

Traduções[editar | editar código-fonte]

Adaptações[editar | editar código-fonte]

Adaptações cinematográficas[editar | editar código-fonte]

O livro foi seis vezes adaptado ao cinema, entre elas:

Adaptações televisivas[editar | editar código-fonte]

Em 1965, a TV Cultura apresentou a sua versão do romance, em forma de telenovela, também chamada de Amor de perdição.

Juntamente com os romances Livro negro do Padre Dinis e Mistérios de Lisboa é a base da telenovela luso-brasileira Paixões proibidas.

Referências

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