Nomes de origem nórdica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Amundo)
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Os nomes de pessoas (antropónimos) de origem nórdica têm as suas raízes na língua nórdica antiga, falada nos século IX-XIV nos países nórdicosDinamarca, Noruega, Suécia, Islândia, Finlândia, Ilhas Faroé, e Groenlândia, e nos países colonizados pelos povos nórdicos. Na busca de raízes ainda mais profundas, a investigação etimológica recorre às língua predecessoras do nórdico antigo: o nórdico arcaico (aproximadamente século II-IX), e, recuando ainda mais no tempo, o germânico primitivo (uma língua reconstruída por deduções hipotéticas, falada nos séculos V a.C.-II d.C., sem registros escritos).[1][2] [3]

Estes nomes estão referenciados em pedras rúnicas dos séculos século IV-XII (ex, Astrid e Ingvar), e em documentos medievais nórdicos, sobretudo a partir do século XII (ex, Björn e Sigrid), assim como de outros países fora do espaço nórdico.[4] [2]

Enquanto alguns nomes nórdicos continuam a ser usados nos nossos dias (ex, Sigrid e Gunnar), outros cairam no esquecimento (ex, Tola e Grimulv). Até ao século XII, os nomes nórdicos dominavam nos países nórdicos (ex, Sven e Ingrid). Com a chegada do cristianismo, as preferência deslocam-se sucessivamente para os nomes bíblicos e para os nomes de santos (ex, Johannes e Katarina). No século XIX, muitos destes nomes voltam a ser usados, depois de séculos de esquecimento (ex, Einar e Solveig). Após um século XX caracterizado por uma variação de modas e influências, chegou o século XXI, com um renascimento do uso de nomes nórdicos, como o atestam as listas anuais de nomes de recém-nascidos (ex, Sigrid e Arvid).[5][1][6]

O conhecimento adquirido sobre os nomes nórdicos está limitado por um lado pela existência de interpretações diferentes, e por outro lado pela existência de incertezas e hipóteses linguísticas, difíceis de verificar. [1]

Além de serem usados como primeiro nome (ex, Ingvar e Alva), os nomes nórdicos podem ser usados como nome de família (ex, Eriksson e Magnusson), e como nomes patronímicos até 1901, indicando o pai ou a mãe (Magnus Eriksson, Magnus, filho de Erik, e Katrín Jakobsdóttir, Katrín, filha de Jakob).[7]

Nomes[editar | editar código-fonte]

Nome Etimologia e uso Forma latinizada Ref.
Dag Deriva da palavra dag (dia), e significa "aquele que traz a luz". É usado na Noruega, Islândia, Suécia, Alemanha, Inglaterra, e outros países. Historicamente foi nome do rei lendário Dagero, o Sábio Dagero [8][9][10][11][12][13]
Eskil Deriva de Ǣskæll, que significa "Elmo de Deus". Hoje ocorre nas línguas sueca (Eskil), norueguesa (Eskil), dinamarquesa (Eskild), islandesa (Áskell) e finlandesa (Esko). É usado sobretudo na Finlândia e na Noruega, e menos comumente na Suécia, na Dinamarca e na Islândia. Historicamente foi o nome de um santo (Ésquilo de Tuna), e alguns nobres e clérigos famosos (Ésquilo da Gotalândia Ocidental, Ésquilo de Lund, Ésquilo Pétreo de Turku) Ésquilo [14][15][16][17]
Harald Deriva das palavras har (exército) e valdr (chefe), e significava "chefe de exército/chefe militar". Está presente na pedra rúnica de Gripsholm do século XI, sob a forma haralt. É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca, Alemanha, e em outros países. Historicamente foi nome de reis lendários (Haroldo Klak e Haroldo Dente de Guerra) e vários reis da Dinamarca (Haroldo I, Haroldo II, Haroldo III), Noruega (Haroldo I, Haroldo II, Haroldo III, Haroldo IV, Haroldo V) e Inglaterra (Haroldo I, Haroldo II) Haroldo [18][19][20][21]
Björn Deriva de bernuR, que significa urso. A sua ocorrência mais antiga está registada numa pedra rúnica do século XI, na Sudermânia. Foi um nome popular durante a Era Viquingue, tendo voltado a ter uma grande popularidade no século XX. Hoje em dia, ocorre nas línguas sueca (Björn), norueguesa (Bjørn), dinamarquesa (Bjørn) e islandesa (Björn). É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca e Islândia, bem como Alemanha e Holanda. Historicamente foi o nome de reis e nobres nórdicos (Biorno I, Biorno II, Biorno III, Biorno Braço de Ferro da Dinamarca) Biorno ou Bero [22][23][24]
Hulda Tem uma origem incerta, podendo derivar de Hulda em nórdico antigo, significando "secreta/escondida", ou mais recentemente de Huld em sueco antigo, com o significado "amável/doce". É usado sobretudo na Islândia e Finlândia, e menos frequentemente na Suécia, Noruega, Dinamarca e Estados Unidos. Hulda [25][26][27][28]
Ivar Deriva provavelmente da palavra nórdica *īwa (teixo, nome de uma planta), significando "teixo" ou "arco de guerra feito de teixo". Uma outra hipótese é Ivar provir do nome Ingvar. É usado na Suécia, Noruega, Estônia, Islândia, Letônia, Finlândia, etc. Historicamente foi nome de caudilhos nórdicos (Ivar, o Desossado, Ivar Braço Longo) Ivaro [29][30][31][32] [33][34]
Amund Deriva de "Agmund" e originou o nome de família Amundsen. É por vezes confundido com Anund, um nome diferente. É usado na Noruega e na Islândia, e com menos frequência na Dinamarca e na Suécia. Historicamente foi nome de um importante pintor mural (Mestre Amundo) Amundo [35][36][37]
Anund Era um nome usado sobretudo na Era Viquingue (Anuntr). Tem origem incerta, possivelmente do nórdico primitivo Anda-wanduR. A sua ocorrência mais antiga em sueco data do ano 1000. Aparece como Önundr em nórdico antigo na Saga dos Inglingos de ca. 1225. Hoje ocorre nas línguas sueca (Anund), norueguesa (Ånund) e islandesa (Önundur). Na Suécia há atualmente 170 homens com Anund como nome próprio e 68 pessoas com Anund como nome de família. Historicamente foi o nome de vários reis suecos lendários e reais (Anundo das Estradas, Anundo de Upsália, Anundo Jacó, Anundo Gårdske da Suécia, Anundo) Anundo [38][39][40][41][42][43][44][45]
Knut Tem origem incerta, podendo ser nórdico ou germânico. É usado na Noruega, Dinamarca, Suécia, ilhas Feroé, e outros países. Historicamente foi nome de reis e nobres da Dinamarca (Canuto I, Canuto II, Canuto III, Canuto IV, Canuto V, Canuto VI, Canuto Lavardo, Canuto) e Suécia (Canuto I, Canuto II). Canuto [46][47][48]

[49][50][51]

Ingvar Significa "guerreiro". Na Suécia, está registado desde o ano 1000, tendo sido um nome popular nas décadas de 1920 e 1930. Atualmente é menos frequente. É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia, Finlândia e ilhas Feroé. Historicamente, foi nome de três nomes nórdicos (Inguar, o Viajado, Inguar, o Grisalho, Inguar de Quieve) Inguar [52][53][54][55][56]
Olavo Significava originalmente "antepassado" e "herdeiro". É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia, Finlândia e Ilhas Feroé e ocorre nesses países como Olof, Ola, Ole, Olov, Olaf, Ofal, Olav ou Olle. Historicamente foi nome de reis lendários (Olavo, o Desbravador, Olavo) e reis da Suécia (Olavo, Olavo), Noruega (Olavo I, Olavo II, Olavo III, Olavo V) e Dinamarca (Olavo I, Olavo II) Olavo [57]

[58][59]

Östen Deriva de Aystain/Eysteinn, composto por "felicidade" e "pedra". É um dos nomes mais frequentes nas pedras rúnicas da Era Viquingue. É usado hoje em dia na Suécia e Noruega e é registrado em sueco como Eystein e norueguês como Øystein. Historicamente foi o nome de três reis nórdicos (Osteno, o Barrigudo, Osteno, Agostinho I, Agostinho II). Osteno e Agostinho [60]

[61][62]

Ragnar A ocorrência conhecida mais antiga de "Ragnar" é numa pedra rúnica sob a forma de "Raknar". É usado na Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia, e com menor frequência na Dinamarca e nas ilhas Feroé. Historicamente foi o nome do famoso caudilho Ragnar Calças Peludas. Ragnar ou Reginhero [63][64][65][66][67]
Sverker Possivelmente derivado de Svartger (lança). A sua ocorrência mais antiga está registado na pedra rúnica de Fröberga do século XI, sob a forma Sverker. Em uso na Suécia, atualmente é pouco prevalente - 1 750 homens em 2017. Historicamente foi nome de dois reis suecos (Suerquero I, Suerquero II) Suerquero [68][69][70][71][72]
Ragnvald Deriva das palavras nórdicas ragn (poder divino) e vald (soberano). A sua ocorrência conhecida mais antiga é numa pedra rúnica sob a forma de "rahnualtr". É usado sobretudo na Islândia, e com menos frequência na Suécia, Noruega, Alemanha e Finlândia. Ragualdo, Ragnualdo, Ronaldo, Reinaldo [73]

[74][75][76][77][78]

Leif Deriva da palavra nórdica -leifr, que significava herdeiro/descendente/sucessor. Era inicialmente usado como "nome acessório", em nomes como Torleif ("herdeiro de Tor"). É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia, Finlândia e ilhas Feroé. Historicamente foi nome do caudilho viquingue Leivo. Leivo ou Leifo [79]

[80][81]

Ragnhild Deriva das palavras nórdicas ragn (poder divino) e hild (luta), significando "luta dos deuses" ou "protegida dos deuses". Aparece sob formas como Ragnil, Ragnila, Rangel, Rangela. A sua ocorrência conhecida mais antiga é numa pedra rúnica sob a forma de ”rahniltr” (ᚱᚨᚺᚾᛁᛚᛏᚱ). Foi bastante vulgar durante a Idade Média, e voltou a ser popular na renascença dos nomes nórdicos no século XIX. É usado na Noruega, Islândia, Ilhas Faroé, Suécia, Finlândia e Dinamarca. Historicamente foi nome de Santa Ragenhilda e da princesa Ragenhilda da Noruega. Ragenhilda [82][83][84]
Gunilla Deriva das palavras nórdicas gunnr (luta) e hild (luta), significando por consequência "luta". Éstá documentado como "Gunilda" em 1379. É usado usado na Suécia, Noruega e Dinamarca. Gunila ou Gunhild [85][86][87][88][89][90][91]
Binger Deriva de Birgir, que significa "O protetor" ou "O auxiliador". Ocorre nas línguas sueca (Birger), norueguesa (Birger), dinamarquesa (Birger), feroesa (Birgir) e islandesa (Birgir). Com estas ou outras formas, está ainda registado na Finlândia, Israel, Espanha, França, Alemanha e Groenlândia, Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia e Ilhas Feroé Binger [92][93][94]
Bo Deriva de búi, que significava "morador permanente". Ocorre frequentemente na forma familiar Bosse. É usado na Suécia, Dinamarca e Groenlândia, e com menos frequência na Finlândia, Noruega, ilhas Feroé e nos Estados Unidos. Bo [95][96][97]
Botvid Deriva das palavras nórdicas bot (melhoria/tratamento) e vidh (árvore/bosque), significando "aquele que a floresta cura/melhora". É usado na Suécia. Historicamente foi nome do missionário Botuído Botuído [98]

[99]

Kjell Deriva da palavra kettil, que significava "elmo" ou "caldeira". É usado na Noruega, Suécia, Dinamarca, e com menor frequência na Finlândia, Islândia e ilhas Feroé. [100][101][102]
Jarl Deriva do termo nórdico antigo jarl, que significava "homem livre distinto/chefe". Durante um período da Idade Média, jarl era o título do "homem mais próximo do rei". É usado na Noruega, Finlândia, Suécia e Dinamarca. [103]

[104][105]

Ingegerd Deriva de Ingigerðr, composto por Ing (deus germânico) e gärd (campo protegido por cerca). É um dos nomes que ocorrem nas pedras rúnicas da Era Viquingue. Está documentado como inkikir numa inscrição na pedra rúnica U 996, datada para 1070–1100, em Carberga (Uplândia): Ingride e Ingegerda mandaram erguer esta pedra.... É usado na Suécia, Noruega e Dinamarca. Historicamente foi o nome de uma rainha e várias princesas (Ingegerda de Bjelbo, Ingegerda da Suécia, Ingegerda da Noruega, Ingegerda, Ingegerda de Vadstena, Ingegerda) Ingegerda [106][107][108][109][110]
Folke Significava originalmente "chefe de tribo" ou "chefe local". É usado na Suécia, e menos frequentemente na Finlândia, Islândia, Dinamarca e Noruega. [111]

[112][113]

Håkan Deriva de Hakun, significando provavelmente "descendente elevado". é usado na Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia e Finlândia e ocorre nas línguas sueca (Håkan), norueguesa (Håkon, Haakon), dinamarquesa (Hagen) e islandesa (Hákon). Na Suécia há atualmente 52 913 homens com Håkan como nome próprio. Historicamente foi o nome de vários reis e príncipes da Noruega (Haquino I, Haquino II, Haquino III, Haquino IV, Haquino V, Haquino VI, Haquino VII, Haquino Magno, Haquino Adotado de Tore) e Suécia (Haquino, o Vermelho). Haquino [114][115][116]
Alf Deriva nuns casos de "elfo" (uma criatura mítica nórdica), e noutros do nome próprio alemão "Adolfo". É usado na Suécia, Noruega e Suíça, além de outros países. Historicamente foi nome de dois nobres lendários (Elfo e Elfo, filho de Sigar) Elfo e Adolfo [117][118][119]
Åsa Deriva da palavra nórdica antiga as/ås/áss, que significava "deus". É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia, e ilhas Feroé. [120]

[121][122][123]

Astrid Deriva de Ástríðr, que significa "amada pelos deuses". O nome Astride está documentado como ”ostriþ” numa inscrição de 1010-1050 na pedra rúnica de Aspa, em Aspa (Sudermânia): "Astride mandou levantar esta pedra em memória de Anundo e Ragnar, seus filhos." É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia, Finlândia e ilhas Feroé, assim como no Haiti, Lituânia, Alemanha, Luxemburgo, Trinidade e Tobago, e ainda outros países. Historicamente foi nome de duas princesas e uma rainha (Astrid da Bélgica, Astrid da Noruega, Astrid da Suécia) Astride [124][125][126][127][128]
Ingrid Inicialmente Ingifridh, composto por Inge (um deus germânico) e frid ("bela favorita"), e significando aproximadamente "a bela favorita de Ingo". Está registado em várias pedras rúnicas, sendo inkriþ a forma mais antiga de que há conhecimento. É usado em vários países, entre os quais Suécia, Noruega, Áustria e Brasil. Historicamente foi o nome de de nobres e rainhas (Ingrid Alexandra da Noruega, Ingrid de Skänninge, Ingrid da Suécia e Ingrid Ylva Ingride [129][130][131][132]
Tore Deriva de Þórir, que possivelmente significava "lutador do deus Tor". É um dos nomes mais frequentes nas pedras rúnicas da Era Viquingue. É usado na Noruega, Islândia, Suécia, Finlândia, ilhas Feroé, e noutros países. Historicamente foi o nome de clérigos e nobres nórdicos (Torir Cão de Caça, Torir de Trøndelag e Torir) Torir [133][134][135]
Yngve Deriva possivelmente do germânico primitivo *Ingwaz, significando aproximadamente "amigo do deus Ingo". É usado na Suécia e Noruega. Historicamente foi o nome de dois reis lendários (Inguíno e Inguíno). Inguíno [136]

[137][138][139][140][141][142]

Sten Deriva da palavra sten, que significa pedra. A sua ocorrência mais antiga está registado na Pedra de Frösö do século XI, sob a forma Stainn. Hoje em dia, ocorre nas línguas sueca (Sten), norueguesa (Stein ou Sten), dinamarquesa (Sten ou Steen) e holandesa (Sten). É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca e Holanda. Na Suécia há atualmente 23 000 homens com Sten como nome próprio. Historicamente foi o nome de políticos e nobres nórdicos (Sten Sture, Sten Sture, o Moço, Sten) [143][144][145][146]
Sven Deriva de svein, que significa jovem. É usado na Suécia, Noruega e Dinamarca e ocorre nas línguas sueca (Sven), norueguesa (Svein), dinamarquesa (Svend) e islandesa (Sveinn). Com a forma Sven, existe também na Alemanha, Holanda, Suíça, e até na Croácia e na Eslovênia. Na Suécia há atualmente 105 208 homens com Sven como nome próprio. Historicamente foi nome de vários reis nórdicos (Sueno, Sueno I, Sueno II, Sueno III, Sueno) Sueno [147][148][149][150]
Sture Deriva de stura, que significava "teimoso/obstinado". É usado na Suécia, Noruega, Dinamarca e Finlândia. Também era usado antigamente como nome do meio. Historicamente foi sobrenome de várias figuras nórdicas relevantes (Sten Sture, Sten Sture, o Moço, Svante Sture, Anund Sture) [151][152][153]
Sigrid Deriva de Sigríðr, que significa "bela vencedora". É usado na Islândia, Noruega, ilhas Feroé, Suécia, Alemanha, Áustria e outros países. Sigride [154][155][156][157][158]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Våra namn (Os nossos nomes) [159]
  • Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) [160]
  • Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) [161]

Referências

  1. a b c Staffan Nyström; et al. «Namn och namnforskning - Ett levande läromedel om ortnamn, personnamn och andra namn» (PDF) (em sueco). Consultado em 1 de outubro de 2018 
  2. a b Lena Peterson. «Lexikon över urnordiska personnamn» (PDF) (em sueco). Consultado em 1 de outubro de 2018 
  3. Brylla, Eva (2004). «Namnskickets historia (História do uso dos nomes)». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 6. 91-47-05117-5 páginas 
  4. Lena Peterson. «Nordiskt runnamnslexikon ("Dictionary of proper names in Scandinavian Viking Age runic inscriptions")» (PDF) (em sueco). Institutet för språk och folkminnen ("Institute for Language and Folklore"), Uppsala. Consultado em 1 de outubro de 2018 
  5. Eva Brylla. «De nordiska namnen på ingång» (em sueco). Språktidningen, fevereiro, 2009. Consultado em 1 de outubro de 2018 
  6. Otterbjörk, Roland (1964). «De forntida namnen (Os nomes antigos)». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 6. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  7. Staffan Nyström; et al. «Namn och namnforskning - Ett levande läromedel om ortnamn, personnamn och andra namn - 12.2. Personnamnstyper och personnamnsterminologi» (PDF) (em sueco). Consultado em 1 de outubro de 2018 
  8. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Dag» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 20 de junho de 2018 
  9. «Dag» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 20 de junho de 2018 
  10. «Dag» (em sueco). Allt för föräldrar - Svenska namn (Tudo para os pais – Nomes suecos). Consultado em 20 de junho de 2018 
  11. Otterbjörk, Roland (1964). «Dag». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 82. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  12. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Dag». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 45. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  13. Brylla, Eva (2004). «Dag». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 57. 91-47-05117-5 páginas 
  14. «Eskil» (em sueco). Sök på namn - Instituto Nacional de Estatística da Suécia. Consultado em 14 de junho de 2018 
  15. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Eskil» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 14 de junho de 2018 
  16. Mike Campbell. «Eskil» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 14 de junho de 2018 
  17. «Eskil» (em sueco). Historiska – Nomina. Consultado em 15 de junho de 2018 
  18. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Harald» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 13 de julho de 2018 
  19. «Harald» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 13 de julho de 2018 
  20. Mike Campbell. «Harald» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 13 de julho de 2018 
  21. «Gripsholm» (PDF) (em sueco). Riksantikvariämbetet (Autoridade Nacional da Herança Cultural) 
  22. «Björn» (em sueco). Institutet för språk och folkminnen (Instituto da língua e memória popular). Consultado em 1 de março de 2017 
  23. Mike Campbell. «Björn» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 1 de março de 2017 
  24. «Björn» (em sueco). Svenska namn – Allt för föräldrar. Consultado em 1 de março de 2017 
  25. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) – Hulda» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 8 de setembro de 2018 
  26. «Hulda» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 8 de setembro de 2018 
  27. Mike Campbell. «Hulda» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 8 de setembro de 2018 
  28. Mike Campbell. «Hulda» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 8 de setembro de 2018 
  29. «Ivar» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 19 de agosto de 2018 
  30. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) – Ivar» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 19 de agosto de 2018 
  31. «Ivar» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 19 de agosto de 2018 
  32. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Ivar». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 74. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  33. Brylla, Eva (2004). «Ivar». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 115. 91-47-05117-5 páginas 
  34. Otterbjörk, Roland (1964). «Ivar». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 102. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  35. «Amund» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 23 de junho de 2018 
  36. Mike Campbell. «Amund» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 23 de junho de 2018 
  37. Otterbjörk, Roland (1964). «Amund». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 75. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  38. Mike Campbell. «Anund» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  39. http://historiska.se/nomina/?nomina_name=Anund
  40. http://www.sverigeisiffror.scb.se/hitta-statistik/sverige-i-siffror/namnsok/Search/?nameSearchInput=Anund
  41. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Anund». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). LOCAL: ICA Bokförlag. p. 36. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  42. «Anund» (em sueco). Historiska – Nomina. Consultado em 18 de junho de 2018 
  43. «Anund» (em sueco). Historiska – Nomina. Consultado em 18 de junho de 2018 
  44. «Ynglinga saga» (em nórdico antigo). Heimskringla. Consultado em 25 de outubro de 2016 
  45. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Anund». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). LOCAL: ICA Bokförlag. p. 36. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  46. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Knut». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 81. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  47. Brylla, Eva (2004). «Knut». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 135. 91-47-05117-5 páginas 
  48. Otterbjörk, Roland (1964). «Knut». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 107. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  49. «Knut - Knutte» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 22 de junho de 2018 
  50. Mike Campbell. «Knut» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 22 de junho de 2018 
  51. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Knut» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 22 de junho de 2018 
  52. «Ingvar» (em sueco). Svenska namn – Allt för föräldrar. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  53. «Ingvar» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  54. Mike Campbell. «Ingvar» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  55. «Ingvar» (em norueguês). Store norske leksikon (Grande Enciclopédia Norueguesa). Consultado em 25 de junho de 2018 
  56. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Ingvar» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 25 de junho de 2018 
  57. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Olof» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 31 de julho de 2018 
  58. «Olof» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 31 de julho de 2018 
  59. Mike Campbell. «Olof» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 31 de julho de 2018 
  60. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) – Östen» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 26 de junho de 2018 
  61. «Östen» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 26 de junho de 2018 
  62. Lena Peterson. «Lexikon över urnordiska personamn (Léxico de nomes de pessoas nórdicos anntigos) - Östen» (em sueco). Institutet för språk och folkminnen (Instituto da Língua e da Memória Histórica). Consultado em 26 de junho de 2018 
  63. Brylla, Eva (2004). «Ragnar». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 181. 91-47-05117-5 páginas 
  64. «Ragnar» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 18 de junho de 2018 
  65. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Ragnar». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). LOCAL: ICA Bokförlag. p. 102. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  66. Brylla, Eva (2004). «Ragnar». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 181. 91-47-05117-5 páginas 
  67. «Svensk etymologisk ordbok (Dicionário etimológico sueco (em sueco). Projekt Runeberg. Consultado em 18 de junho de 2018 
  68. «Sverker» (em sueco). Svenska namn – Allt för föräldrar. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  69. «Sverker» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  70. Mike Campbell. «Sverker» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  71. «Sverker» (em sueco). Sök på namn - Instituto Nacional de Estatística da Suécia. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  72. Staffan Blixt. «Sö 209 Fröberga» (em sueco). Runstenar i Sverige. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  73. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Ragnvald» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 1 de agosto de 2018 
  74. «Ragnvald» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 1 de agosto de 2018 
  75. «Ragnvald» (em sueco). Allt för föräldrar - Svenska namn (Tudo para os pais – Nomes suecos). Consultado em 1 de agosto de 2018 
  76. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Ragnvald». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 103. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  77. Brylla, Eva (2004). «Ragnvald». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 182. 91-47-05117-5 páginas 
  78. Otterbjörk, Roland (1964). «Ragnvald». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 118. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  79. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Leif» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 21 de setembro de 2018 
  80. «Leif» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 21 de setembro de 2018 
  81. Mike Campbell. «Leif» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 21 de setembro de 2018 
  82. Otterbjörk, Roland (1964). «Ragnhild». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 183. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  83. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Ragnhild». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 102. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  84. Brylla, Eva (2004). «Ragnhild». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 182. 91-47-05117-5 páginas 
  85. «Gunilla» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 1 de outubro de 2018 
  86. «Gunhild» (em sueco). Nationalencyklopedin (Enciclopédia Nacional Sueca). Consultado em 1 de outubro de 2018 
  87. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) – Gunilla e Gunhild» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 1 de outubro de 2018 
  88. «Gunilla» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 1 de outubro de 2018 
  89. Mike Campbell. «Gunhild» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 1 de outubro de 2018 
  90. «Gunilla» (em sueco). Institutet för språk och folkminnen (Instituto da língua e memória popular). Consultado em 2 de outubro de 2018 
  91. Brylla, Eva (2004). «Gunilla». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 92. 91-47-05117-5 páginas 
  92. Mike Campbell. «Birger» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  93. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Birger» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  94. «Birger» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  95. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Bo» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 3 de agosto de 2018 
  96. «Bo» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 3 de agosto de 2018 
  97. Mike Campbell. «Bo (1)» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 3 de agosto de 2018 
  98. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) – Botvid» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 20 de setembro de 2018 
  99. «Botvid» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 20 de setembro de 2018 
  100. Lena Peterson. «Kjell» (em sueco). Institutet för språk och folkminnen (Instituto da Língua e da Memória Histórica). Consultado em 2 de agosto de 2018 
  101. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Kjell» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 2 de agosto de 2018 
  102. «Kjell» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 2 de agosto de 2018 
  103. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Jarl» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 26 de junho de 2018 
  104. «Jarl» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 26 de junho de 2018 
  105. Mike Campbell. «Jarl» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 26 de junho de 2018 
  106. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Ingegerd» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 30 de junho de 2018 
  107. «Ingegerd» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 30 de junho de 2018 
  108. Mike Campbell. «Ingegerd» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 30 de junho de 2018 
  109. «Runstenar Uppland – U 996 (Pedras rúnicas na Uppland – U 996 (em sueco). Kulturbilder. Consultado em 1 de julho de 2018 
  110. Marcus Smith. «U 996» (em sueco). Runinskrifter.net. Consultado em 1 de julho de 2018 
  111. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Folke» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 12 de agosto de 2018 
  112. «Folke» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 12 de agosto de 2018 
  113. Mike Campbell. «NFolke» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 12 de agosto de 2018 
  114. «Håkan» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  115. Mike Campbell. «Håkan» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  116. «Håkan» (em sueco). Sök på namn - Instituto Nacional de Estatística da Suécia. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  117. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Alf». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 32. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  118. Brylla, Eva (2004). «Alf». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 31. 91-47-05117-5 páginas 
  119. Otterbjörk, Roland (1964). «Alf». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 74. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  120. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Åsa» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 15 de setembro de 2018 
  121. «Åsa» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 15 de setembro de 2018 
  122. Mike Campbell. «Åsa» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 15 de setembro de 2018 
  123. Mike Campbell. «Name Element ÁSS» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 15 de setembro de 2018 
  124. «SLM M025352 - Runsten hittad i Aspa 1937» (em sueco). Sörmlands museum. Consultado em 1 de julho de 2018 
  125. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Astrid» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 26 de junho de 2018 
  126. «Astrid» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 26 de junho de 2018 
  127. Lena Peterson. «Astrid» (em sueco). Institutet för språk och folkminnen (Instituto da Língua e da Memória Histórica). Consultado em 26 de junho de 2018 
  128. Mike Campbell. «Astrid» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 26 de junho de 2018 
  129. Brylla, Eva (2004). «Ingrid». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 112. 91-47-05117-5 páginas 
  130. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Ingrid» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 19 de junho de 2018 
  131. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «73». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). LOCAL: ICA Bokförlag. p. Ingrid. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  132. «Ingrid» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 19 de junho de 2018 
  133. «NTore» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 29 de junho de 2018 
  134. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Tore ou Thore». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 117. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  135. Otterbjörk, Roland (1964). «Tore». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 129. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  136. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Yngve». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 127. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  137. Brylla, Eva (2004). «Yngve». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 232. 91-47-05117-5 páginas 
  138. Otterbjörk, Roland (1964). «Yngve». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 136. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  139. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Yngve» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 19 de junho de 2018 
  140. «Yngve» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 19 de junho de 2018 
  141. «Yngve» (em sueco). Svenskt biografiskt lexikon (Riksarkivet) - Dicionário Biográfico Sueco (Arquivo Nacional Sueco). Consultado em 19 de junho de 2018 
  142. «Yngve» (em sueco). Allt för föräldrar - Svenska namn (Tudo para os pais – Nomes suecos). Consultado em 20 de junho de 2018 
  143. Mike Campbell. «Sten» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 1 de março de 2017 
  144. «Sten» (em sueco). Svenska namn – Allt för föräldrar. Consultado em 1 de março de 2017 
  145. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Sten» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 1 de março de 2017 
  146. Mike Campbell. «Sten» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 1 de março de 2017 
  147. «Sven» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  148. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Sven» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  149. Mike Campbell. «Sven» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  150. «Sven» (em sueco). Sök på namn - Instituto Nacional de Estatística da Suécia. Consultado em 28 de fevereiro de 2017 
  151. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) – Sture» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 16 de setembro de 2018 
  152. «Sture» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 16 de setembro de 2018 
  153. Mike Campbell. «Sture» (em inglês). Behind the Name - the etymology and history of first names (Atrás do nome – etimologia e história dos nomes próprios). Consultado em 16 de setembro de 2018 
  154. «Sigrid» (em sueco). Nomina - Museu Histórico de Estocolmo. Consultado em 25 de junho de 2018 
  155. «Namnens ursprung och betydelse (Origem e significado dos nomes) - Sigrid» (em sueco). Academia Sueca. Consultado em 25 de junho de 2018 
  156. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). «Sigrid». Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. p. 110. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  157. Brylla, Eva (2004). «Sigrid». Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. p. 200. 91-47-05117-5 páginas 
  158. Otterbjörk, Roland (1964). «Sig-». Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. p. 207. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0 
  159. Wallensteen, Ivar; Gunnar Brusewitz (2006). Våra namn (Os nossos nomes) (em sueco). Västerås: ICA Bokförlag. 134 páginas. ISBN 91-534-2721-1 
  160. Brylla, Eva (2004). Förnamn i Sverige (Nomes próprios na Suécia) (em sueco). Solna: Liber AB. 91-47-05117-5 páginas 
  161. Otterbjörk, Roland (1964). Svenska förnamn (Nomes próprios suecos) (em sueco). Estocolmo: Svenska bokförlaget. 217 páginas. ISBN 91-21-10937-0