Analgésico

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Analgésico é um tipo de medicamento que diminui ou interrompe as vias de transmissão nervosa, suprimindo a dor. É um termo colectivo para designar qualquer membro do diversificado grupo de drogas usadas para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol e o demerol.

Efeitos colaterais[editar | editar código-fonte]

Os analgésicos são medicamentos que podem causar dependência física e possivelmente levam à morte, se administrados em excesso.

O uso abusivo também pode provocar efeitos colaterais, como hipertensão, gastrite e hepatite.[1]

Não é recomendado o uso dessas drogas por conta própria, assim como qualquer outro medicamento. Outras classes de drogas, que normalmente não são consideradas analgésicos, são usadas para tratar sindromas de dor neuropáticos. Estas incluem antidepressivos tricíclicos e anticonvulsantes.

No Brasil, a exposição dos analgésicos em gôndolas foi suspensa em 2010 pela Anvisa para tentar inibir a compulsividade dos consumidores e a automedicação.[1]

A aspirina pode inibir a produção das prostaglandinas, que protegem a mucosa gástrica e os rins.[1]

Já o paracetamol pode causar hepatite medicamentosa, considerada nos Estados Unidos a principal causa de transplantes de fígado.[1]

Muitos analgésicos contêm altas doses de cafeína. Por isso, a sua falta pode causar a "cefaleia de retirada" e, assim, é necessário acompanhamento médico para a retirada dessas drogas.[1]

Exemplos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e Botelho, Rachel. (27 de maio de 2010). Analgésico pode levar a "vício" psíquico. Folha de S.Paulo

Ver também[editar | editar código-fonte]

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