Anna Muylaert

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Anna Muylaert
Anna Muylaert em 2016.
Nascimento 21 de abril de 1964 (52 anos)
São Paulo, Brasil
Educação Universidade de São Paulo
Ocupação Cineasta, roteirista
Atividade 1990 — atualmente
IMDb: (inglês)

Anna Muylaert (São Paulo, 21 de abril de 1964) é uma roteirista e diretora de cinema e televisão brasileira.

Anna estudou cinema na Escola de Comunicação e Artes da USP. Como roteirista participou das equipes de criação dos programas Mundo da Lua (1991) e Castelo Rá-tim-bum (1995) da TV Cultura, Disney Club (1998), do SBT, e Um menino muito maluquinho (2006), da TVE Brasil, alem de ter escrito o episódio do Open a Door :"O menino, a favela e as tampas de panela", dirigido por Cao Hamburger.

Em 2005 foi co-roteirista da série Filhos do Carnaval, da HBO, e fez o último tratamento do roteiro do filme O ano em que meus pais saíram de férias, ambos dirigidos por Cao Hamburger. Em 2007 colaborou nos roteiros da Série "Alice" , direção Karim Ainouz, produção Gullane Filmes/ HBO. Escreveu o roteiro do filme Quanto Dura o Amor? em parceria com Roberto Moreira.

Como diretora, dirigiu vários curtas, entre eles "Rock Paulista", A origem dos bebês segundo Kiki Cavalcanti (1996) e os longa-metragem Durval Discos (2002), prêmio de melhor filme e melhor diretor no 30º Festival de Cinema de Gramado e , este em 2009, É Proibido Fumar com Glória Pires e Paulo Miklos.

Em 2011, dirigiu dois episódios da série Preamar, da HBO.[1]

Em 2012, dirigiu Chamada a Cobrar[2].

Em 2015, dirigiu Que Horas Ela Volta? longa premiado no Festival de Sundance, nos Estados Unidos e no Festival de Berlim, na Alemanha.[3]

Em 2016, dirigiu Mãe Só Há Uma exibido em fevereiro de 2016 no Festival de Berlim e venceu o prêmio de melhor filme pelo júri de leitores da revista alemã “Männer”. [4].[5].[1]

Financiamento Pela Lei Rouanet[editar | editar código-fonte]

A cineasta durante o Governo Dilma teve seus projetos financiados pela Lei Rouanet, (assim como grande parte da produção audiovisual brasileira), como É Proibido Fumar, entre outros. Com a Lei Rouanet, parte dos impostos que as empresas pagam ao governo, mediante a aprovação técnica do Ministério da Cultura, podem ser destinados ao financiamento de projetos culturais, sendo a escolha dos projetos beneficiados feita pelas próprias empresas, configurando a captação desses recursos a parte mais complexa do processo. Este mecanismo é bastante discutido atualmente no Brasil, uma vez que há suspeitas de parte da população de que apenas alguns produtores com conexões ou simpatia do Governo tenham facilidade para obter este tipo de financiamento, entretanto, verifica-se em tal discurso político, um grande desconhecimento da Lei do Audiovisual e da industria no Cinema do Brasil.

Referências

  1. CineDica. «Informações sobre Preamar». CineDica. Consultado em 28/06/2014. 
  2. «Chamada a Cobrar». Adoro Cinema. s/data. Consultado em 15/4/2013. 
  3. «'Que horas ela volta?' ganha prêmio no Festival de Berlim». G1. 14 de fevereiro de 2015. Consultado em 1 de Novembro de 2015. 
  4. Folha de São Paulo. «Anna Muylaert retoma relações entre mães e filhos em 'Mãe Só Há Uma'». Folha de São Paulo. Consultado em 09 de agosto de 2016. 
  5. Globo.com. «'Mãe Só Há Uma' busca inspiração em caso real de sequestro de jovem». Portal G1. Consultado em 09 de agosto de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]