Anne Golon

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde fevereiro de 2010). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Anne Golon (Toulon, 19 de dezembro de 1921) é uma escritora francesa.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Seu verdadeiro nome é Simone Changeux. Ela nasceu em Toulon, um porto no sudeste da França. Seu pai, Pierre Changeux, foi um cientista e um capitão da Marinha francesa. Desde a infância, Anne era interessada em pintura e escrita. Ela publicou seu primeiro romance, "O País, por trás dos meus olhos", quando ela tinha 18 anos sob o pseudônimo de Joëlle Danterne. Durante a guerra ela viajou em sua bicicleta da França à Espanha. Ela escreveu utilizando nomes diferentes, que ajudaram a criar a Magazine França e foi atribuído um prêmio literário para a Patrulha do Santo inocentes. Ela foi enviada para a África como uma jornalista, onde ela conheceu Vsevolod Sergeïvich Goloubinoff, seu futuro marido, Serge Golon. Eles publicaram "Angélica, Marquesa dos Anjos", em 1956, o primeiro livro da série. O livro foi um sucesso espontâneo. Em 1964, dois filmes foram realizados por Bernard Borderie, onde a atriz Michèle Mercier interpretou Angélica, e Robert Hossein interpretou o marido, Joffrey de Peyrac.

Em 1972, Anne e Serge Golon foram para o Canadá para continuar a sua investigação. Em 1972, quando Anne escrevia Angélica e o Complô das Sombras, Serge morreu.

Anne continuou a escrever e trouxe os seus quatro filhos, ao mesmo tempo. Quatro volumes foram escritos até 1985, sendo o último livro A Vitória de Angélica. Anne Golon sofreu graves problemas financeiros por causa de uma lei relacionada a abuso do direito de autor e royalties não pagos. Ela ganhou a sua batalha sobre direitos de publicar o seu Angélica Histórias. Depois de uma batalha legal na França que durou quase uma década, ela finalmente conseguiu um acordo que faz dela a única proprietária de suas obras.

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Angélica, a Marquesa dos Anjos
  • Angélica a Caminho de Versalhes
  • Angélica e o Rei
  • Angélica Indomável
  • A Revolta de Angélica
  • Angélica e seu Amor
  • Angélica e o Novo Mundo
  • A Tentação de Angélica
  • Angélica e a Duquesa Diabólica
  • Angélica e o Complô das Sombras
  • Angélica em Quebec I e II
  • Angélica a Caminho da Esperança
  • A Vitória de Angélica.

É bom ressaltar, quanto a esta lista acima de títulos, que os pioneiros no Brasil, quanto ao lançamento da obra, foram os editores da Freitas Bastos e não do Círculo do Livro e Nova Cultural, que os publicaram tardiamente. Porém, mudou o tradutor da Freitas Bastos, que publicou com sucesso a série aqui no Brasil e num dos volumes finais há passagens feitas com má vontade, quando Angélica vai para a América do Norte com os huguenotes e mesmo uma em que sugere pornografia. Uma pena para os seguidores da obra que, inclusive, não tiveram acesso ao tomo último. Ressalta-se que as primeiras capas de Angélica pela Freitas Bastos eram lindíssimas, a primeira delas possivelmente trabalhada em aquarela traz o rosto da garota adolescente, numa postura lânguida e bastante delicada. Já em Angélica e o Rei temos uma foto do filme, filme este bastante criticado por muitos leitores fãs das séries em livro, por deturparem muitos dos relatos da obra escrita. Alguns episódios, porém, de Angélica sendo vendida como escrava no oriente, são bem fortes e apreciados por muita gente que queria ver a chamada saga nas telas e tais séries encontram-se disponíveis em dvd. Muitas passagens são mesmo decepcionantes e quando já velhinha, Anne pôde ver a primeira parte da saga ir para as telas, o que se viu foi um resultado desastroso, infelizmente.

Os romances acontecem principalmente no tempo de Luís XIV, na França, apesar de alguns livros se passarem no Marrocos ou nas novas terras da América do Norte.

Quando publicado originalmente na França, os livros foram creditados a Serge e Anne Golon - Anne sendo a autora e marido Serge, por ter feito grande parte da investigação históricas. Os dois nomes foram reunidos pelas demais traduções.