António Côrte-Real

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António Côrte-Real
António Côrte-Real na Casa da Música, 2018
Informação geral
Nome completo António Sérgio Côrte-Real Ribeiro Alves
Nascimento 2 de fevereiro de 1976 (43 anos)
Local de nascimento Setúbal
Portugal
Gênero(s) Punk rock,[1] rock, blues[2]
Ocupação(ões) Músico, guitarrista[3]
Instrumento(s) Guitarra elétrica e acústica
Modelos de instrumentos Gibson, Alhambra J3,[4] Fender Telecaster e Stratocaster[5]
Período em atividade 1991–presente
Outras ocupações Compositor, produtor musical[3]
Gravadora(s) AM.RA Discos, Nuclear Records, EMI, Sony, Vidisco
Afiliação(ões) UHF, Revolta, Côrte-Real Trio, União das Tribos
Influência(s) João Cabeleira, Rui Rodrigues, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Billy Duffy, Eric Clapton, The Edge[6]

António Sérgio Côrte-Real Ribeiro Alves (Setúbal, 2 de fevereiro de 1976), mais conhecido como António Côrte-Real, é um músico português, guitarrista, compositor e produtor musical que se notabilizou como guitarrista na banda de rock UHF.

Côrte-Real incorporou desde tenra idade o ambiente musical por ação de seu pai António Manuel Ribeiro, fundador e líder dos UHF. Aprendeu cedo a tocar guitarra e com doze anos foi influenciado pela técnica e performance dos guitarristas João Cabeleira e Rui Rodrigues, aquando do lançamento dos álbuns 88 (1988) dos Xutos & Pontapés e Noites Negras de Azul (1988) dos UHF, respetivamente. Outros guitarristas marcaram o seu crescimento musical, caso de Jimmy Page, Billy Duffy ou The Edge. Iniciou a carreira musical integrando bandas de garagem e a partir de 1991 encetou um trajeto por vários grupos começando pelos Falso Alarme. Em 1996, juntou-se aos UHF como guitarrista convidado e em 1997 tornou-se membro integrante da banda e, trabalhando em atividade paralela, criou o projeto a solo Côrte-Real Trio (2011) e é membro fundador das bandas Revolta (2006) e União das Tribos (2012).

Outras ocupações preenchem o perfil de Côrte-Real. Além de compositor é também produtor musical com participações na elaboração dos discos dos UHF, Pó d'Escrer, Gazua, Revolta, Portugal Acústico, União das Tribos, entre outros.

Em 2010, o álbum ACR3-Midnight in Lisbon, do projeto Côrte-Real Trio, atingiu o primeiro lugar nas vendas digitais no eMusic, enquanto que na tabela nacional de vendas referência para a entrada de vários álbuns dos UHF e para o nono lugar alcançado pelo álbum Amanhã (2017) da banda União das Tribos.

Biografia e carreira[editar | editar código-fonte]

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Almada, terra natal de António Côrte-Real.

António Côrte-Real nasceu em Setúbal, em 2 de fevereiro de 1976. Filho de Maria Duarte de Brito Côrte-Real e de António Manuel Ribeiro, poeta e músico notável do rock português, é o mais velho de três irmãos. Suas irmãs Bárbara e Carolina, psicóloga e design de moda, respetivamente, não fazem da música a sua profissão.[7] No ano em que Côrte-Real nasceu, seu pai dava os primeiros passos no mundo das artes e do espetáculo. Com a democracia restabelecida pela Revolução de Abril e a tropa definitivamente afastada, António Manuel Ribeiro, com 22 anos, consegue em 1976 um estágio como jornalista no jornal desportivo Record. Durante alguns anos conciliou o estágio profissional com a pintura artística e os concertos que ia dando com a sua banda de covers Purple Legion nos bares e bailes da grande Lisboa. Nesse ano começou também a trabalhar na secretaria da Câmara Municipal de Almada para poder sustentar o primeiro filho e depois o segundo. Ribeiro vacilou nos estudos e a música passou a ser o centro da sua vida. Em 1978 fundou os UHF e foi forçado a afastar-se do lar pelas inúmeras solicitações para concertos, acabando por voltar sempre ao seio familiar, não obstante ausências prolongadas. Côrte-Real cresceu em Almada inserido no ambiente musical e frequentemente assistia aos ensaios dos UHF. Em casa respirava-se música e, ainda criança, presenciou a proliferação desenfreada de bandas resultante do boom do 'rock português', em 1980, catalisado pela canção "Cavalos de Corrida" dos UHF. Côrte-Real sentiu-se influenciado por esse movimento que lhe abriu as portas para outras descobertas, nomeadamente do rock anglo saxónico.[8][9] É pai de João Miguel, nascido em 2005.[10]

Determinação pela música[editar | editar código-fonte]

António Côrte-Real nem sempre quis ser músico, mas os caminhos que foi percorrendo levaram-no à música, nomeadamente às guitarras. Na adolescência sentiu-se influenciado também pelo blues e, determinado, iniciou a carreira em 1991 nos Falso Alarme. Passou por várias bandas, algumas de garagem, em que percebeu o perigoso e ardil mundo das drogas como modus vivendi de alguns músicos, numa altura em que lia um livro marcante na sociedade portuguesa, como relembra: "Os Filhos da Droga tocou-me na altura exata. Fala de drogas e rock'n'roll numa altura em que, em Almada, nas primeiras bandas de garagem, comecei a ver esse filme bem à minha frente."[10] Após a estreia com os Falso Alarme (1991–1993), fez parte dos Finisterra (1992–1996), MKD (1993), Sirius (1996–1999), UHF (desde 1996), Cronic (2002–2003), Revolta (desde 2006) e União das Tribos (desde 2012). Para o músico, as guitarras fazem parte da família e considera como seus heróis os guitarristas João Cabeleira, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Billy Duffy, Eric Clapton ou The Edge, por exemplo.[6] Sem se afastar do circuito dos concertos concluiu o 12º ano na Escola Secundária Elias Garcia, em 1995.[3]

Os UHF e outros projetos[editar | editar código-fonte]

Com experiência no mundo do espetáculo, Côrte-Real foi convidado para estagiar nos UHF em 1996 como segundo guitarrista, e no ano seguinte passou a membro integrante.[11] Participou nas gravações dos discos a solo de António Manuel Ribeiro Sierra Maestra (2000)[12] e Somos Nós Quem Vai Ganhar (2003).[13] Sendo os UHF uma banda de rock de intervenção, os músicos manifestam-se desiludidos com a classe política e com a passividade crónica dos cidadãos, sentimentos demonstrados em várias canções, como por exemplo, "Porquê? (Português)" ou "Vernáculo (Para um Homem Comum)".[14]

Revolta[editar | editar código-fonte]

Fiel à conduta interventiva, Côrte-Real convidou para vocalista e baixo Bruno Alves (Porta Voz)[15] e Anselmo Alves (ex-Lulu Blind)[16] para baterista e fundou, em 2006, a banda Revolta composta por um power trio tendo como objetivo transmitir uma mensagem clara e direta sobre a vida dos nossos dias. Em 2007 percorreram o país tocando sobretudo no circuito de bares e, após a edição de uma demo de onde saiu a canção "Eu Quero Ser" que se impôs no top de algumas rádios, a banda entrou em estúdio e lançou os singles de avanço "Ninguém Manda em Ti" e "Nuclear (não obrigado)". Com edição da AM.RA Discos e distribuição da Sony Music, o álbum Ninguém Manda em Ti (2009)[17] foi uma aposta na sonoridade punk rock com letras em português.[18] "Nesta vida nada é fácil/ Tudo custa mais do que devia/ Ser banal ter lucro fácil/ Queres viver outro dia/ É proibido ter ideias/ Pensar e falar/ Se queres ser alguém/ Tens de fingir e aguentar", diz o trecho do tema homónimo, para depois lançar as palavras de ordem "Ninguém manda em ti/ Mesmo que queira/ Fecha os olhos e sorri/ A vida inteira", que preenchem o refrão.[19] No entanto, Côrte-Real ratifica o hip hop como a nova canção de intervenção e lembra que esse papel foi a partir de 1979 desempenhado pelo rock mas foi perdendo intensidade nos últimos anos: “As bandas rock que sobreviveram, salvo raras excepções, viraram-se para a melodia fácil (para passar na rádio) e para as letras de amor. O intervencionismo perdeu-se”, lamentou. O guitarrista recorda o exemplo maior de José Afonso, sempre interventivo e de nunca se ter calado. "E hoje", acrescentou, "há necessidade de um outro intervencionismo. Há liberdade mas não se fala. As pessoas acomodaram-se aos 60 canais de televisão, à internet… são utensílios importantes sim senhor, mas não nos podem tapar a visão", concluiu.[19]

Côrte-Real Trio[editar | editar código-fonte]

Em 2009, António Côrte-Real juntou-se em estúdio aos seus colegas dos UHF, Fernando Rodrigues (baixo) e Ivan Cristiano (bateria) e formou o projeto em nome próprio, denominado Côrte-Real Trio, para tocarem sem regras, de improviso e de uma forma descontraída. A paz de tocarem sem qualquer compromisso durante 2h30 resultou no álbum ACR3–Midnight in Lisbon (2010)[20] lançado pela Nuclear Records, que atingiu sucesso internacional. Assumidamente experimental, o disco é composto por dez temas instrumentais com algumas influências de Jimi Hendrix e Neil Young.[21]

União das Tribos[editar | editar código-fonte]

Trabalhando na União das Tribos, banda formada em Almada em 2012, Côrte-Real dedicou-se ao blues rock, outro estilo musical que muito aprecia.[10]

Há aqui uma questão estratégica. Nós espalhámo-nos no primeiro disco ao gravar um álbum rock à moda dos anos 90. A verdade é que para a mensagem chegar às pessoas é preciso que a comunicação social fale de nós e para isso acontecer tínhamos que abrir o nosso som.

– Côrte-Real fala das mudanças no segundo álbum dos União.[22]

A União das Tribos é uma ideia que existia na cabeça de Côrte-Real (mentor do projeto) há muitos anos. Levou muito tempo a amadurecer e a descobrir e conhecer as pessoas certas para a sua concretização. O guitarrista acabou por lançar o convite aos músicos Luís Simões, baixista e seu colega nos UHF, e a Wilson Silva baterista dos More Than a Thousand. O trio começou a gravar em Lisboa as demos daquele que viria a ser o seu primeiro disco, todavia ainda sem vocalista. Côrte-Real conhecia Sérgio Lucas das audições que o vocalista fizera para o projeto Portugal Acústico, não obstante o reconhecimento do grande público por ter vencido o programa de televisão Ídolos, em 2004.[23] Este núcleo de quatro músicos gravou o primeiro disco homónimo em 2014,[24] um álbum que mistura a sonoridade rock típica da década de 1990 com o blues, mas não obteve bom volume de vendas. Seguiu-se o EP Viver Assim (2015)[25] e o single com uma versão inspirada do clássico de Neil Young "Rockin' in the Free World" (2016)[26] com a vocalização de João Beato (Johnny B) dos Alcoolémia.[27] Por motivos pessoais, Sérgio Lucas abandonou a banda e, após um período de reflexão, a mesma voltou a fazer audições à procura de novo vocalista, tendo a escolha recaído sobre Mauro Carmo, que pertencia aos Red Lizzard. Sem abandonar a matriz rock a nova formação da União lançou o álbum Amanhã (2017) que apresenta um som mais comercial com o objetivo de superar as vendas do primeiro disco. Marco Cesário (ex-Braindead e UHF) substituiu Wilson Silva na bateria.[6]

Amanhã é um disco que ataca o mercado com um registo mais aberto e acessível no qual as guitarras em excesso de velocidade conseguem viver em harmonia com as sonoridades mais pop. No entender dos músicos foi um disco mais fácil de fazer do que o primeiro, fruto do amadurecimento da banda. Tem as colaborações de António Manuel Ribeiro, Tim, Miguel Ângelo, Mafalda Arnauth, Anjos e Carlão, que dividem os temas com o vocalista Mauro Carmo.[6] O single "Amanhã" catalisou o álbum para vendas consideráveis.[28] O segundo single "Sozinho" conta com a participação de Tim num dueto com Mauro Carmo.[29] São onze temas originais (três deles acústicos), todos nascidos, numa primeira fase, da criatividade de Côrte-Real, que confessa:

No dia 4 de outubro de 2018, foi editado o single "Ninguém nos Pode Parar",[30] como amostra do novo álbum. O tema aborda a problemática atual da liberdade sexual e a abordagem menos positiva que ela tem no confronto entre gerações. O conflito familiar entre filha e pais e a sua aceitação.[31] A banda apresentou o novo baixista Donovan Bettencourt, sobrinho do guitarrista Nuno Bettencourt do grupo rock Extreme, que tocou com os Mourning Widows,[32] Lúcia Moniz,[33] entre outros, e em atividade paralela com a União toca baixo nos projectos de João Pedro Pais e Frankie Chavez.[34][35]

Participações[editar | editar código-fonte]

Em 2010, Ricardo Soler, finalista do programa Operação Triunfo em 2007, estendeu o convite a Côrte-Real (guitarra) e aos também músicos dos UHF Nando Rodrigues (baixo) e Ivan Cristiano (bateria) para participarem no disco Portugal Acústico,[36] que reúne alguns dos sucessos da música pop rock portuguesa. Canções como "À Minha Maneira" (Xutos & Pontapés), "Matas-me com o Teu Olhar" (UHF), "Aprender a Ser Feliz" (Pólo Norte), "Leve Beijo Triste" (Paulo Gonzo) ou "Se Te Amo" (Quinta do Bill), o single extraído, revelam um disco intimista, em formato acústico e com novos arranjos.[37]

A música é uma forma de expressão e o blues é a base da minha maneira de transmitir sentimentos através da guitarra.

– Côrte-Real manifesta a empatia que sente pelo blues.[10]

Em abril de 2012, Côrte-Real e o ator e cantor Ivo Lucas entraram em estúdio e gravaram temas com sonoridade blues compostos pelo ator. Os dois músicos foram acompanhados por Nando Rodrigues (baixo) e Ivan Cristiano (bateria) e deram a conhecer o tema "Pinta a Lua (no tom dos teus olhos)", como primeiro avanço do novo trabalho. O tema está presente na banda sonora da telenovela Destinos Cruzados, exibida pela TVI em 2013.[38]

Na primavera de 2012, Côrte-Real na guitarra acompanhado por Vânia Fernandes (voz) e Pedro Giestas (leitura) deram início a uma pequena digressão pelo país intitulada "Uma Guitarra e Dez Canções de Amor", com o objetivo de homenagear os grandes temas do cancioneiro português que abordam o amor nos seus diversos caminhos, com momentos poéticos num reconhecimento aos grandes poetas nacionais. A digressão levou-os, por exemplo, ao Fórum Cultural de Ermesinde, no dia 13 de julho, e ao Auditório da Casa das Artes em Arcos de Valdevez em 19 de novembro, onde foi possível ouvir temas do próprio António Côrte-Real bem como de António Variações ("Canção do Engate"), Delfins ("Aquele Inverno"), Lena d'Água ("Sempre que o Amor me Quiser"), Rui Veloso ("Todo o Tempo do Mundo"), Trovante ("Perdidamente"), Paulo Gonzo ("Leve Beijo Triste"), Xutos e Pontapés ("Tonto"), entre outros. Nos poemas declamados por Pedro Giestas estiveram autores como Luís de Camões, António Botto ou Florbela Espanca.[39][40]

Enquanto produtor musical Côrte-Real participou nos discos: Há Rock no Cais (2005, UHF),[3] Amorexia (2008, Pó d'Escrer),[41] Ninguém Manda em Ti (2009, Revolta),[3] Absolutamente Ao Vivo (2009, UHF),[3] Portugal Acústico (2010),[3] ACR3-Midnight in Lisbon (2010, Côrte-Real Trio),[3] O Monstro Acordou (2013, Punk Sinatra),[42] União das Tribos (2014),[3] Sobrenatural (2015, Gazua),[43] Viver Assim (2015, União das Tribos),[3] Safe Haven (2016, Insch),[44] e Amanhã (2017, União das Tribos).[3]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Com os UHF[11]
Com os Revolta[45]
  • Ninguém Manda em Ti (CD, 2009)
Com Côrte-Real Trio[20]
  • ACR3-Midnight in Lisbon (CD, 2010)
Com Ricardo Soler[36]
  • Portugal Acústico (CD, 2010)
Com a União das Tribos[46]
  • União das Tribos (CD, 2014)
  • Viver Assim (EP, 2015)
  • "Rockin' in the Free World" (Single, 2016)
  • Amanhã (CD, 2017)
  • "Ninguém nos Pode Parar" (Single, 2018)

Trabalhos premiados[editar | editar código-fonte]

Com passagem pela tabela oficial de vendas Côrte-Real colaborou como guitarrista nos seguintes álbuns dos UHF: Sou Benfica – As Canções da Águia (23º lugar), Absolutamente Ao Vivo (14º lugar), Porquê? (19º lugar), Ao Norte Unplugged (21º lugar), A Minha Geração (14º lugar), O Melhor de 300 Canções (7º lugar) e A Herança do Andarilho (18º lugar).[47][48]

O álbum ACR3-Midnight in Lisbon (2010) no formato digital, do projeto Côrte-Real Trio, alcançou o primeiro lugar na tabela do site da eMusic – uma das maiores lojas mundiais de música – na categoria de blues.[21] O álbum Amanhã (2017), da União das Tribos, atingiu o terceiro lugar do top de vendas da cadeia Fnac e no dia 18 de fevereiro chegou ao nono lugar na tabela nacional de vendas.[49]

Referências

  1. «Revolta». Spirit Of Rock. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  2. «União das Tribos». Spirit Of Rock. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  3. a b c d e f g h i j k «António Côrte-Real». LinkedIn. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  4. «António Côrte-Real–Portugal». Guitarras Alhambra. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  5. Hugo Simões. «Regresso à história da Marshall–António UHF» (PDF). Garrett Audiovisuais. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  6. a b c d José Luís Marques. «União das Tribos: A eterna chama do rock». Obvious. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  7. «Antonio Manuel Ribeiro casa a filha mais velha Barbara Côrte-Real». Revista Caras. 16 de outubro de 2008. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  8. «António Manuel Ribeiro». Chiado Editora. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  9. Mário Lopes (11 de abril de 2009). «UHF». Público. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  10. a b c d Joana Carreira (1 de maio de 2011). «A escolha de António Côrte-Real». Revista Caras. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  11. a b Ribeiro, António (2014). Por Detrás do Pano. Avenida da Liberdade 166 1º andar 1250-166 Lisboa: Chiado Editora. p. 337. ISBN 978-989-51-2692-7 
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  13. «Somos Nós Quem Vai Ganhar (EP)». Spirit Of Rock. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  14. «Rock dos UHF anima reveillon em Quarteira». Câmara Municipal de Loulé. 23 de novembro de 2016. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  15. «Porta Voz–O que Fazer». EDP–Energias de Portugal. Consultado em 4 de novembro de 2018 
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  17. «Ninguém Manda em Ti (CD)». Discogs. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  18. «Ninguém Manda em Ti–Revolta». Fnac. Consultado em 4 de novembro de 2018 
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  21. a b «Côrte-Real Trio nos Tops mundias». Palco Principal–Nucafe Records. 1 de junho de 2012. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  22. a b Miguel Azevedo (8 de março de 2017). «União das Tribos: "Tínhamos que abrir o nosso som"». Correio da Manhã. Consultado em 4 de novembro de 2018 
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  28. Mário Rui Vieira (14 de fevereiro de 2017). «Carminho recupera liderança do Top Nacional». Blitz. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  29. Miguel Azevedo (22 de novembro de 2017). «União das Tribos junta convidados de luxo». Correio da Manhã. Consultado em 4 de novembro de 2018 
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  31. «"Ninguém nos Pode Parar" é o novo single da União das Tribos». Glam-Magazine. 4 de outubro de 2018. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  32. «Mourning Widows–Biography». AllMusic. Consultado em 24 de novembro de 2018 
  33. «Leve Lúcia Moniz para casa». Correio da Manhã. 4 de abril de 2005. Consultado em 24 de novembro de 2018 
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  35. «Donovan Bettencourt». Discogs. Consultado em 24 de novembro de 2018 
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  37. Daniel Pinto Lopes (13 de janeiro de 2011). «Ricardo Soler e António Côrte-Real juntos em 'Portugal Acústico'». Expressões Lusitanas. Consultado em 4 de novembro de 2018 
  38. André (Março de 2013). «Fantastic entrevista Ivo Lucas». Fantastic. Consultado em 4 de novembro de 2018 
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  49. Cláudio Silva (19 de julho de 2017). «União das Tribos». Rádio Cascais Garage. Consultado em 4 de novembro de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]