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António José Seguro

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António José Seguro
António José Seguro em 2026
21.° Presidente da República Portuguesa
Período9 de março de 2026
à atualidade
Primeiro-ministroLuís Montenegro
Antecessor(a)Marcelo Rebelo de Sousa
Secretário-Geral do Partido Socialista
Período23 de julho de 2011
a 28 de setembro de 2014
Antecessor(a)José Sócrates
Sucessor(a)António Costa
Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro da República Portuguesa
Período3 de julho de 2001 até 8 de abril de 2002
GovernoXIV Governo Constitucional
Eurodeputado
Período20 de julho de 1999 até 2 de julho de 2001
Dados pessoais
Nome completoAntónio José Martins Seguro
Nascimento11 de março de 1962 (64 anos)
Penamacor, Penamacor
CônjugeMargarida Maldonado Freitas (2001-atualmente)
PartidoPartido Socialista
ProfissãoPolítico e professor universitário
AssinaturaAssinatura de António José Seguro

António José Martins Seguro BTO (Penamacor, Penamacor, 11 de março de 1962) é um político português, que ocupa o cargo de 21.º Presidente da República Portuguesa desde 2026.

Anteriormente, foi ministro do XIV Governo, eurodeputado e secretário-geral do Partido Socialista.[1] Na sua carreira académica, foi professor universitário da Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

Biografia

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Infância e juventude

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António José Seguro em criança

António José Seguro é natural de Penamacor, vila do interior do país, do distrito de Castelo Branco.[2]

Na juventude, fez parte do jornal da escola e praticou futebol na Associação Desportiva Penamacorense.

Frequentou o ensino secundário no Externato de Nossa Senhora do Incenso, em Penamacor, tendo terminado o último ano na Escola Industrial e Comercial de Castelo Branco.

Depois de vários anos de atividade política, incluindo o desempenho de funções governativas, António José Seguro completou uma licenciatura em Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e um mestrado em Ciência Política no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE-IUL).[3]

Nos seus tempos de juventude, foi líder da Juventude Socialista entre 1990 e 1994,[4] presidente do Conselho Nacional de Juventude (plataforma composta por todas as organizações nacionais de juventude: partidárias, sindicais, escutistas, sociais, católicas, entre outras, de 1985 a 1990), presidente do Fórum da Juventude da União Europeia (estrutura máxima que representa todas as organizações europeias de juventude, de 1989 a 1993) e vice-presidente da União Internacional das Juventudes Socialistas.

Participação no Governo de António Guterres

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Entre 1991 e 1995 foi deputado à Assembleia da República e um dos colaboradores mais próximos de António Guterres, pertencendo ao núcleo mais restrito que preparou e executou a estratégia que conduziu à vitória do PS nas eleições legislativas de 1995.[4]

Na sequência dessa vitória, exerceu funções governativas como secretário de Estado da Juventude e mais tarde, secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, no XIII Governo Constitucional.

Retrato oficial enquanto Eurodeputado, em 1999

Entre 1999 e 2001, foi deputado ao Parlamento Europeu, tendo sido co-autor do Relatório do Parlamento Europeu sobre o Tratado de Nice e o futuro da União Europeia. Em 38 anos de participação europeia, António José Seguro foi o único português a quem foi atribuída a responsabilidade de elaboração de um relatório sobre um Tratado Europeu.[5]

No Parlamento Europeu foi, ainda, vice-presidente do Grupo Parlamentar Socialista, com o pelouro da Organização Mundial do Comércio, presidente da Delegação dos Deputados Socialistas Portugueses e presidente da Delegação para as relações com os países da América Central, México e Cuba.[5]

Em Julho de 2001, a convite do primeiro-ministro António Guterres, renuncia ao seu mandato no Parlamento Europeu e assume as funções de ministro adjunto do primeiro-ministro, até abril de 2002.[4]

Em 2002, regressou à Assembleia da República, onde liderou a bancada parlamentar do PS (entre 2004 e 2005), tendo presidido às Comissões Parlamentares de Educação e Ciência (X Legislatura) e de Assuntos Económicos, Inovação e Energia (XI Legislatura). Dirigiu também o Gabinete de Estudos do PS, de 2002 a 2004.[3]

Em 2003, foi autor do relatório sobre os trabalhos da Convenção que aprovou o projeto de tratado que estabelece uma "Constituição para a Europa", que viria a ser editado pela Assembleia da República em novembro de 2004.

Em 2007, coordena os trabalhos de reforma e modernização da Assembleia da República, conhecida como a Reforma de 2007, na base do relatório que ele próprio coordenou no interior do seu grupo parlamentar.

Foi, durante três anos, colunista do jornal Expresso, cujos artigos deram origem ao seu livro “Compromissos para o Futuro" (junho de 2011) e foi orador em várias conferências, das quais se destacam: “There is an alternative. Lessons from Portugal”, na London School of Economics; “The Economic Lisbon Summit – The Outlook for Economic Growth and Reform”, promovida pelo The Economist; “O Estado e a Economia – um orçamento pós-troika”, promovida pelo Instituto Superior de Economia e Gestão; “Diálogo com a Europa”, promovida pelo Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas no Parlamento Europeu, em Madrid, a 16 de fevereiro de 2013 e a 3.ª Conferência “Global Progress”, também em Madrid a 19 de outubro de 2011.

Secretário-geral do Partido Socialista (2011–2014)

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António José Seguro a discursar na noite eleitoral das eleições europeias de 2014

Em 2011, após a derrota do Partido Socialista nas eleições legislativas desse ano, foi eleito secretário-geral do Partido Socialista com 68% dos votos, derrotando Francisco Assis e sucedendo a José Sócrates como secretário-geral do PS.[6] Foi ainda reeleito, em abril de 2013, com mais de 95% dos votos.

Em agosto de 2011, foi eleito conselheiro de Estado pelo Parlamento português.

Enquanto secretário-geral, Seguro tomou a posição de que o PS se abstivesse no Orçamento do Estado para 2012 proposto pelo governo de Pedro Passos Coelho, citando essa abstenção como "uma abstenção violenta, mas construtiva",[7] decisão essa que acabou por atrair críticas de dentro do PS.

Nas eleições autárquicas de 2013 o Partido Socialista conseguiu um dos seus melhores resultados de sempre, e venceu ainda a coligação PSD/CDS–PP nas eleições europeias de 2014, com Francisco Assis enquanto cabeça de lista. Esta vitória, no entanto, foi assumida pelos críticos à liderança de Seguro como uma vitória por "poucochinho", motivando o presidente da câmara de Lisboa António Costa a avançar para a liderança do PS contra Seguro.[4]

Foram assim convocadas eleições primárias abertas a simpatizantes do Partido para o dia 28 de setembro de 2014. Seguro foi então derrotado por Costa, obtendo cerca de 32% dos votos, demitindo-se assim da liderança do Partido Socialista e renunciando aos mandatos de conselheiro de Estado e de deputado à Assembleia da República.[8]

Clube de Bilderberg

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Em junho de 2013, enquanto secretário-geral do Partido Socialista, participou no Clube de Bilderberg em Watford (Inglaterra), acompanhado do então líder do CDS-PP e ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas e o ex-primeiro-ministro social-democrata e presidente/fundador do Grupo Impresa Francisco Pinto Balsemão.[9]

Atividade pós-secretariado-geral do Partido Socialista

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A Câmara Municipal de Penamacor, sua terra natal, atribuiu-lhe, por unanimidade a Medalha de Ouro da Vila de Penamacor e a Assembleia Municipal o estatuto de cidadão honorário do concelho de Penamacor. Em Penamacor, foi diretor e fundador do jornal “A Verdade de Penamacor” e presidente da Assembleia Municipal.

No dia 10 de março de 2016 foi publicado o seu novo livro "Reforma do Parlamento Português - O controlo político do Governo".

Desde 2023 tem vindo a aproximar-se novamente da política gradualmente, sendo que em 2023 Seguro afirmou estar “perplexo” com o caminho do país então dirigido por António Costa e em 2024 já assumindo a possibilidade de uma candidatura à Presidência da República após Pedro Nuno Santos o ter mencionado como um “bom nome” para Belém.[10][11] Desde 21 de novembro de 2024 tem um espaço de Comentário intitulado "Liberdade" na CNN Portugal, no qual fala da atualidade política.[12]

Candidatura presidencial de 2026

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António José Seguro faz o seu discurso de vitória na noite da primeira volta das eleições de 2026, no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

Em 3 de junho de 2025 confirmou que era candidato à Presidência da República, sem qualquer garantia de apoio por parte do Partido Socialista.[13] Acabaria por vencer a primeira volta, com 31,11% dos votos, tendo depois de disputar a segunda volta com André Ventura no dia 8 de fevereiro. Venceu a segunda volta com 3.502.613 votos (66,84%),[14] a maior votação de sempre em número de votos numas eleições presidenciais.[15]

Mandatários Distritais da candidatura de António José Seguro
Distrito Mandatário Ref. Distrito Mandatário Ref.
Aveiro Júlio Pedrosa [16] Lisboa Guilherme d'Oliveira Martins [17]
Beja Ricardo Namorado Costa [18] Portalegre João Manuel Nabeiro [19]
Braga Rui Vieira de Castro [20] Porto Pedro Sobrado [21]
Bragança Isabel Ferreira [22] Santarém Maria Alexandra Vicente [23]
Castelo Branco Antonieta Garcia [24] Setúbal Carla Vilar
Coimbra Helena Freitas [25] Viana do Castelo Manuela Machado [26]
Évora Miguel Bastos Araújo [26] Vila Real Teresa Albuquerque [22]
Faro Efigénio Rebelo [27] Viseu Florbela Sá Cunha [28]
Guarda José Prata [26] Açores Ricardo Serrão Santos
Leiria Ulisses Mota [29] Madeira Miguel Silva Gouveia [30]

Apoiantes na segunda volta

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Várias figuras políticas declararam o seu apoio ou intenção de voto em António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais de 2026 contra André Ventura, desde o candidato apoiado pelo LIVRE Jorge Pinto (na noite das eleições) até ao candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP Luís Marques Mendes (quatro dias depois), ainda que este último apenas a título pessoal.[31] Marta Temido, antiga ministra da Saúde, mudou de posição depois de, na primeira volta das eleições presidenciais, não ter apoiado publicamente qualquer candidatura, declara para a segunda volta que "voto em Seguro é o "único possível".[32]

Um Manifesto "Cultura Segura" junta mais de 500 nomes da Cultura que apoiam António José Seguro. O manifesto alerta para a normalização do discurso de ódio e defende o reforço da democracia, apresentando a cultura como linha de resistência contra o autoritarismo.[33] Uma carta aberta "Não-Socialistas por Seguro" lançada a 24 de janeiro, reuniu 250 nomes de apoio a Seguro.[34]

À esquerda, o candidato Jorge Pinto (apoiado pelo LIVRE), o candidato António Filipe (apoiado pelo PCP) e a candidata Catarina Martins (apoiada pelo Bloco de Esquerda) anunciaram, na própria noite das eleições, o seu apoio a António José Seguro, numa rejeição absoluta de André Ventura, que consideram, respetivamente, "alguém que se opõe [à Constituição] e a quer alterar drasticamente",[35] uma "grave ameaça à democracia"[36] e uma "trumpização em Portugal".[37] Juntos, obtiveram 4,38% dos votos na primeira volta das eleições,[38] numa derrota inequívoca da esquerda radical.

À direita, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP) absteve-se de apoiar qualquer candidato na noite eleitoral, mas fê-lo, a título pessoal, quatro dias depois, anunciando que votará em Seguro. O seu mandatário nacional, e ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, também anunciou voto em Seguro.[39][31] Henrique Gouveia e Melo, o favorito da comunicação social,[40] absteve-se de apoiar qualquer candidatura na noite eleitoral, mas anunciou que votará "útil" em Seguro a 29 de janeiro,[41] tendo o seu mandatário nacional, Rui Rio, ex-líder do PSD e ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, anunciado apoio a Seguro a 28 de janeiro.[42] João Cotrim de Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, também se absteve de apoiar qualquer candidato, mas o seu mandatário nacional, José Miguel Júdice, também apoia Seguro, candidato que teria apoiado na primeira volta caso Cotrim não se tivesse candidatado.[43] Juntos, estes candidatos obtiveram 39,94% dos votos,[38] disputando sobretudo o eleitorado de centro e centro-direita.

Os partidos políticos com assento parlamentar à esquerda do PS[44] (exceto o Juntos pelo Povo) — PAN,[45] LIVRE,[46] PCP[47] e BE[48] — apoiam António José Seguro, e os partidos à direita do PS (exceto o Chega) — PSD,[49] IL,[50] e CDS-PP[51] — abstiveram-se de apoiar qualquer um dos dois candidatos, apesar de que Mariana Leitão, líder da Iniciativa Liberal, anunciou que votará em Seguro,[52] não vinculando o seu partido, tal como fez o seu vice-presidente e líder da bancada parlamentar Mário Amorim Lopes.[53] Quanto ao Chega, o partido mais à direita na Assembleia da República, apoia naturalmente o seu líder e fundador André Ventura.

Apesar da posição oficial dos partidos à direita do PS ser neutral (exceto o Chega), muitas figuras relacionadas a esses partidos anunciaram o seu apoio ou intenção de voto em Seguro.

Vida pessoal e familiar

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Seguro é filho de Domingos Sanches Seguro, também nascido na freguesia de Penamacor, e de sua mulher Maria do Céu Martins, da freguesia da Sertã. É neto paterno de António Seguro e de sua mulher Maria José Sanches Castilho, parente de António Nunes Ribeiro Sanches e descendente de Francisco Sanches, e neto materno de Manuel Martins e de sua mulher Maria José Freire de Novais.

Seguro conheceu Margarida Maldonado Freitas, farmacêutica de profissão,[54] em 1994,[55][56] tendo contraído matrimónio em setembro de 2001.[57] António Galamba foi padrinho de casamento.[57] Após o matrimónio, fixaram residência nas Caldas da Rainha.[58] Tiveram dois filhos.[57]

A família reside há mais de duas décadas na cidade das Caldas da Rainha.[59]

Funções governamentais exercidas

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Resultados eleitorais

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Eleições presidenciais

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Data Partidos apoiantes 1.ª Volta 2.ª Volta Resultado Ref.
Cl. Votos % +/- Cl. Votos % +/-
2026 PS, VP
2.ª volta: L, PCP, B.E., PAN, PEV
1.º 1 755 563
31,11 / 100,00
1.º 3 502 613
66,84 / 100,00
Aumento35,73 Eleito [60][61]

Eleições legislativas

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Data Partido Circulo eleitoral Posição Cl. Votos % +/- Resultado Notas Ref.
1985 Partido Socialista
(PS)
Lisboa 21.º (em 56) 4.º 255 030
19,80 / 100,00
Não eleito [3]
1991 Porto 9.º (em 37) 2.º 313 893
32,92 / 100,00
Eleito Secretário-geral da Juventude Socialista (1990–1994) [62]
1995 Guarda 1.º (em 4) 1.º 49 498
43,65 / 100,00
Eleito Secretário de Estado da Juventude (1995–1997)
Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro (1997–1999)
[63]
2002 Lisboa 7.º (em 48) 1.º 440 790
38,66 / 100,00
Eleito Presidente do Grupo Parlamentar do PS (2004–2005) [64]
2005 Braga 1.º (em 18) 1.º 218 665
45,44 / 100,00
Eleito [65]
2009 1.º (em 19) 1.º 207 695
41,43 / 100,00
Baixa4,01 Eleito [66]
2011 1.º (em 19) 2.º 159 477
32,85 / 100,00
Baixa8,58 Eleito Secretário-geral do Partido Socialista (2011–2014) [67]

Eleições europeias

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Data Partido Posição Cl. Votos % +/- Resultado Notas Ref.
1989 Partido Socialista
(PS)
19.º (em 24) 2.º 1 184 380
28,54 / 100,00
Não eleito
1999 2.º (em 25) 1.º 1 493 146
43,07 / 100,00
Eleito Suspendeu o mandato em julho de 2001. [68]

Eleições autárquicas

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Assembleia municipal

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Data Partido Concelho Posição Cl. Votos % +/- Resultado Notas Ref.
1993 Partido Socialista
(PS)
Penamacor 1.º (em 15) 1.º 2 260
41,69 / 100,00
Eleito Presidente da Assembleia Municipal [69]
2001 Gouveia 1.º (em 23) 2.º 4 563
43,98 / 100,00
Eleito [70]

Eleições para Secretário-Geral do Partido Socialista

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Data Cl. Votos % +/- Resultado
2011 1.º 23 903
67,98 / 100,00
Eleito
2013 1.º 24 843
96,53 / 100,00
Aumento28,55 Eleito
2014 2.º 55 928
31,54 / 100,00
Baixa64,99 Não eleito

Publicações

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  • "A Reforma do Parlamento Português. O Controlo Político do Governo", editado pela Quetzal, março de 2016
  • "Compromissos para o futuro", editada pela Quetzal, junho de 2011
  • "Relatório sobre os trabalhos da Convenção que aprovou o projeto de Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa", editado pela Assembleia da República, novembro de 2004

Condecorações e homenagens

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Referências

  1. Lourenço, Paulo (19 de janeiro de 2026). «António José Seguro: o regresso triunfal de um mal-amado». Jornal de Notícias. Consultado em 21 de janeiro de 2026
  2. Constenla, Tereixa (20 de janeiro de 2026). «António José Seguro, el socialista que dio la sorpresa y disputará a los ultras la presidencia de Portugal». El País (em espanhol). Consultado em 21 de janeiro de 2026
  3. 1 2 3 «António José Seguro, Assembleia da República»
  4. 1 2 3 4 Da JS à liderança do PS: a vida de António José Seguro, o socialista que sonha com Belém, consultado em 9 de fevereiro de 2025
  5. 1 2 «António José Seguro, Parlamento Europeu»
  6. «António José Seguro eleito líder do PS | Económico». web.archive.org. 4 de março de 2016. Consultado em 9 de fevereiro de 2025
  7. PÚBLICO (6 de novembro de 2011). «"Abstenção do PS vai ser violenta mas construtiva", garante Seguro». Público. Consultado em 9 de fevereiro de 2025
  8. «António José Seguro demite-se de secretário-geral do PS». www.jornaldenegocios.pt. Consultado em 9 de fevereiro de 2025
  9. Martins, Nuno André (1 de junho de 2019). «O que é feito da elite de Bilderberg? 76 portugueses foram a este clube secreto em 51 anos». ECO. Consultado em 23 de janeiro de 2026
  10. Lopes, Maria (21 de novembro de 2024). «Seguro está a "ponderar" candidatura a Belém: decidirá em 2025 consoante a sua "convicção"». Público. Consultado em 26 de novembro de 2024
  11. Portugal, Rádio e Televisão de (22 de novembro de 2024). «António José Seguro assume que está a ponderar candidatura à Presidência da República». António José Seguro assume que está a ponderar candidatura à Presidência da República. Consultado em 26 de novembro de 2024
  12. ECO (25 de outubro de 2024). «António José Seguro regressa ao espaço público. Vai comentar na CNN à quinta-feira». ECO. Consultado em 26 de novembro de 2024
  13. «António José Seguro é candidato à Presidência da República»
  14. «Eleições Presidenciais 2026 - 2.º Sufrágio». Ministério da Administração Interna. Consultado em 16 de fevereiro de 2026
  15. «Seguro eleito com recorde de 3,5 milhões de votos». Correio da Manhã. 15 de fevereiro de 2026. Consultado em 16 de fevereiro de 2026
  16. «Júlio Pedrosa é o mandatário distrital da candidatura presidencial de António José Seguro | Terra Nova». terranova.pt. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  17. Borges, Liliana (10 de dezembro de 2025). «Guilherme d'Oliveira Martins é mandatário de Seguro em Lisboa». Público. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  18. «António José Seguro anuncia mandatário no distrito de Beja - Correio Alentejo». 12 de dezembro de 2025. Consultado em 13 de dezembro de 2025
  19. Jornalista (6 de dezembro de 2025). «João Manuel Nabeiro é o mandatário distrital da candidatura de António José Seguro à Presidência da República». Consultado em 11 de dezembro de 2025
  20. «Reitor da UMinho é o mandatário de Seguro para o distrito de Braga». ominho.pt. 11 de novembro de 2025. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  21. Soares, Carla (12 de dezembro de 2025). «Pedro Sobrado é mandatário de António José Seguro no distrito do Porto». Jornal de Notícias. Consultado em 13 de dezembro de 2025
  22. 1 2 Bártolo, Frederico (10 de novembro de 2025). «Isabel Ferreira, autarca de Bragança, é mandatária local de António José Seguro». Diário de Notícias (em inglês). Consultado em 11 de dezembro de 2025
  23. Ribatejo, Mais (13 de novembro de 2025). «António José Seguro escolhe enóloga da região como mandatária distrital da candidatura presidencial em Santarém». Mais Ribatejo. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  24. «Presidenciais 26: Antonieta Garcia mandatária de Seguro». www.reconquista.pt. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  25. Hora, Figueira na. «Presidenciais: Helena Freitas é mandatária de António José Seguro para o distrito de Coimbra - Política». Figueira na Hora. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  26. 1 2 3 Costa, Teresa (12 de agosto de 2025). «Manuela Machado é mandatária de António José Seguro em Viana». Jornal de Notícias. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  27. «Efigénio Rebelo é o mandatário regional da candidatura de Seguro a Presidente da República». Sul Informação. 20 de agosto de 2025. Consultado em 11 de dezembro de 2025
  28. Rodrigues, Sandra (3 de dezembro de 2025). «Florbela de Sá Cunha é a mandatária em Viseu da candidatura de António José Seguro à Presidência da República». Consultado em 11 de dezembro de 2025
  29. helenamaro (3 de dezembro de 2025). «Ulisses Mota é o mandatário distrital de António José Seguro». Consultado em 11 de dezembro de 2025
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  31. 1 2 «Marques Mendes confirma apoio a Seguro: "Razão de coerência"». Notícias ao Minuto. 22 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026
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  33. «"Estamos de corpo inteiro nesta luta": mais de 500 nomes da Cultura apoiam António José Seguro». SIC Notícias. Consultado em 23 de janeiro de 2026
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  35. «Jorge Pinto promete "não baixar os braços" e garante apoio a Seguro na 2.ª volta». SIC Notícias. 18 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026
  36. Soldado, Camilo (18 de janeiro de 2026). «"Sem dúvidas", António Filipe apela ao voto em Seguro para combater Ventura». Público. Consultado em 23 de janeiro de 2026
  37. «Catarina apela ao voto em Seguro "com os olhos bem abertos"». Esquerda. 23 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026
  38. 1 2 «Eleições Presidenciais 2026». Ministério da Administração Interna. Consultado em 23 de janeiro de 2026
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  45. «PAN apoia António José Seguro na segunda volta». RTP Notícias. 19 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026
  46. «LIVRE apoia António José Seguro na 2ª volta das Eleições Presidenciais». LIVRE. 22 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026
  47. «PCP apela a voto em Seguro para impedir eleição de André Ventura». RTP Notícias. 20 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026
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1990–1994
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2011–2014
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