António de Almeida

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António de Almeida

António de Almeida, 9.º e último alcaide-mor de Abrantes, de Punhete e da Amêndoa na sua família, morreu solteiro sem geração.

Foi aos descendentes de sua irmã, D. Isabel de Mendonça, condessa de Penaguião pelo casamento com D. João Rodrigues de Sá, 1º conde de Penaguião, que coube a representação da Casa de Abrantes.

Após a Restauração da Independência o título conde de Abrantes foi renovado por D. João IV (1645) em D. Miguel de Almeida, um dos Quarenta Conjurados de 1640, do seu Conselho e mordomo-mor da rainha D. Luísa de Gusmão, tendo sido o 4º a usá-lo. Como morreu sem geração, ficou como única herdeira da Casa a referida D. Isabel de Mendonça, condessa de Penaguião.

Filipe III também dispôs da Casa e do título a favor do Marquês de Porto Seguro, D. Afonso de Lancastre, da Casa dos Duques de Aveiro (1635), que teve o título de Duque de Abrantes em Espanha, mas que não foi reconhecido em Portugal.

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