António Sampaio da Nóvoa

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António Sampaio da Nóvoa
20º Reitor da Universidade de Lisboa
Período 23 de maio de 2006
a 25 de julho de 2013
Antecessor(a) José Barata-Moura
Sucessor(a) António Cruz Serra
Reitor Honorário da Universidade de Lisboa
Período 27 de Fevereiro de 2014
até à actualidade
Vida
Nome completo António Manuel Seixas Sampaio da Nóvoa
Nascimento 12 de dezembro de 1954 (61 anos)
Valença, Portugal
Nacionalidade Portugal portuguesa
Progenitores Mãe: Saladina Sampaio da Nóvoa
Pai: Alberto Sampaio da Nóvoa
Dados pessoais
Alma mater Universidade de Genebra
Univ. de Paris-Sorbonne
Partido independente
Religião [1]
Profissão professor catedrático
Website www.sampaiodanovoa.pt

António Manuel Seixas Sampaio da Nóvoa GCIPComRB (Valença, 12 de dezembro de 1954)[2] é um professor universitário português, doutor em Ciências da Educação (Universidade de Genebra) e História Moderna e Contemporânea (Paris-Sorbonne). Atualmente, é professor catedrático do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e reitor honorário da mesma universidade.

É autor de mais de 150 publicações, entre livros, capítulos e artigos, editadas em 12 países.As suas investigações e interesses incidem sobre história e psicologia da educação, educação comparada, e formação de professores.

Foi candidato independente às eleições presidenciais de 2016, agregando vários apoios à esquerda, nomeadamente dos três ex-Presidentes da República, Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio. O LIVRE/Tempo de Avançar,e o PCTP/MRPP[3] manifestaram-lhe o apoio formal, bem como vários membros do Partido Socialista, nomeadamente o presidente do partido, Carlos César, e a secretária-geral adjunta, Ana Catarina Mendes.[4][5] É ainda um dos candidatos que encaixam no perfil presidencial definido pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, juntamente com Edgar Silva e Marisa Matias,[6][7][8] e um dos candidatos recomendados pelo primeiro-ministro e secretário-geral do PS António Costa, juntamente com Maria de Belém.[9]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Natural de Valença, onde nasceu a 12 de dezembro de 1954, filho do juiz Alberto Manuel de Sequeira Leal Sampaio da Nóvoa (1927–) e de Saladina do Faro Fernandes Seixas Sampaio da Nóvoa (?–julho de 2014), é o segundo de cinco filhos, quatro irmãos e uma irmã.[10][11]

É descendente direto do historiador Alberto Sampaio (18411908), da Casa de Boamense. É nesta casa, situada em Cabeçudos, concelho de Vila Nova de Famalicão, que a família, de raízes fidalgas minhotas, se reúne em férias e festividades.[10][11]

Sampaio da Nóvoa fez a instrução primária na Escola Pública de Caminha, tendo feito dois anos num e terminado a quarta classe na localidade de Nova Oeiras, onde a família se instalou no início de 1964 e reside até hoje. Na adolescência, é convidado por um olheiro da Académica de Coimbra a fazer testes para a equipa de futebol e chega à Universidade de Coimbra com 16 anos, matriculado em Matemática e com um ordenado de jogador juvenil de 1 300 escudos, dos quais 900$00 eram para pagar a residência estudantil.[10][11]

Em Coimbra, vive na República 5 de Outubro, uma residência mista e «fortemente politizada».[10] Pouco depois da chegada à cidade, é delegado da associação de estudantes e, para além do futebol, frequenta os palcos do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra. Na cidade (ainda se vivia no Estado Novo) é uma vez agredido à bastonada pela polícia, numa manifestação de celebração da Tomada da Bastilha, na Praça da República, onde distribuía panfletos antirregime.[10][11]

Entre o teatro, as leituras e as tertúlias políticas, recusa um convite para passar à equipa de futebol sénior da Académica e não acaba a licenciatura em Matemática, para ir para a Escola de Teatro do Conservatório Nacional, em Lisboa, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1973. Teve como colegas, entre outros, a atriz São José Lapa e encenador Carlos Fragateiro, de quem é amigo.[10][11]. Obteve nessa escola, ao fim de quatro anos, o bacharelato em Teatro, variante de Formação de Atores e Encenadores[12].

Pós-25 de Abril[editar | editar código-fonte]

Casa-se com Lénia Real aos 19 anos, a idade que tinha aquando da Revolução dos Cravos. Por esta altura, a intervenção política sobrepõe-se ao teatro e ao Conservatório. Conhece José Afonso e, através deste, associa-se à Liga de Unidade e Ação Revolucionária (LUAR). Nas eleições autárquicas de 1976, dinamiza uma das primeiras listas de cidadãos independentes, a TMUPA – Trabalhadores e Moradores Unidos Pela Autarquia, para concorrer à Assembleia de Freguesia de Parede, concelho de Cascais.[10][11][13]

Através do teatro, chega à formação de professores, dando aulas de expressão dramática no Magistério Primário de Aveiro, de 1977 a 1979. Em Aveiro, em 1979, chega a fundar o Grupo Experimental de Teatro da Universidade e, por esta altura, lança, com Carlos Fragateiro, os Encontros Internacionais de Teatro e Educação. Estes encontros culminariam, em 1992, na criação, com Fragateiro e outros colegas, da IDEA – Associação Internacional de Drama/Teatro e Educação, ligada à UNESCO e fundada no Teatro Rivoli, e na organização do Congresso Mundial de Teatro, que contou com a presença de Vanessa Redgrave, Glenda Jackson, Eduard Bond, entre outros.[10][11][13]

Acaba por ir para a Suíça, onde obtém o Diplôme d’Études Avancés em Ciências da Educação — reconhecido em Portugal como licenciatura, pela Universidade de Aveiro, em 1984[14] — e conclui, dois anos depois, o doutoramento em Ciências da Educação pela Universidade de Genebra[15], defendendo uma tese sobre a história do processo de profissionalização da actividade docente em Portugal (séculos XVIII a XX), classificada com a nota máxima.[10][16]

O filho André nasce em 1985 e Sampaio da Nóvoa volta para Lisboa, onde é professor convidado do Instituto Superior de Educação Física até o ano seguinte. Em 1986, poucos meses depois do doutoramento, é convidado para a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, na qual viria a ser presidente do Conselho Científico (1999/2001). Em 1990, é nomeado professor associado. Em 1994, torna-se professor agregado, depois de fazer as provas públicas de agregação na Universidade de Lisboa, sendo aprovado por unanimidade. Constrói a sua carreira académica nesta instituição e é professor catedrático a partir de 1996.[10][16]

Entre 1996 e 1999, foi consultor para os assuntos da educação da Casa Civil do presidente da República Jorge Sampaio.[10] Foi presidente da International Standing Conference for the History of Education, ISCHE, de 2000 a 2003.[17][18]

Em 2006, completa um segundo doutoramento, na Universidade de Paris IV (Paris-Sorbonne), em História Moderna e Contemporânea. Quando estava como professor na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, em 2002, é convidado para vice-reitor da Universidade de Lisboa por José Barata-Moura. É eleito reitor em maio de 2006.[10]

Em novembro de 2008, a meio do seu primeiro mandato, demite-se do cargo no contexto da reforma estatutária da universidade.[19] Foi reeleito a 12 de março de 2009, conforme os novos requisitos legalmente estabelecidos. Promoveu e liderou, a partir de 2012, com o reitor da Universidade Técnica de Lisboa, António Cruz Serra, o processo de fusão da Universidade de Lisboa (mais conhecida por Clássica) com a Técnica, dando origem à nova Universidade de Lisboa.[10] A fusão teve o intuito de «juntar, numa mesma instituição, as diversas áreas do conhecimento, criando desta forma as melhores condições para acompanhar a evolução contemporânea da ciência, tecnologia, artes e das humanidades.»[20] Manteve-se reitor da Clássica até à conclusão da fusão, em julho de 2013.

Em 2012 foi-lhe atribuído, por unanimidade, o título de membro honorário da Universeum, the European Academic Heritage Network, uma rede de universidades reconhecida pelo Conselho Europeu, que procura valorizar o património científico, museológico, monumental, botânico e arquivístico das universidades europeias.[21][18]. Desde 2012, é também presidente do Conselho Consultivo da área de Educação (Qualificação das Novas Gerações) da Fundação Calouste Gulbenkian.

Por designação do presidente Aníbal Cavaco Silva, foi presidente da comissão organizadora das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas de 2012, tendo proferido um discurso em que expõe a sua visão sobre o país e uma crítica em relação ao caminho de austeridade seguido durante o governo de Passos Coelho, e chegando a citar José Gomes Ferreira, Miguel Torga, Franklin D. Roosevelt, Manuel Laranjeira, Teixeira de Pascoaes, Alberto Sampaio, Antero de Quental, Sophia de Mello Breyner Andresen e José Afonso.[22]

«(...) É o compromisso com os outros, com o bem de todos, que nos torna humanos. (...)

Começa a haver demasiados “portugais” dentro de Portugal. Começa a haver demasiadas desigualdades. (...)

A arrogância do pensamento inevitável é o contrário da liberdade. (...)

“Há a liberdade de falar e há a liberdade de viver, mas esta só existe quando se dá às pessoas a sua irreversível dignidade social.” (Miguel Torga) (...)

“A democracia funda-se em coisas básicas e simples: igualdade de oportunidades; emprego para os que podem trabalhar; segurança para os que dela necessitam; fim dos privilégios para poucos; preservação das liberdades para todos.” (F. D. Roosevelt) (...)

os sacrifícios têm de basear-se numa forte consciência do social, do interesse coletivo, uma consciência que fomos perdendo na vertigem do económico; pior ainda, que fomos perdendo para interesses e grupos, sem controlo, que concentram a riqueza no mundo e tomam decisões à margem de qualquer princípio ético ou democrático. É uma “realidade inaceitável”. (...)

O tamanho não conta; o que conta, e muito, é o conhecimento e a ciência. (...)

Pela primeira vez na nossa história, começamos a ter a base necessária para um novo modelo de desenvolvimento, para um novo modelo de organização da sociedade. (...)

“Não podemos ser ingénuos. Mas denunciar as ingenuidades não significa pôr de lado as ilusões, não significa renunciar à busca de um país liberto, de uma vida limpa e de um tempo justo.” (Sophia) (...)»

Excerto do discurso proferido nas comemorações do 10 de Junho de 2012[22]

Em 2014, esteve no Brasil numa missão internacional da UNESCO junto do governo brasileiro e como professor visitante na Universidade de Brasília, da qual é Doutor Honoris Causa desde Junho de 2015. Para além de inúmeras colaborações regulares nos programas de doutoramento de universidades estrangeiras como a de Barcelona, Genebra, Montreal, São Paulo, entre outras, foi professor convidado da Universidade de Wisconsin-Madison (1993/94) e da Universidade de Columbia, em Nova Iorque (2002). Em 1995, foi investigador visitante, durante um semestre, do Institut national de recherche pédagogique da Universidade de Paris V (Paris Descartes) e, em 2001, da Universidade de Oxford.[10][16]

É reitor honorário da Universidade de Lisboa, desde fevereiro de 2014. É diretor da iniciativa Políticas Públicas ULisboa, desde setembro de 2014 a abril de 2015.[23] É membro do Conselho das Ordens Honoríficas de Mérito Civil e, desde 24 de julho de 2008, académico correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, na classe de Letras, 3.ª secção, de Filosofia, Psicologia e Ciências da Educação.[24][2]. É Doutor Honoris Causa pela Universidade do Algarve desde Maio de 2015.

Anunciou, no início de 2015, que era candidato independente às eleições presidenciais portuguesas de 2016.

Eleições presidenciais de 2016[editar | editar código-fonte]

Sampaio da Nóvoa foi dos primeiros candidatos a anunciar a sua candidatura ao Palácio de Belém, tendo-o feito a 29 de abril de 2015, no Teatro da Trindade, em Lisboa,[25] e formalizou-a junto do Tribunal Constitucional a 22 de dezembro, com cerca de 13 000 assinaturas.[26][27]

Organização da candidatura[editar | editar código-fonte]

O diretor da campanha é Pedro Delgado Alves, membro da Comissão Nacional do PS e deputado à Assembleia da República, que substituiu o anterior diretor José Romano, também do PS.[28][29] A comissão de honra é presidida por Jorge Miranda.[30]

A candidatura tem 40 mandatários para as 20 causas escolhidas: um homem e uma mulher para cada. Os mandatários nacionais são António Correia de Campos,[31] ex-ministro da Saúde e membro do PS, e Teresa Salgueiro, cantora e ex-vocalista dos Madredeus. Os coordenadores nacionais das causas são Manuel Carvalho da Silva e Gabriela Canavilhas. As causas e respetivos mandatários são:[32][30]

Apoios nas eleições[editar | editar código-fonte]

Nóvoa contou desde cedo com vários apoios de partidos e personalidades da esquerda portuguesa, tendo sido o primeiro candidato a ser formalmente apoiado por um partido político.[33]

Fernando Henrique Cardoso, antigo presidente do Brasil, referiu-se a Nóvoa como sendo «um velho amigo e ilustre professor que daria um bom Presidente de Portugal. A sua relação com o Brasil é muito boa, ele tem óptimas relações com o Brasil. Eu não posso meter-me em política interna de Portugal mas não tenho dúvida que sim, daria um bom Presidente de Portugal».[34]

O antigo reitor, governador, ministro da Educação e senador do Brasil, Cristovam Buarque, proferiu à Visão as seguintes palavras: «Gostaria mesmo era que ele fosse candidato presidencial no Brasil. É capaz de perceber os problemas com uma ótica humanista. Para o mundo, seria bom um presidente como Nóvoa».[11]

O também brasileiro Paulo Speller, secretário-geral da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura, disse ao Observador o seguinte: «Eu acho que Sampaio da Nóvoa daria um bom candidato. Ele tem uma enorme facilidade em relacionar-se com toda a gente e tem uma enorme capacidade como mediador».[13]

Entre os seus apoiantes encontram-se:

Condecorações e prémios[editar | editar código-fonte]

Obra publicada[editar | editar código-fonte]

Artigos em revistas com referees[editar | editar código-fonte]

  • Nóvoa, A. (2012). Lumières sur l’école: Comment interpréter les débats éducatifs contemporains dans le monde?, Administration et Éducation, 3, 9-17.
  • Nóvoa, A. (2012). Pensar: Alunos, professores, escolas, políticas. Revista Educação, Cultura e Sociedade (Brasil), v. 2, 2, 7-17.
  • Nóvoa, A. (2010). La construcción de un espacio educativo europeo: Gobernando a través de los datos y la comparación. Revista Española de Educación Comparada, 16, 23-41.
  • Nóvoa, A. (2009). Para una formación de profesores construida dentro de la profesión. Revista de Educación, 350, 203-218.
  • Nóvoa, A. (2009). Educación 2021: Para una historia del futuro. Revista Iberoamericana de Educación, 49, 181-199.
  • Nóvoa, A. & Yariv-Mashal, T. (2003). Comparative Research in Education: a mode of governance or a historical journey?. Comparative Education, 39 (4), 423-438.

Livros[editar | editar código-fonte]

  • Nóvoa, António (1993). Os Professores e as Reformas de Ensino na Viragem do Século 1886-1906. Porto: Edições ASA. ISBN 0101000071351
  • Nóvoa, António (1995). As Organizações Escolares em Análise. Amadora: Dom Quixote. ISBN 9789722010047
  • Nóvoa, António; Diana Soto Arango; Erwin V. Johanningmeier; Marc Dcpaepe (1996). Para uma História da Educação Colonial. Lisboa: EDUCA.
  • Nóvoa, António (1998). Histoire & Comparaison. Lisboa: EDUCA. ISBN 9789728036225
  • Nóvoa, António & Santa-Clara, Ana Teresa (coords.) (2003). «Liceus de Portugal» - Histórias, Arquivos, Memórias. Porto: Edições ASA. ISBN 9789724131733
  • Nóvoa, António (coord.) (2003). Dicionário de Educadores Portugueses. Porto: Edições ASA. ISBN 9789724136110
  • Nóvoa, António (2004). Currículo, Situações Educativas e Formação de Professores - Estudos em Homenagem a Albano Estrela. Lisboa: EDUCA. ISBN 9799728036712
  • Nóvoa, António (2005). Evidentemente - Histórias da Educação. Porto: Edições ASA. ISBN 9789724142142
  • Lawn, Martin & Nóvoa, António (2005). L’Europe Réinventée - Regards critiques sur l’espace européen de l’éducation. Paris: L'Harmattan.
  • Nóvoa, António; Michael W. Apple (2006). Paulo Freire: Política e Pedagogia. Porto: Porto Editora. ISBN 978-972-0-34128-0
  • Nóvoa, António; António Candeias; Manuel Henrique Figueira (2008). Sobre a Educação Nova - Cartas de Adolfo Lima a Álvaro Viana Lemos (1923-1941). Lisboa: EDUCA. ISBN 9789728036102
  • Nóvoa, António (2008). A Difusão Mundial da Escola. Lisboa: EDUCA. ISBN 9789728036270
  • Nóvoa, António (2010). Formar Leitores para Ler o Mundo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. ISBN 9789723113266
  • Nóvoa, António (2013). A Universidade Medieval em Lisboa. Séculos XIII-XVI. Lisboa: Tinta da China. ISBN 9789896711443
  • Nóvoa, António (2013). A Universidade de Lisboa, Séculos XIX-XX, Vols. I e II. Lisboa: Tinta da China. ISBN 9789896711450
  • Nóvoa, António (org.); Daniel Hameline; J. Gimeno Sacristán; José M. Esteve; Peter Woods; Maria Helena Cavaco (2014). Profissão Professor. Porto: Porto Editora. ISBN 978-972-0-34103-7
  • Nóvoa, António; Sérgio Niza (2015). Escritos sobre Educação. Lisboa: Tinta da China. ISBN 9789896711276
  • Nóvoa, António (2015). Política de Vida. Lisboa: Tinta da China. ISBN 9789896712891
  • António Nóvoa e Ana Teresa Santa-Clara (coord.) (2003), Liceus de Portuga, Edições Asa, ISBN 9789724131733

Capítulos de livros[editar | editar código-fonte]

  • Nóvoa, A. (2009). Governing without governing – The formation of a European educational space. In Apple, M. W.; Ball, S. J. & Gandin, L. A. (eds.), The Routledge International Handbook of the Sociology of Education (pp. 264-273). Abingdon, Oxon: Routledge. ISBN 9780415486637
  • Nóvoa, A. (2009). Profesores: ¿el futuro aún tardará mucho tiempo?. In Célaz, C. & Vaillant, D. (coord.), Aprendizaje y desarrollo profesional docente (pp. 49-55). Madrid: OEI/Fundación Santillana. ISBN 978-84-7666-198-7

Referências

  1. «Sampaio da Nóvoa. Um PR tem que intervir contra a corrupção, os interesses e as promiscuidades». ionline. Consultado em 2016-01-03. «— É católico?
    — (...) Tenho uma dimensão espiritual, religiosa, muito forte na minha vida, mas, como muitos de nós, sou-o à minha maneira. (...)
    — Mas não consegue dizer que é católico?
    — Não, não consigo dizer.»
     
  2. a b «António Manuel Seixas Sampaio da Nóvoa | Academia das Ciências de Lisboa». www.acad-ciencias.pt. Consultado em 2016-01-03. 
  3. a b «Resolução Sobre a Eleição Presidencial». Luta Popular - Orgão Central do Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses (PCTP/MRPP). Consultado em 2015-12-14. 
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Precedido por
José Barata-Moura
Reitor da Universidade de Lisboa
2006-2013
Sucedido por
António Cruz Serra
(fusão da Universidade na nova Univ. de Lisboa)