Antônia da Graça

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Antônia da Graça (Horta, batizada a 21 de fevereiro de 1687 - São João del Rei, depois de 1745) foi uma das célebres Três Ilhoas, três irmãs açorianas que imigraram para o Brasil por volta de 1723, tornando-se tronco de diversas famílias no país.

Biografia[editar | editar código-fonte]

As Três Ilhoas, citadas em muitas histórias familiares, foram formalmente identificadas pelo trabalho do genealogista de Ouro Fino, José Guimarães[1][2] como:

A genealogista Marta Amato defende a tese de que tenham vindo com destino certo, tendo aqui encontrado Diogo Garcia, conterrâneo e aparentado, por ter uma sobrinha, Ana Maria Silveira, casada com Antônio Nunes, irmão das "Três Ilhoas". Antônia da Graça, seu marido e as duas filhas portuguesas moraram por cinco anos na residência de Diogo Garcia. Depois do casamento da filha Maria Teresa de Jesus, em 1728, passaram a morar na residência do genro, Inácio Franco, na mesma freguesia de São João del Rei. Antônia da Graça foi a única das Três Ilhoas que passou ao Brasil já casada, com Manuel Gonçalves da Fonseca, também natural da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Horta, filho de Francisco Rodrigues da Fonseca e de Bárbara Garcia . O casamento correu a 7 de fevereiro de 1706, naquela freguesia. O casal teve quatro filhos, os três primeiros nascidos no Faial e o último em São João Del Rei:

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  1. GUIMARÃES, JOSÉ, "As Três Ilhoas", publicação póstuma em três volumes e cinco tomos, com o patrocínio de Roberto Vasconcellos Martins.
  2. GUIMARÃES, JOSÉ, "Os Garcias, o Fundador de Baependi", edição do autor.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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