Antônio Carlos Zago

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Antônio Carlos Zago
Antônio Carlos Zago
Antônio Carlos Zago como treinador no Palmeiras em 2010.
Informações pessoais
Nome completo Antônio Carlos Zago
Data de nasc. 18 de maio de 1969 (53 anos)
Local de nasc. Presidente Prudente, São Paulo, Brasil
Nacionalidade brasileiro
italiano
Altura 1,84 m
destro
Informações profissionais
Clube atual Bolívar
Posição Ex-zagueiro
Função Treinador
Clubes de juventude

1983–1986
EC Corinthians
Ubiratan
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1986–1988
1990–1992
1992
1993–1995
1996–1997
1997
1998–2002
2002–2004
2004–2005
2005–2006
2007
Ubiratan
São Paulo
Albacete
Palmeiras
Kashiwa Reysol
Corinthians
Roma
Beşiktaş
Santos
Juventude
Santos
00(0) 000000(0)
0070 000000(4)
0067 000000(3)
0058 000000(5)
0024 000000(0)
0030 000000(2)
0107 000000(2)
0056 000000(2)
0007 000000(0)
0052 000000(3)
0008 000000(0)
Seleção nacional
1991–2001 Brasil 0037 000000(3)
Times/clubes que treinou
2009–2010
2010
2010
2011
2011
2012
2013
2013–2015
2015–2016
2017
2017
2017–2018
2019
2019
2020–2021
2021–
São Caetano
Palmeiras
Grêmio Barueri
Mogi Mirim
Vila Nova
Audax-SP
Roma (auxiliar técnico)
Shakhtar Donetsk (auxiliar técnico)
Juventude
Internacional
Fortaleza
Juventude
Red Bull Brasil
Red Bull Bragantino
Kashima Antlers
Club Bolívar
0043 000000
0019 000000
0006 000000
0006 000000
0007 000000
0051 000000
000000 000000
000000 000000
0054 000000
0030 000000
0009 000000
0015 000000
0031 000000
0038 000000
00036 000000
Última atualização: 17 de maio de 2021

Antônio Carlos Zago[1] (Presidente Prudente, 18 de maio de 1969[2]) é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como zagueiro. Atualmente comanda o Bolívar.[3]

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Aos 17 anos, Antônio Carlos iniciou sua carreira profissional no Ubiratan Esporte Clube, da cidade de Dourados, após ser promovido das categorias de base. Jogando como centroavante, foi artilheiro do campeonato estadual. Sua boa atuação rendeu um período de testes no São Paulo, que o contratou em definitivo, já como zagueiro, no final de 1987.[4][5] Após ser vice-campeão estadual no Mato Grosso do Sul, chegou ao tricolor em agosto de 1988, inicialmente atuando pela equipe de aspirantes do clube paulista.[6][7] A partir de 1990, passou a integrar o time principal e assumiu a titularidade. No ano seguinte, conquistou o Campeonato Brasileiro e o Campeonato Paulista.

Em 1992, após a conquista da Copa Libertadores, o zagueiro não ficou satisfeito com a proposta de renovação de contrato oferecida pelo São Paulo.[8] O clube, então, vendeu o atleta para o Albacete por 1,65 milhão de dólares no dia 28 de julho.[9] Passados dois meses da transferência, no entanto, Antônio Carlos já pensava em voltar ao Brasil por não ter se adaptado ao futebol espanhol.[10]

Em dezembro, foi apresentado pela Parmalat (ao lado do lateral Roberto Carlos) como novo jogador do Palmeiras, que buscava corrigir o setor defensivo.[11] No clube alviverde, participou das campanhas dos bicampeonatos Paulista e Brasileiro nos anos de 1993 e 1994. Exercendo um importante papel de liderança, Antônio Carlos se tornou capitão do time com a saída de César Sampaio.[12]

Em dezembro de 1995, sem conseguir realizar o sonho de levar o Palmeiras à conquista do Mundial, o zagueiro teve sua venda por três milhões de dólares ao Kashiwa Reysol anunciada.[13] No Japão, atuou ao lado dos compatriotas Edílson (que também havia deixado o Palmeiras) e Careca.[14]

Problemas pessoais levaram o jogador a um novo retorno ao Brasil.[15] Em abril de 1997, Antônio foi contratado pelo Corinthians por 3,3 milhões de dólares.[16] Fez sua estreia no mesmo mês, numa partida contra a Portuguesa válida pelo Campeonato Paulista (torneio conquistado pelo time alvinegro).[17] No dia 19 de agosto, em partida do Campeonato Brasileiro, o zagueiro agrediu um médico do Atlético Paranaense. O atleta acabou suspenso por quarenta dias.[18][19]

Numa transação de quatro milhões de dólares, Antônio Carlos se transferiu para a Roma em 1998.[20] Utilizando o sobrenome Zago na camisa,[21] viveu o ponto alto da carreira, ganhando o Scudetto na temporada 2000-2001 ao lado de nomes como Aldair, Batistuta, Cafu, Totti e Montella.[22] Em 2001, foi agredido por torcedores da rival Lazio ao sair de um restaurante.[23] Antônio conquistou também uma Supercopa da Itália.[24] Permaneceu no clube até 2002.

Depois de atuar por dois anos no Beşiktaş,[25] o atleta retornou ao Brasil em 2004. Atendendo a uma solicitação de Vanderlei Luxemburgo, treinador com quem Antônio Carlos já havia trabalhado no Palmeiras e na Seleção Brasileira, o Santos contratou o zagueiro.[26] Em março do ano seguinte, no entanto, o atleta deixou o clube. Com apenas nove atuações e muito tempo em tratamento no departamento médico, o zagueiro e a diretoria chegaram a um acordo pelo término da relação contratual.[27]

Em abril de 2005, assinou com o Juventude.[28] Em 5 de março de 2006, em partida válida pelo Campeonato Gaúcho, desentendeu-se com o volante Jeovânio, do Grêmio. Após ter sido expulso de campo, Antônio Carlos foi acusado de agredir o gremista com ofensas racistas.[29] Depois do ocorrido, o ex-jogador pediu desculpas a Jeovânio, mas foi suspenso por 60 dias e denunciado pelo Ministério Público por incitar o preconceito racial.[30][31]

Em 2007, foi recontratado pelo Santos. O jogador planejava encerrar a carreira com a conquista da Libertadores e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos rumo à carreira de treinador com os ensinamentos do técnico Luxemburgo.[32] Antônio Carlos atuou profissionalmente pela última vez no dia 2 de dezembro de 2007, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro, na derrota do time do litoral paulista para o Fluminense por 4–2. Utilizando a camisa 10, foi aplaudido pela torcida ao ser substituído por Pedrinho.[33]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

O bom momento vivido no São Paulo levou Antônio Carlos a sua primeira convocação para a Seleção Brasileira em 1991. Fez sua estreia num amistoso contra a Iugoslávia no dia 29 de outubro.[34] Depois de jogar pela Copa América de 1993, Antônio disputou sua 11.ª partida pela Seleção no dia 14 de agosto do mesmo ano em jogo contra o Uruguai válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 1994. O jogador ficou marcado por uma falha que permitiu o gol de empate dos uruguaios. A partir daí, não foi mais lembrado nas convocações seguintes pelos treinadores Carlos Alberto Parreira e Zagallo.[35]

O zagueiro só voltou ser chamado em 1998, quando Vanderlei Luxemburgo assumiu o comando.[36] Quando soube de seu retorno, Zago chegou a chorar de emoção.[37] Antônio alcançou a condição de titular e disputou, até o ano 2000, jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2002, além de ter sido campeão da Copa América de 1999.[38] Com a queda de Luxemburgo, Emerson Leão se tornou o treinador e Antônio acabou ficando de fora das convocações.[39]

Em 2001, com Luiz Felipe Scolari, o defensor ganhou uma última oportunidade numa partida contra o Uruguai no dia 1.º de julho.[40] Com uma fraca atuação do time, Felipão promoveu novas mudanças e Antônio Carlos novamente deixou de ser chamado,[41] encerrando suas participações em jogos da Seleção tendo disputado 37 partidas e marcado 3 gols.

Diretor técnico[editar | editar código-fonte]

Ao encerrar a carreira como jogador foi, por curto período, entre 2008 e 2009, diretor técnico do Corinthians. Foi demitido do cargo após escândalo envolvendo atraso de Ronaldo na concentração do clube alvinegro.[42]

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

São Caetano[editar | editar código-fonte]

Em 2 de junho de 2009, assinou contrato, agora como treinador, com o São Caetano.[43] Em sua passagem pelo clube do Grande ABC, obteve um aproveitamento de 49,6%.

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Em 18 de fevereiro de 2010, após a demissão de Muricy Ramalho do Palmeiras (causada justamente por uma derrota frente ao São Caetano de Antônio Carlos), assinou contrato com o Palmeiras, deixando o São Caetano.[44] Dois dias depois, Antônio Carlos fez sua estreia no comando do time alviverde, vencendo o São Paulo por 2 a 0.[45] Exatos três meses depois, no dia 18 de maio, foi demitido após briga com o jogador Robert.[46]

Grêmio Prudente[editar | editar código-fonte]

Em 17 de agosto, foi confirmado como novo treinador do Grêmio Prudente. Mas por um curto período. No dia 10 de setembro, após vários resultados ruins e com o time na zona de rebaixamento, acabou demitido.[47]

Mogi Mirim, Vila Nova e Audax[editar | editar código-fonte]

No dia 03 de janeiro de 2011, Zago foi anunciado por Rivaldo como novo treinador do Mogi Mirim.

No dia 09 de fevereiro de 2011, Zago deixou o Mogi Mirim e se transferiu para o Vila Nova, para substituir o técnico Hélio dos Anjos, que abandonou o time goiano durante a disputa do estadual.[48] no final do mesmo ano foi anunciado como treinador do Audax São Paulo[49]

Passagem como auxiliar na Europa[editar | editar código-fonte]

Antônio Carlos Zago, então, decidiu ir até a Europa para atualizar-se em conceitos de tática de futebol. Fez diversos cursos credenciados pela UEFA, incluindo estágios em clubes como Shakhtar Donetsk e Roma, além de trabalhos como auxiliar e analista.

Juventude e Internacional[editar | editar código-fonte]

Zago obteve três licenças da UEFA para ser técnico de futebol, e assumiu o Juventude em agosto de 2015. Após um bom trabalho no Juventude, quando levou a equipe a um vice-campeonato gaúcho e acesso à Série B em 2016, acertou com o Internacional para a temporada 2017.[50]

Em 28 de maio de 2017, foi demitido do Internacional, após derrota para o Paysandu.[51]

Fortaleza[editar | editar código-fonte]

Em 20 de agosto de 2017, é anunciado como novo treinador do Fortaleza com a missão de levar o clube à Série B após vários insucessos do time cearense durante as fases de mata-mata. Obteve sucesso na empreitada ao eliminar o Tupi-MG nas quartas de final e o Tricolor de Aço retornou à segunda divisão nacional após oito anos sem disputá-la. Ainda conseguiu levar o Fortaleza à final do torneio, mas acabou com o vice-campeonato.[52]

Retorno ao Juventude[editar | editar código-fonte]

Em 26 de outubro de 2017, a direção do Juventude anunciou o retorno de Zago, após rescindir o contrato com o Fortaleza, clube que levou a Série B do campeonato nacional após um longo período do Leão na Série C.[53]

Red Bull Brasil/Bragantino[editar | editar código-fonte]

Em 5 de setembro de 2018 foi anunciado como novo treinador do Red Bull Brasil para a disputa do campeonato paulista. Classificando a equipe para as quartas de final com a melhor campanha geral, inclusive a frente dos quatro grandes paulistas treinados por Sampaolli, Luis Felipe Scolari, Fábio Carille e Cuca. Ao término do Paulistão, o Red Bull derrotou a Ponte Preta e conquistou a Copa Paulista. Em 23 de abril de 2019, o Bragantino foi comprado pela Red Bull e Zago foi mantido no cargo com o elenco misturado das duas equipes. Na Série B, a equipe do Bragantino liderou o campeonato desde a sétima rodada.

Em 15 de novembro de 2019 sagrou-se campeão da Série B com o Bragantino após empatar em 1 a 1 com o Criciúma, com duas rodadas de antecedência, não podendo mais ser alcançado pela equipe do Sport.[54] O acesso à elite do futebol brasileiro já havia sido conquistado no dia 5 de novembro, após vitória contra o Guarani pelo placar de 3 a 1.

Kashima Antlers[editar | editar código-fonte]

De janeiro de 2020 a abril de 2021, comandou o Kashima Antlers.[55] O início da temporada 2020 pelo Kashima Antlers, que é comandado pelo Grupo City, foi considerado o pior da história do clube,[56] com a equipe sofrendo 6 derrotas em 6 jogos.[57] Após uma melhora no segundo turno da J-League, a equipe acabou a temporada na 5ª posição, não se classificando à ACL por 1 ponto.[56] Foi demitido após um início fraco da equipe na temporada 2021.[58]

Bolívar[editar | editar código-fonte]

Em 14 de julho de 2021, foi anunciado como novo técnico do Bolívar, também pertencente ao Grupo City, assinando por 2 temporadas.[3][59][60]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

São Paulo
Palmeiras
Corinthians
Roma
Besiktas
Santos
Seleção Brasileira

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Internacional
Red Bull Brasil
Bragantino
Bolívar

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Estatística[editar | editar código-fonte]

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
São Caetano 43 18 11 14 50,4%
Palmeiras 19 9 5 5 56,1%
Grêmio Barueri 6 1 2 3 27,8%
Mogi Mirim 6 2 1 3 38,9%
Vila Nova 7 4 0 3 57,1%
Audax-SP 51 25 9 17 54,9%
Juventude 69 26 22 21 48.31%
Internacional 30 14 10 6 57,8%
Fortaleza 9 3 3 3 44.44%
Red Bull Brasil 30 16 10 4 64,4%
Bragantino 21 14 3 3 71,4%
Red Bull Bragantino 51 30 13 7 67,3%
Kashima Antlers 48 23 7 18 52,8%
Bolívar 13 5 5 3 51,3%

Referências

  1. ogol.com.br: Dados pessoais de Antônio Carlos
  2. br.sambafoot.com: Detalhes do treinador Arquivado em 3 de junho de 2009, no Wayback Machine.
  3. a b «Antônio Carlos Zago assina com o Grupo City e assume o comando do Bolívar». ge.globo. 14 de julho de 2021. Consultado em 14 de julho de 2021 
  4. Francisco De Laurentiis; Vladimir Bianchini (29 de setembro de 2017). «Campeão por 4 gigantes e pela seleção, ele decreta: Romário foi melhor que Ronaldo 'Fenômeno'». ESPN.com.br. Consultado em 30 de setembro de 2021 
  5. Ricardo Perrone; Vanderlei Lima (13 de dezembro de 2019). «Antonio Carlos Zago relembra brigas com Edmundo e Simeone». São Paulo: UOL Esporte. Consultado em 30 de setembro de 2021 
  6. «São Paulo faz testes contra o São Bento». Esportes. Folha de S.Paulo. 22 de agosto de 1988. p. 6. Consultado em 30 de setembro de 2021 
  7. «Aspirantes do São Paulo goleiam a seleção de Bangalori por 5 a 1». Esportes. Folha de S.Paulo. 15 de janeiro de 1989. p. 3. Consultado em 30 de setembro de 2021 
  8. «Oferta do São Paulo deixa Antonio Carlos surpreso». O Estado de S. Paulo. 18 de julho de 1992. p. 21. Consultado em 1 de outubro de 2021 
  9. «Antônio Carlos já não é do São Paulo». O Estado de S. Paulo. 29 de julho de 1992. p. 24. Consultado em 1 de outubro de 2021 
  10. Rosa Fonseca (7 de outubro de 1992). «Antônio Carlos já pensa em voltar ao futebol brasileiro». O Estado de S. Paulo. p. 23. Consultado em 1 de outubro de 2021 
  11. «Palmeiras mostra os reforços e fica otimista». O Estado de S. Paulo. 24 de dezembro de 1992. p. 29. Consultado em 1 de outubro de 2021 
  12. Nelson Urt (8 de abril de 1995). «Antônio Carlos se julga desprestigiado». O Estado de S. Paulo. p. 28. Consultado em 2 de outubro de 2021 
  13. «Palmeiras troca três jogadores com Flamengo». Folha de S.Paulo. 16 de dezembro de 1995. Consultado em 2 de outubro de 2021 
  14. Marcelo Starobinas (2 de março de 1996). «Craque contra-ataca ex-companheiros». O Estado de S. Paulo. p. 26. Consultado em 2 de outubro de 2021 
  15. Fábio Victor (15 de abril de 1997). «Zagueiro não quer mudar». Folha de S.Paulo. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  16. «Corinthians muda ataque para amanhã». Folha de S.Paulo. 12 de abril de 1997. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  17. Marcelo Damato; Fábio Victor (28 de abril de 1997). «Defesas `vencem' clássico no Pacaembu». Folha de S.Paulo. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  18. «Agressão pode afastar zagueiro». Folha de S.Paulo. 9 de setembro de 1997. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  19. «Zagueiro do Corinthians pega 40 dias». Folha de S.Paulo. 10 de setembro de 1997. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  20. «Corinthians acerta venda de zagueiro». Folha de S.Paulo. 13 de janeiro de 1998. Consultado em 4 de outubro de 2021 
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  22. «Título do Italiano empolga novos reis de Roma». Folha Online. 19 de junho de 2001. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  23. «Antônio Carlos é agredido por torcedores da Lazio». Folha de S.Paulo. 7 de maio de 2001. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  24. «Roma conquista título da Supercopa da Itália». Folha de S.Paulo. 20 de agosto de 2001. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  25. «Antonio Carlos assina com time turco por dois anos». Folha de S.Paulo. 31 de maio de 2002. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  26. «Santos veta Vampeta e traz Antônio Carlos». Folha de S.Paulo. 6 de agosto de 2004. Consultado em 4 de outubro de 2021 
  27. Mariana Campos (26 de março de 2005). «Antônio Carlos é a 1ª vítima de "faxina" na Vila». Folha de S.Paulo. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  28. «Antônio Carlos acerta com o Juventude». Estadão. 6 de abril de 2005. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  29. «Grêmio acusa Antônio Carlos, do Juventude, de racismo». Observatório da Discriminação Racial no Futebol. 5 de março de 2006. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  30. «Folha Online - Esporte - Acusado de racismo, Antonio Carlos é suspenso por 60 dias - 08/03/2006». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 22 de novembro de 2016 
  31. «Zagueiro do Juventude é denunciado pelo Ministério Público». Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul. 12 de abril de 2006. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  32. «Antes de encerrar a carreira, Antônio Carlos assina contrato com o Santos». Folha Online. 29 de dezembro de 2006. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  33. Maurício Eirós (3 de dezembro de 2007). «Santos é derrotado em casa, mas garante o vice». Folha de S.Paulo. Consultado em 5 de outubro de 2021 
  34. Tonico Duarte (31 de outubro de 1991). «Convocação de Parreira mostra força do S. Paulo». O Estado de S. Paulo. p. 25. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  35. Eduardo Maluf (26 de março de 2000). «Antônio Carlos elogia Luxemburgo e critica Zagallo». O Estado de S. Paulo. p. 44. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  36. Silvio Barsetti (5 de setembro de 1998). «Luxemburgo só mantém quatro da Copa». O Estado de S. Paulo. p. 29. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  37. Dinoel Marcos de Abreu (22 de setembro de 1998). «No aeroporto, discrição e timidez marcam a apresentação». O Estado de S. Paulo. p. 23. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  38. «Luxemburgo esquece Romário e Edmundo». O Estado de S. Paulo. 15 de junho de 1999. p. 28. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  39. Eduardo Arruda (17 de dezembro de 2000). «Entra-e-sai é desafio para Leão em 2001». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  40. Sérgio Rangel (14 de junho de 2001). «Seleção traz de volta os medalhões». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  41. Sérgio Rangel (17 de julho de 2001). «Scolari abre com Romário lista que perdeu prestígio». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  42. esporte.uol.com.br: Após polêmica, Antônio Carlos deixa direção do Corinthians (3 de março de 2009)
  43. esporte.uol.com.br: Agora técnico, Antônio Carlos Zago assume o comando do São Caetano (2 de junho de 2009)
  44. globoesporte.globo.com: Algoz de Muricy Ramalho, Antônio Carlos é o novo técnico do Palmeiras (18 de fevereiro de 2010)
  45. folha.uol.com.br: Vitorioso na estreia, Antônio Carlos diz que conversa mudou Palmeiras (21 de fevereiro de 2010)
  46. globoesporte.com: Antônio Carlos Zago não é mais técnico do Palmeiras (18 de maio de 2010)
  47. globoesporte.com: Prudente troca de técnico mais uma vez: sai Antônio Carlos, entra Rospide (10 de setembro de 2010)
  48. globoesporte.com: Antônio Carlos Zago troca o Mogi Mirim pelo Vila Nova
  49. Futebolinterior (23 de novembro de 2011). «Audax anuncia Antônio Carlos Zago como novo treinador». Consultado em 27 de novembro de 2011 
  50. Site oficial do SC Internacional (12 de dezembro de 2016). «Antônio Carlos Zago assume o comando técnico do Internacional». Consultado em 12 de dezembro de 2016. Arquivado do original em 13 de janeiro de 2018 
  51. Site oficial do SC Internacional (28 de maio de 2017). «Antonio Carlos Zago deixa o Inter». Consultado em 28 de maio de 2017. Arquivado do original em 13 de janeiro de 2018 
  52. Site oficial do Fortaleza Esporte Clube (20 de agosto de 2017). «Fortaleza oficializa contratação do treinador Antônio Carlos Zago». Consultado em 20 de agosto de 2017. Arquivado do original em 21 de agosto de 2017 
  53. «Depois de conquistar acesso com o Fortaleza, Zago retorna ao Juventude - Futebol - UOL Esporte». UOL Esporte 
  54. *Gazeta do Povo. «"Bragantino empata em casa com o Criciúma e conquista a Série B"». 15 de novembro de 2019. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  55. «Antonio Carlos Zago, nuevo director técnico de Bolívar». w:en:Correo del Sur. 14 de julho de 2021. Consultado em 14 de julho de 2021 
  56. a b Tiago Bontempo (11 de janeiro de 2021). «Análise da temporada 2020 da J.League». ge.globo. Consultado em 14 de julho de 2021 
  57. Tiago Bontempo (12 de julho de 2020). «Kashima Antlers e o pior início de temporada da história do clube». ge.globo. Consultado em 14 de julho de 2021 
  58. Tiago Bontempo (25 de abril de 2021). «Kashima, Gamba e a dura realidade de fugir do rebaixamento na J.League». ge.globo. Consultado em 14 de julho de 2021 
  59. «Antônio Carlos Zago é anunciado como novo técnico do Bolívar». Gazeta Esportiva. 14 de julho de 2021. Consultado em 14 de julho de 2021 
  60. «Bolívar anuncia al brasileño Antonio Carlos Zago como su nuevo entrenador». EFE. w:es:Los Tiempos (Bolivia). 14 de julho de 2021. Consultado em 14 de julho de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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